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Como seria o Brasil sem a chegada dos portugueses?

 (Foto: Revista Galileu)

Apesar de ser interessante a ideia de que continuaríamos a viver nus e em comunhão com a natureza, a realidade é que, se Pedro Álvares Cabral não tivesse desembarcado em Porto Seguro no dia 22 de abril de 1500, alguma outra nação europeia teria feito o serviço alguns anos depois. O período da chegada dos portugueses ao Brasil coincide com o momento histórico em que alguns países da Europa buscavam ampliar o seu desenvolvimento econômico por meio de novas rotas comerciais e possessões coloniais. “Nossa língua, cultura, organização social, religião e política seriam outras. Mas seríamos explorados do mesmo jeito, já que os produtos tropicais tinham grande valor”, afirma Maria Isabel Fragoso, assessora de história do colégio Albert Sabin.

Após a chegada das caravelas espanholas e portuguesas pelas terras americanas, outras nações europeias não demoraram para lançar suas próprias expedições, de olho em todas as abundantes matérias-primas disponíveis no continente. Esquadras sob a bandeira do Império Francês ocuparam a região da Baía de Guanabara e porções da região nordeste durante as primeiras décadas do século 16, até que foram expulsas por tropas leais a Portugal. Em 1624, foi a vez da Holanda invadir as possessões portuguesas, ao desembarcar em alguns trechos do litoral nordestino e governar esses territórios durante 30 anos.

 

Fonte: Galileu

11 filmes para entender a ditadura militar no Brasil

Onze filmes que fazem um diagnóstico de como o cinema retratou a ditadura militar no Brasil

Das sessões de tortura aos fantasmas da ditadura, o cinema brasileiro invariavelmente volta aos anos do regime militar para desvendar personagens, fatos e consequências do golpe que destituiu o governo democrático do país e estabeleceu um regime de exceção que durou longos 21 anos. Estreantes e veteranos, muitos cineastas brasileiros encontraram naqueles anos histórias que investigam aspectos diferentes do tema, do impacto na vida do homem comum aos grandes acontecimentos do período.

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Cena de Batismo de Sangue (Reprodução)

Embora a produção de filmes sobre o assunto tenha crescido mais recentemente, é possível encontrar obras realizadas durante o próprio regime militar, muitas vezes sob a condição de alegoria. “Terra em Transe”, de Glauber Rocha, é um dos mais famosos, retratando as disputas políticas num país fictício. Mais corajoso do que Glauber foi seu conterrâneo baiano Olney São Paulo, que registrou protestos de rua e levou para a tela em forma de parábola, o que olhe custou primeiro a liberdade e depois a vida.

Os onze filmes que compõem esta lista, se não são os melhores, fazem um diagnóstico de como o cinema retratou a ditadura brasileira.

1. MANHÃ CINZENTA (1968), Olney São Paulo – Em plena vigência do AI-5, o cineasta-militante Olney São Paulo dirigiu este filme, que se passa numa fictícia ditadura latino-americana, onde um casal que participa de uma passeata é preso, torturado e interrogado por um robô, antecipando o que aconteceria com o próprio diretor. A ditadura tirou o filme de circulação, mas uma cópia sobreviveu para mostrar a coragem de Olney São Paulo, que morreu depois de várias sessões de tortura, em 1978.

2. PRA FRENTE, BRASIL (1982), Roberto Farias – Um homem comum volta para casa, mas é confundido com um “subversivo” e submetido a sessões de tortura para confessar seus supostos crimes. Este é um dos primeiros filmes a tratar abertamente da ditadura militar brasileira, sem recorrer a subterfúgios ou aliterações. Reginaldo Faria escreveu o argumento e o irmão, Roberto, assinou o roteiro e a direção do filme, repleto de astros globais, o que ajudou a projetar o trabalho.

3. NUNCA FOMOS TÃO FELIZES (1984), Murilo Salles – Rodado no último ano do regime militar, a estreia de Murilo Salles na direção mostra o reencontro entre pai e filho, depois de oito anos. Um passou anos na prisão; o outro vivia num colégio interno. Os anos de ausência e confinamento vão ser colocados à prova num apartamento vazio, onde o filho vai tentar descobrir qual a verdadeira identidade de seu pai. Um dos melhores papéis da carreira de Claudio Marzo.

4. CABRA MARCADO PARA MORRER (1984), Eduardo Coutinho – A história deste filme equivale, de certa forma, à história da própria ditadura militar brasileira. Eduardo Coutinho rodava um documentário sobre a morte de um líder camponês em 1964, quando teve que interromper as filmagens por causa do golpe. Retomou os trabalhos 20 anos depois, pouco antes de cair o regime, mesclando o que já havia registrado com a vida dos personagens duas décadas depois. Obra-prima do documentário mundial.

5. O QUE É ISSO, COMPANHEIRO? (1997), Bruno Barreto – Embora ficcionalize passagens e personagens, a adaptação de Bruno Barreto para o livro de Fernando Gabeira, que narra o sequestro do embaixador americano no Brasil por grupos de esquerda, tem seus méritos. É uma das primeiras produções de grande porte sobre a época da ditadura, tem um elenco de renome que chamou atenção para o episódio e ganhou destaque internacional, sendo inclusive indicado ao Oscar.

6. AÇÃO ENTRE AMIGOS (1998), Beto Brant – Beto Brant transforma o reencontro de quatro ex-guerrilheiros, 25 anos após o fim do regime militar, numa reflexão sobre a herança que o golpe de 1964 deixou para os brasileiros. Os quatro amigos, torturados durante a ditadura, descobrem que seu carrasco, o homem que matou a namorada de um deles, ainda está vivo –e decidem partir para um acerto de contas. O lendário pagador de promessas Leonardo Villar faz o torturador.

7. CABRA CEGA (2005), Toni Venturi – Em seu melhor longa de ficção, Toni Venturi faz um retrato dos militantes que viviam confinados à espera do dia em que voltariam à luta armada. Leonardo Medeiros vive um guerrilheiro ferido, que se esconde no apartamento de um amigo, e que tem na personagem de Débora Duboc seu único elo com o mundo externo. Isolado, começa a enxergar inimigos por todos os lados. Belas interpretações da dupla de protagonistas.

8. O ANO EM QUE MEUS PAIS SAIRAM DE FÉRIAS (2006), Cao Hamburger – Cao Hamburger, conhecido por seus trabalhos destinados ao público infantil, usa o olhar de uma criança como fio condutor para este delicado drama sobre os efeitos da ditadura dentro das famílias. Estamos no ano do tricampeonato mundial e o protagonista, um menino de doze anos apaixonado por futebol, é deixado pelos pais, militantes de esquerda, na casa do avô. Enquanto espera a volta deles, o garoto começa a perceber o mundo a sua volta.

9. HOJE (2011), Tata Amaral – Os fantasmas da ditadura protagonizam este filme claustrofóbico de Tata Amaral. Denise Fraga interpreta uma mulher que acaba de comprar um apartamento com o dinheiro de uma indenização judicial. Cíclico, o filme revela aos poucos quem é a protagonista, por que ela recebeu o dinheiro e de onde veio a misteriosa figura que se esconde entre os cômodos daquele apartamento. Denise Fraga surpreende num papel dramático.

10. TATUAGEM (2013), Hilton Lacerda – A estreia do roteirista Hilton Lacerda na direção é um libelo à liberdade e um manifesto anárquico contra a censura. Protagonizado por um grupo teatral do Recife, o filme contrapõe militares e artistas em plena ditadura militar, mas transforma os últimos nos verdadeiros soldados. Os soldados da mudança. Irandhir Santos, grande, interpreta o líder da trupe. Ele cai de amores pelo recruta vivido pelo estreante Jesuíta Barbosa, que fica encantado pelo modo de vida do grupo.

11. BATISMO DE SANGUE (2007) – Apesar do incômodo didatismo do roteiro, o longa é eficiente em contar a história dos frades dominicanos que abriram as portas de seu convento para abrigar o grupo da Aliança Libertadora Nacional (ALN), liderado por Carlos Marighella. Gerando desconfiança, os frades logo passaram a ser alvo da polícia, sofrendo torturas físicas e psicológicas que marcaram a política militar. Bastante cru, o trabalho traz boas atuações do elenco principal e faz um retrato impiedoso do sofrimento gerado pela ditadura.

 

 

Fonte: UOL

SP pode virar principal destino turístico na América Latina em 2017, aponta estudo

São Paulo deve ultrapassar Buenos Aires e a Cidade do México para se tornar a cidade mais visitada por turistas estrangeiros na América Latina em 2017, segundo um estudo internacional da rede de cartões Mastercard.

Fluxo de visitantes para SP vem crescendo desde 2011 e deve ser o maior da América Latina em três anos

Fluxo de visitantes para SP vem crescendo desde 2011 e deve ser o maior da América Latina em três anos

A capital brasileira dos negócios é hoje o terceiro destino mais visitado da região, tendo recebido 2,4 milhões de viajantes estrangeiros em 2013, segundo o chamado Índice Global de Destinos Urbanos.

Centro de São Paulo à noite. Ao fundo, o famoso prédio do Banespa.

Centro de São Paulo à noite. Ao fundo, o famoso prédio do Banespa.

Ficou atrás da capital mexicana (que recebeu 3,1 milhões de visitantes internacionais em 2013) e Buenos Aires (para onde viajaram 2,6 milhões de estrangeiros).
Depois de São Paulo vêm Lima (1,8 milhão) e Rio de Janeiro e San José da Costa Rica (ambas com 1,4 milhão, cada).
O estudo analisa o fluxo de turistas para mais de 130 cidades no mundo. As conclusões apontam que, se forem mantidas as atuais tendências, haverá um reposicionamento das metrópoles latino-americanas no ranking de destinos nos próximos três anos.

Vista aérea do MASP, na Avenida Paulista.

Vista aérea do MASP, na Avenida Paulista.

Na região, a cidade que mais vem aumentando seu fluxo de visitantes estrangeiros é Lima, que, no ano passado, teve um crescimento de 12,7%, seguida por São Paulo, com 10,7%.
O fluxo para as duas cidades vem crescendo constantemente desde 2011. Cidade do México e Buenos Aires, por outro lado, enfrentam queda.
São Paulo é o destino latino-americano onde os visitantes gastaram mais em 2013: US$ 2,9 bilhões, disse o estudo.

Ponte Estaiada, em frente ao prédio da Rede Globo.

Ponte Estaiada, em frente ao prédio da Rede Globo.

Em seguida vieram Buenos Aires (US$ 2,7 bilhões), Cidade do México (US$ 2,2 bilhões), Rio de Janeiro (US$ 1,7 bilhão) e Lima (US$ 1,4 bilhão).
Além desses destinos, o levantamento incluiu outras urbes latino-americanas, como Belo Horizonte, Bogotá, Brasília, Caracas, Medelin, Quito, Recife e Santiago.

Mundo

No ranking global, a capital da Tailândia, Bangcoc, superou Londres como a cidade mais visitada do mundo em 2013.
No ano passado, 15,98 milhões de visitantes viajaram para Bangcoc, enquanto 15,96 milhões passaram pela capital britânica.
É a primeira vez em que uma cidade da Ásia lidera o ranking desde 2010, quando o índice começou a ser medido.
O terceiro maior destino turístico mundial é Paris, que recebeu 13,92 milhões de viajantes internacionais no ano passado, à frente de Cingapura, Nova York e Istambul.
Entre os 20 principais destinos, a capital francesa é a única cidade que está vendo o fluxo de turistas diminuir. Istambul, Dubai e Bangcoc são as que mais percebem crescimento.

Bangoc, capital da Tailândia, foi a cidade mais visitada do mundo em 2013

Bangoc, capital da Tailândia, foi a cidade mais visitada do mundo em 2013

Principais destinos dos turistas internacionais no mundo

1 – Bangoc:15,98 milhões

2 – Londres: 15,96 milhões

3 – Paris: 13,92 milhões

4 – Cingapura: 11,75 milhões

5 – Nova York: 11,52 milhões

6 – Istambul: 10,37 milhões

7 – Dubai: 9,89 milhões

8 – Kuala Lumpur: 9,2 milhões

9 – Hong Kong: 8,72 milhões

10 – Barcelona: 8,41 milhões

Fonte: MasterCard Worldwide Insights

 

Principais destinos dos turistas internacionais na América Latina

1 – Cidade do México: 3,1 milhões

2 – Buenos Aires: 2,6 milhões

3 – São Paulo: 2,4 milhões

4 – Lima: 1,8 milhão

5 – San José: 1,4 milhão

6 – Rio de Janeiro: 1,4 milhão

7 – Bogotá: 0,9 milhão

8 – Montevidéu: 0,7 milhão

9 – Quito: 0,6 milhão

10 – Caracas: 0,5 milhão

Fonte:MasterCard Worldwide Insights

 

Fonte: BBC Brasil

 

Episódio dos Simpsons previa a derrota do Brasil para a Alemanha na Copa

Além de mostrar a vitória chucrute, a animação ainda previa, de maneira mais macabra, o desfalque do grande craque da seleção brasileira

Fonte da imagem: Reprodução/tvweek.com

Fonte da imagem: Reprodução/tvweek.com

Depois da grande derrota por 7×1 da Alemanha em cima do Brasil pela semifinal da Copa do Mundo 2014, nesta última terça, dia 8, várias histórias surgiram na internet sobre pessoas que previram o resultado inesperado e Os Simpsons está nesta lista!

No 16º episódio da 25ª temporada da animação, intitulado “You Don’t Have to Live Like a Referee”, exibido em 30 de março nos Estados Unidos, Homer é recrutado para trabalhar como juiz no Copa do Mundo, mas, quando viaja ao Brasil, tem sua honestidade testada e termina por não aceitar suborno para deixar o nosso país ganhar em casa na grande final.

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As coincidências mostradas neste episódio são muitas, mas diversos detalhes diferiram da realidade. Na animação, Homer apita a grande final da Copa entre Brasil e Alemanha, quando, na verdade, esse jogo foi uma semifinal. Mas, tal como no desenho, o time da casa perdeu para os europeus — se bem que de 2×0 e não de 7×1, como foi o placar de verdade.

E tem mais: no episódio, o grande craque da nossa seleção, El Divo, não participa de toda a partida, depois de tropeçar sozinho, cair na grande área e morrer pouco antes do jogo acabar. A realidade todos sabemos: Neymar sofreu uma fratura na vértebra no jogo anterior, das quartas de final, mas a previsão de que o time brasileiro teria este grande desfalque está ali no episódio de março dos Simpsons.

Confira abaixo o capítulo completo legendado:

E você, o que acha desta previsão cheia de coincidências feita meses antes pelos Simpsons?

 

 

Fonte: Minha Série

Ao som de “Luz de Tieta”, Alemanha divulga vídeo de melhores momentos da seleção no Brasil

Depois de 28 dias em terras brasileiras, a Alemanha é a seleção que mais parece estar se divertindo durante a Copa do Mundo. Por meio de um vídeo, a Federação Alemã de Futebol lembrou os melhores momentos do grupo, que está hospedado na pequena cidade de Santa Cruz Cabrália, na Bahia.

Tem a visita dos índios pataxós, antes mesmo do Mundial começar, momentos descontraídos em treinos, jogadores alemães arriscando palavras em português, interação com os fãs brasileiros e a torcida de Schweinsteiger e Podolski para o Brasil, nas oitavas de final.

E não para por aí. Na trilha sonora, “A Luz de Tieta”, música de autoria de Caetano Veloso, na voz de Margareth Menezes com a Relight Orchestra.

Confira abaixo o vídeo de uma das seleções mais carismáticas desta Copa.

 

Fonte: Estadão

Copa supera 1 bilhão de interações no Facebook

Volume de conversas da primeira semana da competição supera o Super Bowl, a Olimpíada de Inverno de Sochi e cerimônia do Oscar combinados

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Mesmo com a competição na metade, Copa do Mundo bate recorde de interações nos dez anos de história do Facebook – Reprodução

RIO – A Copa do Mundo ainda está na metade, mas já é o acontecimento mais comentado nos dez anos de história do Facebook. Segundo dados divulgados pela rede social nesta segunda-feira, a competição ultrapassou a barreira de 1 bilhão de interações – postagens, curtidas e comentários -, volume nunca alcançado por qualquer evento, esportivo ou não.

Para se ter uma ideia da repercussão da Copa no Brasil, na primeira semana foram registradas 459 milhões de interações, mais que o volume gerado pelo Super Bowl, a cerimônia de entrega do Oscar e a Olimpíada de Inverno de Sochi combinados.

– As pessoas estão tendo conversas no Facebook sobre o que assistem em uma escala sem precedentes – afirmou Nick Grudin, diretor de Parcerias do Facebook, em entrevista à Reuters. – E estão compartilhando e conectando com amigos, pessoas estão engajadas em tempo real com a mídia e personalidades públicas que elas mais se importam.

Exemplo disso é o craque da seleção brasileira Neymar. Uma imagem postada ao lado do atacante Hulk alcançou impressionantes 2,6 milhões de curtidas, 71,5 mil compartilhamentos e 39 mil comentários. Das 20 postagens de atletas que disputam a Copa do Mundo mais curtidas, 12 são da dupla Neymar e David Luiz, com sete e cinco respectivamente. O craque argentino Messi tem quatro, Cristiano Ronaldo, três, e Bastian Schweinsteiger, uma.

Neymar é o jogador mais popular durante a Copa do Mundo - Reprodução

Neymar é o jogador mais popular durante a Copa do Mundo – Reprodução

O volume recorde de interações só foi possível por causa da grande penetração de dispositivos móveis. Sete em cada dez usuários do Facebook acessam a rede por smartphones ou tablets. E a tendência é que novos recordes sejam batidos na medida em que a competição se afunila. No sábado, a partida entre Brasil e Chile registrou 75 milhões de interações de 31 milhões de pessoas.

– Essa Copa está catalizando o momento cultural das pessoas em todo o mundo – disse Grudin. – E nós vemos isso se refletindo no Facebook.

 

Fonte: O Globo

 

 

Site registra raças de cachorros com camisas de suas pátrias de origem

Um site belga especializado em fotografias de animais teve uma ideia criativa para impulsionar o sucesso de seus registros. Nas imagens curiosas, diversas raças de cachorros vestem camisas de seleções que disputarão a Copa do Mundo. O mais interessante é que a escolha das camisas partiu justamente da origem de cada raça – cada uma com o uniforme de sua “pátria”.

O fila brasileiro veste a canarinho, enquanto o pastor alemão tem as cores da seleção germânica. A França tem o buldogue francês como representante, o México tem o chihuahua, e a Rússia fica com um imponente husky siberiano. Confira abaixo!

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Fonte: Globo Esporte

Apple aposenta iPhone 4 no Brasil; novo modelo de entrada custa R$ 1.399

A Apple retirou nesta quinta-feira (20) o iPhone 4 de suas lojas on-line brasileira e chinesa, indicando que deixa de comercializar o aparelho nesses mercados.

Agora, o iPhone mais barato da Apple Store brasileira passa a ser uma versão de 8 Gbytes de 4s, que sai por R$1.399. O último modelo de iPhone 4, também de 8 Gbytes, custava R$ 1.100.

Em fevereiro, o jornal indiano “Economic Times” disse que a Apple voltaria a produzir o iPhone 4 visando três mercados emergentes: Brasil, India e Indonésia. A produção do aparelho havia sido descontinuada após o lançamento dos iPhones 5s e 5c.

O iPhone 4 foi apresentado em junho de 2010. Três dias depois de chegar ás lojas, no mesmo mês, a Apple já alegava ter vendido 1,7 milhão de unidades. O aparelho só chegou ao Brasil em setembro.

Recentemente, outro dispositivo a Apple doi descontinuado, o iPad 2. O tablet será substituído pelo retorno do iPad de quarta geração, que tem a tela da linha Retina, de alta resolusão.

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Fonte: Folha de SP

19 de Novembro – Dia da Bandeira

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No dia 19 de novembro comemora-se o Dia da Bandeira do Brasil, essa comemoração passou a fazer parte da história do país após a Proclamação da República, no ano de 1889. Com o fim do período Imperial (1822-1889), a bandeira desenhada por Jean Baptiste Debret, que representava o império, foi substituída pelo desenho de Décio Vilares.

A substituição da bandeira imperial por uma bandeira republicana representa as mudanças que o Brasil passava naquele momento: mudanças na forma de governo e de governar, do regime imperial para uma república federativa. Além disso, a nova bandeira representava a simbologia que estava agregada ao republicanismo, como a ideia de um Estado-nação, o patriotismo e o surgimento do sentimento nacionalista, ou seja, a construção identitária do povo brasileiro, a identidade nacional.

As bandeiras não são restritas a serem simbologias somente do Estado-nação, ou de algum país, mas existem bandeiras que representam diversas regiões que integram o país e diferentes instituições e esferas sociais. Existem bandeiras que simbolizam times de futebol, torcidas organizadas, cidades, Estados, instituições religiosas e governamentais como cidades, exército, além das instituições comerciais, bandeira de uma empresa.  

Temos notícias de que as primeiras bandeiras foram visualizadas na antiguidade, eram utilizadas nos exércitos como meio de reconhecimento entre os diversos soldados. Atualmente, no mundo contemporâneo, todo Estado-nação possui uma bandeira nacional que representa e dá unidade à nação, ou seja, unifica diferentes povos. Dessa maneira, a instituição da comemoração do dia da bandeira acrescentou mais um elemento simbólico na construção da identidade nacional.

O futuro das mídias sociais está no Brasil

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Os olhos do mundo inteiro estão voltados para o Brasil por uma série de motivos que vão desde a escolha do país para sediar os principais eventos esportivos do mundo nos próximos anos, passando pelo crescimento acelerado da nossa economia e até mesmo por sermos alvo do programa de espionagem do governo dos Estados Unidos.

Estreitando um pouco o campo de visão e focando apenas no segmento de tecnologia, o Brasil também está emergindo como um dos países mais experientes nas mídias sociais. Um relatório recente do eMarketer aponta que 79% dos usuários de internet no Brasil (cerca de 78 milhões de pessoas) estão presentes nas mídias sociais.

É impossível ignorar também a presença dos brasileiros no Facebook: são 76 milhões de usuários na rede social, número que fica abaixo apenas dos Estados Unidos e da Índia. Mais que isso, o país possui alguns dos internautas mais assíduos no site de Mark Zuckerberg em todo o mundo. São 47 milhões de brasileiros acessando a plataforma diariamente, o que coloca o Brasil na segunda posição do ranking mundial, atrás apenas dos Estados Unidos.

Com a saturação da mídia social aparecendo nos Estados Unidos e Europa, com os cidadãos chineses presos a uma grande barreira eletrônica (sem acesso legal ao Facebook e Twitter), e com a Índia ainda em estágios relativamente iniciais de revolução da internet, o Brasil de repente parece ganhar um título considerado “improvável” por Ryan Holmes: a terra das mídias sociais. E o executivo realmente entende do assunto, afinal ele é CEO da Hootsuite, um dos sistemas de gerenciamento de mídias sociais mais populares do mundo.

Durante a última década, a classe média do país expandiu-se dramaticamente, com um crescimento de 40%, e agora já engloba mais da metade da população. Os esforços do governo para conectar o Brasil resultaram em cerca de 100 milhões de brasileiros online, e a estimativa é de que até 80% da população tenha acesso à internet em 2016.

E a grande atração da internet no país são as mídias sociais – 36% do tempo online dos brasileiros é gasto com essas plataformas. Diferente de outros países, o Brasil tem uma cultura de ser mais social, tanto virtual quanto pessoalmente. É difícil para muitos estrangeiros iniciar uma conversa despretensiosa com um estranho enquanto aguarda em uma fila, por exemplo.

Os consumidores do Brasil estão ansiosos para gastar seu dinheiro, e com um número cada vez mais crescente de pessoas que compram smartphones e computadores, os sinais apontam pra um crescimento contínuo em termos de conectividade no país.

Publicidade digital no Brasil

Apesar dessa forte presença nas mídias sociais e um potencial de crescimento enorme, a publicidade digital ainda está em sua infância, pois ela responde por apenas 10,6% do mercado de publicidade no país – em comparação a 19,8% em todo o mundo. Por aqui, a grande estrela da publicidade ainda é a TV, que recebe 69,4% das verbas destinadas a esse mercado.

Mas a publicidade móvel no Brasil tem crescido rapidamente nos últimos anos, e a expectativa é que os gastos com esse tipo de serviço aumentem 900% até o final de 2014 – em comparação com os números de 2011. Há dois anos, os gastos eram de U$ 12,8 milhões e a estimativa é que cheguem a U$ 132,9 milhões no próximo ano.

Mas o marketing de mídia social no Brasil já demonstra habilidades incomuns em relação aos demais países do globo. Com a criatividade típica do brasileiro como aliada, algumas campanhas digitais chamaram a atenção internacionalmente, como a da varejista de roupas C&A. No ano passado, a rede de lojas lançou uma ação que levava os “likes” da vida real para o universo virtual. Cabides equipados com botões especiais interagiam com um aplicativo que permitia que os likes dados em cada peça de roupa na loja física fossem atualizados em tempo real no Facebook.

A soma de uma série de fatores, incluindo que a maioria dos usuários do Facebook no Brasil possui menos de 24 anos e a diminuição da força das mídias sociais em outras partes do mundo, indica que o futuro dessas plataformas está realmente no Brasil.

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