Arquivo da categoria: Saúde

Japão vai construir uma muralha de gelo para descontaminar Fukushima

Em 2011, um tsunami criado por um terremoto atingiu a usina de Fukushima (Japão) e acabou ocasionando um grande acidente nuclear.

O acidente foi considerado o maior desastre natural desde o acidente nuclear de Chernobyl. E, infelizmente, o acidente fez com que a usina liberasse muita radiação na água do mar.

Já aconteceram tentativas de retirada do material radioativo da área, mas as altas temperaturas e a própria radioatividade acabaram com a ideia.

Então, os japoneses decidiram criar uma muralha de gelo para acabar com o problema!

Para entender isso, você vai precisar entender como funcionava a usina.

A usina de Fukushima produzia energia com uma série de reatores que eram colocados em contato com toneladas de água. Assim, o líquido evaporava e o vapor movimentava as turbinas para gerar energia.

O projeto japonês consiste em usar tubos refrigerados localizados a 30 metros de profundidade. Quando ligados, esses tubos criarão uma barreira de gelo (com cerca de 1,5km de extensão) para cercar toda a área nuclear.

Todo esse projeto vai custar cerca de R$ 1 bilhão. E, acredite se quiser, se tratando de um grande projeto este é um valor baixo.

Logo abaixo você pode conferir um vídeo sobre o assunto:

 

Fonte: Mistérios do Mundo 

 

Pulseira inovadora avisa familiares quando alguém com epilepsia sofre uma convulsão

Sempre acreditei no poder que o design tem de mudar a vida das pessoas para melhor. Aliás, pra mim essa é a função primordial do design, que aliado à tecnologia, tem feito a diferença com avanços significativos na qualidade de vida de todos nós.

Nunca se falou tanto em wearables, dispositivos “vestíveis”, como agora. E nessa onda, surgiu o Embrace, um relógio bem bonito, elegante e fácil de usar, mas que antes disso tem uma funçãoprimordial na vida de muitas pessoas: ele pode detectar um ataque epiléptico ou uma convulsão e pedir socorro imediato.

Isso é possível porque o dispositivo monitora diversas funções do corpo e, ao detectar o ataque ou convulsão, imediatamente lança o aviso, através de um aplicativo, para os amigos ou parentes que a pessoa relacionou como contatos de emergência, poupando assim, um tempo precioso que pode salvar vidas.

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De acordo com o Instituto de Medicina, uma em cada 26 pessoas irão sofrer um ataque epilético em algum ponto de sua vida nos Estados Unidos. Atualmente, 65 milhões de pessoas convivem com a epilepsia e, no Brasil, esse número chega a 3 milhões. Nem precisamos reforçar a importância de um produto como esse.

No vídeo abaixo você confere mais detalhes:

 

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Descobrimos que é possível encomendar o relógio Embrace para o Brasil na loja virtual Empática, nesse link.

 

Fonte: Redação Hapyness

Beber refrigerante envelhece tanto quanto fumar, diz estudo

Beber refrigerante envelhece tanto quanto fumar, diz estudo

Beber refrigerantes ricos em açúcar diariamente pode acelerar o envelhecimento tanto quanto fumar, diz um novo estudo publicado no American Journal of Public Health.

Cientistas da Universidade da Califórnia em São Francisco descobriram que o consumo desse tipo de bebida aumenta a velocidade com a qual as células envelhecem. A pesquisa mostrou que indivíduos que bebiam o equivalente a duas latas de refrigerante de cola por dia tiveram mudanças no DNA que tornaram as células 4,6 anos mais velhas do que realmente eram.

A análise de milhares de amostras de DNA mostrou que pessoas que ingerem a bebida regularmente apresentam telômeros mais curtos do que as que não têm esse hábito. Essas estruturas, encontradas nas extremidades dos cromossomos, protegem o material genético e são um indicador de saúde. Telômeros mais curtos do que a média são vistos como um sinal de doenças e morte prematura.

À medida que o envelhecimento avança, os telômeros ficam cada vez mais curtos, o que danifica o DNA e eleva as chances de doenças relacionadas à idade, como Alzheimer, diabetes e doenças cardíacas. As informações são da revista Time e do jornal Daily Mail.

Fonte: Extra

Como suportar o insuportável?

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Esta foto, de partir o coração, traz uma reflexão sobre a nossa forma insustentável de vida e consumo.
Estamos alterando tão profundamente este planeta que muitas espécies não estão dando conta.
Muitas hoje só conseguirão sobreviver graças aos esforços de reprodução em cativeiro.
Também ajuda a refletir sobre o discurso recorrente de que animais estariam bem melhor na natureza do que em bons zoos.
Encaramos esta foto como um grito de alerta e um chamado à ação.
Bora repensar nossa forma de viver neste planeta?

Fonte: Seemorerocks

‘Limpa o salão’ em público? Confira 7 passos para se livrar dessa mania

Essa matéria vai ser muito útil para você que sofre com a mania de cutucar o nariz. Essa matéria também serve para você que se incomoda ao ver alguém praticando o esse hábito nada higiênico e também nada saudável. O que dizer daqueles que partem para um nível acima do limite da nojeira e comem as melecas que tiram do nariz?

Enfim, por mais que seja um hábito comum à significativa parcela de aproximadamente 90% da população, o hábito de cutucar o nariz, mesmo que rápida e disfarçadamente, pode ser muito prejudicial à saúde. Mais do que isso, o hábito pode já estar relacionado a um problema de saúde. Por isso é importante entender que muitas vezes já é um quadro crônico.

Estudado com mais notabilidade desde 1995, o hábito de cutucar o nariz foi tema de algumas pesquisas desde então, e, segundo Jason Goldman, do site da BBC, as elas mostraram alguns pontos importantes sobre esse hábito. O primeiro deles é que se trata de uma mania de infância que, na maioria dos casos perdura para todo o resto da vida se não tomadas as devidas providências.

Além disso, “cutucadores de nariz” compulsivos podem causar danos à sua própria saúde e à saúde das pessoas que os cercam. Em casos mais dramáticos, esse hábito se tornou tão forte que algumas pessoas relataram ter machucado as vias nasais de forma séria, inclusive abrindo buracos entre as narinas. Nessa condição, houve casos nos quais foi necessário um procedimento cirúrgico e, mesmo assim, a cicatrização foi atrapalhada exatamente pela dificuldade da pessoa em parar com a mania.

Além da sua própria saúde, os cientistas alertam que há um risco maior da transmissão de doenças por bactéria, na medida em que as pessoas que mantém seus narizes “livres de catota” facilitam a proliferação desses organismos. O ambiente fica mais propenso a uma concentração maior de bactérias do que nas pessoas que não mantém esse hábito.

Mesmo com toda a incidência e os riscos, a “rhinotillexomania”, como a ciência chama o hábito de cutucar o nariz, não é considerada uma doença ou um sintoma de Transtorno Obssessivo Compulsivo (TOC), como o ato de roer unhas ou de arrancar os pelos do nariz. Se trata apenas de uma mania e, sendo assim, nós pegamos sete passos apresentados pelo site WikiHow para ajudar você que sofre deste mal e quer saber como parar. Confira:

1. Você tem um problema. Aceite isso.

Você acha que é uma “pequena cutucada” e que as pessoas não vão notar. Saiba que sim, as pessoas sempre notam e nunca gostam de ver isso. Se você tem como um hábito, você deixa de encarar o fato como um problema e isso passa a ser normal na sua consciência. Entenda que você precisa voltar a se conscientizar que tem um problema.

2. Tente investigar o que te faz cutucar o nariz com frequência

Se isso te deixa confortável, provavelmente é porque você tem uma sensação ruim ao evitar de fazer isso. Se você possui essa sensação ruim, com certeza você possui uma anormalidade que causa todo o problema. Uma boa dica é procurar um médico para saber se não há algo no seu nariz que faz você acreditar que precisa tirar as melecas.

3. Realize uma limpeza nasal todas as manhãs e todas as noites

Há soluções salinas naturais que podem ajudar a manter o seu nariz livre das tão repulsivas catotas. Procure realizar a limpeza regularmente. Sem meleca no nariz, não há nada que você possa tirar e faz você entender que não pode fazer isso. Um aparador de pelos do nariz também pode ajudar, na medida em que pelos em excesso na cavidade nasal podem entupir as vias e fazer você ter vontade de limpá-las.

4. Mude o seu comportamento

Boas dicas são procurar notar os momentos em que faz isso e trabalhar para evitar, ocupar as mãos e os dedos com outras atividades, fazer pequenas notas que a todo momento te lembrem que não pode cutucar o nariz, colocar um band-aid no dedo para que o hábito deixe de te causar conforto, entre outras. Lembre-se: acredita-se que um hábito leva 21 dias para ser quebrado, então procure impor a você mesmo a tarefa de não cutucar o nariz pelos próximos 21 dias.

5. Reformule o seu processo de pensamento

Reveja o que pensa sobre a sua situação. Tente pensar e afirmar para você mesmo que você vai parar com isso. Em vez de pensar em frases negativas como “não posso mais cutucar o nariz”, pense em algo como “meu nariz está ok”, “estou com as mãos ocupadas” ou “tenho mais o que fazer”. Isso ajuda o subconsciente a focar no seu objetivo, no que você pretende fazer.

Você também pode pensar no que você está fazendo de ruim cada vez que cutuca o nariz, como os germes que você está introduzindo no próprio corpo e as bactérias que está tirando dele para espalhar por aí. Ou ainda, tomar consciência do que as outras pessoas pensam de você quando veem que você está fazendo isso, e o possível bullying que possa sofrer.

6. Peça ajuda para outras pessoas

Seus familiares e seus amigos próximos vão entender melhor a sua situação. Explique para eles, peça ajuda. Combine um sinal discreto para que eles te alertem ao constatarem que você está fazendo isso em público. De uma maneira gentil, isso não vai causar constrangimentos a ninguém e vai te ajudar a superar o problema.

7. Se não puder evitar, pelo menos tente disfarçar ao máximo

Quanto mais você limpar o nariz em momentos nos quais está sozinho, menos vai precisar cutucar em público. Dessa forma, se a vontade de colocar o dedo nas cavidades nasais for irresistível, procure praticar o ato sórdido toda vez que vai ao banheiro. Ou, pelo menos, seja o mais discreto possível.

FONTE(S)

5 coisas que você precisa saber sobre carboidratos

Quando o assunto é perder peso ou melhorar a qualidade daquilo que se come no dia a dia, um ingrediente nunca fica fora da discussão: o carboidrato. É comum ouvirmos que dietas exclusivamente proteicas são as que mais trazem resultados, mas será que o carboidrato é realmente um item que deve ser excluído da nossa alimentação? O Mother Nature Network resolveu abordar o assunto e esclarecer algumas dúvidas a respeito de um dos principais componentes do nosso prato. Confira:

1 – O que é?

Carboidratos são compostos alimentares presentes em uma série de alimentos considerados não muito saudáveis, mas em alimentos considerados saudáveis também. Grãos, de um modo geral, leite, batata, bolos, biscoitos, massas e tortas são alimentos ricos em carboidratos.

2 – Os tipos

Carboidratos podem ser apresentados em três formas: açúcar, amido e fibra.

Açúcar: encontrado naturalmente em frutas, vegetais e leite, o açúcar é frequentemente adicionado ao preparo de alimentos doces industrializados, como biscoitos e afins. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, uma pessoa adulta deve consumir no máximo 50 gramas de açúcar por dia – só para comparar: uma lata de refrigerante contém cerca de 40 gramas de açúcar, então você já deve imaginar que, na verdade, consumimos bem mais do que a quantidade recomendada.

Amido: Batata e milho são dois alimentos naturalmente ricos em amido, que também pode ser encontrado em grãos como feijão, ervilha e lentilha.

Fibra: Um dos itens responsáveis pelo funcionamento intestinal e pela sensação de saciedade é encontrado em vegetais, frutas, castanhas, grãos integrais e cereais.

3 – Simples ou complexo?

Agora que você já sabe que os carboidratos são divididos em três categorias, está na hora de conhecer a diferença fundamental na hora de classificar carboidratos que fazem bem e aqueles que, no final das contas, se transformam em calorias vazias (isso ocorre quando o alimento tem alto teor calórico, o que contribui para o ganho de peso, mas baixo ou nenhum valor nutricional).

Os carboidratos simples são aqueles produzidos à base de um ou dois tipos de açúcares. Como têm uma estrutura química simples, assim que você os ingere, seu corpo os processa rapidamente e faz tudo virar energia. Isso significa que esse tipo de alimento se transforma em açúcar, é absorvido rapidamente e, por causa disso, vai deixar você com fome mais cedo.

Se a ideia é perder peso e diminuir sua taxa de glicose no sangue, evite consumir massas brancas, doces, bolos e refrigerantes. No caso das frutas, que também fazem parte dos carboidratos simples, fique tranquilo: porque são ricas em fibras, isso acaba compensando o açúcar – e vale lembrar também que o açúcar de uma banana, por exemplo, é natural e saudável, diferente do açúcar de um pedaço de bolo cheio de cobertura.

Já os carboidratos complexos são formados por estruturas químicas mais elaboradas, combinando pelo menos três tipos de açúcares. Exatamente por isso, são digeridos mais lentamente pelo nosso corpo, impactando bem menos os níveis de açúcar na corrente sanguínea e nos dando uma sensação de saciedade que dura mais tempo – além do mais, esses carboidratos deixam seu corpo com a sensação de energia em alta. São encontrados em alimentos integrais, cereais, vegetais e grãos.

4 – Qual a quantidade ideal de carboidrato para uma pessoa?

A necessidade diária depende do estilo de vida de cada pessoa, e você pode descobrir a quantidade ideal para você com a ajuda de um nutricionista. De qualquer forma, a recomendação média segundo as Orientações Dietéticas para Americanos é a de que adultos tenham entre 45 e 65% de sua dieta diária formada por carboidratos.

A diferença entre uma dieta saudável e uma ruim se dá justamente pela escolha desses carboidratos. Sabemos, por exemplo, que mulheres devem consumir 25 gramas de fibras por dia, enquanto os homens devem consumir 38 gramas desse mesmo tipo de carboidrato. Como sabemos que fibras estão em frutas, grãos e alimentos integrais, facilmente deduzimos que pessoas que não consomem esses três itens regularmente estão possivelmente ingerindo maiores quantidades de carboidratos “do mal”.

Isso é um problema, afinal as fibras são consideradas os carboidratos mais saudáveis e que mais trazem benefícios de curto e longo prazo. Quando seu intestino funciona bem e regularmente, você absorve nutrientes do jeito certo, a pele fica melhor e você fica longe do pesadelo vivido por pessoas que sofrem com prisão de ventre. Há estudos indicando que uma dieta rica em fibras reduz os riscos de o paciente desenvolver doenças de coração, obesidade e diabetes tipo 2.

5 – Quer mudar a qualidade da sua alimentação? A gente ajuda!

Basicamente, se você optar por consumir massas e grãos integrais, já terá benefícios visíveis em seu corpo depois de algumas semanas. Uma salada com vegetais e proteína é uma escolha mil vezes melhor do que uma porção de batata frita, por exemplo.

Aliás, quando for consumir produtos ricos em amido, como é o caso da batata, escolha porções pequenas e prefira as versões cozidas ou assadas. A combinação de amido com gordura não é muito boa. Depois do almoço, quando sentir aquela vontade de comer alguma coisa doce, opte por uma fruta, e deixe as sobremesas com chocolate e cremes para o final de semana.

Se você não está acostumado a comer frutas, legumes, verduras e alimentos integrais, fique tranquilo. Para criar um novo hábito alimentar, você vai precisar de um pouquinho de paciência, e, depois de alguns dias, talvez aprenda a saborear o açúcar de uma tangerina, por exemplo, com o mesmo prazer com que comia um pedaço de bolo.

Se você consome muito leite, queijo, iogurte e laticínios em geral, fique atento aos rótulos das embalagens – eles indicam a quantidade de carboidratos. De qualquer forma, as versões light são as mais recomendadas.

Bônus

Sabia que um estudo recente descobriu que o cérebro humano evoluiu também graças aos carboidratos presentes em nossa alimentação? Os cientistas afirmam que o amido, em específico, parece ter contribuído para o desenvolvimento e o crescimento do nosso cérebro. Obrigada, batatas!

Consiga dentes mais brancos em uma semana com 3 tratamentos

Clareamento em casa ou no consultório e fitas adesivas garantem sorriso sem manchas

É normal que os dentes fiquem amarelados com o passar dos anos, principalmente se você abusou de alimentos muito pigmentados e do cigarro. Quem realiza boa higiene oral, faz visitas regulares ao dentista, não fuma e não exagera na ingestão de alimentos como açúcar, café, chá e refrigerantes, tem menos chances de ter o sorriso manchado. Mas depois que as manchas já estão aparentes não há bom hábito que consiga clareá-las, apenas podem evitar que o amarelado se intensifique.

O dentista Ricardo Martinelli, do Instituto Martinelli, explica que para que o branqueamento seja eficiente e saudável, devem ser usados produtos clareadores contendo peróxido de hidrogênio. ‘Eles introduzem oxigênio na estrutura dental e promovem a quebra das moléculas de pigmento, amenizando as manchas’. Ele conta ainda que existem também produtos abrasivos, como o bicarbonato de sódio e algumas pastas de dente clareadoras, que podem causar desgaste excessivo do esmalte dental, causando retrações gengivais e, posteriormente, sensibilidade dentinária, que é aquela sensação dolorosa quando se toma algo gelado ou muito doce.

Tratamentos que clareiam os dentes em uma semana

Clareamento caseiro supervisionado

Créditos: Thinkstock

Antes de realizar o clareamento, o dentista deverá avaliar a cor inicial (Créditos: Thinkstock)

Esse tratamento começa a ser perceptível depois do quinto dia de aplicação. O dentista irá, primeiramente, realizar um exame clínico para avaliar a estrutura dental, em seguida, a cor inicial será avaliada, graduada de acordo com uma escala de cor e registrada através de fotografias. A segunda etapa é a moldagem total da boca para a confecção de moldeira individualizada e, em seguida, é feita a entrega do material clareador para o paciente, juntamente com as instruções de uso. ‘Atualmente é recomendada a utilização noturna de quatro a seis horas durante duas semanas, podendo ser prolongada por até quatro semanas, dependendo do resultado obtido e do pretendido’, explica Ricardo Martinelli.

O paciente deve retornar semanalmente ao consultório para mensurar o grau de sensibilidade dos dentes e ajustar a concentração do material e o tempo de uso diário do gel. A finalização é feita com aplicação de gel flúor neutro, seguida por fotos finais e comparação entre as imagens iniciais e finais.

Clareamento no consultório

O clareamento no consultório é feito com um produto muito mais forte que o clareamento caseiro e necessita de cuidado do profissional para não lesionar a mucosa ou a polpa dental (o nervo do dente). ‘Para efeito de comparação, o produto usado no clareamento caseiro possui uma concentração aproximada de 5% a 7% de peróxido de hidrogênio e o usado no consultório tem concentração de 35% a 38%’, explica o dentista.

Depois de aplicado o gel clareador nos dentes, é feita a exposição à luz do tipo led ou ao laser, que irá ativar a reação química do produto, acelerando o branqueamento.

Segundo Ricardo Martinelli, atualmente o uso do clareamento no consultório está limitado às pessoas que não possuem a disciplina necessária para conseguir resultado satisfatório com a técnica caseira. ‘A técnica atualmente mais aceita do ponto de vista científico é a caseira, que promove um branqueamento seguro, com menos sensibilidade e com maior duração’, explica. Os resultados das duas técnicas, em termos de clareamento, serão muito parecidos, o que muda é que, no consultório, os resultados são imediatos.

Fitas dentárias

O dentista Normando Scarabotto explica que as fitas dentárias clareadoras, comumente compradas nas farmácias, devem ser fixadas aos dentes duas vezes ao dia, permanecendo na boca durante trinta minutos. “O gel que existe na fita fica em contato com o esmalte do dente, onde as moléculas oxidantes existentes no produto liberam oxigênio, que quebra as moléculas dos pigmentos que escurecem os dentes”, conta. Segundo os fabricantes, os resultados começam a ser vistos em cerca de três dias. No entanto o dentista esclarece que, apesar de funcionar, o procedimento é mais lento e acaba saindo mais caro do que as medidas que podem ser tomadas por um dentista.

Fonte: Bolsa de Mulher

Veja cinco motivos para tomar água com limão em jejum

Água com limão é recomendada como detox por nutricionistas.

Água com limão é recomendada como detox por nutricionistas.

O detox virou moda! Tomar um copo de água com meio limão espremido todo dia de manhã, ainda em jejum, é o mais fácil deles. A nutricionista Thaianna Velasco indica cinco motivos para aderir este hábito,

1) Desintoxica o fígado

A principal função desta mistura é atuar sobre este órgão, tão sobrecarregado pelas toxinas que adquirimos diariamente. Essas substâncias vêm dos alimentos, remédios, adoçantes, poluição, tabagismo e alguns cosméticos.

2) Melhora da imunidade

O limão é altamente ácido. Ao entrar no organismo ele torna o sangue mais alcalino e por isso mais resistente à doenças. O açúcar tem o efeito oposto. Por isso, não é recomendado adoçar esta mistura.

3) Ajuda na digestão

O limão limpa o intestino e aumenta os movimentos do órgão, ajudando no processo de desintoxicação e digestão. Caso você tenha problemas digestivos, queimação quando come, dificuldades de digestão e sono após comer, o limão ajudará o seu organismo a se equilibrar e você verá que após alguns dias terá uma baixa nestes sintomas de má digestão.

4) Esta mistura é adstringente

Isso significa que ele ajuda a eliminar gorduras. Não quer dizer que emagreça, mas que ajuda a desintoxicar o sangue do excesso de gordura.

5) Controla a pressão

O limão funciona como um ciurético natural, que ajuda na redução da pressão arterial. Hidrate-se!

Atenção:

Pessoas com problemas de gastrite, acidez e irritação de mucosa não devem aderir ao hábito. O limão é muito ácido e vai piorar os sintomas.

Fonte: Extra

Chia: a semente que emagrece e reduz gordura

Ela manda a fome embora e é capaz de controlar a glicemia e baixar o colesterol

Grãos de chia - Foto: Getty Images

Grãos de chia

A chia (Salvia hispanica L.) é uma planta herbácea da família das lamiáceas, da qual também fazem parte o linho e a sálvia, tanto que é conhecida com “salvia hispânica”. Originária do México, suas sementes já eram utilizadas como alimento pelos povos das civilizações da América Central há muitos séculos. A importância do consumo desta semente tem sido reforçada por especialistas em nutrição humana, uma vez que nela são encontrados ácidos graxos poli-insaturados essenciais, fibras, proteínas e outros nutrientes. Mas a fama notória da chia foi conquistada graças aos seus efeitos sobre a dieta, pois a semente é capaz de favorecer o emagrecimento. Consumi-la significa colher uma lista de benefícios, que incluem desde regular as taxas de colesterol sanguíneo até fortalecer o sistema imunológico.

Semente de chia – Por 25 g (uma porção)
Calorias 122 kcal
Carboidratos 10,53 g
Proteínas 4,14 g
Gorduras 7,69 g
Gorduras saturadas 0,833 g
Gorduras monoinsaturadas 0,577 g
Gorduras poli-insaturadas 5,917 g
Fibras 8,6 g
Cálcio 158 mg
Fósforo 215 mg
Magnésio 84 mg
Potássio 112 mg
Ferro 1,93 mg
Zinco 1,15 mg
Vitamina A 14 UI
Vitamina B1 (Tiamina) 0,155 mg
Vitamina B2 (Riboflavina) 0,043 mg
Vitamina B3 (Niacina) 2,208 mg

Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos

A chia pode ser facilmente consumida junto a saladas ou na mistura de sucos e vitaminas, além de outras receitas, na quantidade de duas colheres de sopa, que equivale a 25 gramas. Ela contém alto teor de ácidos graxos poli-insaturados essenciais, tipos de gorduras consideradas benéficas ao organismo, sendo rica em ácido graxo alfa-linolênico, também conhecido como ômega 3.

Ela também contém carboidratos considerados de baixo índice glicêmico, pois aproximadamente 34,4% da porção de 100 g da semente é composta por fibras alimentares. Por fim, a semente ainda contém compostos fenólicos sendo considerada uma fonte natural de antioxidantes. Entre eles estão o ácido cafeico e ácido clorogênico.

Sua semente é considerada como uma boa fonte proteica por possuir um alto teor de proteínas, sendo em sua maior parte aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não são produzidos pelo nosso organismo (isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e histidina). Para se ter uma ideia, precisamos consumir cerca de 50 gramas de proteínas todos os dias de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), considerando uma dieta de 2 mil calorias diárias. Isso significa que 25 gramas de chia contém 8% da proteína que precisamos em um único dia.

Mas a chia transborda mesmo em quantidade de fibras, duas colheres de chia contêm 8,6 g delas. Como temos que consumir 25 gramas dessas substâncias ao dia, isso quer dizer que uma porção tem 34% das fibras de que precisamos diariamente! Veja qual porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes ela também carrega:

  • 32% de magnésio
  • 16% de zinco
  • 15% de cálcio
  • 13% do ferro
  • 13% de vitamina B3 (niacina)
  • 12% de vitamina B1 (tiamina)
  • 3% de vitamina B2 (riboflavina).

* Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Benefícios da chia

Ajuda a emagrecer: um dos motivos que fazem da chia uma grande aliada na perda de peso está na sensação de saciedade que a semente proporciona. Suas fibras têm a capacidade de absorver muita água, transformando-se em uma espécie de gel. É só fazer o teste, deixando uma porção de molho num copo para perceber a semente inchando em pouco tempo. Quando é ingerida, a reação é semelhante. Em contato com os sucos gástricos, suas fibras se transformam nesse gel, que aumentam a dilatação do estômago. É esse mecanismo um dos fatores que favorecem a saciedade e, consequentemente, acarreta um menor consumo de alimentos.

Além disso, o consumo regular de chia pode ser benéfico para evitar a formação de gordura localizada, outra grande inimiga de quem luta contra os ponteiros da balança. Um estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition validou uma pesquisa em que onze indivíduos saudáveis consumiram a semente por 12 semanas e obtiveram redução na glicemia após a refeição, ou seja, não houve picos de insulina no sangue, sendo assim, a glicose foi liberada lentamente no organismo. Tal processo evita que a gordura seja acumulada e, por consequência, afasta o excesso de peso. Os participantes do estudo também relataram diminuição do apetite até 120 minutos após o consumo da refeição, diferentemente dos indivíduos que não consumiram a chia, mostrando assim seu efeito no aumento da saciedade.

Previne e controla o diabetes: por conter fibras e aumentar o tempo de liberação da glicose, a chia pode ser relacionada com a prevenção do diabetes tipo 2. Funciona da seguinte forma: a digestão dos carboidratos começa na boca e termina no intestino, onde partes maiores de carboidrato são transformadas em tipos diferentes de açúcar (glicose, frutose, galactose) para serem absorvidos. Quando consumida com fontes de carboidratos (frutas, massas, pães), as fibras da chia têm como efeito a diminuição da velocidade com que o carboidrato sai do estômago e chega ao intestino, para terminar de ser digerido e absorvido, justamente por se transforarem em um gel. Dessa forma, a glicose é liberada lentamente na corrente sanguínea, fazendo com que o hormônio insulina, necessário para transportá-la até as células, também seja liberado em pequenas doses. A vantagem de tudo isso é que com menos doses desse hormônio circulando no organismo, evita-se assim uma condição chamada resistência à insulina. O quadro ocorre quando é preciso uma quantidade maior do composto para que a mesma quantidade de glicose seja armazenada, e em longo prazo favorece o aparecimento do diabetes tipo 2.

Previne doenças cardiovasculares: o consumo regular de chia é capaz de evitar doenças como infarto, derrame e hipertensão graças as suas grandes quantidades de ômega 3. Esse ácido graxo reduz a formação de coágulos sanguíneos e arritmias, além de diminuir o colesterol circulante no sangue. Além disso, o ômega-3 ajuda na regulação da pressão dos vasos sanguíneos, uma vez que aumenta a fluidez sanguínea, evitando assim, o aumento da pressão arterial.

Regula o colesterol: de toda gordura que compõe a chia, aproximadamente 77% são formados por ácidos graxos ômega 3 e ômega 6. Essas gorduras têm como uma de suas principais propriedades reduzir o colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol bom (HDL), além de baixar os triglicérides na corrente sanguínea. Além disso, as fibras da semente também têm efeito benéfico na diminuição da concentração dos lipídios no sangue, que é o caso do colesterol.

Efeito desintoxicante: os antioxidantes, como o ácido cafeico, de sua composição, são responsáveis por auxiliar na desintoxicação do fígado, além de impedir a formação de radicais livres que agem destruindo as membranas celulares e desencadeando o processo de envelhecimento.

Fonte de cálcio: por ter bastante cálcio, a chia é uma alternativa para indivíduos que têm intolerância à lactose, necessitando de fontes alternativas desse mineral. Porém, alimentos como tofu e gergelim contêm maiores quantidades de cálcio, e vale consumi-los também.

Protege o cérebro: ela também pode favorecer as ligações cognitivas no cérebro. Muitos estudos relacionam os ácidos linoleico e alfa-linolênico presentes na semente com a formação das membranas celulares, as funções cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos.

Pele e cabelos mais bonitos: em sua composição nutricional, a chia também apresenta vitamina A, nutriente que age como antioxidante contra os radicais livres e também auxilia na redução da acne e prevenção do ressecamento da pele. A semente também leva vitamina B2, importante na saúde da pele, unhas e cabelos.

Efeito anticelulite: já se sabe que a chia contém quantidades significativas de ômega 3 e muitos estudos têm relacionado o consumo desse ácido graxo com a diminuição da inflamação, o que seria interessante para diminuir e evitar celulite, um processo inflamatório do organismo.

Fortalece a imunidade: por conter minerais como o selênio e zinco, que auxiliam o sistema imunológico, a chia é importante para reforçar as defesas, afastando de perto doenças como gripes, resfriados e processos infecciosos. Além disso, por ter nutrientes como fósforo, manganês, cálcio, potássio e sódio, a semente é indispensável para a manutenção da integridade e saúde das células.

Boa fonte de ferro: o mineral, presente em grande quantidade na chia, é muito bem absorvido nesse alimento. Ele é o principal nutriente na formação dos glóbulos vermelhos, que transportam o oxigênio pelo nosso corpo. A redução desses glóbulos e da oxigenação levam à anemia, fadiga e cansaço, aumenta os riscos de infecções e também se relaciona a uma queda na imunidade.

Quantidade recomendada de chia

Os especialistas dizem que não há uma quantidade diária estabelecida para o consumo da chia. No entanto, estudos conduzidos em humanos que obtiveram resultados positivos utilizaram 25 g da semente, aproximadamente duas colheres de sopa, uma vez ao dia. Cabe salientar que alguns usaram mais. Mas como ela é calórica, o mais recomendado é manter os 25 g diários.

Como consumir a chia

Ela pode ser consumida crua, triturada ou em forma de gel ou na forma de óleo. A semente mantém suas propriedades em todas estas formas de consumo. Veja como usá-la:

Salada de chia e quinua - Foto: Getty Images

Salada de chia e quinua

Em forma de gel: deixe uma colher de sopa da semente de molho em 60 ml de água durante aproximadamente 30 minutos. O ideal é consumir o gel assim que ele estiver formado, não sendo recomendado guardar a mistura para comer depois. Depois que a goma é formada, você pode consumi-la na forma pura sem acompanhamentos (ainda que seja pouco comum) ou usá-la no preparo de mingau, sopas, batida em sucos ou em receitas de bolo e até adicionando à molhos de massas, por exemplo.

Substitua os ovos das receitas: o gel formado pela chia pode ser um ótimo substituto do ovo em receitas. Misturando uma colher de sopa da farinha de chia com 60 ml de água, você obtém uma quantidade de gel suficiente para substituir um ovo em qualquer preparação.

Semente seca: em vez de produzir o gel, você pode fazer diferente e adicionar a semente a líquidos como sucos, iogurtes e vitaminas. Uma sugestão é comer a porção no lanche entre as refeições, pois um pote de iogurte desnatado (160 ml) com uma colher de sopa de chia contém apenas 70 calorias.

Óleo da chia: ele pode ser usado para temperar saladas ou para regar a refeição quando já estiver no prato. O aquecimento do óleo de chia não é recomendado, pois o ômega 3 é facilmente oxidado com o calor, perdendo assim suas propriedades.

Na forma de farinha: a farinha pode ser misturada a frutas, sopas, mingaus e sucos de forma mais prática. Esta versão também pode substituir a farinha de trigo no preparo de receitas de pães e bolos. Outra boa pedida é comprar o grão, liquidificar, acondicionar a farinha em um pote e armazenar em geladeira para depois consumir junto da salada.

Chia sozinha ou com outros grãos? Normalmente as pessoas misturam grãos fontes de nutrientes diferentes, para atingir um benefício específico, nem sempre promovido por todos os grãos do mix. Com benefícios à saúde próximos ao da chia, temos a linhaça, o gergelim e o girassol. Mas não é recomendado consumir uma porção de cada uma deles por dia, devido à alta quantidade de calorias que essas sementes possuem. Sendo assim, uma solução pode ser fazer um mix destes grãos e consumir até 25g do mix ao dia.

Compare a chia com outros alimentos

  • Em relação à gordura, ela só perde da linhaça que contém 32,3 g em 100 g de alimento enquanto a chia tem em sua composição 30,74 g em 100 g. Mas vale lembrar que grande parte dessa gordura é proveniente de ômega-3 e omêga-6, benéficos para saúde e que equilibram as taxas de colesterol.
  • Se compararmos, porém os ácidos graxos dos peixes de águas profundas, como o salmão, e dos vegetais, existem diferenças. O ômega-3 de origem animal contém mais componentes EPA (ácido eicosapentaenoico) e DHA (ácido docosahexaenóico) do que os de origem vegetal, que não produzidos por nosso organismo e trazem mais benefícios à saúde cardiovascular.
  • A chia contém 631 mg de cálcio em 100 g. Mas vale lembrar que apesar de 100 gramas da semente terem mais cálcio do que um copo de leite integral (234 mg), é contraindicado consumir toda essa quantidade do grão, e o mineral do leite é mais facilmente absorvido pelo nosso organismo. Uma porção diária de chia (ou seja, 25 g) tem 158 gramas de cálcio, perdendo para o leite. E seria preciso mastigar muito bem o grão para dispor de todo o mineral que ele contém. Isso torna a semente uma boa opção para quem não pode consumir lactose e precisa de cálcio.
  • A semente também contém 112 mg de potássio e 84 mg de magnésio em 25 g enquanto o farelo de trigo (obtido como sobra do processo de refino do trigo, que dá origem à farinha de trigo) não apresenta nenhum dos dois micronutrientes. O magnésio é um mineral que não faz falta em pessoas que consomem as cinco porções recomendadas de vegetais, pois é abundante nesses alimentos. Porém, como a maior parte dos brasileiros não consome os 400 gramas de vegetais e frutas diários indicados pelo Ministério da Saúde (cerca de 90% de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE), ela é uma boa alternativa para não perder o mineral.
  • A chia é considerada uma boa fonte de ferro, pois além de ter o mineral em alta quantidade, ele é mais fácil de ser absorvido na semente do que em alguns vegetais, pois eles acabam presos em uma substância chamada fitato. 25 g de chia contêm 1,93 g de ferro, 65 g de espinafre (o que equivale à quantidade recomendada de folhas verdes escuras para um dia) têm 1,77 g do mineral.

Na tabela abaixo você compara a semente com a quinoa, o trigo, a aveia, a linhaça e o amaranto – cinco outros grãos consumidos pelos brasileiros:

Nutrientes (100 g do grão) Aveia Farelo de Trigo Quinoa Amaranto Chia Linhaça
Calorias 394 kcal 360 kcal 380 kcal 373 kcal 485 kcal 495 cal
Carboidratos 67 g 76 g 68,8 g 64 g 42,12 g 43,3 g
Proteínas 14 g 10 g 13,11 g 13,5 g 16,54 g 14,1 g
Gorduras 8 g 2 g 5,77 g 6,89 g 30,74 g 32,3 g
Fibras 9,1 g 2 g 6 g 6,67 g 34,4 g 33,5 g
Cálcio 48 mg 18 mg 129 mg 160 mg 631 mg 211 mg
Potássio 336 mg 740 mg 509 mg 407 mg 869 mg
Fósforo 153 mg 411 mg 558 mg 860 mg 615 mg
Magnésio 119 mg 211 mg 249 mg 335 mg 347 mg
Ferro 4,4 mg 4,2 mg 9,33 mg 7,5 mg 7,72 mg 4,7 mg

Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos (TACO) – versão 2, UNICAMP.
Fonte sobre dados nutricionais da chia: Departamento de Agricultura dos Estados Unidos

Contraindicações

Não há contraindicação ao consumo da chia, porém suplementos devem ser utilizados somente com prescrição médica ou nutricional.

Riscos

A chia é um carboidrato, apesar de conter fibras, em excesso, pode levar ao aumento de peso, constipação intestinal (principalmente se o indivíduo não tomar quantidade suficiente de água) e pode levar a desconfortos gástricos uma vez que retarda a saída dos alimentos do estômago.

O consumo excessivo de fibras pode interferir negativamente na absorção de minerais como cálcio e zinco.

Fonte: Minha Vida

Azeite, milho ou canola? Pesquisa identifica óleos mais saudáveis para cozinhar

Qual é o melhor óleo para cozinhar? Pesquisadores de uma universidade britânica analisaram cinco tipos para determinar qual seria o mais saudável

Escolher o óleo certo para cozinhar não é fácil.

Quando o assunto é gorduras e óleos, temos dezenas de opções disponíveis e é complicado saber qual delas será a “mais saudável”. As prateleiras dos supermercados têm de tudo. E, nos dias de hoje, apesar de termos mais informações, elas muitas vezes se confundem, porque há muito debate sobre os benefícios e os danos que podem vir do consumo de diferentes tipos de gordura.

Na série da BBC Trust Me, I’m a Doctor perguntamos: “Quais tipos de gordura e óleo são os melhores para cozinhar?”

Você pode pensar que é óbvio que frituras feitas com óleo vegetal são mais saudáveis do que se fosse feitas com óleo animal, como banha ou manteiga.

Mas será?

Para descobrir isso, demos a alguns moradores de Leicester, na Inglaterra, uma variedade de gorduras e óleos e pedimos aos voluntários para usarem todos eles. Também pedimos aos voluntários que guardassem o que sobrasse do óleo para podermos analisar.

As gorduras e óleos usados foram: óleo de girassol, óleo vegetal, óleo de milho, óleo de canola, azeite, manteiga e banha animal.

Depois de usadas para cozinhar, foram coletadas amostras dos óleos e das gorduras e enviadas para a Leicester School of Pharmacy na Universidade de Leicester, onde o professor Martin Grootveld e sua equipe fizeram um experimento paralelo onde eles aqueceram de novo os mesmos óleos a temperaturas altas para fazer frituras.

Quando você está fritando ou cozinhando em uma alta temperatura (próximo de 180°C), as estruturas moleculares de gorduras e óleos mudam. Acontece o que chamamos de oxidação – elas reagem com o oxigênio do ar formando aldeídos e peróxidos de lipídio. Na temperatura ambiente, algo semelhante acontece, mas de maneira muito mais lenta. Quando lipídios se decompõem, eles se tornam oxidados.

O consumo de aldeídos, mesmo que em pequenas quantidades, tem sido relacionado a um risco de doenças do coração e câncer. Então o que Grootveld e sua equipe descobriram?

“Descobrimos que os óleos que eram ricos em poliinssaturados – o de milho e o de girassol – geravam altos níveis de aldeídos.”

O resultado foi surpreendente, já que muita gente pensava que o óleo de girassol era o mais “saudável”.

Manteiga e banha animal são melhores que óleos de girassol ou de milho para frituras

“Óleo de girassol e de milho são bons”, diz o professor Grootveld, “desde que você não submeta eles ao calor, como ao fritar alimentos ou ao cozinhar algo. É um fator químico simples faz com que algo que é visto como saudável para nós se converta em algo que faz mal quando é submetido a temperaturas mais altas.”

O azeite e o óleo de canola produziram muito menos aldeídos, assim como a manteiga e a banha animal. O motivo é que esses óleos são ricos em ácidos graxos monoinsaturados e saturados, que são muito mais estáveis quando submetidos ao calor. Na verdade, gorduras saturadas raramente passam pelo processo de oxidação.

Segundo Grootveld, o melhor óleo para fritar e cozinhar é o azeite. “Primeiro porque esses compostos tóxicos são gerados em baixa quantidade e segundo porque os compostos que são formados são menos maléficos para o corpo humano.”

A pesquisa dele também sugere que, quando o assunto é cozinhar ou fritar, manteiga ou banha animal são mais indicadas do que óleo de girassol e de milho.

“Se eu tivesse escolha entre banha e polinsaturados, eu optaria pela banha sempre.”

A banha animal, apesar de ter uma reputação de “não saudável”, é, na verdade, rica em gorduras monoinsaturadas.

O estudo também revela outros aldeídos identificado na análise das amostras enviadas para a universidade que ainda não haviam aparecido em outros experimentos com óleos.

“Nós descobrimos algo novo para a ciência aqui. Nunca tínhamos visto isso, estou impressionado.”

Os voluntários provavelmente não ficariam muito felizes ao descobrir que o óleo que usaram para cozinhar gerou tantos compostos tóxicos.

O conselho final de Grootveld é, primeiramente, evitar frituras, especialmente aquelas em temperaturas muito altas. Se você estiver fritando algo, tente usar o mínimo possível de óleo e tente remover todo o óleo do alimento após a fritura usando uma toalha de papel, por exemplo.

Para reduzir a produção de aldeídos, opte por um óleo ou gordura que sejam ricos em lipídios monoinsaturados ou saturados (preferencialmente 60% para um ou outro) e mais de 80% para os dois juntos), e que sejam pobres em polinsaturados (menos de 20%).

O professor acredita que o “óleo ideal” para cozinhar seja o azeite, porque “tem 76% de lipídios monoinsaturados, 14% saturados e apenas 10% polinsaturados”.

E, nesse caso, o azeite não importa se o azeite é “extra virgem” ou não. “Os níveis antioxidantes presentes em produtos extra virgem são insuficientes para proteger contra a oxidação induzida pelo calor.”

O último conselho é manter sempre o óleo guardado longe da luz e não reutilizá-lo, já que isso também leva ao acúmulo de substâncias ruins.

Escolher o óleo certo para cozinhar os alimentos pode evitar riscos de doenças coronárias

  • Sobre gorduras:
  • Gorduras polinsaturadas: contêm duas ou mais ligações carbono-carbono. Em alimentos como sementes, peixes, folhas verdes e nozes, podem trazer vários benefícios para a saúde. No entanto, os benefícios advindos do consumo de óleo de girassol e de milho, apesar de ricos em poliinstaturados, ainda não estão tão claros.
  • Óleos monoinsaturados: contêm apenas uma ligação dupla carbono-carbono. São encontrados em abacates, azeitonas, azeite, amêndoas e avelãs e também em banha animal. O azeite, que tem aproximadamente 76% de monoinsaturados, é um dos principais elementos da dieta mediterrânea, que tem se mostrado muito efetiva para reduzir o risco de doenças do coração.
  • Gorduras saturadas: não têm ligação dupla de átomos de carbono. Apesar de especialistas indicarem o consumo desse tipo de gordura, recentemente os benefícios dela e de outras gorduras derivadas de animais têm sido questionados.

Fonte: BBC

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