Arquivo da categoria: Natureza

Indígenas sofrem racismo em ônibus e são largados no meio da estrada

Por conta do preconceito de uma mulher que não queria viajar ao lado dos indígenas, quatro Kayapós que saíam do Encontro de Culturas Tradicionais na Chapada dos Veadeiros foram obrigados a descer do ônibus que os levaria de volta para Palmas (TO) e acabaram largados no meio da rodovia; organização do evento estuda processar a passageira e a companhia responsável

indígenas índios preconceito

Indígenas da tribo Kayapó, que vivem em Tucumã, no interior do Pará, foram alvo de um episódio de racismo e preconceito no início desta semana. Desde o último dia 17, eles estavam em Goiás participando do 15º Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros e voltariam para a sua aldeia no último domingo (26), mas tiveram que adiar a viagem por conta da discriminação.

Com as passagens compradas, 18 indígenas embarcariam em Brasília, em um ônibus que faria o trecho até Palmas (TO), o ideal para que chegassem a Tucumã. Do total, 14 deles se instalaram na parte superior do ônibus e outros quatro ficaram na parte de baixo. De acordo com Isaac Kayapó, líder da tribo, uma mulher que estava em uma poltrona da parte inferior do veículo se incomodou com a presença deles. “Nós que pagamos! Ou vocês descem ou eu chamo a polícia”, teria dito a passageira.

Isaac conta que, apesar da indignação pelo preconceito que estavam sofrendo, os índios optaram por não dar importância à discussão e, acuados, os quatro desceram do ônibus e foram largados no meio da rodovia. “Ela disse um monte de coisa horríveis, mas não queríamos brigar”, disse.

O motorista interveio e perguntou se as partes queriam que ele chamasse a polícia. Mesmo com os indígenas cedendo ao preconceito da passageira, no entanto, o condutor simplesmente deu a partida e seguiu viagem sem prestar qualquer tipo de assistência.

Os quatro indígenas expulsos foram acolhidos por uma van da organização do Encontro e voltaram em um ônibus no dia seguinte, com novas passagens compradas. A coordenação do evento estuda agora acionar o Ministério Público e entrar com um processo contra a passageira e a empresa de ônibus por discriminação.

“É um preconceito que se vincula a um desconhecimento sobre esses indígenas e se vincula também a um momento que estamos vivendo de muito radicalismo dentro da sociedade e essas pessoas às vezes saem do armário. Elas não falavam, e hoje elas acham que podem falar e exercitar seu racismo cotidianamente”, observou Tiago Garcia, assessor da secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que é uma das organizadoras do Encontro. “Ela cometeu um crime e merece ser punida por isso”, completou.

Uma pintura renascentista mostra que a melancia costumava ser bem diferente do que a conhecemos

A fruta foi cultivada para ser maior e mais vermelha por dentro (Foto: Flickr/Harsha K R)

A FRUTA FOI CULTIVADA PARA SER MAIOR E MAIS VERMELHA POR DENTRO (FOTO: FLICKR/HARSHA K R)

Um quadro italiano à venda na galeria de arte Christie’s está levantando várias questões sobre a domesticação das frutas. Trata-se de uma obra de Giovanni Stanchi na qual estão retratadas diversas plantas e frutas, entre elas, pêssegos, peras e melancias –estas com um aspecto bem diferente do qual as conhecemos.

A estimativa é que o quadro tenha sido pintado entre 1645 e 1672, décadas após a popularização da fruta na Europa. A África é o continente de origem da melancia que, ao ser inserida no mercado, foi desenvolvendo determinados aspectos para sobreviver ao clima europeu.

Quadro do artista italiano Giovanni Stanchi retrata a fruta de forma bem diferente da qual a conhecemos (Foto: Reprodução/Christie's)

QUADRO DO ARTISTA ITALIANO GIOVANNI STANCHI RETRATA A FRUTA DE FORMA BEM DIFERENTE DA QUAL A CONHECEMOS (FOTO: REPRODUÇÃO/CHRISTIE’S)

Domesticar uma fruta também é cultivá-la em uma série de condições que faça com que ela tenha certas características desejáveis. A melancia, por exemplo, foi desenvolvida de forma a ser maior e ter um interior mais vermelho do que ela tinha originalmente.

Segundo especialista, é provável que fruta não tenha caroços no futuro (Foto: Christie's/Flickr)

SEGUNDO ESPECIALISTA, É PROVÁVEL QUE FRUTA NÃO TENHA CAROÇOS NO FUTURO (FOTO: CHRISTIE’S/FLICKR)

De acordo com James Nienhuis, professor de horticultura da Universidade do Wisconsin, nos Estados Unidos, a melancia “das antigas” provavelmente era saborosa, mais doce do que a sua contemporânea.

O professor também acredita que a domesticação da fruta não parará por ai. “Atualmente estamos experimentando formas de nos livrar das sementes da melancia”, afirma.

Via Vox

Saiba como essa vespa pode fazer você passar ‘5 minutos no inferno’

“Cinco minutos no inferno”. Essa é a descrição de uma das pessoas que já sofreram uma das piores dores que o homem pode sentir, causada pela vespa tarântula-falcão. Cientistas, biólogos especializados e outras pessoas que sofreram a picada comparam a dor com um choque elétrico forte. Extremamente torturante, a aflição pode durar entre 3 e 5 minutos, mas, segundo relatos, dá a sensação de ser eterna.

De acordo com o site Oddity Central, a dor é tão forte que pode fazer algumas pessoas perderem a noção e o controle sobre seus movimentos. Dessa forma, a recomendação dos especialistas e de quem já enfrentou a dor, para superar o momento difícil após a picada, é se jogar no chão, gritar e chorar o máximo que pode até que a dor passe.

Segundo o Jornal da Sociedade de Entomologia do Kansas, isso acontece porque a quantidade de veneno produzida pela vespa tarântula-falcão é enorme e sua ação no organismo é imediata. O veneno não possui toxicidade suficiente para afetar os seres vertebrados de forma fatal, porém a forte dor da picada é considerada a mais intensa causada por um inseto e pode fazer as pessoas terem reações inesperadas, como correr ou se debater, de forma que acabem se machucando.

Os relatos e recomendações são reforçados pelo biólogo do Departamento de Parques e Vida Selvagem do Texas, Ben Hutchins, que cita um famoso experimento publicado em um veículo periódico. Nessa experiência, um cientista capturou 10 espécimes da vespa e acabou sendo picado ao tentar segurá-las. “Não satisfeito, ele continuou e recebeu outras diversas ferroadas até que a dor se tornou tão insuportável que fez com que ele perdesse as vespas capturadas e se abrigasse em uma vala para chorar até quase perder os olhos”, relata a reportagem.

Hutchins afirma que a comunidade científica acredita que os mecanismos de defesa da vespa tarântula-falcão explicam o fato de essa espécie ter poucos predadores naturais. A aparência e o veneno efetivo faz com que poucas criaturas no mundo queiram se meter com essa vespa. Segundo o Oddity Central, na verdade, as vespas não são agressivas e não oferecem risco algum se não forem provocadas ou atacadas.

Nem mesmo os humanos precisam se preocupar ou se sentirem ameaçados por elas, já que o comportamento, por incrível que pareça, chega a ser dócil com as pessoas. Mesmo com os registros de casos de ataques a humanos existentes, o biólogo garante que as pessoas não precisam ter medo e considera o inseto um exemplar muito interessante da fauna.

Isso mesmo, acredite você ou não, elas são “amigáveis” e não atacam humanos, pois os machos se alimentam de néctar, não são carnívoros e sequer conseguem ferroar. Já as fêmeas são parasitas que usam o veneno para atacar as tarântulas (aranhas-caranguejeiras), que muitas vezes, possuem um tamanho bem superior ao da vespa. Veja o ataque no vídeo a seguir.

Mesmo assim, com apenas uma picada, as aranhas são paralisadas e são levadas (vídeo abaixo) até a cova do ninho da tarântula-falcão, onde, durante algumas semanas, servirão de alimento para a larva que resulta do ovo da vespa. O impressionante nessa situação é que as presas permanecem vivas até serem consumidas pelos “filhotes” do inseto voador.

 

 

Saiba como zerar sua conta de energia

Graças ao projeto Recicle Mais, Pague Menos, diversos clientes da AES já conseguiram zerar suas contas de luz – e até ganhar bônus para as faturas seguintes

O número de pessoas que participam do Recicle Mais, Pague Menos não para de crescer! Criado em 2013, o projeto oferece descontos na conta de luz para os clientes da AES Eletropaulo e AES Sul que entregam materiais recicláveis em nossos pontos de coleta.

Os benefícios são vários: por meio da iniciativa, já conseguimos reciclar mais de 4 mil toneladas de resíduos – que iriam direto para os aterros sanitários, contribuindo para o aquecimento global – e oferecer descontos na fatura de energia dos mais de 74 mil clientes que se cadastraram na iniciativa. Vários deles conseguiram, inclusive, zerar suas contas de luz.

É o caso de Shirley Maria Lopes Moreira. Moradora de São Paulo há 18 anos, ela participa do Recicle Mais, Pague Menos desde outubro de 2014 e, de lá para cá, já conseguiu zerar três faturas. “Levo materiais recicláveis ao ponto de coleta da AES Eletropaulo três vezes por semana e já consegui economizar mais de R$ 150 de luz”, diz ela, que junta principalmente papel para participar da iniciativa.

Já os primos Cristina Silvestre Pessoa e José Manoel dos Santos, que moram juntos, reciclam principalmente papelão. Participantes do projeto há 11 meses, eles recolhem diariamente o material em bares, lojas e outros comércios e já conseguiram zerar 10 contas de energia. “Ao longo desses meses, tivemos uma economia de mais de R$ 1 mil”, conta José Manoel, que completa: “É uma delícia participar do Recicle Mais, Pague Menos. Me sinto muito bem”.

Têm clientes que, inclusive, conseguem acumular descontos para as faturas dos próximos meses. É o caso da dona de casa Sueli Aparecida Fazolim. Participante da iniciativa há mais de um ano, todo mês ela consegue reduzir o valor de sua conta de luz em quase 40%. Em junho, no entanto, juntou uma quantidade tão grande de recicláveis que conseguiu zerar a conta de julho e, ainda, acumular R$ 12 de desconto para a fatura de agosto. “Acho o projeto muito interessante. É uma excelente maneira de colaborar com a natureza”, afirma.

Qualquer cliente da AES Eletropaulo e AES Sul pode fazer parte da iniciativa, economizar no bolso e contribuir com o meio ambiente. Veja, abaixo, o passo a passo para participar!

COMO FUNCIONA
1. Vá até um dos pontos de coleta do projeto Recicle Mais, Pague Menos, com uma conta de energia elétrica, e efetue seu cadastro;

2. Você ganhará um cartão de adesão;

3. Leve materiais recicláveis ao ponto de coleta mais próximo. Podem ser papel, plástico, metal, vidro e embalagens Tetra Pak. O material é, então, pesado e o desconto é calculado com base no valor de mercado dos recicláveis, que varia de acordo com o tipo de resíduo;

4. Você receberá um comprovante do desconto, que será creditado na sua próxima conta de energia. Caso ele seja maior do que o valor da sua fatura, você acumula bônus para o mês seguinte.

Assista, abaixo, ao vídeo do projeto e clique aqui para saber onde ficam os 14 pontos de coleta do Recicle Mais, Pague Menos em São Paulo e no Rio Grande do Sul.

 

Fonte: AES Brasil Sustentabilidade

Com um aquecimento similar ao de hoje, nível do mar já subiu seis metros

O Rio de Janeiro só não virou Veneza porque ainda não deu tempo

Cidade submersa

Passeios de gôndola agora disponíveis para o mundo inteiro | Foto: Thinkstock

Como todo o cético climático costuma lembrar, a Terra já passou por vários períodos de aquecimento e resfriamento antes do atual – causado, sim, pelo fato que estamos reintroduzindo na atmosfera o carbono que um dia esteve no ambiente, e tornava outras eras mais quentes.

Há 3 milhões de anos, quando nossos ancestrais peludos tentavam se equilibrar em duas patas na África, a atmosfera tinha uma quantidade de carbono e temperatura equivalentes à de hoje em dia. Motivo para relaxar e ir à praia num Hummer para curtir um churrasco no carvão mineral? Bom, acontece que, então, o nível dos oceanos era ao menos seis metros mais alto. Não esqueça a boia.

Foi o que revelou um estudo de paleoclimatologistas da Universidade Estadual do Oregon (EUA).  Eles compilaram os resultados de 30 anos de pesquisa sobre o gelo polar e nível de oceanos, descobrindo como um aquecimento relativamente modesto pode causar mudanças tão dramáticas.

Por que, então, você ainda não teve de vender sua casa em Bertioga para uma fazenda de ostras? “Leva um tempo para o aquecimento derreter as calotas polares”, afirma paleoclimatologista e geólogo glacial Anders Carlson, condutor do estudo. “Mas não leva para sempre. Existem evidências de que a transformação está tomando lugar agora.”

Seu colega e coautor, Peter Clark, arrisca uma previsão: “o que é assustador é que o nível de CO2 continua a subir, então estamos entrando em território desconhecido. O que não é certeza é o período exato, que é menos bem determinado. Podemos estar falando de entre vários séculos a alguns milênios para vermos o impacto total do derretimento das calotas polares”.

Dica de investimento: não compre apartamento na praia abaixo do terceiro andar.

 

Referências:

1) Sea-level rise due to polar ice-sheet mass loss during past warm periods, A. E. Carlson, P. U. Clark et al, Science Magazine,http://www.sciencemag.org/content/349/6244/aaa4019

2) Global sea levels have risen six meters or more with just slight global warming, Oregon State University via ScienceDaily,http://www.sciencedaily.com/releases/2015/07/150709145159.htm

 

Fonte: Superinteressante

 

Em 15 anos, Terra pode enfrentar mini ‘era do gelo’, dizem pesquisadores

A humanidade deve se preparar para uma mini “era do gelo” dentro de aproximadamente 15 anos, de acordo com um pronunciamento feito por cientistas no Encontro Nacional de Astronomia, em Gales. A previsão ainda não pode ser confirmada, mas segundo a professora da Universidade de Northumbria, Valentina Zharkova, a responsável pela informação, a descoberta foi revelada por um modelo solar computadorizado que analisa a atividade do Sol, cujo índice de acertos apresentou 97% de precisão em previsões anteriores.

O programa mapeou movimentos das manchas e reproduziu a atividade solar entre 1976 e 2008, conseguindo acertar quase todos os acontecimentos nesse período. Em ciclos que duram aproximadamente 11 anos, o movimento dos elementos solares corresponde aos períodos do clima na Terra. Assim sendo, se essa margem continuar na mesma linha, uma onda de frio intenso pode atingir a terra por volta do ano 2030.

O computador apresentou a possibilidade de uma redução significativa na atividade solar a partir do ano 2022, quando duas ondas de fluidos da superfície solar começam a se mover entre os hemisférios norte e sul na direção contrária. Nesse ano, o ciclo dos movimentos será o de número 25, e essa ação, aos poucos, vai perdendo sincronia e deixando a atividade solar cada vez menor até atingir o ápice no ciclo seguinte.

Fotos registram pequenos pontos escuros no Sol: são as manchas solares que, apesar do tamanho aparentemente pequeno, são muitas vezes maiores que as dimensões da Terra

De acordo com a professora Zharkova, no ciclo 26, as duas ondas, com intensidades exatamente iguais, devem chegar ao pico ao mesmo tempo, mas cada uma em um dos hemisférios opostos do Sol. “A interação das duas será conflitante, com as duas ondas praticamente cancelando uma à outra”, completou.

Com menos movimentações no Sol, menor é incidência de calor sobre a Terra, e menor será a temperatura do planeta. Valentina ressaltou que a atividade solar deve ser reduzida em 60%, resultando em um clima frio intenso semelhante a um período conhecido como Mínimo de Maunder, ocorrido entre os anos de 1645 a 1715. Foi nesse tempo que aconteceu uma espécie de “mini era do gelo” em decorrência da baixa produção de manchas pelo sol.

As manchas solares são causadas por campos magnéticos intensos que repelem e direcionam a substância quente solar para outras partes, ocasionando o aparecimento de partes escuras na superfície do sol, visíveis em algumas imagens já registradas. Elas podem durar de 1 a 100 dias e apresentam temperatura um pouco reduzida (4.200°C, enquanto que o normal seria cerca de 6.000°C).

Com o fluxo do fluido solar, essas manchas acabam se movendo ao redor do astro de maneira que acabam passando por ciclos de intensidade influenciados por esse movimento. Duas ondas principais, que permanecem em movimento constante, são as responsáveis pela alteração na produção da atividade solar.

A professora Valentina Zharkova explicou que as ondas podem demonstrar uma grande interação quando estão em fases próximas, acarretando no aumento da atividade solar. Já quando estão em fases díspares, há a diminuição. “Quando elas estão em fases totalmente separadas, nós temos condições semelhantes às enfrentadas durante o período ocorrido há 370 anos”, completou. Conforme informou Zharkova, durante o período do “Mínimo de Maunder”, foi a última vez em que essa condição foi vista.

Durante a mini era glacial ocorrida no século 17, a Europa e a América do Norte enfrentaram temperaturas baixas e invernos muito rigorosos. Registros dão conta que nessa época, o Tâmisa, um grande rio que banha Londres, ficou completamente congelado, de forma que podia ser atravessado à pé e suportava a realização de “feiras de gelo” em sua superfície.

8 cobras que se deram muito mal por terem a boca maior do que o estômago

Sabe aqueles dias em que você está morrendo de fome e vai a um restaurante com buffet livre ou se joga em um churrascaria com rodízio e come tudo o que encontra pela frente? Depois da refeição, você pensa que vai explodir e a vontade é de deitar ao lado da mesa e dormir por ali mesmo até terminar a digestão. No mundo animal também encontramos espécies que exageram na hora de fazer um “lanchinho”.

Para montar esta lista, nós focamos apenas nas cobras, que possuem uma incrível capacidade elástica e fazem refeições nenhum pouquinho lights. Na Índia, por exemplo, uma píton foi flagrada devorando um antílope inteirinho, enquanto outra aparece engolindo uma cabra neste vídeo. Na Austrália, uma cobra nem precisou descer da árvore para comer um morcegão.

Mas nem todas têm a mesma sorte. Dias atrás, nós falamos de uma serpente que foi bem pouco feliz ao tentar comer um porco espinho. Assim como ela, outras de suas “primas” não tiveram muito sucesso ao devorar bichos maiores do que seus corpos poderiam suportar. Confira 8 exemplos de cobras que exageraram na refeição e “explodiram” de tanto comer:

1. A píton e a ovelha “grávida”

A fome dessa cobra era tanta que ela nem esperou a mamãe ovelha parir para fazer sua refeição: comeu a bichinha prenha e passou mal até morrer. O caso aconteceu em 2006, na Malásia, e os bombeiros foram chamados para retirar uma cobra “inchada” da estrada.

2. A píton e o jacaré

Sabe a história de “explodir” de tanto comer? Pois foi o que aconteceu com essa píton de 4 metros de comprimento que tentou comer um jacaré-americano de 2 metros: ela não deu conta do tranco e morreu durante a digestão. Os pesquisadores do Parque Nacional de Everglades, na Flórida (EUA), encontraram um jacaré morto e semidigerido “escapando” de dentro da píton decapitada. Final mais feliz teve uma cobra no Alabama, também nos EUA, que comeu um jacaré inteiro e ainda “posou” para fotos de raio-x.

3. Canibalismo de cobras

Duas pítons lutavam por um ratinho quando uma delas deve ter pensado: “Por que vou me contentar com um animal tão pequeno se tenho outro tão grande na minha frente?”. Na hora, ela se enrola na rival que comia o roedor, mata ela sufocada e se alimenta daquela que roubou a sua refeição. O caso lembra o de caçadores que mataram uma cobra gigante e na hora de abrir a bichinha encontram outra cobra dentro dela.

4. A píton e o gatinho de estimação

Esse caso aconteceu na Austrália: o dono de um idoso gatinho de 16 anos disse que o seu bichano havia sumido há três dias quando ele sentiu um cheiro bem ruim vindo de seu quintal. Lá ele encontrou a píton morta e o felino dentro do estômago da “assassina”.

5. A píton e o cervo

Outra píton do Parque Nacional de Everglades, na Flórida (EUA), se deu mal em sua última refeição. Apesar de ter sido um dos maiores exemplares já encontrados pelos biólogos do local, com quase cinco metros de comprimento, o réptil não foi capaz de digerir um cervo de pouco mais de 30 kg.

6. A víbora e a centopeia

Em 2013, na Macedônia, os biólogos encontraram uma cena inusitada: uma pequena víbora de 20 cm de comprimento tentou devorar uma centopeia de 16 cm. O problema foi que ela não conseguiu digerir a refeição, e a centopeia quase conseguiu escapar de sua algoz estripando o bucho da cobra. Porém, presa e predadora morreram nessa batalha.

7. A píton e o cobertor elétrico

Essa cobra só se salvou por conta dos biólogos: na tentativa de comer um coelhinho de estimação, essa píton “devorou” o cobertor elétrico que mantinha o peludo bichinho aquecido. Até mesmo os cabos elétricos e a caixa de controle da temperatura foram engolidos pela cobra, que foi salva em uma operação inusitada.

8. A píton e o pé de porco

Na Austrália, um rapaz foi procurar cogumelos em sua propriedade quando deu de cara com uma píton morta após a sua última refeição. Os especialistas acreditam que a cobra teve o intestino perfurado pelo pé do porco que ela tentou engolir por inteiro.

Como é feito o foie gras?

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Esta iguaria típica da França é um patê gorduroso feito com o fígado dilatado de patos, gansos e marrecos. Para que o órgão fique hiperdesenvolvido, as aves são submetidas a uma vida confinada e uma alimentação forçada, o que gera protestos de grupos de ecologistas do mundo todo.

Integrantes do PETA em protesto contra a produção de foie gras

Integrantes do PETA em protesto contra a produção de foie gras

Alemanha, Itália, Israel e Grã-Bretanha até já proibiram a comida. A tradição do foie gras é antiga: há registros de que egípcios e romanos já o produziam, alimentando suas aves com figos durante seis meses. Hoje, utiliza-se uma ração gordurosa, geralmente consumida por patos – que são mais baratos que o ganso e o marreco e têm a capacidade natural de acumular gordura, por serem aves migratórias e precisarem armazenar energia.

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PAGANDO O PATO

Em seus últimos dias, a ave come até o fígado crescer 12 vezes

1. No geral, usam-se patos da raça mulard (resultado do cruzamento entre o pato-de-pequim e o marreco). Nos primeiros 100 dias, eles comem milho e são criados soltos. Depois, é hora de ir para o confinamento, que facilita a engorda.
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2. Alguns criadores mantêm iluminação artificial para que o bicho fique mais tempo acordado (e, portanto, comendo). São duas doses de ração por dia, por um período de dez dias a quatro semanas. Muitas vezes, a gororoba é injetada por um cano que vai direto ao esôfago, preso ao pescoço por um anel.

3. O fígado do bicho ganha certo amargor ao tentar metabolizar os excessos da dieta. Hiperestimulado, ele chega a crescer até 12 vezes seu tamanho normal – com a gordura correspondendo a 65% de seu peso. No fim, o órgão de um pato pode atingir 0,5 kg. O de um ganso, até 2 kg.

4. Com pouco mais de quatro meses, o animal está pronto para o abate. O fígado se tornou uma massa semissólida, macia e de cor pálida. Há quem prefira comê-lo recém-retirado do animal. Ele também pode ser cortado em fatias ou cozido e servido frio.

A ração é constituída por muito carboidrato, vindo do amido de milho, além de gordura de porco e de ganso.

 

Fonte: Mundo Estranho

Ação criativa mostra quantas bikes cabem no espaço de um carro

Enquanto os carros poluem o ar e ocupam muito espaço nas vias públicas, as bicicletas, além de práticas e benéficas à saúde do usuário, ajudam a amenizar o trânsito e não poluem o ambiente.

Para mostrar de modo claro e objetivo como um ciclista também traz benefícios às cidades, uma agência inglesa chamada Cyclehoop instalou paraciclos em formato de carro que é instalado em vagas de automóvel. Cada paraciclo suporta até dez bicicletas.

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Com isso, a agência pretende mostrar que dez magrelas podem ocupar o espaço de apenas um veículo que, às vezes, transporta somente uma pessoa. A ação foi realizada em Londres e outras cidades do Reino Unido.

Além de ser educativo, o paraciclo é eficiente e conta com uma bomba para encher os pneus das bicicletas.

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Via Hypeness

Mudanças climáticas levam ursos polares a se alimentar de golfinhos

Pela primeira vez ursos polares foram vistos se alimentando de golfinhos no Ártico, algo que pode ser uma consequência direta das mudanças climáticas, segundo os cientistas.

Durante pesquisas no arquipélago norueguês de Svalbard (Spitzberg), cujos resultados acabam de ser publicados na revista Polar Research, Jon Aars, especialista em ursos polares do Instituto Polar Norueguês, observou e fotografou em abril de 2014 um urso se alimentando de golfinhos de focinho branco. Estes cetáceos normalmente não fazem parte da alimentação dos ursos polares, que costumam se alimentar principalmente de focas.

“É possível que apareçam novas espécies na alimentação dos ursos como consequência das mudanças climáticas, já que novas espécies começam a se deslocar ao norte”, declarou Aars à AFP.

Embora esta espécie de golfinho frequente estas águas setentrionais durante o verão quando o gelo marinho se desfaz, é mais raro que seja vista no inverno ou na primavera, épocas em que o mar geralmente está coberto de gelo.

No entanto, segundo os pesquisadores noruegueses, o progressivo degelo durante o inverno na região nos últimos anos pode ter atraído os golfinhos, presos com o aparecimento repentino de gelo em abril.

Divulgação/Polar Research/Creative Commons

Segundo Aars, o urso provavelmente capturou os golfinhos quando eles saíram à superfície para respirar através de um pequeno buraco no gelo. “Mesmo que tenham visto o urso, os golfinhos não tinham outra opção”, acrescenta.

O urso, um macho velho visivelmente faminto, devorou um dos cetáceos e enterrou outro sob a neve, outro fenômeno visto poucas vezes.

“Acreditamos que tentou cobrir o golfinho de neve com a esperança de que outros ursos, raposas ou pássaros não o encontrassem, para assim poder comê-lo um ou dois dias depois, após ter digerido o primeiro”, explicou Aars.

Depois destas primeiras observações, foram vistos outros cinco casos de golfinhos presos ou capturados e comidos por ursos polares, acrescentou.

“Não acredito que seja algo revelador ou uma mudança radical” na alimentação do carnívoro, estimou o cientista. “É apenas que o urso polar está entrando em contato com espécies que até agora não tinha o hábito de comer”.

No alto da cadeia alimentar, o urso polar é um predador oportunista que também pode se alimentar de pequenas baleias, como a baleia branca ou a narval, dependendo da ocasião.

OsloNoruega

Via Em Resumo.

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