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7 dos maiores animais que já habitaram o nosso planeta

Quando você pensa nos maiores animais que já habitaram a Terra, obviamente os primeiros que lhe vêm à cabeça são os dinossauros, não é mesmo? Realmente, eles formaram a “turminha do terror” há milhares e milhares de anos com dimensões assustadoras, como era o caso do Tiranossauro Rex.

Apesar de existirem vários “dinos” na lista que você verá a seguir, não eram só eles que se destacavam pelo seu tamanho. Alguns peixes, aves e mamíferos gigantes também já rodaram por esse mundão há muito tempo.

E ainda, mesmo não estando listadas abaixo, também não podemos nos esquecer de citar as espécies atuais que também impressionam pelo seu tamanho, como a baleia-azul e o elefante-africano.

Porém, agora, vamos voltar alguns milhares de anos e ficar com sete entre os maiores animais que já habitaram o nosso planeta e que já tiveram algum registro — afinal, nunca se sabe o que mais os arqueólogos e paleontólogos podem descobrir por aí. Confira abaixo.

7 – Megalodon

Fonte da imagem: Reprodução/Mother Nature Network

Também conhecido como Megalodonte ou Carcharocles megalodon, esta criatura era um imenso tubarão que podia ter entre 15 e 20 metros, com um peso que podia chegar às 50 toneladas e uma mandíbula grande o suficiente para engolir um rinoceronte.

Ele viveu há cerca de 1,5 a 25 milhões de anos, durante o período Mioceno no Oceano Pacífico. Alguns cientistas acreditam que os megalodons ainda podem se esconder nos nossos oceanos mais profundos de hoje, embora não haja nenhuma prova disso.

6 – O imenso escorpião-marinho

Fonte da imagem: Reprodução/Mother Nature Network

Você tem medo de escorpiões? Então, melhor nem ler o resto da descrição desse bicho assustador. A existência do escorpião-marinho gigante foi descoberta recentemente. Também conhecida como Jaekelopterus rhenaniae, estima-se que esta criatura tinha por volta de dois metros e meio de altura. Imagina só dar de cara com um destes em um mergulho?

Mas pode ficar tranquilo, pois, até onde se sabe, ele não existe há muito tempo, pois viveu há cerca de 400 milhões de anos. Alguns especialistas dizem que essa criatura extinta era um predecessor dos escorpiões terrestres atuais.

5 – Urso-gigante-da-face-curta

Fonte da imagem: Reprodução/Mother Nature Network

O urso-polar é atualmente o maior urso da Terra, com cerca de 2,5 metros de altura. Mas, mesmo com esse tamanho, ele ainda é um pouco mais baixo do que o maior urso que já existiu: o urso-gigante-da-face-curta (ou da-cara-achatada) americano.

Também conhecido como Arctodus, este urso podia chegar a 3,5 metros de altura em pé. Os pesquisadores afirmam que ele habitava a América do Sul cerca de 500 mil a 2 milhões de anos atrás. Com base em observações de um esqueleto descoberto em 1935 na Argentina, a National Geographic relata que “não há nenhum outro animal que se aproxime” deste poderoso carnívoro.

4 – Argentavis

Fonte da imagem: Reprodução/Mother Nature Network

Considerada a maior ave que voa (sim, pois temos aves que não voam, como a galinha e o peru, por exemplo), a Argentavis magnificens viveu há cerca de 6 mil anos na Argentina. Os especialistas acreditam que ela voava como um planador de alto desempenho, podendo atingir velocidades de até 240 quilômetros por hora.

Segundo os estudos, o seu tamanho era comparável ao de um avião Cessna 152. Como relatado no site NPR, este pássaro gigante era um pouco como “uma águia com as asas que se estendem por 6,5 metros de ponta a ponta, e as penas do tamanho de espadas de samurai”.

Acredita-se que essa ave disparava sobre os ventos, como um planador. Os especialistas ainda não têm certeza de como ela fazia os pousos e decolagens.

3 – Supercrocodilo

Fonte da imagem: Reprodução/Mother Nature Network

O Imperator sarcosuchus, apelidado de SuperCroc, viveu na África há cerca de 100 milhões de anos. Acredita-se que o animal podia chegar ao comprimento de 12 metros e pesar mais de oito toneladas. Segundo os especialistas, eles viviam às margens do rio, alimentando-se de peixes, mas também conseguiam caçar pequenos dinossauros com as suas mandíbulas gigantes.

2 – Argentinosaurus

Fonte da imagem: Reprodução/Mother Nature Network

Olha aí mais um representante da Argentina! A próxima vez que você vir um edifício de seis andares, considere que há 100 milhões de anos você poderia estar olhando para umArgentinosaurus com esse tamanho. Com cerca de 36 metros e meio de extensão e pesando 100 toneladas, esta criatura detém o título de maior dinossauro que já andou no planeta.

Embora muito sobre esta espécie ainda permaneça um mistério, os especialistas sabem que ela era herbívora, tinha um pescoço e uma cauda longa, mas uma cabeça relativamente pequena, de acordo com o estudo de fósseis que foram descobertos na Argentina em 1988.

1 – Spinosaurus

Fonte da imagem: Reprodução/Mother Nature Network

Segundo os registros paleontológicos, o Spinosaurus é o maior carnívoro que já viveu na Terra, pesando quase 10 toneladas e medindo cerca de 18 metros de comprimento. Ele viveu cerca de 93 a 100 milhões anos atrás, onde hoje é a África.

Apesar de seu tamanho, acredita-se que ele se alimentava mais frequentemente de peixes, embora ele pudesse facilmente caçar dinossauros menores. Ele também tinha a cabeça mais longa conhecida entre qualquer dino, medindo quase 2 metros.

Pesquisadores desenvolvem embriões de galinha com pés de dinossauro

Essa imagem é apenas pra descontrair, claro…

 

Uma das teorias mais aceitas sobre a evolução das aves é a de que elas são descendentes dos dinossauros. E de acordo com o portal Science Daily, um experimento liderado pelo brasileiro João Botelho na Universidade do Chile — no qual os cientistas conseguiram realizar uma espécie de “processo de evolução reversa” em laboratório — reforça ainda mais o corpo de evidências que apoia esse princípio.

Segundo a publicação, a maioria das aves modernas conta com uma espécie de dedão opositor que permite que elas se agarrem para ficar empoleiradas ou para caçar suas presas enquanto voam. No entanto em dinossauros como o tiranossauro e o alossauro, essas estruturas, além de serem pequenas demais para tocar o solo, não eram opositoras como as dos pássaros modernos — sendo mais parecidas com os presunhos de cães e gatos.

Dedões opositores

Para descobrir como os “dedões” surgiram, os cientistas observaram o desenvolvimento das patas em embriões de galinhas e codornas enquanto elas ainda se encontravam nos ovos. Eles descobriram que esses membros começam a surgir nos pássaros da mesma forma como ocorria com os dinossauros, mas que nas aves a sua base — o metatarso — começa a se torcer em determinada etapa do desenvolvimento, fazendo com que os dedos se tornem opositores.

Além disso, os cientistas também perceberam que, comparado aos demais “dedos”, a expressão dos genes que determinam a maturação da cartilagem do dedão opositor das aves ocorre muito mais tarde no processo de desenvolvimento dos embriões.

Dessa forma, os dedões acabam retendo muitas células-tronco que se dividem rapidamente por um período mais longo de tempo. E essa cartilagem imatura, por sua vez, além de ser altamente maleável e plástica, é facilmente transformada pela atividade muscular.

Evolução reversa

Os pesquisadores perceberam que a “torção” dos dedões coincide com a etapa na qual os embriões começam a se mover no interior dos ovos — e que é o movimento muscular dos animais que faz com que o metatarso gire e se dobre de forma que o dedo adote a posição opositora.

Então, os cientistas utilizaram medicamentos para paralisar a musculatura e evitar que os bichinhos mexessem. Como resultado, os pesquisadores interferiram no processo de desenvolvimento dos embriões, fazendo com que em vez de os dedos se tornarem opositores, eles crescessem parecidos com os das patas dos dinossauros.

Mais que isso, o processo inverso permite que os pesquisadores entendam um pouco melhor as transformações morfológicas sofridas pelas aves conforme elas foram evoluindo a partir de seus ancestrais — os dinossauros — ao longo do tempo.

Conheça o ‘caminho dos dinossauros’, no Rio Grande do Sul

Turistas do Brasil e do exterior têm a oportunidade de praticar um roteiro diferenciado no Rio Grande do Sul. Os visitantes podem conhecer o coração do Estado e viver uma experiência inesquecível: a famosa rota paleontológica.

Fotos: Daiane Spiazzi/Agência CentralSul de Notícias

A cidade de Santa Maria, por exemplo, possui os primeiros registros paleontológicos do Rio Grande do Sul. O primeiro vertebrado fóssil Triássico da América Latina foi descoberto na cidade em 1902. Desde então, a região atrai grande atenção de paleontólogos do mundo inteiro.

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A região central do Estado conta com diversas formações geológicas com os mais antigos registros de dinossauros, bem como dos precursores dos primeiros mamíferos que surgiram no planeta.

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Os visitantes podem conhecer vários parques, sítios paleontológicos e museus, que contam com desenhos rupestres, fósseis animais e vegetais e outros elementos que fazem parte da nossa história.

 

Vários municípios da região oferecem diferentes atrativos que tornam o turismo no Rio Grande do Sul um dos destinos perfeitos para quem também busca roteiros culturais e científicos.

Divulgação/CPRM

Rota Paleontológica
Cidades: Santa Maria, São Pedro, Mata e São João do Polêsine
Informações: (55) 3217-9415
Site: www.santamaria.rs.gov.br/turismo/

Via Destino Brasil

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