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Extraterrestres existem? Por que ainda não convivemos com eles?

A cientista e escritora Maria Pereda (M.C. Pereda) e a metafísica Cris D Paschoal são entrevistadas por Lucimara Parisi, sobre a possibilidade de vida extraterrestre, como eles são e o motivo de ainda não conviverem conosco.

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Dupla de cientistas acredita que já achamos vida no espaço

Chandra Wickramasinghe queria mandar detectores de vida em missão espacial

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Astrônomos, astrofísicos, astrobiólogos – vai ver, até astrólogos – estão otimistas. Meses atrás, a cientista Elen Stofan, da Nasa, anunciou que acredita que vamos achar vida no espaço em, no máximo, 30 anos. Mas e se já encontramos?

Os possíveis descobridores não são da Nasa, mas da Agência Espacial Europeia (ESA), e o candidato não é nenhum planeta, mas o cometa 67P Churyumov-Gerasimenko, que está recebendo uma incrível visita da nave Phillae e a sua sonda, a Rosetta.

O astrobiólogo Chandra Wickramasinghe, da Universidade de Buckingham, e Max Wallis, da Universidade de Cardiff, dizem que pode haver vida lá, e só não detectamos por falta de equipamento. O primeiro participou do projeto da missão da ESA, há 15 anos. Então, ele sugeriu que aparelhos para detecção de vida fossem enviados, mas a proposta foi recebida com gargalhadas.

Segundo eles, uma característica única do cometa, uma crosta negra de material orgânico, poderia ser explicada por micro-organismos extremófilos, capazes de suportar os ciclos de congelamento e descongelamento no espaço. Os micro-organismos se tornariam ativos e se reproduziriam quando o cometa se aproxima do Sol, fazendo o gelo derreter.

“[A sonda] Rosseta já mostrou que o cometa não deve ser visto como um objeto inativo congelado, mas que suporta processos geológicos e pode ser mais habitável para vida microscópica que nossas regiões ártica e antártica”, afirma Wallis.

A proposta foi recebida com extremo ceticismo. Ninguém da ESA acredita que o cometa possa ter vida. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Wickramasinghe rebateu: “Cinco séculos atrás, foi uma luta fazer com que as pessoas aceitassem que a Terra não é o centro do universo. Depois dessa revolução, nosso pensamento continuou centrado na Terra em relação à vida e a biologia. Isso está profundamente enraizado em nossa cultura científica e precisará de um bocado de evidência para ser superado”.

Estaremos mesmo diante de um novo Copérnico? Nascido no Sri Lanka, o astrobiólogo já causou muita controvérsia ao afirmar, entre outras, que o vírus da síndrome respiratória aguda severa (a SARS) veio do espaço.

 

Referências:

1) Do micro-organisms explain features on comets?, Royal Astronomical Society: https://www.ras.org.uk/news-and-press/2654-do-micro-organisms-explain-features-on-comets

2) Philae comet could be home to alien life, say scientists, The Guardian:  http://www.theguardian.com/science/2015/jul/06/philae-comet-could-be-home-to-alien-life-say-top-scientists

 

Fonte: Superinteressante

 

Nasa derruba transmissão do espaço após OVNI surgir

Agência Espacial Americana não explicou o que houve após conexão cair no momento em que objeto tornou-se visível

Logo após Óvni ficar visível, transmissão na web caiu Reprodução/YouTube

Logo após Óvni ficar visível, transmissão na web caiu Reprodução/YouTube

A Nasa teria derrubado uma transmissão em tempo real da Estação Espacial Internacional, no dia 15 de janeiro, após um OVNI (Objeto Voador Não Identificado) aparecer na tela.

Segundo o site “Inquisitr”, o video foi capturado por uma câmera montada do lado de fora da estação e transmitido em streaming pela internet, em um experimento para produzir imagens em alta definição do espaço.

Após o corte súbito das imagens, a Agência Espacial Americana, como de costume, não explicou o que causou o suposto problema com o vídeo nem mencionou o OVNI.

Veja abaixo o momento em que o objeto misterioso surge no vídeo:

 

Fonte: Band

Um ano após garantia, Operação Prato não tem dados liberados

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Em 18 de abril de 2013, ufólogos brasileiros se empolgaram com a garantia das Forças Armadas da liberação de documentos militares de evento de 1977 envolvendo objetos voadores não identificados. Um ano depois, a Aeronáutica agora alega que todos os arquivos secretos da Operação Prato, a maior mobilização militar para investigação de óvnis no Brasil, já foram revelados. Os registros, que incluem centenas de fotos e dezenas de horas de filmagens, perderiam o sigilo a partir de 1º de junho do ano passado.

Na época, em entrevista ao Terra, o coronel Alexandre Emilio Spengler, coordenador do Serviço de Informações ao Cidadão do Ministério da Defesa, confirmou que a Operação Prato era a pasta secreta que faltava ser revelada pelo Comando da Aeronáutica e divulgou a estimativa de prazo para tanto. Em nova entrevista ao Terra, em junho de 2013, o oficial reforçou que a divulgação dos documentos ocorreria, no máximo, até 2014.

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O anúncio despertou expectativa entre os ufólogos, que avaliam em apenas 20% o volume de material liberado sobre aquela ação. Mas a Aeronáutica informa agora que não há mais nenhum documento relacionado à Operação Prato a ser divulgado. Segundo o Centro de Comunicação Social do órgão, os arquivos que abordam a ação são aqueles já encaminhados ao Arquivo Nacional, em cumprimento à norma vigente.

Sem novas revelações, a documentação reclamada pelos ufólogos passa a ser classificada como “não encontrada”, “destruída” ou “nunca existente”. O decreto nº 79.099/77, que regulamentava a salvaguarda de documentos sigilosos, permitia a sua destruição pela autoridade que os elaborou ou por quem detivesse sua custódia.

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“Há uma contradição”, diz ufólogo
Presente na reunião de abril de 2013, o ufólogo Ademar Gevaerd, jornalista e editor da revista UFO, diz que partiu dos militares, de forma espontânea, a informação de que seria liberado mais um pacote de documentos sobre a Operação Prato. Por isso, ele estranha a nova posição das autoridades brasileiras, que desconsidera a existência de novos materiais. “Há uma contradição”, afirma. “Não dá para, simplesmente, a Aeronáutica dizer que não tem mais nada e acabou”, cobra.

Gevaerd diz ainda aguardar que documentos sobre o evento percam o sigilo, embora admita que nem todo o material produzido possa ser recuperado. A Operação Prato foi registrada em 2 mil páginas, 500 fotos e 16 horas de filme. No Arquivo Nacional, constam apenas 300 páginas e 150 fotos. Os ufólogos, que defendiam a divulgação de 100% do material remanescente, hoje acreditam que parte dele possa ter sido perdida, destruída ou se deteriorado – embora não em sua totalidade.

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Para Gevaerd, a divulgação de algumas imagens em vídeo, dentre as 16 horas gravadas, mudaria o patamar da ufologia brasileira. “A partir do momento em que fossem liberadas filmagens, por 10 minutos que fosse, de discos voadores sobre a Amazônia, feitos durante a Operação Prato, seria algo revolucionário”, considera.

Quanto a hipóteses para o destino dos documentos não liberados, o ufólogo não descarta a sua destruição intencional, mas acredita ser mais provável que tenham sido danificados ao longo de quase quatro décadas ou que estejam em posse de militares aposentados, que decidiram arquivá-los em suas próprias casas. “É mais fácil que tenha havido ocultação. Alguém pode ter considerado que os documentos são muito sérios para caírem na mão de ufólogos e da sociedade por, no mínimo, mais uns 50 anos”, cogita.

A Operação Prato
A Operação Prato, de 1977, levou a Força Aérea Brasileira (FAB) a verificar ocorrências extraordinárias no Pará. Para a missão, foram deslocados até a Amazônia 20 militares brasileiros, os quais se encarregaram de registrar e investigar a ocorrência de “luzes hostis” e manifestações misteriosas na pequena cidade de Colares.

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Armados com câmeras fotográficas e filmadoras, os agentes não presenciaram nada extraordinário nos dois primeiros meses. Depois, no entanto, de acordo com os relatos, o cenário se alterou completamente: havia objetos luminosos se movimentando erraticamente, naves maiores do que prédios de 30 andares e depoimentos chocantes da população ribeirinha.

Os documentos disponíveis no Arquivo Nacional, com o timbre de confidenciais, trazem informações sobre avistamentos por populares, pilotos privados e militares quanto a objetos voadores em incursões diversas. Os registros citam formas cilíndricas, como pratos invertidos (daí o nome da operação), que se deslocavam em velocidades variadas, de lentos a supersônicos e em cores diversas, incluindo tons amarelados, avermelhados e azulados. Ao desenvolver uma trajetória em ziguezague, as naves emitiam lampejos azulados de intenso brilho, comparado ao produzido por soldas.

Há relatos de pessoas que dizem ter sido atingidas por raios de luz oriundos dos objetos voadores e, em consequência disso, sofreram de mal súbito ou até de paralisia momentânea. Em caso registrado na cidade de Benfica (PA), em 2 de novembro de 1977, um observador relata ter presenciado o pouso de uma nave, seguida pela abertura de uma escotilha, por onde saiu um “humanoide” medindo cerca de 1,50 metro de altura.

NASA resolveu preparar astronautas para se comunicar com alienígenas

Escute o sinal de rádio captado por Jerry R. Ehman. A única evidência que poderia provar a existência de vida extraterrestre, já obtida

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O sinal conhecido como “Wow!” é, provavelmente, a única prova de inteligência extraterrestre obtida até hoje. Trata-se de um sinal de rádio captado pelo astrônomo Jerry R. Ehman, no marco do projeto SETI (Search for ExtraTerrestrial Intelligence, em inglês), em 15 de agosto de 1997, no rádio-observatório da Universidade Estadual de Ohio, nos EUA. Ele teve uma duração de 72 segundos e foi emitido a uma frequência de 1420 MHz, característica do hidrogênio neutro, o elemento mais comum em nosso universo.

Com uma potência 30 vezes superior à radiação do fundo de um micro-ondas, o som foi muito próximo ao que se esperava de um sinal inteligente vindo do espaço; por isso, Jerry R. Ehman escreveu “Wow!” onde apareceu a anomalia. Em relação à sua origem, foram consideradas hipóteses diferentes: uma transmissão extraterrestre, cuja fonte de emissão seria um equipamento poderoso, próprio de uma civilização muito mais avançada que a nossa, pois alcançou uma potência de 2.2 gigawatts; uma transmissão com origem na Terra e acidentalmente refletida em um satélite, o que é pouco provável, se considerarmos que sinais emitidos a 1420 MHz estão proibidos em todo o mundo por razões astronômicas; ou um evento astrofísico completamente desconhecido.

Ao rastrear a fonte de emissão, foi encontrada uma região na constelação de Sagitário, onde, para a surpresa dos cientistas, não existe nenhuma estrela. No entanto, o sinal possui um formato de frequência modulada (AM/FM), o que é característica de técnicas inteligentes. Sendo assim, foi apresentada uma hipótese que aponta para uma origem extraterrestre, já que o sinal pode ter vindo de algum veículo que estava passando. Sem poder precisar com certeza a fonte de procedência do “Wow!”, é possível afirmar apenas que se trata de um mistério absoluto, único e nunca mais presenciado. Portanto, não deixe de ouvir o registro desse som incrível:

 

Fonte: History

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