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Homem dá banho em cachorros de rua na Tailândia

Em um vilarejo na Tailândia, um homem tem chamado a atenção por levar uma mangueira, balde e sabão às ruas e dar banho em cachorros abandonados. O tailandês já havia adotado uma cadela que sofria de câncer e uma série de outras doenças.

Reprodução

A gente sabe que os cães não curtem muito tomar banho, mas, para os bichinhos sem lar, essa é uma maneira de controlar pulgas e outros problemas. Todo ato de gentileza é sempre bem-vindo. Confira o vídeo:

Fonte: Catraca Livre

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Alguns cachorros parecem com seus donos: Mito ou realidade?

cachorro que se parece com dono

O cachorro é considerado o melhor amigo do homem, mas será que essa proximidade faz com que eles fiquem parecidos conosco? Essa é uma eterna e peculiar, diga-se de passagem, dúvida. Pelo menos para os donos de cachorros.

Em um estudo feito em 2004, pesquisadores de São Diego constataram que pessoas geralmente escolhem cachorros parecidos com elas, ainda mais quando são cães de raça. A semelhança geralmente é vista em traços como o cabelo ou até mesmo expressões faciais.

No mesmo ano, uma psicóloga da Universidade da Carolina do Sul confrontou as descobertas em um estudo separado, apontando as falhas no projeto. Os pesquisadores de São Diego analisaram novamente e confirmaram as descobertas iniciais.

No começo deste ano, outro cientista da Inglaterra fez um estudo com 70 voluntários a fim de que eles combinassem fotos de 41 donos de cachorros de diversas raças. Segundo os voluntários, eles combinaram as fotos, em menos da metade do tempo, de acordo com traços da personalidade que acreditavam que o dono e o cachorro compartilhavam.

Cientistas suspeitam que algumas pessoas procuram por certos traços ou predisposições que reflitam em suas próprias personalidades quando escolhem um cachorro.

CONCLUSÃO

Alguns estudos afirmam que os cachorros podem se parecer com seus donos, mas a pesquisa discutível. [NY Times]

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Fonte: Hype Science

10 coisas que os donos fazem e os cachorros odeiam

Que seu cachorro pudesse falar é um desejo de todo tutor de um amigão desses. Mas você já pensou o que poderia ouvir se ele pudesse se expressar verbalmente sobre o banho, ou sobre o perfume depois do banho, ou ainda sobre quando você o trata como criança? Listamos aqui algumas atitudes que a maioria dos tutores de cães têm e que uma boa parte dos bichos simplesmente o-dei-a. Depois dela, vamos ver se você ainda vai querer que seu cachorro falasse…

 

10. Conversar com seu cachorro

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Suponhamos que seu cão tenha feito xixi no sofá (maginaquêisso!). Você, bravo, tenta comunicar o erro a ele, mas sem agredi-lo – afinal, ele é seu amigo e você não quer magoá-lo. Então você começa um diálogo ponderado: “Rex, vamos conversar. Não gostei da sua atitude, cara. Esse sofá custou R$ 1.800, e isso é um salário inteiro”. Olha. Ele até vai te olhar com muito interesse, mas pode esquecer: a chance dele entender o papo reto é nenhuma. Cachorros não ligam a mínima para as palavras, o negócio deles são sons e linguagem corporal. Eles compreendem a intenção, mas jamais o português. Assim, a melhor forma de demonstrar o que você quer é com gestos e com uma boa postura. Falar com o cão sem demonstrar isso com o corpo pode confundir o animal – que depois vai levar uma bronca sem ter a menor ideia do que está acontecendo.

 

9. Gritar toda vez que ele late

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Outro dia, eu estava passeando com meu cão, o Otelo, que estava preso na coleira. Duas crianças passaram correndo e gritando perto de nós, e Otelo latiu. As crianças tomaram um susto, o avô (chato) delas disse que meu cachorro é “histérico” e eu fiquei morta de vergonha. Mas, ei! Otelo é um cachorro e, da mesma forma que as crianças gritam, ele late. É a forma que ele tem de expressar ao mundo algumas de suas vontades – nesse caso, se bem conheço meu cão, vontade de correr e brincar com as crianças choronas. Portanto, seja mais tolerante com os latidos do seu cão (basta lembrar quanto ele deve ficar de saco cheio de ouvir você e os demais humanos falarem, e ele não reclama disso).

 

8. Transmitir nervosismo

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Os cães sempre elegem um líder para o seu bando. O ideal é que esse líder seja você. Caso você se demonstre instável – nervoso, estressado, incapaz de exercer sua liderança -, ele sentirá que deve assumir esse papel. Por isso, sempre que estiver na companhia de seu cão, tente não demonstrar tensão nem nervosismo (lembrando que eles são mesmo muito bons na leitura corporal, então é legal você caprichar nisso), ou ele poderá ficar agitado e até agressivo.

 

7. Tratar o cão feito criança

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Coisa mais fácil é encontrar gente que trata o amigo de baba e pelos como um bebê – afinal, com tanta fofura, só pode ser um bebê! E aí o tutor dessa fofura coloca roupinhas, calça sapatinhos, enfeita o cão com joias (tudo pet friendly, viu?). Pois saiba que o cachorro provavelmente ODEIA isso. Cães são cães e gostam de ser tratados como tal. Assim, ele vai querer correr (sem sapatos), perseguir coisas e farejar. É claro que você pode mostrar afeto ao seu bicho. Mas o guru dos petlovers, o treinador Cesar Milan, não se cansa de repetir: primeiro vem o exercício, depois, a disciplina disciplina, e, então, carinho.

 

6. Achar que o cão é “gente como a gente”

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Nós, humanos, achamos a subserviência uma coisa muito ruim, até intolerável. Ser dominado por uma outra pessoa é o pior cenário de vida que se pode imaginar. Mas com os cães funciona exatamente do jeito oposto. Naturalmente, eles gostam de saber bem claramente quem é o líder do bando (no caso, você). Assim, ao adotar um amigo canino, você deve se preparar para assumir integralmente o papel de “cachorro alfa da matilha”. Só desse jeito seu cão vai se sentir seguro – do contrário, ele vai começar a se estressar por não saber bem como se comportar naquele bando.

Leia também:
Como os animais realmente enxergam o mundo
Cachorros – por que eles viraram gente?
Ciência Maluca: Por que cachorros fazem cara de dó?
Teste: que raça de cachorro combina mais com você?

5. Deixar seu cão morrer de tédio

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Pense em como seria a sua vida se você passasse o dia inteiro deitado em uma cama, ou perambulando sem destino pela casa, sem TV, sem smartphone, sem um livro, sem ninguém para conversar, sem nenhum tipo de jogo e nenhuma atividade. Pode até parecer divertido por um dia ou dois, mas imagine passar A VIDA desse jeito? Se você não der atividades para o seu cão, é assim que ele vai se sentir, no mais profundo e desesperançoso tédio. A falta de atividades pode levar o cão a ficar ansioso e começar a ter comportamentos ruins, como se coçar demais, até ter feridas, morder as próprias patas, roer coisas (inclusive móveis) e entrar em depressão.

 

4. Abraçar

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Mais uma diferença brutal entre o comportamento de cães e humanos. Você adora receber abraços das pessoas amadas. Essa é uma forma de nos sentirmos queridos, correto? No caso do seu amigo cão, o abraço é um sinal de ameaça. Significa que você está querendo dominá-lo à força. Alguns cães até toleram ser abraçados, enquanto outros ficam bastante agressivos. De toda forma, preste atenção no bicho. Alguns demonstram sinais claros de desconforto, como afastar a cabeça de você. Eu sei, é duro. Mas vamos trabalhar esse ponto, ok?

 

3. Ficar no celular/computador

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Você passa o dia inteiro fora de casa, trabalhando. Durante 9, 10 ou até 11 horas que você está fora de casa, seu cão fica sozinho em casa, muitas vezes, sem nada para distraí-lo nem fazê-lo gastar energia. Aí, vem o momento mais feliz do dia para ele: a hora em que você chega em casa. Você entra, faz um carinho na cabeça dele, troca a água, coloca a comida dele na tigela, senta no sofá e se perde entre as várias listas com coisas divertidas da SUPER. Aí não, né, pô! Seu cão passou o dia inteiro sozinho, só esperando você chegar. Ele merece, no mínimo, um pouco de atenção – o que inclui brincadeiras, desafios e, sempre que possível, passeios.

 

2. Ter pressa na hora do passeio

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Falando em passeios, como vai essa paciência, hein? Sair com um cachorro significa parar a cada meio metro para que ele possa cheirar as coisas, explorar o mundo, descobrir os novos vizinhos e se inteirar das novidades do bairro. E eles odeiam qualquer passeio que seja diferente disso. Dar aquela voltinha burocrática, sem xixi no hidrante (e na esquina, e no meio-fio, na roda do carro, na árvore, no arbusto, na moitinha, no jardim, no portão etc etc etc), sem poder cheirar o xixi do colega, para o seu cão, é como ir a Roma e não ver o Papa.

 

1. Deixá-lo cheiroso

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Já pensou que, se estivesse solto na natureza, um cão JAMAIS tomaria um banho? Ele poderia, sim, se molhar com a chuva, se melecar em uma poça de lama, atravessar um riacho e até entrar nele, mas tomar banho, tipo, xampu, esfrega-esfrega, condicionador e perfuminho no final, nunca! Ele sempre estaria sujinho e com aquele cheirinho característico de pano de chão molhadocachorro. Não é de se estranhar se seu amigão for aquele tipo meio Cascão, que foge da água que nem o diabo foge da cruz. Além disso, o olfato dos cães é muito, muito, muito apurado, e isso faz eles ficarem extremamente incomodados com o cheiro do perfume que você passa nele.

 

Lembre-se: assim como qualquer treinador vai dizer, cada cão é diferente. Além das peculiaridades de cada raça, há também as variações de personalidade de um bicho para o outro. Então, se o seu adora tomar banho ou detesta passeios longos, ele está mais para exceção do que para a regra.

 

Fonte: Superinteressante

Curiosidades sobre a raça PUG (cão)

Os Pugs são cachorros fofos, simpáticos e muito, MUITO grudados nos donos. Aprenda tudo sobre essa raça encantadora.

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Origem

A origem do Pug como uma raça começou, provavelmente, na China antiga. Os cães conhecidos como “Short Mouthed dogs”, ou cães de “boca curta”, são descritos em escrituras que datam de aproximadamente 700 A.C., e eram, provavelmente, os precursores da raça Pug. No ano 1 D.C. já existiam referências, nos documentos chineses, ao cão “Pai”, referindo-se a um cão pequeno, de pernas e focinho curtos. O imperador Kang Hsi, no ano 950 D.C., elaborou um dicionário com todos os símbolos chineses, e nele há duas referências que poderiam descrever o Pug: “cães com pés curtos” e “um cão com uma cabeça curta”.

PugNo ano de 1300 D.C. havia três tipos principais de cães, o Lo-sze, o Pequinês e o Lion Dog, identificados como antecessores, respectivamente, das raças Pug, Pequinês e Spaniel Japonês. Na China, as três pequenas raças eram frequentemente cruzadas entre si, nascendo os descendentes com características variadas, como cães de pelo curto e longo, numa mesma ninhada.

No final do século XVI a China começou a negociar com os países europeus tais como Portugal, Espanha, Holanda e Inglaterra. Os cães pequenos foram levados ao Ocidente como presentes, pelos comerciantes, e começou assim a ascensão da popularidade do Pug na Europa.

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Os Pugs apareceram, na Europa, inicialmente na Holanda, possivelmente em consequência da famosa companhia mercantil, a Dutch East India Company. Os holandeses nomearam a raça Mopshond, como é chamada ainda hoje.

A raça foi denominada PUG na casa de William III e Mary II, quando ocuparam o trono da Grã-Bretanha em 1688. Os Pugs pretos foram documentados em uma pintura de William Hogarth, datada do século XVIII (House of Cards, 1730). O artista era um proprietário orgulhoso de seus Pugs, e ilustrava muitos deles em suas pinturas. Graças a ele, existe um registro excelente da aparência da raça a 250 anos atrás.

A popularidade dos Pugs espalhou-se por toda a Europa, com a raça sendo chamada de Carlin na França , de Dogullo na Espanha , de Mops na Alemanha e de Caganlino na Itália . Na França, a raça foi popularizada por Josephine Bonaparte, proprietária do Pug nomeado “Fortuna”. Goya pintou Pugs na Espanha em 1785, mostrando a raça com as orelhas cortadas em suas pinturas.

Canil PimpolhinhosNo início do século XIX, os Pugs foram padronizados como raça, nas cores fawn (abricot) ou Isabella (variedades do dourado) e preta. Foi estabelecida, também, a máscara negra, que levou a raça a ser chamada, eventualmente, de “Mastiff Holandês”, devido à semelhança com a raça Mastiff. O Stud Book começou em 1859, e haviam 66 Pugs no primeiro volume. Também no século XIX, iniciaram as exposições caninas, e o Pug foi exibido, pela primeira vez, em 1861.

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No início do século XX, foi escrito um livro chamado “Cães da China e Japão”. Este livro foi baseado na experiência de Wang Hou Chun, um empregado do Palácio Imperial, que criou e trabalhou com os cães do imperador durante setenta cinco anos. Usou o termo Lo-Sze para descrever o Pug, observando que as diferenças entre o Pug e o Pequinês eram que o Pug tinha sempre pelagem curta, e pele muito solta, elástica.

Por causa da pelagem curta, as rugas da testa de Pugs eram mais visíveis, e os chineses procuravam sempre rugas em determinados padrões similares aos símbolos do alfabeto chinês. O símbolo considerado mais importante, que era mais procurado, era as três rugas que, juntas, representavam a palavra “príncipe”, em chinês.

Muito Pugs orientais apresentavam manchas brancas na pelagem, e alguns eram quase inteiramente brancos. No final do século XIX foram registrados Pugs brancos e manchados de branco na Europa, mas estas características foram gradativamente eliminadas por acasalamentos seletivos.

Os Pugs ingleses desenvolveram-se principalmente a partir de duas linhagens, Willoughby e Morrison, criadas por volta de 1846. Cada uma desenvolveu características marcantes e consistentes, e foram concorrentes por muitos anos.

A linhagem Willoughby foi desenvolvida pelo Lord Willoughby D’Eresby, e é responsável pela pelagem mesclada com fios pretos, que os fawns (dourados) mais escuros apresentam hoje, e também pelo corpo mais esguio e pernas mais longas. Os Pugs “Mops” e “Nell” foram os mais importantes desta linhagem.

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A linhagem Morrison, ao contrário, desenvolveu as colorações mais claras (abricot), como o abricot-fawn, com pelagem mesclada com fios castanhos em vez de pretos, e cães mais fortes e compactos, mais semelhantes com o padrão atual da raça. Os Pugs “Punch” e “Tetty” foram os mais importantes desta linhagem.

Ainda hoje, na Europa, é costume a referência a cães do tipo “Willoughby”, se a pelagem for escura e a estrutura mais esguia, ou “Morrison”, se a pelagem for mais clara e a estrutura mais forte e compacta.

O maior impacto na raça ocorreu quando, em 1868, dois Pugs de linhagens chinesas puras, provenientes do palácio do imperador, em Pequim, chegaram à Inglaterra. Estes dois cães, “Lamb” e “Moss”, produziram um filho chamado “Click”, que foi fundamental no desenvolvimento da raça moderna, pois introduziu características que, associadas à combinação das linhagens Willoughby e Morrison, resultaram no desenvolvimento das características fenotípicas atuais da raça.

Atualmente o cão mais parecido com o Pug é o Pequinês, que também tem uma história parecida.

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Características

PugOs Pugs não são Buldogues Franceses com orelhas caídas e não são mini-Mastiffs ou mini-Bullmastiffs, como podem parecer à primeira vista. Também não têm relação com os Shar-Pei. A raça mais próxima de um Pug é a Pequinês, que apresenta origem comum e história muito similar.

A raça Pug é classificada como “cão de companhia“, fazendo parte do grupo dos cães “Toys” ou “de Companhia”, o grupo 9. Os Pugs deveriam pesar entre 6,3 e 8,1 kg, sendo cães pesados para a sua estatura. Sua aparência geral deve ser quadrada e maciça, deve mostrar “multum in parvo ” (muita substância em um pequeno volume), o que transparece em sua forma compacta, com proporcionalidade entre as partes e musculatura firme.

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A cabeça do Pug é a característica mais original e típica da raça. Deve ser redonda quando você a olha de frente e o focinho completamente chato quando olhado de perfil. Os olhos de um Pug são redondos, escuros, expressivos e cheios da vida. Suas orelhas são ajustadas na cabeça, devendo ser pretas. As rugas na cabeça de um Pug devem ser profundas e fáceis de ver, porque dentro delas a cor é mais escura do que fora. Deve existir uma grande ruga sobre o nariz.

Outra característica importante do Pug é sua cauda. A cauda é implantada acima da garupa e deve ser fortemente enrolada. A cauda duplamente enrolada é a ideal que os criadores buscam, mas uma única volta apertada é aceitável. Os Pugs têm basicamente duas cores: fawn (abricot) em várias tonalidades e preta.

Veja o padrão da raça segundo a Confederação Brasileira de Cinofilia.

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Temperamento

PugBastante fiel ao dono, torna-se facilmente um companheiro inseparável. Na verdade, acompanha-o para todo o lado mesmo sem ser convidado. O Pug demonstra-se extremamente sociável e rapidamente se enquadra e adapta-se a ambientes e pessoas estranhas. É considerado uma das raças mais dóceis.

Outra característica diferenciadora é o seu latido: som emitido, muito parecido com um roncar, é intervalado por grunhidos como se o cão estivesse engasgado. No entanto, quando quer comunicar-se com alguém, o som torna-se mais agudo e longo.

De acordo com o livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, o Pug encontra-se na 53ª posição entre as raças pesquisadas no quesito Inteligência a Adestramento e Obediência a Comandos.

Confira aqui a lista completa com o ranking das raças de cães mais inteligentes segundo Coren.

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Vantagens e desvantagens do Pug

Vantagens:

• São muito carinhosos, mas sem apresentar sintomas de carência excessiva.
• São inteligentes e brincalhões.
• Se dão muito bem com outras pessoas.
• Pequenos gastos em petshops.
• Latem muito pouco.
• Não precisam de muita atividade física.
• Se dão muito bem com outros animais de estimação.
• Adoram colo.
• São pequenos e silenciosos.
• São limpos.
• Gostam de crianças.
• Gostam de idosos.

Desvantagens:

• Correm maior risco de hipertermia, não se dão bem com temperaturas muito elevadas.
• Seus olhos são muito sensíveis, por serem expostos e saltados.
• Custam caro, entre R$1.000 e R$3.000, dependendo da linhagem.
• Tem pouca resistência física.
• Precisam de cuidados especiais com a pele.
• Soltam muito pelo, sendo necessária escovação frequente.
• Tem tendência a engordar
• Roncam bastante.
• É um cão de manutenção cara e difícil.

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Cuidados

PugComo qualquer cão, deve ser alimentado somente com ração de boa qualidade (de preferência “Super-premium”), e ter sempre água limpa e fresca à disposição. Deve-se evitar, sempre, doces, alimentos muito gordurosos e condimentados. Muitos têm tendência à obesidade, então deve-se limitar a quantidade de ração que, para os adultos, deve ser oferecida duas vezes ao dia. Um pote com água limpa e fresca deve ser sempre deixado à disposição do cão. É importante lembrar: chocolate é considerado veneno para os cães, pois prejudicam o fígado.

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Deve ter uma cama limpa, confortável e abrigada de correntes de ar e mudanças bruscas de temperatura. Jamais deve ficar na rua. Os Pugs são cães para dentro de casa.

Com relação à pelagem, deve ser escovada diariamente, para remoção de pelos mortos que, de outra forma, caem pela casa. Soltam muito pelo, principalmente no outono e na primavera. As escovadelas diárias ajudam neste processo, e evitam a sujeira excessiva da casa. Durante a escovação, pode-se aproveitar para examinar a pele e o pelo do cão, a procura de lesões e ectoparasitos, que devem ser prontamente combatidos. Uma alimentação com ração de boa qualidade é importante para evitar a queda excessiva dos pelos, até mesmo nos períodos de “muda”.

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Dicas

PugPugs precisam de atenção em diversos detalhes. Eles requerem cuidados especiais e embora sejam excelentes companheiros, tem algumas desvantagens que precisamos levar em consideração no dia-a-dia para manter o bem-estar e a saúde do nosso amigo.

Beleza
Escove seu Pug pelo menos uma vez por semana, para que a pelagem fiquei sempre bonita.

Limpeza das rugas
Pugs precisam ter as rugas da face limpas a cada três dias. É importante que a parte interna de cada dobrinha não fique úmida, pois haverá risco de proliferação de fungos, assaduras. Utilize a Solução de Thiersch para a limpeza das rugas. Ela limpa, retirando as impurezas e deixando a área sequinha, evitando a umidade que provoca mau cheiro e maiores inflamações. Você também pode usar soro fisiológico que também vai funcionar.

Saiba dar limites
Pugs são cãezinhos muito envolventes. No entanto, é importante que o cãozinho saiba BEM a hora de brincar e a hora de ficar em seu cantinho. Para isso, é necessário que você fale firme com ele. Aos poucos ele dará sinal de que está entendendo que há hora certa para tudo.

Cuidado com os olhos
Por terem os olhos saltados, os Pugs precisam de uma atenção um pouco maior com seus olhinhos. Limpe-os sempre com soro fisiológico, tendo o cuidado de enxugar o excesso com gaze, para que as dobrinhas não fiquem úmidas. Caso perceba muita secreção, ou algum machucado, não hesite: leve-o ao veterinário pois infecções mais graves podem até levar o seu amigo à perda da visão ou mesmo dos olhos.

Banho
Quando for dar banho em seu Pug, converse com ele, falando num tom de voz macio, para que ele entenda que o banho é necessário e que é bom para ele. Obviamente, existem uns que gostam e outros que detestam; mas ainda assim faça com que o banho não seja um evento tão desagradável. Dê um petisco para que ele associe o banho a algo bom e não tenha medo da água.

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Preço do Pug

Quanto custa um Pug? O valor do Pug depende da qualidade dos pais, avós e bisavós da ninhada (se são campeões nacionais, internacionais etc). Pra saber quanto custa um filhote de todas as raças, veja nossa tabela de preços aqui: preço de filhotes de cachorro. Veja aqui porque você não deve comprar um cachorro em classificados na internet ou em petshops. Veja aqui como escolher um canil.

 

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

Por que cachorros não podem comer chocolate?

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Porque o chocolate, principalmente o escuro, contém teobromina, uma substância que faz um grande estrago no sistema nervoso dos totós. Presente no cacau, a teobromina pode provocar crises alérgicas, aumento da pressão arterial, taquicardia, arritmia, tremores e convulsões. Dependendo do porte do animal, da quantidade de chocolate que ele ingerir e da sua sensibilidade ao alimento, ele pode até mesmo entrar em coma e morrer. E tem mais: o consumo de chocolate, bem como de outros alimentos com alto teor de açúcar, predispõe os cachorros a cáries e outros problemas dentários. Para evitar essa roubada, uma empresa nacional chegou até a desenvolver um petisco que tem sabor, cheiro e aparência de chocolate, mas não é chocolate e pode ser consumido na boa pelo seu melhor amigo.
Fonte: Mundo Estranho

Posto de gasolina em Porto Alegre acolhe animais de rua durante o frio

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O frio chegou de vez em boa parte do país. Assim como os moradores de rua, animais abandonados e bichinhos desaparecidos também sofrem bastante com os dias gelados. Eles costumam procurar abrigo em comércios e casas, mas nem sempre são bem recebidos. Em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, um posto de gasolina conquistou moradores da região ao acolher os cães que precisavam de ajuda.

Funcionários improvisaram bacias e cobertores para receber os hóspedes durante o inverno, e ainda oferecem água e ração. A comerciante Cinthia Cramer flagrou a boa ação ao abastecer o carro no local. “Fiquei olhando admirada, mas só tinha visto um cão. Resolvi descer para ver de perto. Foi quando me deparei com os outros todos acomodados em suas devidas bacias. Achei o máximo. Me emocionei com a criatividade e fotografei. Eles nem me deram bola, continuatam no aconchego. São uns queridos”, contou.

 

Fonte: Procura-se Cachorro

Site registra raças de cachorros com camisas de suas pátrias de origem

Um site belga especializado em fotografias de animais teve uma ideia criativa para impulsionar o sucesso de seus registros. Nas imagens curiosas, diversas raças de cachorros vestem camisas de seleções que disputarão a Copa do Mundo. O mais interessante é que a escolha das camisas partiu justamente da origem de cada raça – cada uma com o uniforme de sua “pátria”.

O fila brasileiro veste a canarinho, enquanto o pastor alemão tem as cores da seleção germânica. A França tem o buldogue francês como representante, o México tem o chihuahua, e a Rússia fica com um imponente husky siberiano. Confira abaixo!

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Fonte: Globo Esporte

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