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O que uma banda de rock tem a oferecer depois de 37 anos?

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Ouvi muito e ouço sempre o último disco do Duran Duran, “All You Need Is Now”, de 2010 – já? Foi o primeiro trabalho em duas décadas com o espírito da banda: pop urgente e glamuroso, dançável e existencial, quente e glacial. Obra do produtor Mark Ronson, fã deles desde criancinha. Como eu, que sou desde 1981.

Em setembro finalmente chega o próximo, Paper Gods. O primeiro single está na rua, “Pressure Off”. Traz a voz de Janelle Monáe e a guitarra fina de Nile Rodgers, que produziu o álbum “Notorious”, lá nos anos 80.

Veja abaixo “Pressure Off” ao vivo com a participação de Nile Rodgers (nas guitarras) e Janelle Monáe, nos vocais junto com o Simon Le Bon. Em seguida tem a versão de estúdio.

O Duran Duran ao vivo é maravilhoso. Nos estúdios, o histórico é irregular. Todo disco tem umas boas, às vezes inesquecíveis, e quase todo disco é cheio de tropeços. Essa não é divina, mas funciona. Nile honra seus riffs mais deliciosos no Chic. É um dos produtores do álbum, com Mark Ronson e Mr. Hudson, produtor de Kanye West.

O baixista John Taylor fundou o Duran Duran em 1978 com o objetivo de ser “uma mistura de Chic e Sex Pistols”. Não conseguiu, mas fez bonito, e continuam fazendo – 37 anos depois.

 

Fonte: R7

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Vive la Fête volta ao Brasil!

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A dupla belga Vive la Fête, que foi apadrinha por Karl Lagerfeld, da Chanel, volta ao Brasil para apresentação em São Paulo. O show faz parte de uma mini turnê pela América do Sul, incluindo Lima (Peru), Santiago (Chile) e Buenos Aires (Argentina).

A apresentação deles ao vivo é poderosa e suas músicas tendem mais ao rock’n’roll do que à sonoridade mais eletrônica das versões originais de estúdio.

Ainda não há muitos detalhes sobre onde será o show. Mas em breve a assessoria da dupla divulgará locais e valores.

Confira alguns dos grandes sucessos do Vive la Fête:

Para sensibilizar banda, mil fãs do Foo Fighters tocam ‘Learn to Fly’ em parque na Itália

YouTube / Reprodução

Ação vinha sendo planejada há um ano

Cerca de mil músicos se reuniram em um parque da cidade de Cesena, na Itália, para tocar “Learn to Fly”, um dos hits do Foo Fighters.

A ideia da ação, cujo vídeo foi publicado nesta quinta-feira, 30, é chamar a atenção de Dave Grohl e cia. e convencê-los a se apresentar por lá.

Batizado de “Rockin1000”, o projeto foi idealizado há um ano, segundo um dos organizadores que aparece no vídeo. Ele conta que pessoas de toda a Itália viajaram até a cidade, bancando seus próprios custos, para participar do evento.

Será que o apelo sensibilizará a banda? Assista ao vídeo:

E aqui a versão original:

Como era uma balada nos anos 90?

Longas e regadas a muita música eletrônica. Nessa época, a busca por uma experiência mais intensa e diferente (e longe das autoridades) consagrou um formato novo – o das raves. Eram festas de até 14 horas, geralmente ao ar livre, que propunham uma fuga da realidade à base de muito som, dança e uso de drogas sintéticas.

O termo “rave” já existia na Inglaterra desde a década de 50, mas foi revitalizado no fim do milênio com a ascensão da cultura eletrônica e a transformação dos DJs em verdadeiros superstars.

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Hippies do novo milênio

Enquanto os anos 80 celebravam a individualidade (já ouviu o hit Dancing with Myself, do Billy Idol?), as raves tinham um quê meio hippie. Tudo era coletivo, num clima de paz, amor, liberdade e comunhão com a natureza. O uso de drogas sintéticas e a batida dos gêneros eletrônicos techno e trance (“transe”, em inglês) deixavam o público numa vibe hipnótica.

Toca aqui!

Ainda rolavam maconha e LSD. Mas a droga do momento era o ecstasy, também chamado de “bala” e “e”. Seu principal componente, o MDMA, causa euforia e bem-estar. Também aguça sentidos como o tato – por isso tantos se abraçavam ou ficavam passando a mão um no outro. Mas não pense que era pura pegação. O clima era mais sensual do que sexual.

Coquetel de H2O

A bebida mais consumida era… água! Não só porque as festas eram verdadeiras maratonas, mas também porque o ecstasy aumentava a temperatura do corpo (e aconselhava-se não misturá-lo com álcool, pois alteraria seus efeitos). Além disso, a infraestrutura itinerante das raves não permitia drinques de preparação complexa

Quem sabe faz ao vivo

Além de chamariz para o público, o DJ era encarado como um xamã, responsável por conduzir o ritual da dança. E agora ele não apenas selecionava o que iria bombar como também mixava músicas ao vivo. A habilidade de manipular sons de outros artistas para criar algo novo se tornava essencial para um bom profissional. Há até torneios para escolher os melhores!

Uma verdadeira viagem

Havia muitas raves em praias e sítios. nos arredores de grandes cidades. Algumas tinham até ônibus fretados para trazer a galera. Em caso de chuva, tendas abrigavam pista de dança, bares e áreas de descanso. A decoração era completada com canhões de laser e telões, que exibiam imagens do espaço sideral, ícones da mitologia hindu, padrões psicodélicos…

Brincar sem brigar

O clima lúdico estava em todo lugar. Foi nessa época, por exemplo, que fazer malabares se tornou algo descolado. Havia ainda quem encarasse tudo como uma grande brincadeira infantil, levando chupeta, apito e bichos de pelúcia. Brigas e confusões eram raras – os seguranças eram orientados a ser tolerantes e só interviam em casos de excessos

À vontade

Conforto era prioridade para encarar as festas intermináveis: camiseta, .bermuda, tênis, óculos de sol, canga para deitar no chão, roupa de banho para entrar no mar… Outros preferiam looks mais produzidos. Era a tribo “clubber”, que começava a se destacar especialmente nas baladas das grandes cidades, com roupas vibrantes e customizadas, estilos sobrepostos, muitos acessórios etc.

Curiosidades:

– A década viu bombar dois novos tipos de bebidas prontas: os energéticos e as “ice”;

– Nos centros urbanos, o desejo por longas jornadas fez surgir os afterhours, uma “balada pós-balada” que vai até o meio-dia;

– Na pista, todo mundo queria saber de dançar. Só nas áreas de descanso a galera realmente interagia e fazia amizades.

Top 5 das pistas

O que bombava na época

– “One Night in Hackney”, D.A.V.E the Drummer Chris Liberator

– “Cafe del Mar”, Energy 52

– “The Prophet”, CJ Bolland

– “Neurodancer”, Wippenberg

– “Hey Boy Hey Girl”, Chemical Brothers

 

FONTES: Livros Todo DJ Já Sambou, de Claudia Assef, Culturas da Rebeldia: A Juventude em Questão, de Paulo Sérgio do Carmo, e Raves: Encontros e Disputas, de Carolina Camargo de Abreu.

CONSULTORIA: Camilo Rocha, jornalista e DJ.

Perdidas no tempo: 10 grandes empresas que já estiveram no topo

Egito, Pérsia, Macedônia, Roma, Bizâncio. A História da humanidade é marcada pela ascensão e queda de impérios, que, após mudarem o mundo, são substituídos por outros mais fortes ou inovadores. No mundo da tecnologia, parece não ser tão diferente.

Há inúmeras empresas que contribuíram grandemente para a evolução de hardware, software e serviços, e com isso colheram status e domínio de mercado em seus respectivos momentos de apogeu, mas algo no meio do caminho acabou levando-as à falência, à mediocridade ou mesmo ao simples esquecimento.

Hoje, no TecMundo, faremos um breve memorial em nome daqueles que já foram gigantes da tecnologia, mas que nestes dias infelizmente não estão mais entre nós — ou até estão, mas ninguém liga muito.

1. Sun Microsystems

Tendo seu ápice durante a bolha da internet, a Sun Microsystems foi uma empresa que produzia e vendia computadores, softwares, componentes de hardware e informação tecnológica. Foi responsável pela criação do sistema de arquivos NFS e pelo Java. Este último, por exemplo, acabou se tornando uma linguagem de programação rápida e versátil que provavelmente ainda perdurará alguns bons anos.

Em janeiro de 2010, a Sun foi comprada pela Oracle Corporation por US$ 7,4 bilhões. No mês seguinte, ela foi fundida à multinacional, passando a se chamar Oracle America Inc. A Sun não chegou a falir ou fechar, mas sua aquisição a tornou praticamente inútil, sendo mantida apenas por causa de suas patentes.

2. Compaq Computer Corporation

Fundada no início dos anos 80, a Compaq desenvolvia, vendia e oferecia suporte a computadores e produtos e serviços relacionados. Foi responsável por alguns dos primeiros IBM PC compatíveis, chegando a se tornar a maior fornecedora de sistemas de computador do mundo, durantes os anos 90.

A companhia lutou para se manter no mercado após a reformulação causada pela bolha da internet, mas perdeu sua colocação de maior fornecedora para a Dell em 2001. No ano seguinte, foi adquirida pela HP por US$ 25 bilhões. Atualmente, a Compaq é mantida em uso por sua empresa-mãe apenas no desenvolvimento de sistemas simples.

3. Eastman Kodak Company

A Eastman Kodak Company é uma empresa multinacional especializada em equipamentos fotográficos profissionais e amadores. Foi cofundada por George Eastman, inventor do filme fotográfico, e ficou mundialmente famosa pela produção e comercialização desse produto. Durante a maior parte do século 20, a companhia foi uma gigante no mercado de filmes fotográficos, chegando a dominar 90% desse mercado nos Estados Unidos na década de 70.

Entretanto, no fim dos anos 90, a Kodak começou a enfrentar sérios problemas financeiros devido à queda de vendas em filmes durante a transição para a era da fotografia digital. O último ano em que obteve algum lucro, nesse longo período de crise, foi 2007.

A empresa chegou a mudar de estratégia, abraçando a tecnologia digital de fotografia e impressão, mas, em 2012, pediu proteção contra a falência para o governo norte-americano.  Em 2013, a Kodak emergiu da falência abrindo mão de vários de seus serviços, como a fabricação de câmeras digitais de foto e vídeo.

4. Napster

Tendo apenas dois anos de permanência no ar — de junho de 1999 a julho de 2001 —, o Napster original foi o serviço pioneiro no compartilhamento de arquivos P2P, com foco principal em arquivos MP3. O desbravador da modalidade foi, em seguida, inspiração para diversos novos serviços que gradualmente foram expandindo e aperfeiçoando suas capacidades, tal como Limewire, Kazaa e BitTorrent.

Como precursor do gênero, o Napster também foi um dos principais bodes expiatórios das grandes gravadoras, enfrentando múltiplos processos legais de infração de direitos autorais que resultaram em uma ordem judicial para o encerramento de suas operações.

O serviço original foi fechado e adquirido pela empresa americana de softwares Roxio, que relançou o Napster como uma loja de música online. Em 2011, a Roxio foi vendida para a Rhapsody, loja online da multinacional Best Buy.

5. Itautec S/A

A Itautec foi uma empresa 100% nacional com especialização em equipamentos de TI, automação comercial e automação bancária. Atuando no Brasil desde 1979, a companhia tinha subsidiárias em cinco países, chegando a possuir a décima maior base instalada de caixas eletrônicos do mundo, além da maior rede própria de assistência técnica em informática do país.

Também teve em seu histórico eventos como o controle sobre a marca Philco em território nacional, de 1994 a 2005, e diversos prêmios recebidos em 2010. Entre eles está o do World Finance Technology, sendo considerada a melhor fornecedora de soluções de segurança e tecnologia para o setor financeiro da América Latina.

Em 2013, porém, a Itautec S/A encerrou suas atividades com esse nome, vendendo a maior parte de sua participação nas áreas de automação bancária e comercial e prestação de serviços para a empresa japonesa Oki. A unidade de computação da Itautec, que também atuava com a marca Infoway, foi desativada.

6. SEGA

Gigante do mercado de console de video games, principalmente durante os anos 80 e 90, a SEGA rivalizou com a Nintendo por algumas gerações de consoles, lançando produtos como os antológicos Master System, Mega Drive — conhecido nos Estados Unidos como SEGA Genesis —, além do mundialmente conhecido mascote Sonic.

A SEGA causou um grande impacto no mundo da tecnologia com suas iniciativas inovadoras nas áreas de software e hardware, pavimentando o caminho para diversas empresas do mercado de video games.

Infelizmente, seu último console, o Dreamcast, causou enorme prejuízo à empresa, obrigando-a a se reestruturar. Ela deixou a fabricação de hardware, para dedicar-se estritamente ao desenvolvimento de games para outras empresas, inclusive para a própria Nintendo, que outrora foi sua grande concorrente.

7. Hewlett-Packard Company (HP)

Durante muito tempo sendo referencial para o mundo da tecnologia, a HP já foi uma das gigantes no mercado de computação, impressão, tratamento de imagem e softwares, chegando a se tornar líder na fabricação de computadores pessoais.

Ascensão do preço das ações da HP, desde o período de baixa entre 2012 e 2013

Apesar de ter sido a segunda maior vendedora de PCs em 2013, a empresa já não é mais sinônimo de qualidade há algum tempo. Isso e algumas apostas malsucedidas, como a tentativa de entrar no mercado de tablets, causou nos últimos anos uma enorme queda no valor das ações edemissões na companhia.

A empresa luta para se reerguer e desde dezembro do ano passado vem prosperando como corporação, mas, como marca, precisa de novas estratégias para reconquistar o lugar que um dia ocupou na preferência do consumidor final.

8. BlackBerry

Originalmente, essa empresa era conhecida por ser inovadora no ramo de smartphones empresariais e governamentais. Em 2010, chegou a dominar 43% do mercado dessa modalidade. Além da linha de celulares e smartphones, a companhia também tem seus próprios sistemas operacionais mobile, exclusivos para seus dispositivos.

A situação da BlackBerry iniciou seu processo de declínio com a grande competição de companhias como Apple e Samsung, que fornecem a já predominante tecnologia de telas sensíveis ao toque. Por causa disso, a fatia de mercado da empresa caiu para 3,8% em 2013. Atualmente, a maior parte de seu valor está em suas patentes, que valem entre US$ 2 e 3 bilhões de dólares.

9. America Online (AOL)

A companhia que chegou a ser um dos principais ícones da revolução da internet foi fundada em 1985. Conhecida por seu pacote de softwares, também chamado de AOL, a América Online oferecia a seus clientes a porta de entrada para a World Wide Web, chegando a ter mais de 30 milhões de usuários em seus serviços.

A empresa comprou em 2000 a Time Warner, aquisição que não foi muito frutífera, resultando na cisão e independência dessa última nove anos depois. Entre vários momentos de transição e reformulação da marca, a AOL tem enfrentado várias crises nos EUA ao longo dos anos. No Brasil, a empresa chegou em 1999 prometendo ser “o maior provedor de internet do País”, algo que não chegou a acontecer devido aos vários problemas técnicos com os CDs de instalação do discador e a má qualidade do serviço.

O prejuízo em toda a América Latina foi em torno de R$ 182 milhões, o que fez com que a empresa fechasse as portas oficialmente neste pedaço do continente em março de 2006. Houve um retorno da marca America Online no Brasil em 2008, mas com serviços diferentes daqueles oferecidos no início, como mensagens instantâneas, notícias, email e álbum de fotos.

10. Atari

A Atari talvez ainda seja a grande Top of Mind quando o assunto é video games antigos, e há uma boa razão para isso. A empresa criou as primeiras máquinas de arcade alimentadas por fichas e moedas, mas seu produto mais popular foi o console caseiro Atari 2600, que gerou um assombroso sucesso devido ao seu custo relativamente baixo e às várias opções de jogos que possuía.

Devido à crise no mercado de games em 1983, a empresa original passou por diversas reformulações, tendo divisões de departamentos e aquisições nas mãos de várias companhias. Em 2008, a Atari tornou-se subsidiária da Infogrames Entertaintment, SA, que mudou mais tarde seu nome para “Atari, SA”. Atualmente, ela está somente no ramo de desenvolvimento de jogos.

Poucas coisas duram para sempre e, em um campo no qual tudo muda tão rápido como a área de tecnologia, não é de se espantar que as coisas fiquem facilmente obsoletas, tornando difícil a tarefa de se manter firme no mercado. E você, de quais empresas de tecnologia que um dia já foram grandes sente mais falta?

Damon Albarn é retirado do palco após show de cinco horas

6.jul.2015 - Damon Albarn é retirado do palco por segurança de seu coletivo após show de cinco horas

Damon Albarn é retirado do palco por segurança de seu coletivo após show de cinco horas

Damon Albarn, conhecido por ser o vocalista da banda inglesa Blur, teve de ser retirado do palco por um segurança ao se recusar a finalizar um show que já durava cinco horas, na Dinamarca, na madrugada desta segunda-feira (6).

Atendendo a sucessivos pedidos de bis, o show de Albarn passou das 4h da manhã e estourou em cinco minutos as leis de silêncio do país. O cantor só deixou o palco após ser carregado por Dave Prentice, conhecido como “Big Dave”, gerente de palco do coletivo musical de Albarn, o Africa Express.

O coletivo conta ainda com músicos como Nick Zinner (Yeah Yeah Yeahs), Jack Steadman (Bombay Bicycle Club), Seye Adelekan e Songhoy Blues.

Ian Birrell, co-fundador do Africa Express, explicou ao “The GUardian” que Albarn estava curtindo muito o momento com o público. “A multidão estava num clima muito efervescente, mesmo sendo 4h da manhã. Eles estavam pedindo por mais e mais, fazendo muito barulho”, explicou Birrell. O setlist contou com covers de Randy Newman e reinterpretações de músicas do Gorillaz.

Fonte: UOL

5 estrelas do rock que tiveram problemas com a lei

Como todo mundo sabe, a grande maioria das estrelas do rock gosta de cultivar aquele lookde bad boy, e não é raro que seu comportamento faça jus à imagem que elas adotam. Acontece que algumas vezes esses astros acabam se metendo em confusões mais graves e tendo sérios problemas com a lei. A seguir reunimos cinco exemplos — e incluímos uma menção honrosa no final — para você conferir:

1 – Sid Vicious

Sid Vicious, o baixista da famosa banda de punk rock inglesa Sex Pistols, supostamente matou a namorada, Nancy Spungen, a facadas em outubro de 1978. As circunstâncias envolvendo o caso não foram completamente esclarecidas, mas, segundo Vicious, ele teria acordado e encontrado Nancy morta no chão do banheiro com um único ferimento na região do abdome.

O músico acusado de assassinato, mas em fevereiro de 1979, antes da conclusão do processo e julgamento, Vicious morreu de overdose. Pois a morte do baixista também aconteceu em circunstâncias estranhas, e existem vários rumores sobre o que realmente aconteceu. Um deles seria que a própria mãe do roqueiro teria confessado em seu leito de morte que tinha sido ela quem injetou a dose de heroína que acabou com a vida do filho.

Outro rumor seria o de que a mãe de Vicious teria encontrado uma nota de suicídio na jaqueta do filho após a sua cremação, onde ele dizia que tinha um pacto de morte com Nancy, e pedia que ele fosse enterrado vestindo jeans, botas e sua jaqueta de couro ao lado do da namorada.

2 – Chuck Berry

Sabe Chuck Berry, uma das maiores lendas do rock? Ele teve vários problemas com a lei antes de se tornar famoso — se envolvendo em assaltos a mão armada e roubo de carros quando ainda era adolescente. Mas, depois de se tornar conhecido, ele foi preso sob a acusação de viajar com uma garota apache de 14 anos de idade com “intenções imorais”.

O músico convidou a menor para acompanhá-lo e, para piorar, ele atravessou a fronteira de vários estados norte-americanos durante o “passeio”, o que configura uma ofensa federal no país. Berry foi condenado a cinco anos de prisão pelo crime, mas acabou sendo liberado após um ano e meio, depois de seus advogados entrarem com diversas apelações.

3 – Marilyn Manson

A acusação foi de agressão sexual, mas deixaremos para que você julgue o caso como achar melhor! Em 2001, durante um show em Michigan, Marilyn Manson — que estava usando uma calça toda coladinha — resolveu pular para cima do segurança Joshua Keasler com as pernas abertas e esfregar seu… bem, você sabe… no rosto do rapaz.

O guarda não curtiu muito a experiência, e processou Manson por agressão sexual. O músico não contestou a acusação e teve que pagar uma multa de US$ 4 mil, e fez um acordo judicial com Keasler para solucionar o caso, cujos detalhes não foram divulgados.

4 – Randy Blythe

Como você sabe, o homicídio culposo é aquele no qual uma pessoa mata a outra sem que haja intenção, e Randy Blythe, da banda Lamb of God, foi acusado por esse crime depois de ele provocar a morte de um fã. Tudo aconteceu em 2010, durante uma apresentação em Praga, na República Tcheca, quando um rapaz de 19 anos chamado Daniel Nosek invadiu o palco e Blythe o jogou lá de cima.

A intenção do metaleiro era a de lançar o jovem sobre a multidão, mas Daniel acabou caindo de mau jeito e acabou morrendo. Blythe foi preso em 2012, sob a acusação de homicídio culposo, e depois de um longo e doloroso processo, ele acabou sendo absolvido pelos juízes que cuidaram do caso.

5 – Varg Vikernes

Vikernes, fundador da banda norueguesa Burzum, um dos grupos de black metal mais famosos do mundo, se meteu em um bocado de confusão. Para começar, ele foi acusado de queimar várias igrejas, além de ser suspeito de atos de terrorismo e crimes de ódio, tudo isso enquanto mantinha sua carreira musical ativa e operante.

No entanto, não contente com cometer apenas esses delitos, em 1993, Vikernes matou Euronymous, o guitarrista de uma banda rival, com 23 facadas. A história envolvendo o assassinato nunca foi completamente revelada, mas, segundo a versão de Vikernes, ele teria descoberto que Euronymous pretendia torturá-lo até a morte, portanto, suas ações foram perpetradas em autodefesa.

O norueguês foi considerado culpado pelo assassinato de Euronymous, e condenado a 21 anos de prisão — que é a sentença máxima que existe na Noruega. Vikernes ganhou liberdade condicional após 16 anos na cadeia em 2009, mas voltou a ser preso na França em 2013, sob a acusação de ajudado a planejar um massacre em Oslo, mas foi solto depois de não terem sido encontradas provas de sua participação.

Menção honrosa

Ozzy Osbourne

Se você estava se perguntando “cadê o Ozzy nessa lista?”, olha ele fazendo a sua participação com uma história pra lá de pitoresca. Em 1982, o ilustre vocalista da banda Black Sabbath se encontrava em San Antonio, no Texas, e depois de tomar todas — todas mesmo! — vestiu um dos modelitos de Sharon (aparentemente, ela tinha escondido todas as roupas dele) e resolveu sair para dar uma voltinha.

E, como acontece com todo mundo que bebe demais, de repente Ozzy se viu desesperado para fazer xixi. Pois ele achou de liberar a bexiga justamente no monumento em homenagem à Batalha do Álamo que existe na cidade. Assim, Ozzy foi preso enquanto “profanava” um marco histórico vestido de mulher, e ainda foi banido de voltar a San Antonio durante 10 anos.

Ouça “Pressure Off”, a nova música do Duran Duran!

Curiosidades sobre a cantora RIhanna

rihanna
Nome Completo: Robyn Rihanna Fenty
Data de Nascimento: 20 de fevereiro de 1988
Local onde Nasceu: St. Michael , Barbados
Profissão: Cantora
Influências: Alicia Keys, Beyoncé, Mariah Carey e Whitney Houston
Gravadora: Def Jam Records

Barbados

Barbados

Favoritos

Filme Favorito: ‘Napoleon Dynamite’
Rapper Favorito: Kanye West
Comida Favorita: Comida Italiana
Sobremesa Favorita: Torta de Queijo e Sorvete de Chocolate
Cor Favorita: Verde
Atores Favoritos: Terrence Howard e Denzel Washington
Atrizes Favoritas: Jessica Alba e Halle Berry
Artista Favorito(a): Beyoncé
Animais de Estimação: Uma tartaruga e seu cachorro, Marley.
Programa de TV Favorito: ‘Entourage’

Casa de Rihanna em Barbados

Casa da Rihanna em Barbados

Caminho para a Fama

Rihanna entrou para o mundo da música no verão de 2005, com o single ‘Pon de Replay’. Nomeado ’Summer Song of 2005′ e alcançou a segunda posição na Billboard.

Você sabia…?

– Se Rihanna não fosse cantora, ela seria psicóloga.
– Ne-Yo escreveu o segundo single do CD ‘A Girl like me’, ‘Unfaithful’.
– Rihanna nunca sai de casa sem seu celular.
– Rihanna fala razoávelmente japonês.
– Rihanna tem um cachorro chamado Marley.
– Rihanna ganhou o ‘Miss Combermere School’ em 2004.
– Rihanna é uma dos três novos artistas que Jay-Z escolheu para a Def Jam, Teairra Mari e Ne-Yo são os outros dois.
– Rihanna foi ‘descoberta’ pelo produtor musical Evan Rogers enquanto estava de férias em Barbados, com sua esposa.
– Rihanna tem dois irmãos mais novos, chamados Rorrey e Rajad.
– Pon de Replay foi tocada no “HBO’s hit TV show ‘Entourage’” no episódio ‘An Offer Refused’ durante uma cena em uma boate.
– Rihanna não gosta de pessoas desonestas. Ela prefere pessoas honestas e leais.
– Jay-Z estava inseguro sobre Rihganna inicialmente. Brown colocou para tocar o hit que se tornou o primeiro single, ‘Pon de Replay’, e Hova estava nervoso queanto à música.
– O CD ‘Music of the Sun’ foi produzido por Vada Nobles (’The Miseducation of Lauryn Hill’).
– Enquanto crescia, Rihanna era fã de Whitney Houston, Mariah Carey e especialmente Beyoncé.
– Enquando morava em Barbados, Rihanna ia à praia todos os dias com seus irmãos.
– Fatima Robinson fez a coreografia dos clipes de ‘Pon de Replay’ e ‘If it’s lovin’ that you want’.
– Durante a audição com Jay-Z em Nova York, Rihanna cantou as músicas ‘The Last Time’, ‘Pon De Replay’ e uma versão de ‘For The Love of You’ da cantora Whitney Houston.
– Em seu tempo livre, Rihanna gosta de ouvir música ou dormir. Algumas vezes ela liga para suas amigas em Barbados.
– O single ‘Pon de Replay’ alcançou a segunda posição no ‘U.S. Billboard Hot 100′ e no ‘UK Singles Chart’.
– ‘SOS’ alcançou a primeira posição no ‘Billboard Hot 100′, ‘Pop 100′, ‘Hot Dance Music/Club Play’ e ‘Hot Digital Songs’.
– Rihanna fez uma pequena atuação no filme ‘Bring It On: All or Nothing (2006)’.
– Rihanna sempre mantém contato com suas amigas de Barbados, Leandra e Melissa.
– Rihanna pretende aprender a tocar violão, teclado ou piano.
– Rihanna pretende estudar Administração e Psicologia.
– Seu pai, Ronald, é supervisor de uma fábrica de roupas.
– Sua mãe, Monica, é contadora.

Herdeiras de Gaia se apresentará no Penha Rock na Virada Cultural

Bandas de rock independente se apresentam no Parque Tiquatira

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Confira nos dias 20 e 21 de junho o projeto Penha Rock estará participando em parceria com a subprefeitura da Penha (SP) de um dos maiores eventos culturais realizado na cidade de São Paulo, a Virada Cultural.

O Projeto Penha Rock promoverá shows de 10 bandas de rock independente, que se apresentarão durante os dois dias do evento em palcos exclusivamente montados no Parque Tiquatira, o maior parque linear da América Latina localizado na Penha.

Herdeiras de Gaia

Herdeiras de Gaia

Em atividade desde 2012,o projeto Penha Rock consolidou-se no ultimo ano com edições pontuais de apresentações de bandas de rock com objetivo socioeducativo e cultural em espaços públicos da zona leste paulistana.

O projeto é principal canal de oportunidades para o rock underground em São Paulo e um importante agente transformador e aglutinador, capaz de promover tanto o fortalecimento da cena rock’n’roll como o bem-estar das comunidades locais, visando estimular a participação social e o sentido de cidadania plena.

Além dos shows das bandas de rock, a Virada Cultural terá outras atrações ao público, além da tradicional feirinha gastronômica e de artesanato.

Serviço:

Sábado, 20/06/2015
Parque Tiquatira – Anfiteatro Carlos Lombardi: Av. Governador Carvalho Pinto, altura do nº 2000, Penha/SP

Bandas que se apresentarão:

14h00 – Herdeiras de Gaia (IMPERDÍVEL!!!)

15h00 – Matias Francino

16h00 – Manôlo Loco

17h00 – Sky Down

18h00 – Porno Massacre

Domingo, 21/06/2015
Parque Tiquatira (Praça de Eventos) – Av. Governador Carvalho Pinto, altura do nº 2300, Penha/SP

Bandas que se apresentarão:

16h00 – J.C. Zeppelin

16h45 – Instinto Animal

17h30 – Color For Shane

18h15 – Asteróides Trio

19h00 – Skarrapatos KO

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