Arquivo da categoria: Internet

Perdidas no tempo: 10 grandes empresas que já estiveram no topo

Egito, Pérsia, Macedônia, Roma, Bizâncio. A História da humanidade é marcada pela ascensão e queda de impérios, que, após mudarem o mundo, são substituídos por outros mais fortes ou inovadores. No mundo da tecnologia, parece não ser tão diferente.

Há inúmeras empresas que contribuíram grandemente para a evolução de hardware, software e serviços, e com isso colheram status e domínio de mercado em seus respectivos momentos de apogeu, mas algo no meio do caminho acabou levando-as à falência, à mediocridade ou mesmo ao simples esquecimento.

Hoje, no TecMundo, faremos um breve memorial em nome daqueles que já foram gigantes da tecnologia, mas que nestes dias infelizmente não estão mais entre nós — ou até estão, mas ninguém liga muito.

1. Sun Microsystems

Tendo seu ápice durante a bolha da internet, a Sun Microsystems foi uma empresa que produzia e vendia computadores, softwares, componentes de hardware e informação tecnológica. Foi responsável pela criação do sistema de arquivos NFS e pelo Java. Este último, por exemplo, acabou se tornando uma linguagem de programação rápida e versátil que provavelmente ainda perdurará alguns bons anos.

Em janeiro de 2010, a Sun foi comprada pela Oracle Corporation por US$ 7,4 bilhões. No mês seguinte, ela foi fundida à multinacional, passando a se chamar Oracle America Inc. A Sun não chegou a falir ou fechar, mas sua aquisição a tornou praticamente inútil, sendo mantida apenas por causa de suas patentes.

2. Compaq Computer Corporation

Fundada no início dos anos 80, a Compaq desenvolvia, vendia e oferecia suporte a computadores e produtos e serviços relacionados. Foi responsável por alguns dos primeiros IBM PC compatíveis, chegando a se tornar a maior fornecedora de sistemas de computador do mundo, durantes os anos 90.

A companhia lutou para se manter no mercado após a reformulação causada pela bolha da internet, mas perdeu sua colocação de maior fornecedora para a Dell em 2001. No ano seguinte, foi adquirida pela HP por US$ 25 bilhões. Atualmente, a Compaq é mantida em uso por sua empresa-mãe apenas no desenvolvimento de sistemas simples.

3. Eastman Kodak Company

A Eastman Kodak Company é uma empresa multinacional especializada em equipamentos fotográficos profissionais e amadores. Foi cofundada por George Eastman, inventor do filme fotográfico, e ficou mundialmente famosa pela produção e comercialização desse produto. Durante a maior parte do século 20, a companhia foi uma gigante no mercado de filmes fotográficos, chegando a dominar 90% desse mercado nos Estados Unidos na década de 70.

Entretanto, no fim dos anos 90, a Kodak começou a enfrentar sérios problemas financeiros devido à queda de vendas em filmes durante a transição para a era da fotografia digital. O último ano em que obteve algum lucro, nesse longo período de crise, foi 2007.

A empresa chegou a mudar de estratégia, abraçando a tecnologia digital de fotografia e impressão, mas, em 2012, pediu proteção contra a falência para o governo norte-americano.  Em 2013, a Kodak emergiu da falência abrindo mão de vários de seus serviços, como a fabricação de câmeras digitais de foto e vídeo.

4. Napster

Tendo apenas dois anos de permanência no ar — de junho de 1999 a julho de 2001 —, o Napster original foi o serviço pioneiro no compartilhamento de arquivos P2P, com foco principal em arquivos MP3. O desbravador da modalidade foi, em seguida, inspiração para diversos novos serviços que gradualmente foram expandindo e aperfeiçoando suas capacidades, tal como Limewire, Kazaa e BitTorrent.

Como precursor do gênero, o Napster também foi um dos principais bodes expiatórios das grandes gravadoras, enfrentando múltiplos processos legais de infração de direitos autorais que resultaram em uma ordem judicial para o encerramento de suas operações.

O serviço original foi fechado e adquirido pela empresa americana de softwares Roxio, que relançou o Napster como uma loja de música online. Em 2011, a Roxio foi vendida para a Rhapsody, loja online da multinacional Best Buy.

5. Itautec S/A

A Itautec foi uma empresa 100% nacional com especialização em equipamentos de TI, automação comercial e automação bancária. Atuando no Brasil desde 1979, a companhia tinha subsidiárias em cinco países, chegando a possuir a décima maior base instalada de caixas eletrônicos do mundo, além da maior rede própria de assistência técnica em informática do país.

Também teve em seu histórico eventos como o controle sobre a marca Philco em território nacional, de 1994 a 2005, e diversos prêmios recebidos em 2010. Entre eles está o do World Finance Technology, sendo considerada a melhor fornecedora de soluções de segurança e tecnologia para o setor financeiro da América Latina.

Em 2013, porém, a Itautec S/A encerrou suas atividades com esse nome, vendendo a maior parte de sua participação nas áreas de automação bancária e comercial e prestação de serviços para a empresa japonesa Oki. A unidade de computação da Itautec, que também atuava com a marca Infoway, foi desativada.

6. SEGA

Gigante do mercado de console de video games, principalmente durante os anos 80 e 90, a SEGA rivalizou com a Nintendo por algumas gerações de consoles, lançando produtos como os antológicos Master System, Mega Drive — conhecido nos Estados Unidos como SEGA Genesis —, além do mundialmente conhecido mascote Sonic.

A SEGA causou um grande impacto no mundo da tecnologia com suas iniciativas inovadoras nas áreas de software e hardware, pavimentando o caminho para diversas empresas do mercado de video games.

Infelizmente, seu último console, o Dreamcast, causou enorme prejuízo à empresa, obrigando-a a se reestruturar. Ela deixou a fabricação de hardware, para dedicar-se estritamente ao desenvolvimento de games para outras empresas, inclusive para a própria Nintendo, que outrora foi sua grande concorrente.

7. Hewlett-Packard Company (HP)

Durante muito tempo sendo referencial para o mundo da tecnologia, a HP já foi uma das gigantes no mercado de computação, impressão, tratamento de imagem e softwares, chegando a se tornar líder na fabricação de computadores pessoais.

Ascensão do preço das ações da HP, desde o período de baixa entre 2012 e 2013

Apesar de ter sido a segunda maior vendedora de PCs em 2013, a empresa já não é mais sinônimo de qualidade há algum tempo. Isso e algumas apostas malsucedidas, como a tentativa de entrar no mercado de tablets, causou nos últimos anos uma enorme queda no valor das ações edemissões na companhia.

A empresa luta para se reerguer e desde dezembro do ano passado vem prosperando como corporação, mas, como marca, precisa de novas estratégias para reconquistar o lugar que um dia ocupou na preferência do consumidor final.

8. BlackBerry

Originalmente, essa empresa era conhecida por ser inovadora no ramo de smartphones empresariais e governamentais. Em 2010, chegou a dominar 43% do mercado dessa modalidade. Além da linha de celulares e smartphones, a companhia também tem seus próprios sistemas operacionais mobile, exclusivos para seus dispositivos.

A situação da BlackBerry iniciou seu processo de declínio com a grande competição de companhias como Apple e Samsung, que fornecem a já predominante tecnologia de telas sensíveis ao toque. Por causa disso, a fatia de mercado da empresa caiu para 3,8% em 2013. Atualmente, a maior parte de seu valor está em suas patentes, que valem entre US$ 2 e 3 bilhões de dólares.

9. America Online (AOL)

A companhia que chegou a ser um dos principais ícones da revolução da internet foi fundada em 1985. Conhecida por seu pacote de softwares, também chamado de AOL, a América Online oferecia a seus clientes a porta de entrada para a World Wide Web, chegando a ter mais de 30 milhões de usuários em seus serviços.

A empresa comprou em 2000 a Time Warner, aquisição que não foi muito frutífera, resultando na cisão e independência dessa última nove anos depois. Entre vários momentos de transição e reformulação da marca, a AOL tem enfrentado várias crises nos EUA ao longo dos anos. No Brasil, a empresa chegou em 1999 prometendo ser “o maior provedor de internet do País”, algo que não chegou a acontecer devido aos vários problemas técnicos com os CDs de instalação do discador e a má qualidade do serviço.

O prejuízo em toda a América Latina foi em torno de R$ 182 milhões, o que fez com que a empresa fechasse as portas oficialmente neste pedaço do continente em março de 2006. Houve um retorno da marca America Online no Brasil em 2008, mas com serviços diferentes daqueles oferecidos no início, como mensagens instantâneas, notícias, email e álbum de fotos.

10. Atari

A Atari talvez ainda seja a grande Top of Mind quando o assunto é video games antigos, e há uma boa razão para isso. A empresa criou as primeiras máquinas de arcade alimentadas por fichas e moedas, mas seu produto mais popular foi o console caseiro Atari 2600, que gerou um assombroso sucesso devido ao seu custo relativamente baixo e às várias opções de jogos que possuía.

Devido à crise no mercado de games em 1983, a empresa original passou por diversas reformulações, tendo divisões de departamentos e aquisições nas mãos de várias companhias. Em 2008, a Atari tornou-se subsidiária da Infogrames Entertaintment, SA, que mudou mais tarde seu nome para “Atari, SA”. Atualmente, ela está somente no ramo de desenvolvimento de jogos.

Poucas coisas duram para sempre e, em um campo no qual tudo muda tão rápido como a área de tecnologia, não é de se espantar que as coisas fiquem facilmente obsoletas, tornando difícil a tarefa de se manter firme no mercado. E você, de quais empresas de tecnologia que um dia já foram grandes sente mais falta?

Personagem de Pocahontas, da Disney, é o novo meme da internet

No último fim de semana, um personagem do filme Pocahontas, da Disney, ganhou fama repentina ao ser colocado em situações engraçadas do cotidiano.

Na cena original, Kocoum vê John Smith e Pocahontas se beijarem e corre desesperado para impedir os dois.

Os usuários do Imgur lotaram o site com diversas montagens remetendo à cena do desenho. Confira as melhores:

1. Como eu me sinto quando vou à praia e a areia está muito quente.

2. O despertador simplesmente não toca pela manhã.

3. Quando é hora de jogar o lixo e bate aquele medo.

4. Toca a minha música na balada.

5. Finalmente consigo abrir um portal.

6. Saio à noite e sou abduzido.

7. Decido cozinhar.

8. O sinal finalmente fica verde!

9. Quando vi todo mundo trocando a foto do Facebook por uma colorida.

10. Quando soube do lançamento de Jurassic World.

11. Quando me deixam responsável por alguma coisa.

Curta incrível faz piada com o nosso vício em smartphones

Imperdível pra qualquer um que já derrubou o telefone na cara enquanto estava vendo o Facebook na cama

Os emojis são a linguagem universal?

  (Foto: reprodução)
Em janeiro, o julgamento do californiano Ross Ulbricht, de 30 anos, mal tinha começado na corte de Nova York quando foi interrompido pela defesa. Uma informação fundamental tinha sido omitida e precisava ser levada em conta pelo júri: um emoji. “É parte da prova do documento”, concordou a juíza responsável pelo caso. Ulbricht, acusado de comandar o mercado negro on-line Silk Road, tinha postado em um chat uma mensagem seguida de um emoji sorridente, que foi ignorado na transcrição oficial do texto.

Pouco tempo depois, também em Nova York, o jovem Osiris Aristy, de 17 anos, foi preso por ser considerado uma “ameaça terrorista”. Seu crime? Escrever mensagens de repúdio a policiais acompanhadas de emojis. Os dois casos provocam a reflexão sobre até que ponto os emoji se tornaram uma ferramenta legítima de comunicação também no mundo real. Mesmo a tradicional Biblioteca do Congresso, em Washington, incluiu em seu acervo em 2013 o primeiro livro escrito em emoji – Emoji Dick, uma tradução do clássico Moby Dick, publicado originalmente em 1851.

“Achei que seria um ótimo desafio”, diz  o autor, Fred Benenson, sobre seu curioso projeto coletivo realizado totalmente on-line. Benenson, que se autointitula um aficionado do emoji, reuniu ao todo 800 pessoas do mundo inteiro interessadas em traduzir as cerca de 10 mil frases de Moby Dick. Cada uma foi traduzida três vezes e colocada em votação. As versões mais populares seriam selecionadas. Foi Benenson o responsável por arrecadar dinheiro através do Kickstarter e reunir todo o conteúdo das 736 páginas. O processo levou um ano e meio.

 (Foto: Revista Galileu)

MEIO UNIVERSAL
Criado no Japão no final dos anos 1990, o emoji – palavra japonesa formada por e (“figura”, picture), mo (“escrita”, writing) e ji (“sinal”, character) – começou a se popularizar na cultura ocidental por volta de 2009, logo depois de ser incorporado aos iPhones pela Apple. De um dia para outro, a opção de teclado “emoji” ficou disponível junto de todos os outros idiomas, posicionada entre o dinamarquês e o eslovaco. “No começo, os emoji me atraí­ram porque não estavam facilmente disponíveis no iPhone: você tinha que baixar aplicativos especiais do Japão para conseguir usá-los”, diz Benenson. “Mas, quando meus amigos começaram a usá-los cada vez mais, percebi um grande potencial criativo na escrita emoji.”

  (Foto: reprodução)

Tanto a linguagem já foi incorporada por usuários do mundo todo que a palavra escrita mais popular de 2014 não foi uma palavra, mas sim o emoji de coração vermelho. Para elaborar a lista, a Global Language Monitor analisou blogs, redes sociais e 275 mil mídias de notícias no mundo todo, e pela primeira vez ela foi liderada por um símbolo. “Os emoji produzem sentido nas práticas discursivas no meio digital e são capazes de tornar a interação virtual mais afetiva e dinâmica, propiciando rapidez nas trocas de informações”, dizem as especialistas em ciências da linguagem Renata da Fonte e Roberta Caiado.

Como pictogramas, os emoji são usados para transmitir emoções, substituir um objeto ou sugerir ideias abstratas construídas de acordo com o contexto social e cultural. Mas, apesar do sucesso entre os usuários de smartphones, especialmente os da geração Z (jovens nascidos a partir da década de 1990), Renata e Roberta não acreditam nos emoji como uma linguagem:  “Eles podem substituir, complementar ou enfatizar o texto escrito, e ainda representar a gestualidade corporal e facial presente nas interações face a face, mas não vemos nenhum potencial no emoji para tornar-se um idioma, muito menos universal”. Benenson concorda: “Vejo o emoji mais como uma forma alternativa de expressão do que como mera substituição”.

Apesar de ser obviamente um usuário convicto de emoji, Benenson também acha que nem sempre eles nos representam bem. “Como você expressaria a frase ‘isso depende’ em emoji? Não seria tão preciso quanto o idioma normal”, diz ele. “Mas a linguagem está em constante evolução, e não sabemos como seremos influenciados agora que temos um conjunto internacional de ícones utilizado por muitas pessoas. As regras de uso estão evoluindo, e não é difícil imaginar uma gramática emoji em desenvolvimento.”

 (Foto: Revista Galileu)

VÁRIOS TONS DE EMOJI
Existem hoje cerca de mil emoji oficialmente reconhecidos pela Unicode Consortium, organização que funciona como uma espécie de guardiã da codificação na qual se baseia a internet. No ano passado, a entidade anunciou que lançaria em meados de 2015 uma atualização, o Unicode 8.0, que adicionaria vários desenhos inéditos e – antes tarde do que nunca – uma escala com diferentes tonalidades de pele para personalizá-los.

A decisão veio depois de uma grande polêmica em torno da ausência de representações de outras raças que não a branca. Os tons de pele serão baseados no padrão Fitzpatrick, reconhecido pela dermatologia internacional.

ALFABETIZAÇÃO: Sabe tudo de emoji? GALILEU te desafia a desvendar quais são os três clássicos da literatura abaixo. A resposta está logo abaixo
 (Foto: Revista Galileu)

1: Um casal de jovens se apaixona numa festa, mas os pais da moça proíbem o namoro e obrigam-na a se casar com outro. Ela não gosta da ideia e ingere uma substância que fará que pareça morta por tempo suficiente para que os pais desistam do casamento. O jovem por quem ela se apaixonou não é avisado e, ao encontrá-la desacordada, assume que ela está morta e resolve tomar uma substância letal. Quando ela acorda, vê o corpo dele ao seu lado e se mata com um punhal. Ou seja: no fim todo mundo morre. R.: Romeu e Julieta

2: Conhecido pelas festas em sua mansão, um homem ainda está apaixonado por uma moça do passado – mas ela está casada com outro homem. Eles começam a ter um caso, mas o marido descobre e, furioso, parte para cima do rival. Depois da briga, o casal de amantes vai embora de carro, mas a moça, transtornada, atropela e mata uma mulher. O viúvo se pergunta quem estava dirigindo o carro e chega ao nome do marido da motorista. Em vez de entregá-la, ele diz que quem dirigia era o amante. O homem, então, vai até a casa do amante e o mata. R.: O Grande Gatsby

3: Um homem muda de cidade e aluga um quarto na casa de uma mulher que mora com a filha. Ele se interessa pela menina, ainda com traços e modos infantis, e concorda em pagar o que a mãe pede. Já morando lá, ele escreve sobre suas fantasias com a menina, até que a mãe descobre, horrorizada. Felizmente para o sujeito, ela morre atropelada. Ele começa a se relacionar com a menina e viaja com ela. Um dia ela foge e se casa com outro. O homem, já sem esperanças de recuperá-la, comete uma infração de trânsito e se deixa prender pela polícia. R.: Lolita

Fonte: Galileu

Cansou do dedo-duro? Veja como desativar setas azuis do WhatsApp no Android

O WhatsApp usa duas setas azuis para informar que as mensagens já foram visualizadas. Entretanto, alguns usuários acham que a função interfere na privacidade e pode causar conflitos. Para evitar isso, o app criou uma alternativa que desabilita o serviço.

A opção que evita a confirmação de leitura está disponível apenas para smartphones com sistema operacional Android. Quando o serviço é desativado, as setas azuis param de aparecer nas conversas.

Siga os passos abaixo para desativar a função de confirmação de leitura:

Desativar notificação de leitura do WhatsApp
  • 1. Abra o WhatsApp e clique nos três pontinhos localizados na parte direita superior da interface. Selecione a opção “Configurações”
    Reprodução
  • 2. Clique em “Conta”
    Reprodução
  • 3. Agora escolha a opção “Privacidade”
    Reprodução
  • 4. Na categoria Conversa desmarque a função “Confirmação de leitura”.
    Reprodução

Homem chamado Burger e mulher chamada King se casam nos EUA e adivinha quem pagou o casamento?

Um amor escrito nas estrelas. O que dizer do casal Joel Burger e Ashley King, que mal conhecemos e já admiramos pacas?

Burger é inspetor de grãos e King é estudante de pós-graduação. Na semana passada, o jornal The State Journal-Register anunciou que o casal iria juntar as escovas de dentes e, quem sabe, dar origem ao bebê Burger King.

Os dois são universitários de New Berlin, Illinois (EUA). Eles se conhecem desde o jardim de infância e agora podemos dizer que, de fato, o amor venceu: tocada pela ironia do nome do casal, a empresa Burger King presenteou os pombinhos anunciando que irá cobrir os gastos da festança de casamento.

Espia a alegria deles ao saber do patrocínio:

unnamed (5)

De acordo com a empresa, tudo o que eles pedem em troca é que o casal seja “feliz para sempre”.

A partir de agora, é bom avaliar o nome da sua alma gêmea antes de trocar alianças. Vai que você perde uma boa oportunidade de ganhar uma festa de casamento?

Fonte: Mundo Estranho

A garota que simulou uma viagem de mais de um mês no Facebook usando Photoshop

1410268935529_wps_113_mandatory_credit_xxxx_rex

Tudo é mais bonito nas Redes Sociais. Casais são perfeitos, as férias são as mais empolgantes, o prato de arroz com feijão vira banquete e a felicidade reina, sempre.

Resultado, talvez, de uma doença emocional chamada “aparências”, e viver para mantê-las não é algo novo à se fazer. Pensando assim, uma holandesa de 25 anos resolveu inventar uma viagem de mais de 1 mês, e trollar alguns conhecidos. Para os amigos e familiares, Zilla Van Den Born havia embarcado para o paraíso, dividido entre estadias na Tailândia e Cambodia.

A artista postava tranquilamente fotos em sua rede, enquanto visitava templos budistas, se banhava em lindas praias, frequentava ótimos restaurantes, e vivia perfeitamente. Acontece que tudo não passava de manipulações no Photoshop.  As fotos de mergulho foram feitas na piscina de sua casa, o templo que visitou era na verdade uma instituição budista de Amsterdam, a comida tailandesa foi ela mesma quem cozinhou, e para simular que estava em um hotel com decoração típica, utilizou antigas decorações de natal e um guarda-chuva para enganar  em conversas com os pais por Skype. Para dar início ao projeto, parte de um trabalho acadêmico, a estudante de design gráfico pediu aos pais para que a deixassem no aeroporto, de onde pegou um trem de volta pra casa e começou a arquitetar a ‘viagem’.

“Fiz isso para mostrar para as pessoas que nós filtramos e manipulamos o que a gente posta nas mídias sociais – criamos um mundo ideal online no qual não se pode mais encontrar a realidade. Meu objetivo era provar como é comum e fácil para as pessoas distorcerem a realidade”.

1410267788482_wps_100_PIC_ZILLA_VAN_DORN_MERCUR

 

 (Foto: Reprodução)

 

 

1410266135805_wps_72_pic_zilla_van_dorn_mercur

 

1410265802122_wps_49_pic_zilla_van_dorn_mercur

 

1410267503853_image_galleryimage_pic_zilla_van_dorn_mercur

 

1410265764039_wps_45_pic_zilla_van_dorn_mercur

Fonte: IdeaFixa

Brasil: 86% passam mais de 3h por dia na Internet no trabalho, diz pesquisa

A maioria dos brasileiros que participaram de uma pesquisa da Intel revelou que passa mais de três horas por dia na Internet. Entretanto, segundo declararam, sempre por razões relacionadas à sua função na empresa. Esse percentual chega a 86%, segundo levantamento da Intel Security, com o objetivo de explorar as atitudes dos trabalhadores em relação à privacidade e proteção de dados. O estudo também revelou vários outros comportamentos dos brasileiros sobre Internet e vida profissional.

O estudo foi conduzido pela empresa MSI Research com 2.500 entrevistados entre eles, 200 eram brasileiros. A pesquisa ainda concluiu que 39% afirmam que também passam mais de três horas por dia na Internet e trabalhando mesmo quando estão em casa. Do total, 49% se conectam à redes Wi-Fi com os dispositivos da empresa (notebooks ou celulares e tablets), mesmo sem saber se é seguro.

Conheça essas dicas do Intel Security e faça suas compras online com mais segurança (Foto: Pond5) (Foto: Conheça essas dicas do Intel Security e faça suas compras online com mais segurança (Foto: Pond5))

Estudo aponta a maioria dos brasileiros usa dispositivos pessoais para realizar atividades profissionais (Foto: Pond5)


Entre os que usam os dispositivos pessoais para atividades profissionais, 65% usam seus próprios smartphones, enquanto 35% usam laptops. Apesar disso, 70% se mostram preocupados com a segurança da informação quando estão trabalhando fora do escritório, mas 66% acreditam que a empresa é a responsável por proteger os dados em seus dispositivos, mesmo quando são pessoais. Esses dados, por sua vez, são considerados confidenciais ou privados por 72% dos entrevistados.

Atividade condenada por empresas

Dispositivos cedidos pela empresa e usados para atividades pessoais também entraram na conta. Cerca de 84% das pessoas consultadas checam e-mails, 52% realizam atividades bancárias e 34% fazem compras online com equipamentos da empresa onde trabalham, colocando suas credenciais de senha, login, dados financeiros e outros como redes sociais.

Atitude essa condenada pelo gerente de engenharia de sistemas da McAfee Brasil, Bruno Zani. Isso porque, segundo o executivo, qualquer comportamento de risco ao qual os funcionários estejam expostos durante essa navegação pode, sim, afetar a empresa. “Do ponto de vista da segurança essas atitudes são bastante arriscadas”, alerta Zani, em relatório.

Apesar de usarem os dispositivos da empresa para atividades não relacionadas ao trabalho, 50% dos entrevistados acreditam que têm seus dados rastreados e 78% se dizem confiantes de que o empregador toma as medidas necessárias para proteger os dados importantes. Ainda, 71% dos entrevistados brasileiros acreditam que, no futuro, as empresas irão permitir a utilização de dispositivos vestíveis e mais aparelhos pessoais no trabalho, complicando ainda mais o cenário de proteção.

O estudo mostra que a tecnologia que os funcionários utilizam em suas vidas pessoais tem uma influência significativa em sua vida profissional. Dessa forma, é importante que os empregadores invistam em uma abordagem centrada na experiência do usuário, incluindo noções básicas e níveis de segurança para dispositivos não usados no ambiente de trabalho como também fora dele.

A pesquisa da Intel foi conduzida pela empresa MSI Research, com 2.500 entrevistados, com idades entre 18 a 65 anos. Os países foram: Estados Unidos, Canadá, Espanha, Reino Unido, Alemanha, Itália, França, Holanda, Japão, Índia, Brasil e México. No Brasil, foram entrevistadas 200 pessoas.

 

Fonte: Globo.com

Sexta é sexta!

^6B9E88B16E963CBCFBC19E2ADF0347B6565AA23ED27BD4BFCC^pimgpsh_fullsize_distr

Que tal uma massagem para desestressar?

%d blogueiros gostam disto: