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Por que esta modelo que faturou milhões com o Instagram decidiu abandonar as redes sociais

Com apenas 18 anos, a australiana Essena O’Neill já tinha alcançado mais de 500 mil seguidores no Instagram, 200 mil inscritos em seu canal do YouTube e cada uma de suas ações nas redes sociais rendia milhares de likes e comentários. Foi aí que ela, que estava trabalhando em sua influência online desde que tinha apenas 16 anos, resolveu sair das redes sociais. O motivo ela resume em apenas uma frase: mídias sociais não são a vida real.

A jovem excluiu cerca de 2 mil fotos de suas redes sociais nas últimas semanas e passou a editar as legendas dos posts que sobraram. Ela aproveitou o momento para excluir seu Tumblr e manteve apenas algumas das publicações em seu YouTube e Instagram. Nas novas legendas, ela conta fala sobre ego e sobre as vezes em que foi paga para posar com alguma roupa específica.

Confere só alguns dos desabafos:

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“Não paguei pelo vestido, tirei incontáveis fotos tentando parecer sexy para o Instagram, fez eu me sentir incrivelmente sozinha.”

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“Eu estava com acne aqui, isso é um monte de maquiagem. Eu estava sorrindo porque pensei que ficava bonita. Felicidade baseada em estética vai sufocar o seu potencial aqui na Terra.”

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“Me pagaram 400 dólares para postar um vestido. Isso foi quando eu tinha uns 150 mil seguidores. Com meio milhão, eu sei de várias marcas online que pagam até 2 mil por post. Não há nada de errado em aceitar acordos de marcas. Eu só acho que isso deve ser aberto ao conhecimento. Esta foto não tem substância, [o vestido] não foi feito através de uma fabricação ética (eu não sabia na época). Mídias sociais não são reais. Este é o meu ponto. Esteja atento ao que as pessoas promovem, questione você mesmo, qual é a intenção atrás da foto?”

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“NÃO É A VIDA REAL – tirei mais de cem em poses similares tentando fazer com que meu estômago ficasse bem. Quase não comi neste dia. E gritei com a minha irmã mais nova para que ela ficasse tirando elas até que eu ficasse, de alguma forma, orgulhosa disso.”

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“A única coisa que fez com que eu me sentisse bem nesse dia foi essa foto. Quão profundamente deprimente. Ter um corpo esculpido não é tudo que nós humanos somos capazes.”

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“NÃO É A VIDA REAL. Ganhei $$$ para promover o jeans e o top.”

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“E ainda outra foto tirada puramente para promover meu corpo de 16 anos. Essa era toda minha identidade. Isso era tão limitante. Me fez sentir incrivelmente insegura. Você não tem ideia.”

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“Fui paga por essa foto. Se você se encontra olhando para as “meninas do Instagram” e desejando estar no lugar delas… Perceba que você só vê o que elas querem. Se elas etiquetam uma empresa, 99% das vezes é pago. Não há nada errado em apoiar marcar que você ama (por exemplo, eu iria orgulhosamente promover lençóis Eco ou uma refeição vegan em troca de dinheiro se eu recebesse essa proposta). MAS isso ^^^ isso não tem propósito. Propósito nenhum em um sorriso forçado, roupas curtas e ser paga para parecer bonita. Nós somos uma geração ensinada a consumir e consumir, sem pensar em de onde as coisas vem e para onde vão.”

Todas as fotos © Essena O’Neill

Fonte: Hypennes

5 coisas que você precisa saber sobre carboidratos

Quando o assunto é perder peso ou melhorar a qualidade daquilo que se come no dia a dia, um ingrediente nunca fica fora da discussão: o carboidrato. É comum ouvirmos que dietas exclusivamente proteicas são as que mais trazem resultados, mas será que o carboidrato é realmente um item que deve ser excluído da nossa alimentação? O Mother Nature Network resolveu abordar o assunto e esclarecer algumas dúvidas a respeito de um dos principais componentes do nosso prato. Confira:

1 – O que é?

Carboidratos são compostos alimentares presentes em uma série de alimentos considerados não muito saudáveis, mas em alimentos considerados saudáveis também. Grãos, de um modo geral, leite, batata, bolos, biscoitos, massas e tortas são alimentos ricos em carboidratos.

2 – Os tipos

Carboidratos podem ser apresentados em três formas: açúcar, amido e fibra.

Açúcar: encontrado naturalmente em frutas, vegetais e leite, o açúcar é frequentemente adicionado ao preparo de alimentos doces industrializados, como biscoitos e afins. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, uma pessoa adulta deve consumir no máximo 50 gramas de açúcar por dia – só para comparar: uma lata de refrigerante contém cerca de 40 gramas de açúcar, então você já deve imaginar que, na verdade, consumimos bem mais do que a quantidade recomendada.

Amido: Batata e milho são dois alimentos naturalmente ricos em amido, que também pode ser encontrado em grãos como feijão, ervilha e lentilha.

Fibra: Um dos itens responsáveis pelo funcionamento intestinal e pela sensação de saciedade é encontrado em vegetais, frutas, castanhas, grãos integrais e cereais.

3 – Simples ou complexo?

Agora que você já sabe que os carboidratos são divididos em três categorias, está na hora de conhecer a diferença fundamental na hora de classificar carboidratos que fazem bem e aqueles que, no final das contas, se transformam em calorias vazias (isso ocorre quando o alimento tem alto teor calórico, o que contribui para o ganho de peso, mas baixo ou nenhum valor nutricional).

Os carboidratos simples são aqueles produzidos à base de um ou dois tipos de açúcares. Como têm uma estrutura química simples, assim que você os ingere, seu corpo os processa rapidamente e faz tudo virar energia. Isso significa que esse tipo de alimento se transforma em açúcar, é absorvido rapidamente e, por causa disso, vai deixar você com fome mais cedo.

Se a ideia é perder peso e diminuir sua taxa de glicose no sangue, evite consumir massas brancas, doces, bolos e refrigerantes. No caso das frutas, que também fazem parte dos carboidratos simples, fique tranquilo: porque são ricas em fibras, isso acaba compensando o açúcar – e vale lembrar também que o açúcar de uma banana, por exemplo, é natural e saudável, diferente do açúcar de um pedaço de bolo cheio de cobertura.

Já os carboidratos complexos são formados por estruturas químicas mais elaboradas, combinando pelo menos três tipos de açúcares. Exatamente por isso, são digeridos mais lentamente pelo nosso corpo, impactando bem menos os níveis de açúcar na corrente sanguínea e nos dando uma sensação de saciedade que dura mais tempo – além do mais, esses carboidratos deixam seu corpo com a sensação de energia em alta. São encontrados em alimentos integrais, cereais, vegetais e grãos.

4 – Qual a quantidade ideal de carboidrato para uma pessoa?

A necessidade diária depende do estilo de vida de cada pessoa, e você pode descobrir a quantidade ideal para você com a ajuda de um nutricionista. De qualquer forma, a recomendação média segundo as Orientações Dietéticas para Americanos é a de que adultos tenham entre 45 e 65% de sua dieta diária formada por carboidratos.

A diferença entre uma dieta saudável e uma ruim se dá justamente pela escolha desses carboidratos. Sabemos, por exemplo, que mulheres devem consumir 25 gramas de fibras por dia, enquanto os homens devem consumir 38 gramas desse mesmo tipo de carboidrato. Como sabemos que fibras estão em frutas, grãos e alimentos integrais, facilmente deduzimos que pessoas que não consomem esses três itens regularmente estão possivelmente ingerindo maiores quantidades de carboidratos “do mal”.

Isso é um problema, afinal as fibras são consideradas os carboidratos mais saudáveis e que mais trazem benefícios de curto e longo prazo. Quando seu intestino funciona bem e regularmente, você absorve nutrientes do jeito certo, a pele fica melhor e você fica longe do pesadelo vivido por pessoas que sofrem com prisão de ventre. Há estudos indicando que uma dieta rica em fibras reduz os riscos de o paciente desenvolver doenças de coração, obesidade e diabetes tipo 2.

5 – Quer mudar a qualidade da sua alimentação? A gente ajuda!

Basicamente, se você optar por consumir massas e grãos integrais, já terá benefícios visíveis em seu corpo depois de algumas semanas. Uma salada com vegetais e proteína é uma escolha mil vezes melhor do que uma porção de batata frita, por exemplo.

Aliás, quando for consumir produtos ricos em amido, como é o caso da batata, escolha porções pequenas e prefira as versões cozidas ou assadas. A combinação de amido com gordura não é muito boa. Depois do almoço, quando sentir aquela vontade de comer alguma coisa doce, opte por uma fruta, e deixe as sobremesas com chocolate e cremes para o final de semana.

Se você não está acostumado a comer frutas, legumes, verduras e alimentos integrais, fique tranquilo. Para criar um novo hábito alimentar, você vai precisar de um pouquinho de paciência, e, depois de alguns dias, talvez aprenda a saborear o açúcar de uma tangerina, por exemplo, com o mesmo prazer com que comia um pedaço de bolo.

Se você consome muito leite, queijo, iogurte e laticínios em geral, fique atento aos rótulos das embalagens – eles indicam a quantidade de carboidratos. De qualquer forma, as versões light são as mais recomendadas.

Bônus

Sabia que um estudo recente descobriu que o cérebro humano evoluiu também graças aos carboidratos presentes em nossa alimentação? Os cientistas afirmam que o amido, em específico, parece ter contribuído para o desenvolvimento e o crescimento do nosso cérebro. Obrigada, batatas!

Consiga dentes mais brancos em uma semana com 3 tratamentos

Clareamento em casa ou no consultório e fitas adesivas garantem sorriso sem manchas

É normal que os dentes fiquem amarelados com o passar dos anos, principalmente se você abusou de alimentos muito pigmentados e do cigarro. Quem realiza boa higiene oral, faz visitas regulares ao dentista, não fuma e não exagera na ingestão de alimentos como açúcar, café, chá e refrigerantes, tem menos chances de ter o sorriso manchado. Mas depois que as manchas já estão aparentes não há bom hábito que consiga clareá-las, apenas podem evitar que o amarelado se intensifique.

O dentista Ricardo Martinelli, do Instituto Martinelli, explica que para que o branqueamento seja eficiente e saudável, devem ser usados produtos clareadores contendo peróxido de hidrogênio. ‘Eles introduzem oxigênio na estrutura dental e promovem a quebra das moléculas de pigmento, amenizando as manchas’. Ele conta ainda que existem também produtos abrasivos, como o bicarbonato de sódio e algumas pastas de dente clareadoras, que podem causar desgaste excessivo do esmalte dental, causando retrações gengivais e, posteriormente, sensibilidade dentinária, que é aquela sensação dolorosa quando se toma algo gelado ou muito doce.

Tratamentos que clareiam os dentes em uma semana

Clareamento caseiro supervisionado

Créditos: Thinkstock

Antes de realizar o clareamento, o dentista deverá avaliar a cor inicial (Créditos: Thinkstock)

Esse tratamento começa a ser perceptível depois do quinto dia de aplicação. O dentista irá, primeiramente, realizar um exame clínico para avaliar a estrutura dental, em seguida, a cor inicial será avaliada, graduada de acordo com uma escala de cor e registrada através de fotografias. A segunda etapa é a moldagem total da boca para a confecção de moldeira individualizada e, em seguida, é feita a entrega do material clareador para o paciente, juntamente com as instruções de uso. ‘Atualmente é recomendada a utilização noturna de quatro a seis horas durante duas semanas, podendo ser prolongada por até quatro semanas, dependendo do resultado obtido e do pretendido’, explica Ricardo Martinelli.

O paciente deve retornar semanalmente ao consultório para mensurar o grau de sensibilidade dos dentes e ajustar a concentração do material e o tempo de uso diário do gel. A finalização é feita com aplicação de gel flúor neutro, seguida por fotos finais e comparação entre as imagens iniciais e finais.

Clareamento no consultório

O clareamento no consultório é feito com um produto muito mais forte que o clareamento caseiro e necessita de cuidado do profissional para não lesionar a mucosa ou a polpa dental (o nervo do dente). ‘Para efeito de comparação, o produto usado no clareamento caseiro possui uma concentração aproximada de 5% a 7% de peróxido de hidrogênio e o usado no consultório tem concentração de 35% a 38%’, explica o dentista.

Depois de aplicado o gel clareador nos dentes, é feita a exposição à luz do tipo led ou ao laser, que irá ativar a reação química do produto, acelerando o branqueamento.

Segundo Ricardo Martinelli, atualmente o uso do clareamento no consultório está limitado às pessoas que não possuem a disciplina necessária para conseguir resultado satisfatório com a técnica caseira. ‘A técnica atualmente mais aceita do ponto de vista científico é a caseira, que promove um branqueamento seguro, com menos sensibilidade e com maior duração’, explica. Os resultados das duas técnicas, em termos de clareamento, serão muito parecidos, o que muda é que, no consultório, os resultados são imediatos.

Fitas dentárias

O dentista Normando Scarabotto explica que as fitas dentárias clareadoras, comumente compradas nas farmácias, devem ser fixadas aos dentes duas vezes ao dia, permanecendo na boca durante trinta minutos. “O gel que existe na fita fica em contato com o esmalte do dente, onde as moléculas oxidantes existentes no produto liberam oxigênio, que quebra as moléculas dos pigmentos que escurecem os dentes”, conta. Segundo os fabricantes, os resultados começam a ser vistos em cerca de três dias. No entanto o dentista esclarece que, apesar de funcionar, o procedimento é mais lento e acaba saindo mais caro do que as medidas que podem ser tomadas por um dentista.

Fonte: Bolsa de Mulher

Veja cinco motivos para tomar água com limão em jejum

Água com limão é recomendada como detox por nutricionistas.

Água com limão é recomendada como detox por nutricionistas.

O detox virou moda! Tomar um copo de água com meio limão espremido todo dia de manhã, ainda em jejum, é o mais fácil deles. A nutricionista Thaianna Velasco indica cinco motivos para aderir este hábito,

1) Desintoxica o fígado

A principal função desta mistura é atuar sobre este órgão, tão sobrecarregado pelas toxinas que adquirimos diariamente. Essas substâncias vêm dos alimentos, remédios, adoçantes, poluição, tabagismo e alguns cosméticos.

2) Melhora da imunidade

O limão é altamente ácido. Ao entrar no organismo ele torna o sangue mais alcalino e por isso mais resistente à doenças. O açúcar tem o efeito oposto. Por isso, não é recomendado adoçar esta mistura.

3) Ajuda na digestão

O limão limpa o intestino e aumenta os movimentos do órgão, ajudando no processo de desintoxicação e digestão. Caso você tenha problemas digestivos, queimação quando come, dificuldades de digestão e sono após comer, o limão ajudará o seu organismo a se equilibrar e você verá que após alguns dias terá uma baixa nestes sintomas de má digestão.

4) Esta mistura é adstringente

Isso significa que ele ajuda a eliminar gorduras. Não quer dizer que emagreça, mas que ajuda a desintoxicar o sangue do excesso de gordura.

5) Controla a pressão

O limão funciona como um ciurético natural, que ajuda na redução da pressão arterial. Hidrate-se!

Atenção:

Pessoas com problemas de gastrite, acidez e irritação de mucosa não devem aderir ao hábito. O limão é muito ácido e vai piorar os sintomas.

Fonte: Extra

Chia: a semente que emagrece e reduz gordura

Ela manda a fome embora e é capaz de controlar a glicemia e baixar o colesterol

Grãos de chia - Foto: Getty Images

Grãos de chia

A chia (Salvia hispanica L.) é uma planta herbácea da família das lamiáceas, da qual também fazem parte o linho e a sálvia, tanto que é conhecida com “salvia hispânica”. Originária do México, suas sementes já eram utilizadas como alimento pelos povos das civilizações da América Central há muitos séculos. A importância do consumo desta semente tem sido reforçada por especialistas em nutrição humana, uma vez que nela são encontrados ácidos graxos poli-insaturados essenciais, fibras, proteínas e outros nutrientes. Mas a fama notória da chia foi conquistada graças aos seus efeitos sobre a dieta, pois a semente é capaz de favorecer o emagrecimento. Consumi-la significa colher uma lista de benefícios, que incluem desde regular as taxas de colesterol sanguíneo até fortalecer o sistema imunológico.

Semente de chia – Por 25 g (uma porção)
Calorias 122 kcal
Carboidratos 10,53 g
Proteínas 4,14 g
Gorduras 7,69 g
Gorduras saturadas 0,833 g
Gorduras monoinsaturadas 0,577 g
Gorduras poli-insaturadas 5,917 g
Fibras 8,6 g
Cálcio 158 mg
Fósforo 215 mg
Magnésio 84 mg
Potássio 112 mg
Ferro 1,93 mg
Zinco 1,15 mg
Vitamina A 14 UI
Vitamina B1 (Tiamina) 0,155 mg
Vitamina B2 (Riboflavina) 0,043 mg
Vitamina B3 (Niacina) 2,208 mg

Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos

A chia pode ser facilmente consumida junto a saladas ou na mistura de sucos e vitaminas, além de outras receitas, na quantidade de duas colheres de sopa, que equivale a 25 gramas. Ela contém alto teor de ácidos graxos poli-insaturados essenciais, tipos de gorduras consideradas benéficas ao organismo, sendo rica em ácido graxo alfa-linolênico, também conhecido como ômega 3.

Ela também contém carboidratos considerados de baixo índice glicêmico, pois aproximadamente 34,4% da porção de 100 g da semente é composta por fibras alimentares. Por fim, a semente ainda contém compostos fenólicos sendo considerada uma fonte natural de antioxidantes. Entre eles estão o ácido cafeico e ácido clorogênico.

Sua semente é considerada como uma boa fonte proteica por possuir um alto teor de proteínas, sendo em sua maior parte aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não são produzidos pelo nosso organismo (isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e histidina). Para se ter uma ideia, precisamos consumir cerca de 50 gramas de proteínas todos os dias de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), considerando uma dieta de 2 mil calorias diárias. Isso significa que 25 gramas de chia contém 8% da proteína que precisamos em um único dia.

Mas a chia transborda mesmo em quantidade de fibras, duas colheres de chia contêm 8,6 g delas. Como temos que consumir 25 gramas dessas substâncias ao dia, isso quer dizer que uma porção tem 34% das fibras de que precisamos diariamente! Veja qual porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes ela também carrega:

  • 32% de magnésio
  • 16% de zinco
  • 15% de cálcio
  • 13% do ferro
  • 13% de vitamina B3 (niacina)
  • 12% de vitamina B1 (tiamina)
  • 3% de vitamina B2 (riboflavina).

* Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Benefícios da chia

Ajuda a emagrecer: um dos motivos que fazem da chia uma grande aliada na perda de peso está na sensação de saciedade que a semente proporciona. Suas fibras têm a capacidade de absorver muita água, transformando-se em uma espécie de gel. É só fazer o teste, deixando uma porção de molho num copo para perceber a semente inchando em pouco tempo. Quando é ingerida, a reação é semelhante. Em contato com os sucos gástricos, suas fibras se transformam nesse gel, que aumentam a dilatação do estômago. É esse mecanismo um dos fatores que favorecem a saciedade e, consequentemente, acarreta um menor consumo de alimentos.

Além disso, o consumo regular de chia pode ser benéfico para evitar a formação de gordura localizada, outra grande inimiga de quem luta contra os ponteiros da balança. Um estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition validou uma pesquisa em que onze indivíduos saudáveis consumiram a semente por 12 semanas e obtiveram redução na glicemia após a refeição, ou seja, não houve picos de insulina no sangue, sendo assim, a glicose foi liberada lentamente no organismo. Tal processo evita que a gordura seja acumulada e, por consequência, afasta o excesso de peso. Os participantes do estudo também relataram diminuição do apetite até 120 minutos após o consumo da refeição, diferentemente dos indivíduos que não consumiram a chia, mostrando assim seu efeito no aumento da saciedade.

Previne e controla o diabetes: por conter fibras e aumentar o tempo de liberação da glicose, a chia pode ser relacionada com a prevenção do diabetes tipo 2. Funciona da seguinte forma: a digestão dos carboidratos começa na boca e termina no intestino, onde partes maiores de carboidrato são transformadas em tipos diferentes de açúcar (glicose, frutose, galactose) para serem absorvidos. Quando consumida com fontes de carboidratos (frutas, massas, pães), as fibras da chia têm como efeito a diminuição da velocidade com que o carboidrato sai do estômago e chega ao intestino, para terminar de ser digerido e absorvido, justamente por se transforarem em um gel. Dessa forma, a glicose é liberada lentamente na corrente sanguínea, fazendo com que o hormônio insulina, necessário para transportá-la até as células, também seja liberado em pequenas doses. A vantagem de tudo isso é que com menos doses desse hormônio circulando no organismo, evita-se assim uma condição chamada resistência à insulina. O quadro ocorre quando é preciso uma quantidade maior do composto para que a mesma quantidade de glicose seja armazenada, e em longo prazo favorece o aparecimento do diabetes tipo 2.

Previne doenças cardiovasculares: o consumo regular de chia é capaz de evitar doenças como infarto, derrame e hipertensão graças as suas grandes quantidades de ômega 3. Esse ácido graxo reduz a formação de coágulos sanguíneos e arritmias, além de diminuir o colesterol circulante no sangue. Além disso, o ômega-3 ajuda na regulação da pressão dos vasos sanguíneos, uma vez que aumenta a fluidez sanguínea, evitando assim, o aumento da pressão arterial.

Regula o colesterol: de toda gordura que compõe a chia, aproximadamente 77% são formados por ácidos graxos ômega 3 e ômega 6. Essas gorduras têm como uma de suas principais propriedades reduzir o colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol bom (HDL), além de baixar os triglicérides na corrente sanguínea. Além disso, as fibras da semente também têm efeito benéfico na diminuição da concentração dos lipídios no sangue, que é o caso do colesterol.

Efeito desintoxicante: os antioxidantes, como o ácido cafeico, de sua composição, são responsáveis por auxiliar na desintoxicação do fígado, além de impedir a formação de radicais livres que agem destruindo as membranas celulares e desencadeando o processo de envelhecimento.

Fonte de cálcio: por ter bastante cálcio, a chia é uma alternativa para indivíduos que têm intolerância à lactose, necessitando de fontes alternativas desse mineral. Porém, alimentos como tofu e gergelim contêm maiores quantidades de cálcio, e vale consumi-los também.

Protege o cérebro: ela também pode favorecer as ligações cognitivas no cérebro. Muitos estudos relacionam os ácidos linoleico e alfa-linolênico presentes na semente com a formação das membranas celulares, as funções cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos.

Pele e cabelos mais bonitos: em sua composição nutricional, a chia também apresenta vitamina A, nutriente que age como antioxidante contra os radicais livres e também auxilia na redução da acne e prevenção do ressecamento da pele. A semente também leva vitamina B2, importante na saúde da pele, unhas e cabelos.

Efeito anticelulite: já se sabe que a chia contém quantidades significativas de ômega 3 e muitos estudos têm relacionado o consumo desse ácido graxo com a diminuição da inflamação, o que seria interessante para diminuir e evitar celulite, um processo inflamatório do organismo.

Fortalece a imunidade: por conter minerais como o selênio e zinco, que auxiliam o sistema imunológico, a chia é importante para reforçar as defesas, afastando de perto doenças como gripes, resfriados e processos infecciosos. Além disso, por ter nutrientes como fósforo, manganês, cálcio, potássio e sódio, a semente é indispensável para a manutenção da integridade e saúde das células.

Boa fonte de ferro: o mineral, presente em grande quantidade na chia, é muito bem absorvido nesse alimento. Ele é o principal nutriente na formação dos glóbulos vermelhos, que transportam o oxigênio pelo nosso corpo. A redução desses glóbulos e da oxigenação levam à anemia, fadiga e cansaço, aumenta os riscos de infecções e também se relaciona a uma queda na imunidade.

Quantidade recomendada de chia

Os especialistas dizem que não há uma quantidade diária estabelecida para o consumo da chia. No entanto, estudos conduzidos em humanos que obtiveram resultados positivos utilizaram 25 g da semente, aproximadamente duas colheres de sopa, uma vez ao dia. Cabe salientar que alguns usaram mais. Mas como ela é calórica, o mais recomendado é manter os 25 g diários.

Como consumir a chia

Ela pode ser consumida crua, triturada ou em forma de gel ou na forma de óleo. A semente mantém suas propriedades em todas estas formas de consumo. Veja como usá-la:

Salada de chia e quinua - Foto: Getty Images

Salada de chia e quinua

Em forma de gel: deixe uma colher de sopa da semente de molho em 60 ml de água durante aproximadamente 30 minutos. O ideal é consumir o gel assim que ele estiver formado, não sendo recomendado guardar a mistura para comer depois. Depois que a goma é formada, você pode consumi-la na forma pura sem acompanhamentos (ainda que seja pouco comum) ou usá-la no preparo de mingau, sopas, batida em sucos ou em receitas de bolo e até adicionando à molhos de massas, por exemplo.

Substitua os ovos das receitas: o gel formado pela chia pode ser um ótimo substituto do ovo em receitas. Misturando uma colher de sopa da farinha de chia com 60 ml de água, você obtém uma quantidade de gel suficiente para substituir um ovo em qualquer preparação.

Semente seca: em vez de produzir o gel, você pode fazer diferente e adicionar a semente a líquidos como sucos, iogurtes e vitaminas. Uma sugestão é comer a porção no lanche entre as refeições, pois um pote de iogurte desnatado (160 ml) com uma colher de sopa de chia contém apenas 70 calorias.

Óleo da chia: ele pode ser usado para temperar saladas ou para regar a refeição quando já estiver no prato. O aquecimento do óleo de chia não é recomendado, pois o ômega 3 é facilmente oxidado com o calor, perdendo assim suas propriedades.

Na forma de farinha: a farinha pode ser misturada a frutas, sopas, mingaus e sucos de forma mais prática. Esta versão também pode substituir a farinha de trigo no preparo de receitas de pães e bolos. Outra boa pedida é comprar o grão, liquidificar, acondicionar a farinha em um pote e armazenar em geladeira para depois consumir junto da salada.

Chia sozinha ou com outros grãos? Normalmente as pessoas misturam grãos fontes de nutrientes diferentes, para atingir um benefício específico, nem sempre promovido por todos os grãos do mix. Com benefícios à saúde próximos ao da chia, temos a linhaça, o gergelim e o girassol. Mas não é recomendado consumir uma porção de cada uma deles por dia, devido à alta quantidade de calorias que essas sementes possuem. Sendo assim, uma solução pode ser fazer um mix destes grãos e consumir até 25g do mix ao dia.

Compare a chia com outros alimentos

  • Em relação à gordura, ela só perde da linhaça que contém 32,3 g em 100 g de alimento enquanto a chia tem em sua composição 30,74 g em 100 g. Mas vale lembrar que grande parte dessa gordura é proveniente de ômega-3 e omêga-6, benéficos para saúde e que equilibram as taxas de colesterol.
  • Se compararmos, porém os ácidos graxos dos peixes de águas profundas, como o salmão, e dos vegetais, existem diferenças. O ômega-3 de origem animal contém mais componentes EPA (ácido eicosapentaenoico) e DHA (ácido docosahexaenóico) do que os de origem vegetal, que não produzidos por nosso organismo e trazem mais benefícios à saúde cardiovascular.
  • A chia contém 631 mg de cálcio em 100 g. Mas vale lembrar que apesar de 100 gramas da semente terem mais cálcio do que um copo de leite integral (234 mg), é contraindicado consumir toda essa quantidade do grão, e o mineral do leite é mais facilmente absorvido pelo nosso organismo. Uma porção diária de chia (ou seja, 25 g) tem 158 gramas de cálcio, perdendo para o leite. E seria preciso mastigar muito bem o grão para dispor de todo o mineral que ele contém. Isso torna a semente uma boa opção para quem não pode consumir lactose e precisa de cálcio.
  • A semente também contém 112 mg de potássio e 84 mg de magnésio em 25 g enquanto o farelo de trigo (obtido como sobra do processo de refino do trigo, que dá origem à farinha de trigo) não apresenta nenhum dos dois micronutrientes. O magnésio é um mineral que não faz falta em pessoas que consomem as cinco porções recomendadas de vegetais, pois é abundante nesses alimentos. Porém, como a maior parte dos brasileiros não consome os 400 gramas de vegetais e frutas diários indicados pelo Ministério da Saúde (cerca de 90% de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE), ela é uma boa alternativa para não perder o mineral.
  • A chia é considerada uma boa fonte de ferro, pois além de ter o mineral em alta quantidade, ele é mais fácil de ser absorvido na semente do que em alguns vegetais, pois eles acabam presos em uma substância chamada fitato. 25 g de chia contêm 1,93 g de ferro, 65 g de espinafre (o que equivale à quantidade recomendada de folhas verdes escuras para um dia) têm 1,77 g do mineral.

Na tabela abaixo você compara a semente com a quinoa, o trigo, a aveia, a linhaça e o amaranto – cinco outros grãos consumidos pelos brasileiros:

Nutrientes (100 g do grão) Aveia Farelo de Trigo Quinoa Amaranto Chia Linhaça
Calorias 394 kcal 360 kcal 380 kcal 373 kcal 485 kcal 495 cal
Carboidratos 67 g 76 g 68,8 g 64 g 42,12 g 43,3 g
Proteínas 14 g 10 g 13,11 g 13,5 g 16,54 g 14,1 g
Gorduras 8 g 2 g 5,77 g 6,89 g 30,74 g 32,3 g
Fibras 9,1 g 2 g 6 g 6,67 g 34,4 g 33,5 g
Cálcio 48 mg 18 mg 129 mg 160 mg 631 mg 211 mg
Potássio 336 mg 740 mg 509 mg 407 mg 869 mg
Fósforo 153 mg 411 mg 558 mg 860 mg 615 mg
Magnésio 119 mg 211 mg 249 mg 335 mg 347 mg
Ferro 4,4 mg 4,2 mg 9,33 mg 7,5 mg 7,72 mg 4,7 mg

Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos (TACO) – versão 2, UNICAMP.
Fonte sobre dados nutricionais da chia: Departamento de Agricultura dos Estados Unidos

Contraindicações

Não há contraindicação ao consumo da chia, porém suplementos devem ser utilizados somente com prescrição médica ou nutricional.

Riscos

A chia é um carboidrato, apesar de conter fibras, em excesso, pode levar ao aumento de peso, constipação intestinal (principalmente se o indivíduo não tomar quantidade suficiente de água) e pode levar a desconfortos gástricos uma vez que retarda a saída dos alimentos do estômago.

O consumo excessivo de fibras pode interferir negativamente na absorção de minerais como cálcio e zinco.

Fonte: Minha Vida

Azeite, milho ou canola? Pesquisa identifica óleos mais saudáveis para cozinhar

Qual é o melhor óleo para cozinhar? Pesquisadores de uma universidade britânica analisaram cinco tipos para determinar qual seria o mais saudável

Escolher o óleo certo para cozinhar não é fácil.

Quando o assunto é gorduras e óleos, temos dezenas de opções disponíveis e é complicado saber qual delas será a “mais saudável”. As prateleiras dos supermercados têm de tudo. E, nos dias de hoje, apesar de termos mais informações, elas muitas vezes se confundem, porque há muito debate sobre os benefícios e os danos que podem vir do consumo de diferentes tipos de gordura.

Na série da BBC Trust Me, I’m a Doctor perguntamos: “Quais tipos de gordura e óleo são os melhores para cozinhar?”

Você pode pensar que é óbvio que frituras feitas com óleo vegetal são mais saudáveis do que se fosse feitas com óleo animal, como banha ou manteiga.

Mas será?

Para descobrir isso, demos a alguns moradores de Leicester, na Inglaterra, uma variedade de gorduras e óleos e pedimos aos voluntários para usarem todos eles. Também pedimos aos voluntários que guardassem o que sobrasse do óleo para podermos analisar.

As gorduras e óleos usados foram: óleo de girassol, óleo vegetal, óleo de milho, óleo de canola, azeite, manteiga e banha animal.

Depois de usadas para cozinhar, foram coletadas amostras dos óleos e das gorduras e enviadas para a Leicester School of Pharmacy na Universidade de Leicester, onde o professor Martin Grootveld e sua equipe fizeram um experimento paralelo onde eles aqueceram de novo os mesmos óleos a temperaturas altas para fazer frituras.

Quando você está fritando ou cozinhando em uma alta temperatura (próximo de 180°C), as estruturas moleculares de gorduras e óleos mudam. Acontece o que chamamos de oxidação – elas reagem com o oxigênio do ar formando aldeídos e peróxidos de lipídio. Na temperatura ambiente, algo semelhante acontece, mas de maneira muito mais lenta. Quando lipídios se decompõem, eles se tornam oxidados.

O consumo de aldeídos, mesmo que em pequenas quantidades, tem sido relacionado a um risco de doenças do coração e câncer. Então o que Grootveld e sua equipe descobriram?

“Descobrimos que os óleos que eram ricos em poliinssaturados – o de milho e o de girassol – geravam altos níveis de aldeídos.”

O resultado foi surpreendente, já que muita gente pensava que o óleo de girassol era o mais “saudável”.

Manteiga e banha animal são melhores que óleos de girassol ou de milho para frituras

“Óleo de girassol e de milho são bons”, diz o professor Grootveld, “desde que você não submeta eles ao calor, como ao fritar alimentos ou ao cozinhar algo. É um fator químico simples faz com que algo que é visto como saudável para nós se converta em algo que faz mal quando é submetido a temperaturas mais altas.”

O azeite e o óleo de canola produziram muito menos aldeídos, assim como a manteiga e a banha animal. O motivo é que esses óleos são ricos em ácidos graxos monoinsaturados e saturados, que são muito mais estáveis quando submetidos ao calor. Na verdade, gorduras saturadas raramente passam pelo processo de oxidação.

Segundo Grootveld, o melhor óleo para fritar e cozinhar é o azeite. “Primeiro porque esses compostos tóxicos são gerados em baixa quantidade e segundo porque os compostos que são formados são menos maléficos para o corpo humano.”

A pesquisa dele também sugere que, quando o assunto é cozinhar ou fritar, manteiga ou banha animal são mais indicadas do que óleo de girassol e de milho.

“Se eu tivesse escolha entre banha e polinsaturados, eu optaria pela banha sempre.”

A banha animal, apesar de ter uma reputação de “não saudável”, é, na verdade, rica em gorduras monoinsaturadas.

O estudo também revela outros aldeídos identificado na análise das amostras enviadas para a universidade que ainda não haviam aparecido em outros experimentos com óleos.

“Nós descobrimos algo novo para a ciência aqui. Nunca tínhamos visto isso, estou impressionado.”

Os voluntários provavelmente não ficariam muito felizes ao descobrir que o óleo que usaram para cozinhar gerou tantos compostos tóxicos.

O conselho final de Grootveld é, primeiramente, evitar frituras, especialmente aquelas em temperaturas muito altas. Se você estiver fritando algo, tente usar o mínimo possível de óleo e tente remover todo o óleo do alimento após a fritura usando uma toalha de papel, por exemplo.

Para reduzir a produção de aldeídos, opte por um óleo ou gordura que sejam ricos em lipídios monoinsaturados ou saturados (preferencialmente 60% para um ou outro) e mais de 80% para os dois juntos), e que sejam pobres em polinsaturados (menos de 20%).

O professor acredita que o “óleo ideal” para cozinhar seja o azeite, porque “tem 76% de lipídios monoinsaturados, 14% saturados e apenas 10% polinsaturados”.

E, nesse caso, o azeite não importa se o azeite é “extra virgem” ou não. “Os níveis antioxidantes presentes em produtos extra virgem são insuficientes para proteger contra a oxidação induzida pelo calor.”

O último conselho é manter sempre o óleo guardado longe da luz e não reutilizá-lo, já que isso também leva ao acúmulo de substâncias ruins.

Escolher o óleo certo para cozinhar os alimentos pode evitar riscos de doenças coronárias

  • Sobre gorduras:
  • Gorduras polinsaturadas: contêm duas ou mais ligações carbono-carbono. Em alimentos como sementes, peixes, folhas verdes e nozes, podem trazer vários benefícios para a saúde. No entanto, os benefícios advindos do consumo de óleo de girassol e de milho, apesar de ricos em poliinstaturados, ainda não estão tão claros.
  • Óleos monoinsaturados: contêm apenas uma ligação dupla carbono-carbono. São encontrados em abacates, azeitonas, azeite, amêndoas e avelãs e também em banha animal. O azeite, que tem aproximadamente 76% de monoinsaturados, é um dos principais elementos da dieta mediterrânea, que tem se mostrado muito efetiva para reduzir o risco de doenças do coração.
  • Gorduras saturadas: não têm ligação dupla de átomos de carbono. Apesar de especialistas indicarem o consumo desse tipo de gordura, recentemente os benefícios dela e de outras gorduras derivadas de animais têm sido questionados.

Fonte: BBC

7 coisas bizarras que as mulheres da Roma Antiga usavam para se manter bonitas

Pintura retrata mulheres romanas tomando banho (Foto: Wikimedia Commons)

PINTURA RETRATA MULHERES ROMANAS TOMANDO BANHO (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)

Assim como nos dias atuais, a preocupação com a estética era muito comum no Império Romano. Não que eles tenham inventado o culto à beleza nem nada do gênero. Na verdade, muitos dos costumes e modas que pegaram na Roma Antiga foram importados de civilizações mais velhas, como a Grécia e o Egito, depois de conquistadas pelos romanos. Mas ao contrário das tradições orientais, nas quais as mulheres se embelezavam de forma exuberante, as romanas prezavam mais pela discrição. Se usassem muito perfume e exagerassem na maquiagem, eram vistas como adúlteras ou prostitutas.

Mesmo assim, tanto patrícias quanto plebeias recorriam a loções e cosméticos para melhorar a aparência. A diferença é que o dinheiro comprava produtos de melhor qualidade e sem odores pútridos. Os cheiros vinham dos ingredientes bizarros a partir dos quais muitos dos cremes eram feitos. Como naquela época o conhecimento sobre química não era lá tão avançado, o pessoal acreditava que essas substâncias tinham bastante poder. E o resultado de aplicar essas melecas na cara podia ser um tanto desagradável. “Não era incomum para um marido beijar sua esposa e descobrir que seus lábios ficaram grudados no rosto dela por causa do processo”, escreveu a historiadora Ryan Stone no site Ancient Origins.

Achamos o artigo dela tão interessante e os ingredientes que ela citou tão estranhos que resolvemos listar alguns por aqui. Confira:

Pó de giz e cocô de crocodilo Uma das coisas que as romanas mais valorizavam era ter um tom de pele extremamente pálido – isso era um indício de que a pessoa passava muito tempo dentro de casa, e que portanto era rica o suficiente para garantir que servos e criados fizessem o “trabalho sujo” por ela. Só que as mulheres de Roma não eram tão brancas assim, então se sujeitavam a técnicas das mais bizarras para conseguir branquear a pele. Tipo passar pó de giz e cocô de crocodilo no rosto.

Leite de jumenta Como deixar a pele mais bonita? Basta tomar um belo banho de leite de jumenta fresquinho, é claro. Quem começou com essa história foi Cleópatra, a charmosa rainha egípcia que fisgou o grande general romano Marco Antônio. É claro que muitas moças de Roma queriam ser iguais a ela, por isso imitavam sua receita ~infalível~.

Banha de cisne e feijão cozido Quem quisesse se ver livre das rugas no Império Romano, talvez considerasse ter de matar um cisne ou então cozinhar um punhado de feijão. Isso por que a dica para acabar com as marcas faciais era esfregar em cima delas um pouco da gordura do animal, ou então passar feijão cozido nas rugas. Será que o povo acabava comendo essa gororoba?

Cinzas de caramujos Hoje em dia, ter sardas costuma ser considerado um charme a mais. Mas na Roma de dois mil anos atrás, elas eram um indício de tempo demais no sol, o que em outras palavras sugeria que a mulher era pobretona. Para sumir de vez com as pintinhas, as romanas queimavam caramujos e aplicavam as cinzas nas bochechas.

Delineador à base de fuligem Imagine passar o dedo naquela meleca preta que fica dentro das lareiras e depois pintar o olho com aquilo? Era mais ou menos o que as garotas faziam naquela época. A maquiagem nos olhos parecia bastante com a que é feita hoje, e a tal substância era chamada de kohl. Feita a partir de fuligem ou cinzas, foi introduzida no império pelos egípcios e continua sendo usada na Turquia até hoje!

Fonte: Galileu

20 mitos e verdades sobre academia

Sabe aquelas teorias que a gente nunca sabe se são verdadeiras ou não, mas acaba contando às amigas? Muitas podem levá-las a cometer erros quando o assunto é atividade física. Com a ajuda de especialistas, desvendamos algumas para você

academia

Nada de se preocupar: a corrida não faz o bumbum cair! | Foto: Fabio Mangabeira 

O exercício só dá resultado se sentirmos dor depois

Mito. A dor está relacionada à intensidade do exercício, à preparação de seu praticante e à resposta do organismo. Nem sempre os exercícios causarão dor e isso não quer dizer que não estejam funcionando. Aliás, sentir muita dor depois dos treinos pode sinalizar aprática incorreta. Por isso, peça auxílio ao instrutor para correção da execução, da postura e adequação de séries de acordo com o seu perfil.

Treinar em jejum emagrece

Mito. Para emagrecer é preciso ter um balanço calórico negativo, ou seja, gastar mais calorias do que se ingere. E para favorecer essa queima calórica durante a atividade física, precisamos estar fortes e descansadas. O jejum nos deixaenfraquecidas, limitando a performance e inibindo o gasto de calorias.

Quem malha muito e para de repente pode ver tudo despencar rapidamente

Mito. Pelo contrário, o treinamento feito até então permite um aumento do metabolismo que persiste muito mais do que em um sedentário. Se a pessoa gradativamente for reduzindo seus treinos, a sensação de diminuição da firmeza muscular demora mais a acontecer”, afirma Marcos César Rodrigues, professor da unidade Jardins da Fórmula Academia (SP).

O apetite aumenta com a prática de exercícios

Verdade. O gasto de energia resulta, sim, em uma sensação de fome aumentada. “Fique atenta ao que come e o quanto come. Senão, fica difícil ver os resultados”, diz Giba Ambrogi, professor da academia Bio Ritmo (SP).

A corrida faz o bumbum cair

Mito. De acordo com Marcos César Rodrigues, essa é uma ilusão criada devido ao movimento dos glúteos durante a corrida. No entanto, o efeito da atividade aponta para o resultado oposto. “A corrida fortalece a musculatura local, enrijecendo a região”, garante.

Praticar atividade física com roupas escuras ou com o corpo envolvido em plástico acelera a queima de gordura

Mito. Vestimentas com essas características não aumentam a queima de calorias. O que ocorre é uma elevação da temperatura corporal, que ocasiona liberação de suor. Assim, o organismo perde líquido e, ao subirmos na balança, temos a impressão errônea de que houve perda de gordura. Escolha sempre roupas confortáveis — que não causem abafamento — e adequadas ao tipo de atividade que irá praticar. É importante que não comprometam os movimentos nem o equilíbrio natural do corpo.

Antes da atividade física é preciso comer uma fonte de carboidrato. Senão, o corpo queima massa muscular em vez de gordura

Verdade. “Esse tipo de nutriente fornece bastante energia para o treino. E se suas reservas não estiverem adequadas, o corpo queimará a massa magra, o que é prejudicial para a saúde”, explica Emy Takahashi, nutricionista do Grupo Stancanelli (SP). Dúvidas sobre a quantidade? Consulte um especialista.

Nosso corpo queima mais gorduras depois de 30 minutos de exercício

Verdade. O metabolismo de gorduras é acelerado na presença de algunshormônios que são secretados pelo corpo humano na corrente sanguínea. Até que esses hormônios atinjam a concentração ideal, são necessários, em média, 30 minutos de exercício. “No entanto, depois de algum tempo de prática, o corpo necessita de um menor nível destas substâncias para acelerar a quebra das gorduras”, conta o professor Giba Ambrogi.

Exercícios em que a frequência cardíaca é mais constante, como esteira e bicicleta, são mais eficazes para a perda de peso do que aqueles em que a variação do ritmo é grande, como step

Mito. A frequência cardíaca não exerce grande influência no processo de perda de peso. “O fator mais importante é a relação entre queima calórica, que vem da adoção de uma dieta balanceada associada à prática de exercícios físicos. Se queimarmos mais calorias do que ingerirmos ocorre a perda de peso”, diz o personal trainer Bruno Tadeu P. da Silva (SP). Pesquisas compararam os índices de emagrecimento de praticantes de corrida e musculação. O resultado foi semelhante. “A corrida mantém uma frequência cardíaca mais constante, já a musculação causa variações. Por isso, é indiferente”.

Alongamento depois da musculação pode favorecer a incidência de lesões

Verdade. “Nesse período, os músculos estão um pouco tensionados e forçá-los pode causar problemas no desempenho e aumentar o risco de lesões”, salienta Bruno Tadeu. Por isso, pegue leve! Alongue para induzir o corpo ao relaxamento e não exija muito da sua flexibilidade.

Na academia transformo gordura em músculos

Mito. É impossível transformar gordura em músculos. “O que ocorre é que um vai embora enquanto o outro chega. A ilusão de transformação acontece devido à pouca mudança do peso corporal observada na balança, quando se diminui a gordura e aumenta o volume muscular”, esclarece Marcos César Rodrigues, da Fórmula Academia.

Depois dos 35 anos é mais difícil ter resultados com a malhação

Verdade. Em média, a diminuição do metabolismo da mulher ocorre por volta dos 32 anos. Nos homens, algum tempo mais tarde: aos 36.

Quem deseja emagrecer pode adotar uma rotina de exercícios fracionada ao longo do dia. Não precisa fazer tudo de uma vez

Verdade. Segundo André Leta, diretor técnico da rede de academias Proforma (RJ), o Colégio Americano de Medicina Esportiva recomenda a realização de, no mínimo, 150 a 250 minutos de atividade moderada. “Esses 150 minutos podem ser distribuídos em treinos que contemplem cinco dias na semana, com duração de 30 minutos cada. Essa meia hora pode ser fracionada durante o dia, em blocos mínimos de 10 a 15 minutos de duração. Assim você pode realizar três etapas de 10 minutos ou duas etapas de 15 minutos no decorrer do dia”, diz.

O spinning (ciclismo indoor) machuca o joelho

Mito. Os movimentos exigidos durante o pedalar em uma bicicleta de ciclismo indoor são igualmente seguros para o joelho. No entanto, o mecanismo de catraca fixa do spinning exige cuidados extras, como o controle de ritmo e ajustes da bicicleta.

Quando bebemos água gelada durante o treino gastamos mais calorias

Mito. Realmente o organismo aquece a água que ingerimos e esse processo demanda energia. No entanto, o gasto calórico é insignificante: cerca de uma caloria por litro. Então, nem adianta apostar nisso. Mas lembre-se: beber água hidrata e faz bem para a pele.

Tomar um banho gelado após a musculação pode favorecer o ganho muscular

Mito. A teoria por trás deste mito defende que o aumento do fluxo sanguíneo, resultante do contato com a água em baixa temperatura, aumentaria o aporte de sangue nos músculos favorecendo sua recuperação e hipertrofia. “Para derrubar essa ideia, devemos lembrar que esta adaptação do fluxo sanguíneo diante da água fria ocorre em todos os compartimentos do corpo e não só nos grupos que foram estimulados durante o treinamento. Além disso, após a atividade física, a circulação de sangue já se mantém aumentada nos músculos exercitados, independentemente de se ter tomado banho gelado ou não. Portanto, tal atitude não causa nenhuma reação, positiva ou negativa, da resposta muscular”, analisa André Leta.

Combinar exercícios aeróbicos e anaeróbios é a melhor forma de emagrecer

Verdade. “A musculação ajuda na obtenção de um melhor desempenho na atividade aeróbica e, consequentemente, auxilia o praticante a perder peso de forma mais eficaz e sem a preocupação de desenvolver lesões”, opina Guilherme Dantas, coordenador da academia Physical (RJ).

Treinar de manhã traz melhores resultados do que no período da noite

Mito. É o ritmo biológico de cada pessoa que determina a melhor hora para treinar.

A musculação favorece o surgimento de estrias

Mito. “Isso só acontece com o uso de substâncias que façam a musculatura crescer de forma não natural, já que esses produtos causam um esticamento agressivo que pode gerar estrias”, alerta o professor Marcos César Rodrigues.

Musculação com pouco peso e várias repetições ajuda a emagrecer. O contrário só propicia ganho de massa muscular

Mito. Quem pega mais pesado na malhação também faz uma manutenção do peso. “A musculação, independentemente da sua carga, ajuda a acelerar o metabolismo. Estima-se que, no período pós-treino, os praticantes tenham o metabolismo 12% mais acelerado”, comenta Bruno Tadeu. E para mantermos a massa magra, nosso corpo despende mais energia do que quando há muita reserva de gordura.

 

Fonte: Corpo a Corpo

Exames de DNA apontam para o futuro da beleza da pele

Teoria por trás da inglesa GeneU se apoia em tratamento personalizado

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Olho neles. Nick Rhodes (à esq.) e Christofer Toumazou, na GeneU: eles prometem uma revolução no tratamento da pele

Londres, Reino Unido. O que está sendo considerado o futuro do tratamento de pele começa, por mais estranho que pareça, com um bochecho de uma solução bucal. É para eliminar quaisquer resíduos que possam interferir em uma boa amostra de saliva, da qual o DNA será extraído, pois os cremes são preparados de acordo com o código genético individual.

O teste é de uma empresa chamada GeneU e feito nesse estabelecimento, inaugurado há nove meses na New Bond Street, que mais parece uma mistura de cenário de filme de ficção científica com os toques vermelhos e prateados das lojas da Apple – o que não deixa de ser apropriado, já que o teste de DNA é feito por meio de um microchip minúsculo. E mais: é feito por meia dúzia de beldades de pele perfeita que, por acaso, também têm PhD.

Como funciona. Ao contrário de outros testes do gênero, que são enviados para o laboratório e levam pelo menos duas semanas para ficarem prontos, o da GeneU é feito ali mesmo, em meia hora. Atualmente, analisa apenas as variações de dois genes: o que contém informações sobre a rapidez com que o corpo deteriora colágeno e o de proteção antioxidante.

Os resultados, junto com as respostas de um questionário simples sobre estilo de vida, são inseridos em um algoritmo que produz dois dos 18 produtos que se adaptam melhor à pessoa. As fórmulas são baseadas nas pesquisas minuciosas de ingredientes e concentrações.

O custo é de 600 libras (aproximadamente US$ 940 ou R$ 4.600) pelo teste, mais suprimento para duas semanas. Por questões de privacidade, os resultados são destruídos; ficam somente os nomes dos preparados recomendados.

A teoria por trás da GeneU reza que o tratamento de pele inovador pode contar com ingredientes benéficos, mas que não são necessariamente aquilo de que sua pele necessita.

Se você é, digamos, uma pessoa cujo gene MMP1 está programado para deteriorar colágeno mais lentamente, a teoria da empresa é a de que é desperdício de tempo (e dinheiro) passar anos usando cremes que alegam aumentar sua produção; o hábito não vai diminuir os efeitos do tempo e podem até entupir os poros e/ou causar outros danos. O que sugere que, como na medicina em geral, no tratamento de pele nem sempre mais é melhor.

“Para nós, trata-se de oferecer à pessoa a concentração exata que pode ser metabolizada pela pele”, explica Christofer Toumazou, fundador da companhia e professor da Imperial College London.

Toumazou não é dermatologista; na verdade, é engenheiro elétrico e ajudou a desenvolver um pâncreas artificial para quem sofre de diabetes tipo 1, um implante auricular que permite às crianças surdas ouvir e um monitor cardíaco sem fios. E só passou a se interessar pelo DNA há uma década, quando seu filho foi diagnosticado com uma doença genética.

Flash

GeneU.A empresa pretende investir mais na próxima rodada de testes, e vai se concentrar na epigenética – a forma como os genes atuam, se é que o fazem, em relação ao estilo de vida.

Flash

Mais estudos. Médicos contrários à análise de DNA para personalização de fórmulas dizem que, apesar da importância dada aos antioxidantes, não há uma pesquisa minuciosa que mostre que eles diminuem os sinais da idade.

Vaidade

Nome de peso. O diretor criativo da empresa é Nick Rhodes, tecladista do Duran Duran, que conhece tudo sobre produtos de beleza – tanto que usou o mesmo batom rosa que a noiva, no dia do casamento.

Fonte: O Tempo

10 coisas que talvez você não saiba sobre a banana

A banana é uma fruta cultivada em quase todos os países do mundo. No Brasil, ela é muito popular e pode ser combinada com vários outros alimentos, além de ser uma fruta de baixo preço. A banana tem inúmeros benefícios para a saúde, pois é fonte de potássio que ajuda a contrabalancear os efeitos de sódio no corpo, beneficiando as pessoas que sofrem de pressão alta. Essa fruta também é fonte de fibras dietéticas que reduzem os problemas intestinais.Veja abaixo 5 coisas que você certamente não sabia sobre a banana!

1. Comer duas bananas pode dar-lhe energia suficiente para um treino de 90 minutos.

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2. Bananas podem ajudar a combater a depressão. Isto por que a banana contém uma proteína chamada triptofano, que se converte em serotonina. A serotonina ajuda a relaxar e pode fazer você se sentir muito melhor

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3. Banana possui vitamina B6, que regula os níveis de glicose no sangue. Esta vitamina também vai deixá-lo com mais disposição!

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4. A vitamina B6 nas bananas também ajuda a combater o estresse relacionado com qualquer coisa de sua vida profissional e sua vida pessoal

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5. Bananas podem ajudar a combater a hipertensão arterial e prevenir acidentes vasculares cerebrais! A fruta é rica em potássio e pobre em sódio, que é a combinação perfeita para lutar contra as duas doenças

benefícios_banana56. Bananas podem aliviar a azia por causa do efeito antiácido natural que tem sobre o corpo

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7. As bananas são ricas em fibras. Isso pode ajudar a regular os movimentos do intestino, sem recorrer a laxantes

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8. Tendo problemas para passar nas provas? Tente comer uma banana! O potássio da fruta vai ajudá-lo a manter o foco

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9. A parte interna da casca de banana pode amenizar as picadas de mosquito. Então, da próxima vez que um inseto malvado morder você, você pode recorrer a uma banana ao invés da pomada

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10. Bananas podem ajudar a curar a ressaca! Disso quase ninguém sabia

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Fonte: http://www.tudointeressante.com.br/

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