Arquivo da categoria: Mistério

Japão vai construir uma muralha de gelo para descontaminar Fukushima

Em 2011, um tsunami criado por um terremoto atingiu a usina de Fukushima (Japão) e acabou ocasionando um grande acidente nuclear.

O acidente foi considerado o maior desastre natural desde o acidente nuclear de Chernobyl. E, infelizmente, o acidente fez com que a usina liberasse muita radiação na água do mar.

Já aconteceram tentativas de retirada do material radioativo da área, mas as altas temperaturas e a própria radioatividade acabaram com a ideia.

Então, os japoneses decidiram criar uma muralha de gelo para acabar com o problema!

Para entender isso, você vai precisar entender como funcionava a usina.

A usina de Fukushima produzia energia com uma série de reatores que eram colocados em contato com toneladas de água. Assim, o líquido evaporava e o vapor movimentava as turbinas para gerar energia.

O projeto japonês consiste em usar tubos refrigerados localizados a 30 metros de profundidade. Quando ligados, esses tubos criarão uma barreira de gelo (com cerca de 1,5km de extensão) para cercar toda a área nuclear.

Todo esse projeto vai custar cerca de R$ 1 bilhão. E, acredite se quiser, se tratando de um grande projeto este é um valor baixo.

Logo abaixo você pode conferir um vídeo sobre o assunto:

 

Fonte: Mistérios do Mundo 

 

Designer Russa criar bonecas artesanais de porcelana usando ouro, prata e cristais Swarovski

A artista russa Marina Bychkova tem dedicado sua carreira para criação de bonecas de porcelana com um olhar misteriosamente triste para adultos.

 

Quando criança, a autora achava que bonecas infantis produzidas em massa eram muito chatas. Então, quando Marina tinha apenas 6 anos de idade, começou a fazer suas próprias bonecas. Esse interesse aumentou  quando iniciou seus estudos na Emily Carr Institute of Art and Design.

Confira as fotos abaixo:

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Fonte: Catraca Livre 

Nasa flagra algo saindo de buraco negro pela primeira vez na História

  

Buracos negros são extremamente intrigantes para a humanidade — sejam leigos ou especialistas. As formações sempre intrigaram a humanidade no sentido do que podem fazer, sempre com teorias que dizem respeita a “passagens” entre dimensões por meio deles.

E, agora, a curiosidade humana ganha mais um capítulo: pela primeira vez na história a Nasa avistou algo saindo de um buraco negro. Não se sabe o que é  e nem os efeitos dessa movimentação, mas a exploração em torno do buraco-negro superlativo Margarina 335 já chama atenção.

O flagra feito pela agência espacial norte-americana aconteceu através do conjunto do telescópio espectroscópico nuclear da Nasa. O momento foi considerado por muitos especialistas que trabalham no projeto como um verdadeiro milagre, já que nunca havia acontecido tal registro.

  

“Essa é a primeira vez que conseguimos conectar o lançamento do halo de uma labareda. Isso vai nos ajudar a entender como os buracos negros superlativos alimentam alguns dos objetos mais brilhantes do Universo”, explica Dan Wilkins, envolvido no projeto e pesquisador da Universidade de Saint Mary.

A principal questão dos pesquisadores agora é descobrir o que é o “algo” que eles flagraram saindo do buraco negro. Se descobrirem, acreditam que darão passo importante nos estudos sobre esse tipo de fenômeno, chegando, por exemplo, a conclusões sobre tamanho, dimensões e funções dos buracos.

Fonte: Yahoo!

Extraterrestres existem? Por que ainda não convivemos com eles?

A cientista e escritora Maria Pereda (M.C. Pereda) e a metafísica Cris D Paschoal são entrevistadas por Lucimara Parisi, sobre a possibilidade de vida extraterrestre, como eles são e o motivo de ainda não conviverem conosco.

Dupla de cientistas acredita que já achamos vida no espaço

Chandra Wickramasinghe queria mandar detectores de vida em missão espacial

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Astrônomos, astrofísicos, astrobiólogos – vai ver, até astrólogos – estão otimistas. Meses atrás, a cientista Elen Stofan, da Nasa, anunciou que acredita que vamos achar vida no espaço em, no máximo, 30 anos. Mas e se já encontramos?

Os possíveis descobridores não são da Nasa, mas da Agência Espacial Europeia (ESA), e o candidato não é nenhum planeta, mas o cometa 67P Churyumov-Gerasimenko, que está recebendo uma incrível visita da nave Phillae e a sua sonda, a Rosetta.

O astrobiólogo Chandra Wickramasinghe, da Universidade de Buckingham, e Max Wallis, da Universidade de Cardiff, dizem que pode haver vida lá, e só não detectamos por falta de equipamento. O primeiro participou do projeto da missão da ESA, há 15 anos. Então, ele sugeriu que aparelhos para detecção de vida fossem enviados, mas a proposta foi recebida com gargalhadas.

Segundo eles, uma característica única do cometa, uma crosta negra de material orgânico, poderia ser explicada por micro-organismos extremófilos, capazes de suportar os ciclos de congelamento e descongelamento no espaço. Os micro-organismos se tornariam ativos e se reproduziriam quando o cometa se aproxima do Sol, fazendo o gelo derreter.

“[A sonda] Rosseta já mostrou que o cometa não deve ser visto como um objeto inativo congelado, mas que suporta processos geológicos e pode ser mais habitável para vida microscópica que nossas regiões ártica e antártica”, afirma Wallis.

A proposta foi recebida com extremo ceticismo. Ninguém da ESA acredita que o cometa possa ter vida. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Wickramasinghe rebateu: “Cinco séculos atrás, foi uma luta fazer com que as pessoas aceitassem que a Terra não é o centro do universo. Depois dessa revolução, nosso pensamento continuou centrado na Terra em relação à vida e a biologia. Isso está profundamente enraizado em nossa cultura científica e precisará de um bocado de evidência para ser superado”.

Estaremos mesmo diante de um novo Copérnico? Nascido no Sri Lanka, o astrobiólogo já causou muita controvérsia ao afirmar, entre outras, que o vírus da síndrome respiratória aguda severa (a SARS) veio do espaço.

 

Referências:

1) Do micro-organisms explain features on comets?, Royal Astronomical Society: https://www.ras.org.uk/news-and-press/2654-do-micro-organisms-explain-features-on-comets

2) Philae comet could be home to alien life, say scientists, The Guardian:  http://www.theguardian.com/science/2015/jul/06/philae-comet-could-be-home-to-alien-life-say-top-scientists

 

Fonte: Superinteressante

 

Com um aquecimento similar ao de hoje, nível do mar já subiu seis metros

O Rio de Janeiro só não virou Veneza porque ainda não deu tempo

Cidade submersa

Passeios de gôndola agora disponíveis para o mundo inteiro | Foto: Thinkstock

Como todo o cético climático costuma lembrar, a Terra já passou por vários períodos de aquecimento e resfriamento antes do atual – causado, sim, pelo fato que estamos reintroduzindo na atmosfera o carbono que um dia esteve no ambiente, e tornava outras eras mais quentes.

Há 3 milhões de anos, quando nossos ancestrais peludos tentavam se equilibrar em duas patas na África, a atmosfera tinha uma quantidade de carbono e temperatura equivalentes à de hoje em dia. Motivo para relaxar e ir à praia num Hummer para curtir um churrasco no carvão mineral? Bom, acontece que, então, o nível dos oceanos era ao menos seis metros mais alto. Não esqueça a boia.

Foi o que revelou um estudo de paleoclimatologistas da Universidade Estadual do Oregon (EUA).  Eles compilaram os resultados de 30 anos de pesquisa sobre o gelo polar e nível de oceanos, descobrindo como um aquecimento relativamente modesto pode causar mudanças tão dramáticas.

Por que, então, você ainda não teve de vender sua casa em Bertioga para uma fazenda de ostras? “Leva um tempo para o aquecimento derreter as calotas polares”, afirma paleoclimatologista e geólogo glacial Anders Carlson, condutor do estudo. “Mas não leva para sempre. Existem evidências de que a transformação está tomando lugar agora.”

Seu colega e coautor, Peter Clark, arrisca uma previsão: “o que é assustador é que o nível de CO2 continua a subir, então estamos entrando em território desconhecido. O que não é certeza é o período exato, que é menos bem determinado. Podemos estar falando de entre vários séculos a alguns milênios para vermos o impacto total do derretimento das calotas polares”.

Dica de investimento: não compre apartamento na praia abaixo do terceiro andar.

 

Referências:

1) Sea-level rise due to polar ice-sheet mass loss during past warm periods, A. E. Carlson, P. U. Clark et al, Science Magazine,http://www.sciencemag.org/content/349/6244/aaa4019

2) Global sea levels have risen six meters or more with just slight global warming, Oregon State University via ScienceDaily,http://www.sciencedaily.com/releases/2015/07/150709145159.htm

 

Fonte: Superinteressante

 

Em 15 anos, Terra pode enfrentar mini ‘era do gelo’, dizem pesquisadores

A humanidade deve se preparar para uma mini “era do gelo” dentro de aproximadamente 15 anos, de acordo com um pronunciamento feito por cientistas no Encontro Nacional de Astronomia, em Gales. A previsão ainda não pode ser confirmada, mas segundo a professora da Universidade de Northumbria, Valentina Zharkova, a responsável pela informação, a descoberta foi revelada por um modelo solar computadorizado que analisa a atividade do Sol, cujo índice de acertos apresentou 97% de precisão em previsões anteriores.

O programa mapeou movimentos das manchas e reproduziu a atividade solar entre 1976 e 2008, conseguindo acertar quase todos os acontecimentos nesse período. Em ciclos que duram aproximadamente 11 anos, o movimento dos elementos solares corresponde aos períodos do clima na Terra. Assim sendo, se essa margem continuar na mesma linha, uma onda de frio intenso pode atingir a terra por volta do ano 2030.

O computador apresentou a possibilidade de uma redução significativa na atividade solar a partir do ano 2022, quando duas ondas de fluidos da superfície solar começam a se mover entre os hemisférios norte e sul na direção contrária. Nesse ano, o ciclo dos movimentos será o de número 25, e essa ação, aos poucos, vai perdendo sincronia e deixando a atividade solar cada vez menor até atingir o ápice no ciclo seguinte.

Fotos registram pequenos pontos escuros no Sol: são as manchas solares que, apesar do tamanho aparentemente pequeno, são muitas vezes maiores que as dimensões da Terra

De acordo com a professora Zharkova, no ciclo 26, as duas ondas, com intensidades exatamente iguais, devem chegar ao pico ao mesmo tempo, mas cada uma em um dos hemisférios opostos do Sol. “A interação das duas será conflitante, com as duas ondas praticamente cancelando uma à outra”, completou.

Com menos movimentações no Sol, menor é incidência de calor sobre a Terra, e menor será a temperatura do planeta. Valentina ressaltou que a atividade solar deve ser reduzida em 60%, resultando em um clima frio intenso semelhante a um período conhecido como Mínimo de Maunder, ocorrido entre os anos de 1645 a 1715. Foi nesse tempo que aconteceu uma espécie de “mini era do gelo” em decorrência da baixa produção de manchas pelo sol.

As manchas solares são causadas por campos magnéticos intensos que repelem e direcionam a substância quente solar para outras partes, ocasionando o aparecimento de partes escuras na superfície do sol, visíveis em algumas imagens já registradas. Elas podem durar de 1 a 100 dias e apresentam temperatura um pouco reduzida (4.200°C, enquanto que o normal seria cerca de 6.000°C).

Com o fluxo do fluido solar, essas manchas acabam se movendo ao redor do astro de maneira que acabam passando por ciclos de intensidade influenciados por esse movimento. Duas ondas principais, que permanecem em movimento constante, são as responsáveis pela alteração na produção da atividade solar.

A professora Valentina Zharkova explicou que as ondas podem demonstrar uma grande interação quando estão em fases próximas, acarretando no aumento da atividade solar. Já quando estão em fases díspares, há a diminuição. “Quando elas estão em fases totalmente separadas, nós temos condições semelhantes às enfrentadas durante o período ocorrido há 370 anos”, completou. Conforme informou Zharkova, durante o período do “Mínimo de Maunder”, foi a última vez em que essa condição foi vista.

Durante a mini era glacial ocorrida no século 17, a Europa e a América do Norte enfrentaram temperaturas baixas e invernos muito rigorosos. Registros dão conta que nessa época, o Tâmisa, um grande rio que banha Londres, ficou completamente congelado, de forma que podia ser atravessado à pé e suportava a realização de “feiras de gelo” em sua superfície.

Pesquisadores desenvolvem embriões de galinha com pés de dinossauro

Essa imagem é apenas pra descontrair, claro…

 

Uma das teorias mais aceitas sobre a evolução das aves é a de que elas são descendentes dos dinossauros. E de acordo com o portal Science Daily, um experimento liderado pelo brasileiro João Botelho na Universidade do Chile — no qual os cientistas conseguiram realizar uma espécie de “processo de evolução reversa” em laboratório — reforça ainda mais o corpo de evidências que apoia esse princípio.

Segundo a publicação, a maioria das aves modernas conta com uma espécie de dedão opositor que permite que elas se agarrem para ficar empoleiradas ou para caçar suas presas enquanto voam. No entanto em dinossauros como o tiranossauro e o alossauro, essas estruturas, além de serem pequenas demais para tocar o solo, não eram opositoras como as dos pássaros modernos — sendo mais parecidas com os presunhos de cães e gatos.

Dedões opositores

Para descobrir como os “dedões” surgiram, os cientistas observaram o desenvolvimento das patas em embriões de galinhas e codornas enquanto elas ainda se encontravam nos ovos. Eles descobriram que esses membros começam a surgir nos pássaros da mesma forma como ocorria com os dinossauros, mas que nas aves a sua base — o metatarso — começa a se torcer em determinada etapa do desenvolvimento, fazendo com que os dedos se tornem opositores.

Além disso, os cientistas também perceberam que, comparado aos demais “dedos”, a expressão dos genes que determinam a maturação da cartilagem do dedão opositor das aves ocorre muito mais tarde no processo de desenvolvimento dos embriões.

Dessa forma, os dedões acabam retendo muitas células-tronco que se dividem rapidamente por um período mais longo de tempo. E essa cartilagem imatura, por sua vez, além de ser altamente maleável e plástica, é facilmente transformada pela atividade muscular.

Evolução reversa

Os pesquisadores perceberam que a “torção” dos dedões coincide com a etapa na qual os embriões começam a se mover no interior dos ovos — e que é o movimento muscular dos animais que faz com que o metatarso gire e se dobre de forma que o dedo adote a posição opositora.

Então, os cientistas utilizaram medicamentos para paralisar a musculatura e evitar que os bichinhos mexessem. Como resultado, os pesquisadores interferiram no processo de desenvolvimento dos embriões, fazendo com que em vez de os dedos se tornarem opositores, eles crescessem parecidos com os das patas dos dinossauros.

Mais que isso, o processo inverso permite que os pesquisadores entendam um pouco melhor as transformações morfológicas sofridas pelas aves conforme elas foram evoluindo a partir de seus ancestrais — os dinossauros — ao longo do tempo.

21 lugares estranhos e abandonados

As fotos seguinte mostram 21 objetos e lugares que foram criados pelo homem e hoje em dia encontram-se abandonados, criando mistério e curiosidade sobre como eram quando funcionais.
1.- Cemitério Gigante de navios

2.- Estranho prédio abadonado na Bulgária
3.- Cemitério de aviões

4.- Estação de radio em Pripyat (Europa)
5.- Mais lugares abandonados em Pripyat
6.- Cemitério de ancoras em Portugal
7.- Monumento feito de aviões abandonados na Ucrania
8.- Cemitério de equipamento militar
9.- Cemitério de carros abandonados
10.- Outro lugar misterioso abandonado
11.- Lugar abandonado na Austrália
12.- Helicópteros, tanques e aviões abandonados em Chernobyl
13.- Dizem que esta casa em forma de “Globo” foi uma especie de estúdio de gravação de rock
14.- Cemitério de tanques Soviéticos em Kabul (Afeganistão)
15.- Avião experimental Soviético
16.- Parque aquático abandonado
17.- Cemitério de Submarinos
 18.- Parque de diversões no Japão 
19.- Casa abandonada em Taiwan
20.- Maria fumaça abandonada nos trilhos
21.- Base de lançamento de mísseis abandonada
lugares abandonados del mundo
Fonte: RD

Silvio Santos toca o terror em nova pegadinha inspirada no filme “Poltergeist”

Nesta quinta-feira (21), estreia nos cinemas brasileiros o remake de “Poltergeist – O Fenômeno”, filme que fez grande sucesso na década de 80. Aproveitando a ocasião, Silvio Santos e sua produção babadeira resolveram fazer uma pegadinha inspirada no longa e o resultado não poderia ser melhor.

No vídeo, fenômenos paranormais assustam homens e mulheres contratados para ser babá de uma linda garotinha. Luzes acendem e apagam, lustres e livros caem no chão, e no final até uma árvore entra pela janela da casa!!! Gente, o pessoal do SBT tem se superado, né? Cata o bapho:

No entanto, essa não é a primeira vez que Tio Sissi produz uma pegadinha nesses moldes. Em 2012, o dono do Baú já havia apresentado uma “câmera escondida” inspirada no filme original de 1982. Olha:

 

Fonte: Hugo Gloss

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