Arquivo da categoria: Família

14 Imagens que mostram a carência dos gatos

Os gatos são animais super carentes, e que amam muito seus donos a ponto de não deixar que eles tenham qualquer tipo de privacidade, a unica coisa que faz com que não percamos a paciência com eles, é a fofura deles.
Dizem que os cachorros são o melhor amigo do homem, mas veja o tanto que esses gatos amam os seus donos a ponto de tirar o conforto deles para ter um pouco de atenção.
Veja abaixo 14 imagens que mostram a carência dos gatos.

 1 – Amo ficar bem pertinho dele.
 
2 – Deixa que eu trabalho, vai descansar um pouco.
 
3 – Ahhh!! Larga desse computador, vamos brincar.
 
4 – Lê para eu?
 
5 – Faz direito para patroa não ficar brava.
 
6 – Selfie em Família.
 
7 – Quem piscar perde.
 
8 – Ele não larga o jogo.

 

9 – Se você não brincar comigo não vou deixar você mexer no celular.
 
 
10 – Eu te ajudo a estudar.
 
11 – Pronto! agora fiquei confortável.
 
12 – Deixa eu jogar um pouquinho.
 
13 – Você vai demorar muito?
 
14 – Larga esse computador, vamos brincar!
 
 
Eles nos dão muito trabalho, mas como não ama-los?
 
 

 

Fonte: Criatividade Cultural

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Flagra mostra o que faz uma idosa sozinha e abandonada pela família. Você vai ficar surpreendido

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Vai chegar um dia em que todos iremos envelhecer. Faz parte desse ciclo o qual estamos envolvidos. E quando isso acontecer, seremos sortudos se estivermos com nossa saúde em dia.

Mary Tony é uma senhorinha de 98 e é a estrela desse flagrante que você confere no final dessa matéria. E quando você tiver terminado de ver o vídeo, com certeza terá derrubado algumas lágrimas.

Nós somos acostumados a ter uma impressão de que os velhinhos estão fadados ao marasmo de sua solidão, mas não no caso de Mary.

De fato, ela mora sozinha e ninguém vai visitá-la. Sua família é muito ocupada para ir vê-la. “Eu não me importo. O que eu posso fazer? Onde eu poderia ir? Eu estou por mim mesma”, conta Mary.

Largada por aqueles a quem dedicou toda sua vida, Mary nos ensina o poder do amor e da importância de aproveitar cada minuto de nossas vidas como se fosse o último. Assista:

 

Fonte: Best of Web

1ª edição do Projeto ART FUSION acontece no próximo domingo, dia 25 de outubro, na loja Surf & Sound

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Cristina Barreto e Surf & Sound Tattoo apresentam:

Projeto ART FUSION | Flash Day

Tattoo + Surf Shop + Música + Exposição + Grafite + Hair Stylist + Café + Cervejas artesanais + Food Truck

O projeto ART FUSION – já diz o nome – é a fusão de diferentes ramificações da arte.
É um espaço onde os visitantes poderão fazer sua flash tattoo, colocar o corte do cabelo em dia, ouvir música boa, apreciar exposição com técnicas de pontilhismo, grafite ao vivo, tomar uma deliciosa cervejinha artesanal, comer bem, tomar um café e também conhecer a nova coleção de verão da Surf & Sound!

Venha com seus amigos curtir esse dia especial!
Traga seu cão, pois ele será muito bem-vindo! 🙂

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✓ FLASH TATTOO DAY
Por Cris Barreto* • https://goo.gl/Yp2baz
Valores: de R$ 100,00 a R$ 250,00
*Faça uma flash tattoo e ganhe um corte de cabelo no Salão Itinerante, no dia do evento

✓ EXPOSIÇÃO EROTIKA
Técnicas de pontilhismo
Por Leonardo Prandina • https://goo.gl/cI5j2O

✓ GRAFITTI ao vivo
Por Fernando Berg • https://goo.gl/cgpcir

✓ SALÃO ITINERANTE
Por Fernando Spud • https://goo.gl/BIhwwf

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DJs:
Marcus Ferrer (https://goo.gl/cIX9ka)
Fernando Milani (https://goo.gl/Ru82wM)
Haze – PowPowPow (https://goo.gl/jOkzkn)

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A ainda:
Food Truck: Da Praia (https://goo.gl/0zQZjp)
Bar: Chopp, cervejas artesanais, destilados
Café: Açaí, bolos, quiches, pão de queijo, refrigerante, água

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Importante:
– Flash Tattoo: pagamento somente em dinheiro ou débito
– Em caso de chuva o evento não será realizado
– Os desenhos das tatuagens são padrões, ou seja, já são pré-estabelecidos

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Serviço:
Data: 25 de outubro de 2015
Horário: 12h às 20h
Local: Surf & Sound (https://goo.gl/JDdA9x) | Rua Fidalga, 643 • Vila Madalena
Informações: contato.cristattoo@gmail.com

ENTRADA FRANCA*
*mediante confirmação de presença na página do evento, no Facebook (https://www.facebook.com/events/461193600727159/)

Pai cria cadeira especial para conseguir ler histórias aos três filhos

Uma das coisas que pais e filhos mais gostam de fazer juntos é ler e contar histórias. Um momento muito próximo, com os filhos no colo e toda aquela magia por trás do momento em família.

O professor de artesanato norte-americano Hal Taylor concorda plenamente com o parágrafo anterior, porém, quando Rose, sua terceira filha nasceu, ele se viu com um probleminha técnico, não tinha mais como colocar todas em seu colo para o momento da leitura.

Usando suas habilidades de artesão e de pai, ele resolveu criativamente a questão e criou a StoryTime Rocking Chair ou “Cadeira de balanço de contar contos”, uma cadeira adaptada para que pai e crianças sentem juntinhos.

“Eu tinha um problema porque, não tendo um colo grande o suficiente para três crianças, isso significava que Rachel, a mais velha, precisava ficar ao lado da cadeira enquanto eu contava as histórias. Eu não achava isso justo e pensei ‘bem, eu fabrico cadeiras de balanço, eu posso dar um jeito nisso!’ e dei!“, conta ele em seu site.

Totalmente feita à mão, a cadeira criada por Taylorcusta cerca de US$ 7 mil (R$ 25 mil).

Veja as fotos:

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Fonte: Catraca Livre

Homem que não tem braços usa boca para alimentar a mãe

A devoção desse com sua mãe está além de qualquer história que já contamos aqui.

Chen Xingyin, um agricultor de 48 anos de idade, da aldeia de Tongxin na China, perdeu os dois braços em um acidente quando tinha 7 anos de idade.

Apesar disso, o agricultor cuida de sua mãe de 91 anos, Yang Sifang, dando-lhe comida na boca todos os dias, o que teoricamente, seria uma tarefa impossível ao agricultor.

A mãe do agricultor não tem a energia necessária para mover seus braços e pernas devido a uma doença. Então, Chen a alimenta como na foto abaixo.

16 Aug 2015, Chongqing Municipality, China --- Chen Xingyin, a 48-year-old farmer who lost his arms at seven, left, holds a spoon in the mouth to feed his mother at his home in Tongxin village, Fengdu county, Chongqing, China, 16 August 2015. A 48-year-old farmer from Chongqing municipality who lost his arms in an accident when he was young has made headlines this week after his touching story of perseverance came to the attention of Chinese netizens. Chen Xingyin is from Tongxin village, Fengdu county, Chongqing municipality. He lost his arms in an electrical accident when he was only 7 years old. Despite this obstacle, Chen has managed to do his best to fend for himself. He can do most work on his own, including farming, cooking and feeding his goats.Chen is the youngest son from a six-member family. Since 2014, he has taken care of his bed-ridden 88-year-old mother, who began suffering from bronchitis five --- Image by © Imaginechina/Corbis

Chen começou a treinar seus pés quando ele tinha cerca de 20 anos de idade, após a morte de seu pai. Ele começou a ajudá-la depois de ver ela voltar de um dia inteiro de trabalho sem ter uma refeição sequer.

Enquanto alguns vizinhos tenham sugerido que ele usasse de sua condição para pedir esmolas, o agricultor recusou.

“Posso não ter braços para trabalhar, mas eu posso usar meus pés”, disse Chen.

14 Aug 2015, Chongqing Municipality, China --- Chen Xingyin, a 48-year-old farmer who lost his arms at seven, holds a spoon in the mouth to fill a bowl with rice at his home in Tongxin village, Fengdu county, Chongqing, China, 14 August 2015. A 48-year-old farmer from Chongqing municipality who lost his arms in an accident when he was young has made headlines this week after his touching story of perseverance came to the attention of Chinese netizens. Chen Xingyin is from Tongxin village, Fengdu county, Chongqing municipality. He lost his arms in an electrical accident when he was only 7 years old. Despite this obstacle, Chen has managed to do his best to fend for himself. He can do most work on his own, including farming, cooking and feeding his goats.Chen is the youngest son from a six-member family. Since 2014, he has taken care of his bed-ridden 88-year-old mother, who began suffering from bronchitis five --- Image by © Imaginechina/Corbis

14 Aug 2015, Chongqing Municipality, China --- Chen Xingyin, a 48-year-old farmer who lost his arms at seven, uses his feet to bail water at his home in Tongxin village, Fengdu county, Chongqing, China, 14 August 2015. A 48-year-old farmer from Chongqing municipality who lost his arms in an accident when he was young has made headlines this week after his touching story of perseverance came to the attention of Chinese netizens. Chen Xingyin is from Tongxin village, Fengdu county, Chongqing municipality. He lost his arms in an electrical accident when he was only 7 years old. Despite this obstacle, Chen has managed to do his best to fend for himself. He can do most work on his own, including farming, cooking and feeding his goats.Chen is the youngest son from a six-member family. Since 2014, he has taken care of his bed-ridden 88-year-old mother, who began suffering from bronchitis five years ago. He cooks her --- Image by © Imaginechina/Corbis

14 Aug 2015, Chongqing Municipality, China --- Chen Xingyin, a 48-year-old farmer who lost his arms at seven, carries a basket of corn on his back as he walks on a farm in Tongxin village, Fengdu county, Chongqing, China, 14 August 2015. A 48-year-old farmer from Chongqing municipality who lost his arms in an accident when he was young has made headlines this week after his touching story of perseverance came to the attention of Chinese netizens. Chen Xingyin is from Tongxin village, Fengdu county, Chongqing municipality. He lost his arms in an electrical accident when he was only 7 years old. Despite this obstacle, Chen has managed to do his best to fend for himself. He can do most work on his own, including farming, cooking and feeding his goats.Chen is the youngest son from a six-member family. Since 2014, he has taken care of his bed-ridden 88-year-old mother, who began suffering from bronchitis five year --- Image by © Imaginechina/Corbis

Fonte: Huffington Post

Aos 79 anos, vovó ‘foge’ de casa de repouso para fazer a 1ª tatuagem

Sadie Sellers, de 79 anos, deu um susto em sua família após ‘fugir’ de uma casa de repouso na Irlanda do Norte para fazer sua primeira tatuagem.

Segundo informações do “Mirror”, Tony Sellers, filho de Sadie, foi até o local para visitar a mãe e ficou surpreso quando descobriu que ela não estava lá. Sem avisar ninguém, Sadie saiu da casa de repouso com uma neta e foi até um estúdio de tatuagem, onde pediu o desenho de um coração vazado no braço esquerdo.

A mulher, que tem 11 netos, contou que tomou a decisão após ver as tatuagens Samantha, sua neta que a ajudou na ‘fuga’. “Eu apenas pensei: ‘bem, eu vou fazer uma também”, contou a idosa.

Samantha levou Sadie até o estúdio e viu a avó fazer a primeira tattoo. “Ela sempre me disse o quanto gostava das minhas tatuagens e piercings, e pensou sobre isso por um bom tempo”, conta a neta.

A idosa ainda disse que achava que o processo iria demorar e doer mais. Perguntada sobre o que sua família acharia da atitude, ela respondeu que não se importava. “Quando você tiver a minha idade, você terá de viver a vida ao máximo todos os dias”.

Fonte: Rede TV

Dia do Amigo: veja os 10 melhores filmes sobre amizade

O Dia do Amigo é comemorado no dia 20 de julho, nesta quarta-feira. Para entrar no clima da data, confira uma lista dos melhores filmes que falam sobre amizade.

Entre a comédia e o drama, entre os amigos inseparáveis e aqueles que não param de brigar, relembre essas histórias, presentes nos maiores clássicos da sétima arte.

1. Toy Story 3

Nesta terceira sequência da animação, Andy vai para a faculdade e seus antigos brinquedos são doados a uma creche. Apenas Woody ficaria com seu dono. No entanto ,ele decide não abandonar os seus amigos e precisará, juntamente com Buzz, se adaptar ao novo lugar enquanto tentam se manter juntos. O tema principal da série, “Amigo estou aqui”, também embala os filmes da franquia.

Toy Story 3

2. Um Sonho de Liberdade 

Este é um dos dramas mais queridos da história do cinema, apresentando uma sincera história de amizade nascida dentro da cadeia, entre um homem recém-condenado à prisão perpétua (Tim Robbins) e outro que já está na prisão há décadas (Morgan Freeman). Quando enfrentam juntos a violência dos diretores da prisão, eles acabam se conhecendo e resistindo lado a lado.

Um Sonho de Liberdade

3. As Vantagens de ser Invisível  

Charlie (Logan Lerman) é um jovem que tem dificuldades para interagir em sua nova escola. Com os nervos à flor da pele, ele se sente deslocado no ambiente. Ser professor de literatura, no entanto, acredita nele e o vê como um gênio. Mas Charlie continua a pensar pouco de si, até o dia em que dois irmãos, Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), passam a andar com ele.

 As Vantagens de ser Invisível

4. Conta Comigo  

Conta Comigo (Stand By Me, no original) é um dos filmes sobre amizade mais conceituais de todos os tempos. Na verdade, o que faz dele tão especial é justamente a sua atemporalidade.

Conta Comigo

A história é narrada pelo próprio Gordie Lachance, um escritor que passa todo o filme relembrando o Verão de 1959, quando tinha apenas 12 anos e saiu em uma aventura com mais três amigos, para tentar encontrar o corpo de um adolescente perdido na mata.

5. Quatro amigas e um Jeans viajante 

Baseado no primeiro livro da série de Ann Brashares, conta a história de quatro amigas que encontram uma calça que serve magicamente em todas elas, apesar de vestirem números diferentes.

Quatro amigas e um Jeans viajante

Elas vão passar as férias cada uma em uma parte do mundo, decidem revezar a calça e enviá-la junto com uma carta contando o que aconteceu no tempo em que estiveram com ela. As atrizes principais do filme foram/são protagonistas das séries Gilmore Girls, Ugly Betty, Joan of Arcadia e Gossip Girl.

6. Thelma & Louise 

Louise Sawyer (Susan Sarandon) é uma garçonete quarentona e Thelma (Geena Davis) é uma jovem dona-de-casa. Cansadas da vida monótona que levam, as amigas resolvem deixar tudo para trás e pegar a estrada. Durante a viagem, elas se envolvem em um crime e decidem fugir para o México, mas acabam sendo perseguidas pela polícia americana.

Thelma & Louise

7. Todas Contra John  

John Tucker (Jesse Metcalfe) é o típico cara popular da escola, que atrai a atenção de todas as garotas. O único problema é que ele é prepotente e por conta disso pega todas as meninas. Schaefer, Heather e Beth são as vítimas do momento, mas só descobrem que estão sendo enroladas por John depois de já estarem caidinhas por ele. Juntas, elas decidem dar uma lição no cara com a ajuda de uma colega.

Todas Contra John

8. Harry Potter – A série completa

Os colegas de Hogwarts Harry Potter (Daniel Radcliffe), Hermione Granger (Emma Watson) e Ron Weasley (Rupert Grint) cativaram os fãs durante uma década inteira, enfrentando os maiores perigos juntos. Desde o começo, quando descobrem a Pedra Filosofal, até a tentativa final de acabarem com Voldemort, eles criaram uma das mais belas histórias de amizade do cinema recente.

Harry Potter – A série completa

9. Curtindo a Vida Adoidado  

Os adolescentes Ferris Bueller (Matthew Broderick) e Cameron Frye (Alan Ruck) são melhores amigos, e conseguem viver uma incrível experiência juntos quando decidem matar aula e passar um dia insano em Chicago, passeando com uma Ferrari, comendo em restaurantes chiques e visitando pontos turísticos. Eles nem sempre concordam com os planos absurdos um do outro, mas acabam embarcando em todas as aventuras juntos e descobrindo que a vida só vale a pena pelo seus pequenos momentos.

Curtindo a Vida Adoidado

10. E.T. – O Extraterrestre 

Os seres extraterrestres raramente são amigáveis no cinema, mas Steven Spielberg mudou o padrão com esta bela aventura. Apesar da surpresa inicial, o pequeno Elliot (Henry Thomas) torna-se amigo do E.T., e faz tudo que pode para ajudá-lo a voltar para a sua casa.

E.T. – O Extraterrestre

Você sabe como funciona a “cura gay”?

Independente de qual seja o seu posicionamento a respeito, você já deve ter ouvido por aí a expressão “cura gay”, que nos dá a entender que a homossexualidade é uma doença, justamente por essa questão de “cura”. O fato é que desde 1999 o Conselho Federal de Psicologia já não considera questões relacionadas à orientação sexual como doenças ou transtornos psicológicos. Só por isso o assunto já poderia ser arquivado, mas, se algumas pessoas ainda têm dúvidas, não há motivos para não tentarmos esclarecê-las.

Para o Conselho Federal de Psicologia

A página do órgão deixa bastante claro que o psicólogo é um profissional da área de saúde e que, frequentemente, trata questões relacionadas à sexualidade. Da mesma maneira, explica que a função desse profissional no que diz respeito à sexualidade é justamente a de esclarecer questões sobre existência de práticas sexuais consideradas fora do padrão tradicional da nossa sociedade, de modo que a intenção final é superar casos de preconceito e discriminação.

Dessa forma, a resolução deixa claro também que os psicólogos “não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados”. Ou seja: a homossexualidade não requer tratamento.

Para o Conselho Federal de Medicina

Há exatos 30 anos, a homossexualidade deixou de ser tratada como uma doença pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Em artigo publicado no próprio site do CFM, escrito pelo médico Dr. Leonardo Sérvio Luz, a visão patológica do comportamento homoafetivo é descrita como um “erro da comunidade científica internacional”.

Nesse sentido, o Conselho chegou a mudar sua conduta antes mesmo da própria Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Classificação Internacional das Doenças (CID). Para a OMS a homossexualidade deixou de ser doença em 1990, e, de acordo com a CID, em 1992.

Orientação sexual e identidade de gênero

Uma pessoa heterossexual que não convive com gays e lésbicas pode ter dificuldades para entender o que é orientação sexual. Aliás, nesse sentido, evita-se utilizar o termo “opção sexual”, afinal já é cientificamente comprovado que a homossexualidade não é uma escolha, mas sim, como disse o Dr. Drauzio Varella a respeito, “um fato biológico inerente à condição humana”.

Da mesma forma que um heterossexual dificilmente se sentiria confortável em uma relação sexual com alguém do mesmo sexo, o homossexual também não sente atração por pessoas do sexo oposto. Não é algo que se possa controlar, escolher.

Segundo a American Psychological Association, orientação sexual é um padrão emocional, romântico e/ou sexual de atração por homens, mulheres ou ambos os sexos. O documento explica, ainda, que orientação sexual é também o senso de identidade de uma pessoa, geralmente baseado naqueles pelos quais sente atração, bem como em seu padrão comportamental.

Orientação sexual, portanto, independe do gênero de cada pessoa e, inclusive, da identidade de gênero de cada pessoa. Nesse sentido, é preciso entender que há quem não se identifique com o próprio gênero – você já imaginou como seria se sentir homem ou mulher, mas ser biologicamente o oposto disso? Eis um conflito que ninguém escolheria viver, certo?

Em alguns casos, quando a pessoa faz tratamentos hormonais e cirúrgicos para mudar de sexo, é comum ouvirmos determinados questionamentos. “Era homem, virou mulher e agora vai namorar outra mulher?”, alguns perguntam, confundindo orientação sexual com identidade de gênero. Esse exemplo ilustra bem a diferença entre uma coisa e outra.

Identidade de gênero é a forma como a pessoa se sente psicologicamente – mesmo sendo biologicamente homem e sentindo atração por mulheres, por exemplo, a pessoa pode se identificar psicologicamente com o gênero feminino.

Então por que a cura?

Ainda que não seja muito difícil entender que orientação sexual e identidade de gênero são questões inerentes, ou seja, que não são escolhidas, há a questão de que o comportamento homossexual, assim como o transgênero, não faz parte do modelo tradicional de família e sociedade.

Mesmo que cada indivíduo tenha o direito à liberdade sobre a própria vida, algumas questões políticas e religiosas acabam interferindo nesse sentido. Se há apenas 30 anos a homossexualidade ainda era considerada doença, não é de se espantar que muita gente tenha acreditado ou esperado por uma cura.

Nesse sentido, muitos tratamentos já foram realizados na tentativa de fazer uma “conversão” e, no aspecto religioso, livrar os homossexuais do “pecado”. Em 1979, William Masters e sua esposa Virginia Johnson realizavam estudos com pessoas homossexuais e garantiam que a “cura” era realmente possível. Em cinco anos de tratamentos com diversos homossexuais homens e mulheres, o casal dizia ter solucionado mais de 70% dos casos. O problema? Nenhum desses casos foi comprovado, assim como nenhum “ex-gay” ou nenhuma “ex-lésbica” se pronunciou a respeito.

Em artigo publicado no Scientific American, Thomas Maier conta que falou com Lynn Strenkofsky, que trabalhava na clínica de Masters e Johnson organizando a agenda de pacientes e consultas. Estranhamente, Strenkofsky disse nunca ter visto qualquer caso de conversão bem-sucedido.

Outra questão intrigante: quando Robert Kolodny, um dos sócios da clínica do casal, pediu para ver provas de alguma conversão bem-sucedida, Master e Johnson se recusaram a dar tais esclarecimentos. Com o passar do tempo, e depois de pressionar seus sócios, Kolodny chegou à conclusão de que os tratamentos não funcionavam e que o resultado positivo divulgado era uma mentira. Detalhe: Masters se dizia terapeuta, embora nunca tenha tido um diploma para exercer a profissão.

Alguns anos depois, ao analisar a obra do marido, Johnson o definiu como “criativo” ao finalmente admitir que não há tratamento para a homossexualidade. Masters morreu afirmando que era possível “curar” pessoas gays, ainda que nunca tenha conseguido, de fato, provar isso.

“Cura” televisionada

Dr. Christian Jessen

Há quase dois anos o médico Dr. Christian Jessen, que é homossexual, aceitou passar por três tentativas de “cura”: uma de aversão, no Reino Unido; uma de alteração cerebral; e outra de reabilitação, nos EUA. Todo o processo foi registrado por ele e, depois, transformado em um documentário.

O primeiro tratamento foi à base de xarope de ipeca, conhecido por provocar vômito. Enquanto vomitava durante horas, Jessen era obrigado a olhar imagens de homens sem roupa ao mesmo tempo em que ouvia mensagens sobre a homossexualidade ser uma prática pecadora. Além disso, as mensagens diziam que ele precisaria querer fazer sexo com mulheres.

Segundo Dr. Jessen, esse tipo de terapia foi bastante utilizada entre os anos de 1920 e 1980, quando os “pacientes” recebiam injeções a cada duas horas para provocar vômito e diarreia. A ideia desse tipo de terapia era fazer com que o homossexual assimilasse a sensação de enjoo e desconforto com a imagem de uma pessoa do mesmo sexo. Teoricamente, depois disso, pensamentos homossexuais provocariam o mesmo enjoo. Nenhum homossexual foi “curado” depois de passar por esse tratamento.

“Eu não consigo acreditar que pessoas como eu – um médico – iriam realmente prescrever isso a pessoas como eu – gays”, disse Jessen a respeito do tratamento bizarro que o fez vomitar compulsivamente. No documentário, Jessen fala também a respeito das questões religiosas sobre a homossexualidade: “A coisa mais chocante é que esses líderes religiosos não acreditam que nós nascemos gays, mas sim que é uma condição provocada por um trauma de infância”.

Para saber o que alguns líderes religiosos achavam a respeito de crianças homossexuais, Jessen tentou falar com pastores e padres, mas ninguém quis gravar entrevista. Por outro lado, ele conseguiu falar com jovens religiosos sobre o tema – a maioria também acredita que ser gay é uma condição sobrenatural. Duas jovens, uma de 16 e outra de 20 anos, disseram que homossexuais são pessoas possuídas por espíritos malignos.

Decepcionado, Jessen disse que tinha esperanças de que pessoas mais novas fossem menos homofóbicas e tivessem uma cabeça mais aberta para essa questão. “Me entristece profundamente esse não ter sido o caso”, resumiu.

Na segunda terapia, Jessen procurou um ex-pastor que afirma ser também médico – depois de uma breve pesquisa, porém, Jessen descobriu que ele não tinha um diploma de Medicina. Essa nova tentativa de “cura”, que tenta mudar o cérebro da pessoa, custa US$ 250 (cerca de R$ 800), e a promessa é a de que o “paciente” seja informado também sobre as razões que o levaram a ser homossexual, além de ter acesso a uma espécie de medidor de homossexualidade, que diria quão gay uma pessoa é. Tudo isso analisando-se a forma como o paciente colore o desenho de um cérebro.

Seguindo as instruções, Jessen pintou o desenho à sua frente e depois repassou o conteúdo para que o médico, que é daltônico, avaliasse a questão das cores. “Ele me disse que as partes que eu pintei de preto simbolizavam todo o abuso que sofri na infância, o que é estranho, porque eu tive uma infância feliz e uma relação de muito amor com os meus pais”, disse.

Na hora da reabilitação gay, Jessen visitou John Smid, que defendeu a “cura gay” por 18 anos e se revelou homossexual no final de 2014. Até 2007, quando finalmente aceitou a própria homossexualidade, Smid submetia homossexuais à reabilitação, isolando totalmente o “paciente” de seu “vício”.

Esse é o tratamento mais caro e mais demorado: são três meses de internamento, sendo que o custo é de US$ 3 mil por mês (aproximadamente R$ 9 mil). Nesse período, todas as coisas que “deixam uma pessoa gay”, como roupas e músicas, são retiradas do “paciente”. A única música permitida é a gospel. Até mesmo a música clássica é proibida.

O próprio Smid, um ex-homofóbico, agora curado, afirma que o processo de reabilitação nunca teve qualquer resultado positivo relacionado a essa terapia de reclusão: “Eu nunca conheci um homem que experimentou a mudança de homossexual para heterossexual”.

Como conclusão de suas três tentativas de cura, Jessen declarou: “Eu espero que jovens e pessoas vulneráveis que talvez tenham considerado essas terapias assistam ao programa e percebam que é tudo nonsense e que eles não têm absolutamente nada de que se envergonhar”.

De pastor a ateu

Sergio Viula

Recentemente, o ex-pastor Sergio Viula, que é também filósofo e teólogo, reafirmou que a “cura gay” simplesmente não existe. Ele demorou a aceitar a própria homossexualidade e fundou o MOSES (Movimento pela Sexualidade Sadia), que defendia a possibilidade de “cura gay”. Sobre o tempo em frente ao MOSES, Viula comentou: “Eu era uma zebra pintada de branco”.

Antes de aceitar e assumir sua homossexualidade, Viula foi casado com uma mulher por 14 anos, teve dois filhos e foi pastor durante nove anos. Aos 34 anos, radicalizou: pediu o divórcio, se tornou ateu e manteve um relacionamento homoafetivo por sete anos. A história de Viula e de suas falhas tentativas de realizar a “cura gay” estão disponíveis em seu livro “Em Busca de Mim Mesmo”. Além disso, ele alimenta o blog Fora do Armário.

Em entrevista ao UOL, Viula afirma que era gay desde criança, que sofreu bullying e sabia que era diferente dos outros meninos. “Comecei a me perguntar o que tinha de errado comigo. Comecei a perceber que aquilo que eu sentia podia ser um problema para os outros. Foi quando passou a ser um problema para mim. E aí veio a rejeição, a auto-homofobia”.

Tempos modernos – ou nem tanto

Ainda que existam todas as evidências possíveis de que a “cura gay” não existe, muitas pessoas – e até alguns psicólogos – insistem em bater nessa tecla. Em tempos de modernização, há até aplicativos destinados a ensinar o passo a passo para a tal cura.

Um desses aplicativos promete a conversão homossexual no prazo de 60 dias, em um esquema de 10 passos: admitir ser homossexual; passar a tratar a homossexualidade como um pecado; aceitar mudar em nome de Deus; sempre ler a Bíblia (mas apenas as passagens indicadas, não a obra toda); se afastar de qualquer coisa remotamente gay; perceber que a homossexualidade torna a pessoa sozinha; fazer as pazes com quem já tentou alertá-lo sobre os perigos de ser gay; sempre se lembrar do processo de cura; imaginar a si mesmo como uma pessoa estragada; e, por fim, saber que só será salvo quem realmente tiver fé.

A opinião de Freud

O pai da psicanálise, cujos estudos praticamente giram em torno da sexualidade humana, certa vez respondeu à carta de um homem que estava preocupado com o fato de que seu filho pudesse ser gay.

A carta foi escrita em 1935 e depois foi parar nas mãos de Alfred Kinsey, que pesquisou a sexualidade humana a fundo e elaborou a Escala Kinsey. Embora Freud fosse um terapeuta que acreditava na cura gay, não foi isso o que ele sugeriu ao tal pai preocupado.

“Homossexualidade certamente não é uma vantagem, mas não é nada do que se envergonhar, não é um vício, não é uma degradação; não pode ser classificada como uma doença”, disse o psicanalista.

“Muitos indivíduos altamente respeitados dos tempos antigos e modernos foram homossexuais, inúmeros grandes homens entre eles (Platão, Michelangelo, Leonardo da Vinci etc). É uma grande injustiça falar sobre homossexualidade como um crime – e uma crueldade também”, defendeu Freud.

Números

Ao que tudo indica, a “cura gay” é mais uma falácia na qual muitas pessoas ainda acreditam. O que, por outro lado, é uma verdade assustadora é o número de crimes contra homossexuais, especialmente no Brasil, campeão mundial nesse sentido.

A intolerância, o preconceito, o fanatismo, a falta de empatia e o ódio nos colocaram em um ranking assustador: em relação aos EUA, temos 785% de casos a mais de crimes contra homossexuais.

Estima-se que pelo menos 216 pessoas LGBT foram assassinadas em nosso país entre janeiro e setembro de 2014. No ano anterior, o número de vítimas foi 338, o que significa que a cada 28 horas de 2013 uma pessoa foi morta simplesmente por ser gay, lésbica ou transexual. Infelizmente, no Brasil a homofobia ainda não é crime.

***

Agora nós queremos saber a sua opinião: por que será que a sexualidade alheia incomoda tanto? Você tem a resposta? Compartilhe com a gente nos comentários!

Conheça o bairro da Vila Maria (São Paulo/SP)

História da Vila Maria

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Vista noturna da Vila Maria

A Vila Maria é um distrito localizado na zona norte do município de São Paulo. Boa parte da economia do bairro é proveniente das atividades relacionadas com logística e transporte de cargas, devido à grande quantidade de empresas do setor localizadas na região. O bairro também é famoso pela escola de samba Unidos de Vila Maria.

Como surgiu

No inicio do século passado a região norte de São Paulo, onde hoje está situado o bairro de Vila Maria era formada por charcos de terra preta e capinzais. Era separado do bairro do Belenzinho pelo Rio Tietê.

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Vista diurna da Vila Maria

Os habitantes do Belenzinho e bairros adjacentes, a exemplo da grande maioria dos habitantes de São Paulo, utilizavam-se para locomoção e transporte de veículos com tração animal. O alimento básico desses animais era o capim. Pelo fato da região onde hoje se situa Vila Maria ser um manancial inesgotável de capim, alguns “comerciantes” atravessavam o Rio Tietê com seus carroções e os carregavam com feixes de capim que eram depois vendidos às pessoas que possuiam animais de tração. Era o combustivel da época.

Igreja da Candelária

Igreja da Candelária

Uma das poucas construções que remontam a épocas anteriores à formação do bairro é a chácara de Dom Pedro que era situada onde hoje é a Rua Dr. Edson de Melo com Rua Araritaguaba, indo até a Rua Nova Prata. Hoje, defronte onde era a chácara, está o sobrado que serviu de escritório para o piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna da Silva.

Avenida Guilherme Cotching

Avenida Guilherme Cotching

Certa vez, num dos seus discursos em Vila Maria, Jânio Quadros, que iniciou com o indefectível “Povo de Vila Maria”, acrescentou: “de Vila Maria Baixa, de Vila Maria Alta e, por que não, de Vila Maria do Meio”. Foram muitas risadas e aplausos.

Vila Maria foi servida durante anos por duas linhas de bonde que tinham ponto inicial na Praça da Sé. O número 34 que ia até a Praça Santo Eduardo e o número 67 que ia até a Praça Cosmorama.

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Vila Maria já teve vários cinemas. O cine Vila Maria, na Av. Guilherme Cotching com Rua Andaraí, o Cine Centenário na parte mediana da mesma avenida, o Cine Candelária, na mesma avenida com Rua da Gávea e o Cine Singapura na av. Alberto Byingthon.

Barracão da Unidos da Vila Maria

Barracão da Unidos da Vila Maria

Na época da inauguração da Rodovia Presidente Dutra era motivo de distração dos moradores da parte alta da Vila Maria, que tinham vista até a rodovia, ficar contando os poucos carros que trafegavam por ela. Faziam apostas de qual sentido de direção passariam mais veículos.

Bairros

A Vila Maria está situado na Zona Nordeste e abrange os bairros de:

• Cidade Jardim
• Conjunto Promorar Vila Maria
• Jardim Andaraí
• Jardim Japão
• Parque Novo Mundo
• Parque Vila Maria
• Vila Maria
• Vila Maria Alta
• Vila Maria Baixa

Conheça o bairro da Bela Vista (São Paulo/SP)

Surge a Bela Vista

O bairro do Bixiga, localizado na região da Bela Vista, nasceu por volta de 1870, quando Antônio José Leite Braga resolveu lotear parte de sua chácara. O local foi, então, povoado por imigrantes italianos recém-chegados ao Brasil e o bairro assumiu as características de seus moradores, que mantiveram vivas a tradição e a religiosidade. Semelhante às aldeias da Itália, o Bixiga tem ruas estreitas e ladeiras, onde se instalaram aos poucos cantinas, quitandas, sapatarias e lojas de artesanato.

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Chegando ao Bexiga os italianos dedicaram-se a fazer algo que era de sua especialidade, a comida, levando então, a criação de fábricas de macarrão e as famosas cantinas e pizzarias.
A semelhança das línguas Italiana e Portuguesa que provém de uma mesma raiz, a latina, fez com que existisse uma maior fixação dos italianos no bairro.

Apesar do parecer entre a língua portuguesa e a italiana, ambas têm variações, pois as palavras geralmente não tem o mesmo significado, no Brasil o que chamamos pastelaria, normalmente é o lugar onde vendem-se pastéis, já na Itália seria um lugar onde vendem-se pães, doces, guloseimas ou coisas do gênero.

O bairro do Bexiga já foi extremamente italiano, seus costumes, forma de falar, era um ambiente bastante afetivo onde todos tratavam-se como irmãos.“Zan Paolo”, como diziam, ficou cheio de dialetos italianos, por onde quer que se passava notava-se a maneira diferente de falar, o queijo tornou-se formaggio o trabalho, então era lavoro.

O Bexiga cresceu lentamente e por algumas vezes falava-se mais o italiano que o próprio português, segundo Pacheco Júnior em sua “gramática histórica da língua portuguesa” cerca de 300 vocábulos tem origem italiana: cantina, caricatura, cascata, poltrona, alegro, carnaval, mortadela, salsicha, entre muitas outras.

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Hoje, o Bixiga é reduto de intelectuais, artistas, amantes de cultura e gastronomia. Foi ali que o industrial italiano Franco Zampari fundou o extinto Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), por onde passaram Cacilda Becker, Paulo Autran e Sérgio Cardoso, que empresta o nome a um dos mais importantes teatros da cidade, instalado no Bixiga.

Teatro Abril

Teatro Abril

Outros badalados teatros estão no entorno, como o Abril, o Brigadeiro, o Bibi Ferreira, o Ruth Escobar e o Cultura Artística complementam a esfera cultural do Bixiga o Museu dos Óculos Gioconda Giannini e a Feira de Antiguidades da Praça Dom Orione, esta última com cerca de 300 barracas que dispõem de artigos diversos, obras de arte, comida e outras curiosidades.

Escadaria do Bixiga

Escadaria do Bixiga

A bela Escadaria do Bixiga une a parte alta do bairro, na rua dos Ingleses, a parte baixa, na rua Treze de Maio, tem acesso ao polo cultural de um lado e as cantinas e a feira do outro.

O Centro de Preservação Cultural está localizado no bairro da Bela Vista, em São Paulo

O Centro de Preservação Cultural está localizado no bairro da Bela Vista, em São Paulo

Eventos culturais, exposições, cursos e oficinas são atrações do Centro de Preservação Cultural (CPC) da Universidade de São Paulo, localizado na chácara urbana Casa de Dona Yayá, na rua Major Diogo. Aos domingos, há apresentações de coral, cantigas de roda, musicais, circo e teatro.

A tradicional Festa da Nossa Senhora da Achiropita

A tradicional Festa da Nossa Senhora da Achiropita

No Bixiga também estão instaladas a sede da tradicional escola de samba Vai-Vai e a Igreja Nossa Senhora Achiropita, santa homenageada todo mês de agosto com a festa gastronômica e beneficente nas ruas do bairro.
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Na rua Conselheiro Carrão, casas acabam de ter suas fachadas revitalizadas, coloridas em tons vibrantes e alegres, o projeto tem o objetivo de transformar o Bixiga no “Caminito brasileiro”, fazendo referência ao famoso ponto do bairro portenho de La Boca, na Argentina. Foram 20 os imóveis que ganharam “cara nova”, entre cantinas, uma creche e o antigo Teatro Zácaro. No rol dos pães, as pequeninas e imortais padarias em nada se assemelham as modernas panificadoras. Possuem, em sua maioria, aspecto rústico, atendimento intimista e receitas de família.

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O NOME DO BAIRRO – Bexiga, Bixiga ou Bela Vista?
Versões diferentes, uma mesma região

A região do Bexiga tem esse nome porque no século 18 aquelas terras pertenciam a Antônio Bexiga – um senhor que ganhou o apelido depois de ser acometido pela varíola. A grafia Bixiga, defendida por alguns memorialistas e moradores das redondezas, seria uma adaptação do termo ao jeito coloquial de falar, trocando o “e” pelo “i”. O Bexiga é a região compreendida entre a Rua Rui Barbosa, Avenida 9 de Julho e Rua dos Franceses. Pertence ao bairro chamado oficialmente de Bela Vista.

A FEIRA DO BEXIGA

A feira de trocas do Bexiga, hoje “Feira do Bexiga” existe há muitos anos. Desde a década de setenta. Ela ocupa toda a área da praça Don Orione estendendo-se pelas imediações. Nela se encontra de tudo. Livros usados, discos, cds, peças antigas e modernas de metais, vidros, cristais, porcelanas, quadros, brinquedos, antiguidades em geral, pratarias, objetos de adornos, militares, colecionáveis, etc. É um mundo! Quando comecei a frequëntá-la os comerciantes e antiquários colocavam tudo no chão, sobre panos e tapetes variados. Cada feirante tinha o seu espaço. Havia também lugares para os visitantes.
Quem organizava a feira nesse tempo era dona Jane, uma senhora de quarenta e poucos anos, valente, decidida, ativa, sem papas na língua, muito autoritária e, de certa forma, respeitada por todos.

 

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