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Dia do Amigo: veja os 10 melhores filmes sobre amizade

O Dia do Amigo é comemorado no dia 20 de julho, nesta quarta-feira. Para entrar no clima da data, confira uma lista dos melhores filmes que falam sobre amizade.

Entre a comédia e o drama, entre os amigos inseparáveis e aqueles que não param de brigar, relembre essas histórias, presentes nos maiores clássicos da sétima arte.

1. Toy Story 3

Nesta terceira sequência da animação, Andy vai para a faculdade e seus antigos brinquedos são doados a uma creche. Apenas Woody ficaria com seu dono. No entanto ,ele decide não abandonar os seus amigos e precisará, juntamente com Buzz, se adaptar ao novo lugar enquanto tentam se manter juntos. O tema principal da série, “Amigo estou aqui”, também embala os filmes da franquia.

Toy Story 3

2. Um Sonho de Liberdade 

Este é um dos dramas mais queridos da história do cinema, apresentando uma sincera história de amizade nascida dentro da cadeia, entre um homem recém-condenado à prisão perpétua (Tim Robbins) e outro que já está na prisão há décadas (Morgan Freeman). Quando enfrentam juntos a violência dos diretores da prisão, eles acabam se conhecendo e resistindo lado a lado.

Um Sonho de Liberdade

3. As Vantagens de ser Invisível  

Charlie (Logan Lerman) é um jovem que tem dificuldades para interagir em sua nova escola. Com os nervos à flor da pele, ele se sente deslocado no ambiente. Ser professor de literatura, no entanto, acredita nele e o vê como um gênio. Mas Charlie continua a pensar pouco de si, até o dia em que dois irmãos, Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), passam a andar com ele.

 As Vantagens de ser Invisível

4. Conta Comigo  

Conta Comigo (Stand By Me, no original) é um dos filmes sobre amizade mais conceituais de todos os tempos. Na verdade, o que faz dele tão especial é justamente a sua atemporalidade.

Conta Comigo

A história é narrada pelo próprio Gordie Lachance, um escritor que passa todo o filme relembrando o Verão de 1959, quando tinha apenas 12 anos e saiu em uma aventura com mais três amigos, para tentar encontrar o corpo de um adolescente perdido na mata.

5. Quatro amigas e um Jeans viajante 

Baseado no primeiro livro da série de Ann Brashares, conta a história de quatro amigas que encontram uma calça que serve magicamente em todas elas, apesar de vestirem números diferentes.

Quatro amigas e um Jeans viajante

Elas vão passar as férias cada uma em uma parte do mundo, decidem revezar a calça e enviá-la junto com uma carta contando o que aconteceu no tempo em que estiveram com ela. As atrizes principais do filme foram/são protagonistas das séries Gilmore Girls, Ugly Betty, Joan of Arcadia e Gossip Girl.

6. Thelma & Louise 

Louise Sawyer (Susan Sarandon) é uma garçonete quarentona e Thelma (Geena Davis) é uma jovem dona-de-casa. Cansadas da vida monótona que levam, as amigas resolvem deixar tudo para trás e pegar a estrada. Durante a viagem, elas se envolvem em um crime e decidem fugir para o México, mas acabam sendo perseguidas pela polícia americana.

Thelma & Louise

7. Todas Contra John  

John Tucker (Jesse Metcalfe) é o típico cara popular da escola, que atrai a atenção de todas as garotas. O único problema é que ele é prepotente e por conta disso pega todas as meninas. Schaefer, Heather e Beth são as vítimas do momento, mas só descobrem que estão sendo enroladas por John depois de já estarem caidinhas por ele. Juntas, elas decidem dar uma lição no cara com a ajuda de uma colega.

Todas Contra John

8. Harry Potter – A série completa

Os colegas de Hogwarts Harry Potter (Daniel Radcliffe), Hermione Granger (Emma Watson) e Ron Weasley (Rupert Grint) cativaram os fãs durante uma década inteira, enfrentando os maiores perigos juntos. Desde o começo, quando descobrem a Pedra Filosofal, até a tentativa final de acabarem com Voldemort, eles criaram uma das mais belas histórias de amizade do cinema recente.

Harry Potter – A série completa

9. Curtindo a Vida Adoidado  

Os adolescentes Ferris Bueller (Matthew Broderick) e Cameron Frye (Alan Ruck) são melhores amigos, e conseguem viver uma incrível experiência juntos quando decidem matar aula e passar um dia insano em Chicago, passeando com uma Ferrari, comendo em restaurantes chiques e visitando pontos turísticos. Eles nem sempre concordam com os planos absurdos um do outro, mas acabam embarcando em todas as aventuras juntos e descobrindo que a vida só vale a pena pelo seus pequenos momentos.

Curtindo a Vida Adoidado

10. E.T. – O Extraterrestre 

Os seres extraterrestres raramente são amigáveis no cinema, mas Steven Spielberg mudou o padrão com esta bela aventura. Apesar da surpresa inicial, o pequeno Elliot (Henry Thomas) torna-se amigo do E.T., e faz tudo que pode para ajudá-lo a voltar para a sua casa.

E.T. – O Extraterrestre

Veja o que abre e o que fecha em São Paulo durante o Corpus Christi

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Bancos ficam fechados na quinta-feira do feriado prolongado.

Metrô terá operação reforçada para Marcha para Jesus e Parada LGBT.

Quem ficar em São Paulo durante o feriado prolongado de Corpus Christi deve estar atento às mudanças de horário de funcionamento de alguns serviços e órgãos municipais, além de bancos.

Confira abaixo que abre e o que fecha nesta quinta-feira:

Bancos
As agências bancárias não funcionam na quinta-feira (4), de acordo com a Febraban. Na sexta-feira, abrem normalmente. As contas de consumo (água, energia, telefone e etc.) e carnês vencidos no dia 4 poderão ser pagos no dia 5, sem acréscimo

Poupatempo
Os postos do Programa Poupatempo ficam fechados na quinta-feira (4) e funcionam normalmente na sexta e no sábado.

Detran
Todas as unidades do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP) fecham na quinta-feira (4) e voltam a funcionar normalmente na sexta (5). Os serviços de trânsito nos postos do Poupatempo e o atendimento pelo Disque Detran-SP também estarão indisponíveis.

Procon
Os postos de atendimento pessoal dentro das unidades do Poupatempo Sé, Santo Amaro e Itaquera ficam fechados na quinta-feira (4) e funcionam normalmente na sexta-feira (5). O atendimento eletrônico e telefônico não funciona na quinta-feira (4) e na sexta-feira (5). O funcionamento dos Procons municipais fica a critério da administração municipal.

Shoppings
As lojas dos shoppings da cidade funcionam na quinta-feira, das 14h às 20h. As praças de alimentação abrem das 11h às 23h.

Eletropaulo
De acordo com a concessionária AES Eletropaulo, todas as lojas de atendimento estarão fechadas no dia 4. Em casos de emergência, as centrais de atendimento atenderão nos telefones 0800 72 72 196 (para problemas na rede de distribuição, fios partidos e falta de energia) e 0800 7272 120 (para consultas de débito, consumo e contas). Na sexta-feira (5), as lojas funcionam normalmente.

Transporte
O Metrô vai reforçar o número de viagens dos trens das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3 Vermelha na quinta-feira (4), em função da Marcha para Jesus. Na Linha 5-Lilás, a frota será equivalente à utilizada aos domingos.

Na sexta-feira e no sábado, todas as linhas terão operação normal. No domingo (7), por conta da Parada do Orgulho LGBT, a o número de trens será ampliado nas linhas 1, 2 e 3.

Por causa do retorno à São Paulo, na segunda-feira (8), a abertura das estações será antecipada, com exceção da Linha 5-Lilás, que começa a funcionar no horário habitual, a partir das 4h40.

As linhas de ônibus intermunicipais da EMTU/SP vão operar com número de viagens reduzido. Na quinta-feira (4), a frota será equivalente à utilizada nos domingos. Na sexta-feira (5), será a mesma de sábado, com 75% das viagens dos dias úteis.

 

Fonte: G1

Páscoa!

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8 de Março | Dia Internacional da Mulher

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Cerveja em lata completa 80 anos de história

Primeiras latinhas começaram a ser comercializadas em janeiro de 1935 na Virginia

Cerveja em lata começou a ser produzida em 1935 Márcio Garcez/Folhapress

Cerveja em lata começou a ser produzida em 1935 – Márcio Garcez/Folhapress

A cerveja de latinha completou 80 anos de idade neste mês de janeiro. Uma cervejaria de Newark, nos Estados Unidos, foi a pioneira na técnica.

Em 24 de janeiro de 1935, as marcas Krueger Finest Beer e Krueger Cream Ale começaram a comercializar as primeiras latinhas de cerveja em Richmond, Virginia. No começo, a invenção enfrentou problemas, já que a bebida não se adaptava ao novo invólucro e explodia a lata.

“Nunca conseguiremos substituir as garrafas de vidro”, diziam os cervejeiros da época. No entanto, com algumas modificações no revestimento das latas, a invenção se consolidou como a maneira mais prática, leve e fácil de consumir e transportar a bebida.

 

Fonte: Band

Curiosidades do Natal

Com a chegada do natal, a festa que simboliza o nascimento de Jesus, podemos presenciar o espírito natalino por todos os lados.

Curiosidades do Natal

A troca de presentes no Natal tornou-se uma tradição.

São várias as formas de se comemorar a data, mas a tradicional apresenta várias curiosidades. Dentre eles temos os símbolos natalinos, que possuem diferentes significados.O peru, ave criada pelos índios do México, foi servido pela primeira vez, como prato principal, em uma ceia no dia de Ação de Graças, no estado americano de Massachusetts, no ano de 1621.

  • As velas são utilizadas para enfeitar a mesa da ceia, trazendo luminosidade que renova nossas vidas, como sendo a própria luz de Jesus.
  • O presépio é a representação do momento do nascimento de Jesus que, segundo a história, foi uma criação de São Francisco de Assis, através de uma apresentação teatral.
  • As bolas natalinas surgiram para substituir os enfeites mais antigos das árvores, como maçãs e pedras, que eram amarradas nos pinheiros.
  • As estrelas possuem um brilho natural e com elas ganhamos proteção de Deus. Trazem felicidade e a maior delas, colocada na parte mais alta da árvore, representa o próprio menino Jesus.
  • Os presentes se tornaram uma tradição do natal, pois os três reis magos levaram incenso, ouro e mirra para serem oferecidos ao rei dos reis, logo após o seu nascimento.
  • As folhas de azevinho, por serem naturais, são o símbolo da vida e trazem boas energias e bons pressentimentos para as pessoas.
  • O papai Noel é uma homenagem ao bispo católico do século IV, São Nicolau, que levava presentes para as crianças mais pobres.
  • Nos países que estão na estação do inverno, costuma-se fazer bonecos de neve. Eles não têm um significado, mas são tradicionais por representarem uma forma de distração para as crianças.
  • Com as mais diversas línguas faladas no mundo, podemos aprender as interessantes formas de desejar feliz natal. Em francês se diz joyeux Noel; em inglês, merry christmas; em alemão frohe weihnachten; em espanhol, feliz navidade; em italiano, buon natale e em polonês, wesotych swiat. Assim, dá para desejar feliz natal a todo o mundo!

Fonte: Mundo Educação

20 de Novembro – Dia Nacional da Consciência Negra

O Dia Nacional da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro, dia da morte de Zumbi dos Palmares, e reivindica essa figura histórica como símbolo de resistência.

Monumento a Zumbi dos Palmares em Salvador, Bahia

Monumento a Zumbi dos Palmares em Salvador, Bahia

O Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, foi instituído oficialmente pela lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011. A data faz referência à morte de Zumbi, o então líder do Quilombo do Palmares – situado entre os estados de Alagoas e Pernambuco, na região Nordeste do Brasil. Zumbi foi morto em 1695, na referida data, por bandeirantes liderados por Domingos Jorge Velho. Maiores informações podem ser consultadas no texto História do Quilombo de Palmares.

A data de sua morte, descoberta por historiadores no início da década de 1970, motivou membros do Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial, em um congresso realizado em 1978, no contexto da Ditadura Militar Brasileira, a elegerem a figura de Zumbi como um símbolo da luta e resistência dos negros escravizados no Brasil, bem como da luta por direitos que seus descendentes reivindicam.

Os negros que conseguiam fugir formavam comunidades que recebiam o nome de Quilombos. Nelas havia a distribuição do trabalho e a prática de atividades como a agricultura, a caça, a coleta, a mineração e o comércio. Além de escravos fugidos os quilombos abrigavam ainda indígenas, desertores e pessoas perseguidas sendo que não eram poucas as alianças com comerciantes e homens livres que ajudavam a manter os quilombos ativos.

Os negros que conseguiam fugir formavam comunidades que recebiam o nome de Quilombos. Nelas havia a distribuição do trabalho e a prática de atividades como a agricultura, a caça, a coleta, a mineração e o comércio. Além de escravos fugidos os quilombos abrigavam ainda indígenas, desertores e pessoas perseguidas sendo que não eram poucas as alianças com comerciantes e homens livres que ajudavam a manter os quilombos ativos.

Com a redemocratização do Brasil e a promulgação da Constituição de 1988, vários segmentos da sociedade, inclusive os movimentos sociais, como o Movimento Negro, obtiveram maior espaço no âmbito das discussões e decisões políticas. A lei de preconceito de raça ou cor (nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989) e leis como a de cotas raciais, no âmbito da educação superior, e, especificamente na área da educação básica, a lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que instituiu a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileira, são exemplos de legislações que preveem certa reparação aos danos sofridos pela população negra na história do Brasil.

A figura de Zumbi dos Palmares é especialmente reivindicada pelo movimento negro como símbolo de todas essas conquistas, tanto que a lei que instituiu o dia da Consciência Negra foi também fruto dessa reivindicação. O nome de Zumbi, inclusive, é sugerido nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana como personalidade a ser abordada nas aulas de ensino básico como exemplo da luta dos negros no Brasil. Essa sugestão orienta-se por uma das determinações da lei Nº 10.639, que diz no Art. 26-A, parágrafo 1º: “O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.”

Domingos Jorge Velho, bandeirante que liderou a ação de destruiu o Quilombo dos Palmares

Domingos Jorge Velho, bandeirante que liderou a ação de destruiu o Quilombo dos Palmares

A despeito da comemoração do Dia da Consciência Negra ser no dia da morte de Zumbi e do que essa figura histórica representa enquanto símbolo para movimentos sociais, como o Movimento Negro, há muita polêmica no âmbito acadêmico em torno da imagem de Zumbi e da própria história do Quilombo dos Palmares. As primeiras obras que abordaram esse acontecimento histórico, como as de Edison Carneiro (O Quilombo dos Palmares, Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 3a ed., 1966), de Eduardo Fonseca Jr. (Zumbi dos Palmares, A História do Brasil que não foi Contada. Rio de Janeiro: Soc. Yorubana Teológica de Cultura Afro-Brasileira, 1988) e de Décio Freitas (Palmares, a guerra dos escravos. Porto Alegre: Movimento, 1973), abriram caminho para a compreensão da história da fundação, apogeu e queda do Quilombo dos Palmares, mas, em certa medida, deram espaço para o uso político da figura de Zumbi, o que, segundo outros historiadores que revisaram esse acontecimento, pode ter sido prejudicial para a veracidade dos fatos.

Um dos principais historiadores que estudam e revisam a história do Quilombo de Palmares atualmente é Flávio dos Santos Gomes, cuja principal obra é De olho em Zumbi dos Palmares: História, símbolos e memória social (São Paulo: Claro Enigma, 2011). Flávio Gomes procurou, nessa obra, realizar não apenas uma revisão dos fatos a partir do contato direto com as fontes do século XVI e XVII, mas também analisar o uso político da imagem de Zumbi. Segundo esse autor, o tio de Zumbi, Ganga Zumba, que chefiou o quilombo e, inclusive, firmou tratados de paz com as autoridades locais, acabou tendo sua imagem diminuída e pouco conhecida em razão da escolha ideológica de Zumbi como símbolo de luta dos negros.

Além dessa polêmica, há também o problema referente à própria estrutura e proposta de resistência dos quilombos no período colonial. Historiadores como José Murilo de Carvalho acentuam que grandes quilombos, como o de Palmares, não tinham o objetivo estrito de apartar-se completamente da sociedade escravocrata, tendo o próprio Quilombo dos Palmares participado do tráfico e do uso de escravos. Diz ele, na obra Cidadania no Brasil: “Os quilombos que sobreviviam mais tempo acabavam mantendo relações com a sociedade que os cercava, e esta sociedade era escravista. No próprio quilombo dos Palmares havia escravos”. (CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo Caminho. 3ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. p. 48).

consciência-negra

As polêmicas partem de indagações como: “Se Zumbi, que foi líder do Quilombo de Palmares, possuía escravos negros, a noção de luta por liberdade nesse contexto era bem específica e não pode colocá-lo como símbolo de resistência contra a escravidão”. A própria história da África e do tráfico negreiro transatlântico revela que grande parte dos escravos que a coroa portuguesa trazia para o Brasil Colônia era comprada dos próprios reinos africanos que capturavam membros de reinos ou tribos rivais e vendiam-nos aos europeus. Essa prática também ressoou, como atestam alguns historiadores, em dada medida, nos quilombos brasileiros.

Nesse sentido, a complexidade dos fatos históricos nem sempre pode adequar-se a anseios políticos. Os estudos históricos precisam dar conta dessa complexidade e fornecer elementos para compreender o passado e sua relação com o presente. Entretanto, esse processo precisa ser cuidadoso. O uso de datas comemorativas como marcos de memória suscita esse tipo de polêmica, que deve ser pensada e discutida criteriosamente, sem prejuízo nem das reivindicações sociais e, tampouco, da veracidade dos fatos.

 

Fonte: Brasil Escola

Dia dos Professores: conheça curiosidades de educadores que fizeram história

Professor é uma das profissões mais antigas que existe. Há 25 séculos, o filósofo grego Sócrates foi professor de Platão. Sócrates não ensinava numa escola, mas em locais públicos, como praças e ginásios. Ele conversava com as pessoas, fazendo perguntas e provocando seus discípulos, o que os obrigava a pensar.

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Em 355 a.C., Aristóteles fundou uma escola próxima ao templo de Apolo Lício, de onde recebeu seu nome: Liceu. A escola se tornaria a rival e ao mesmo tempo a verdadeira herdeira da Academia platônica.

Nessa época, em famílias mais ricas, era comum pagar pessoas com mais conhecimentos para guiar as crianças nos estudos. Aristóteles, por exemplo, era mestre de Alexandre, o Grande, rei da Macedônia. O filósofo romano Sêneca também foi um mestre, convidado pelo imperador Cláudio para assumir a educação de seu filho Nero.

Leon Tolstoi, autor de “Guerra e Paz”, escreveu cartilhas de alfabetização para crianças e camponeses russos. Foi por causa de suas preocupações sociais que abriu, em 1859, uma escola em sua propriedade rural para os filhos dos servos. Além disso, produziu cartilhas de alfabetização que fizeram grande sucesso na Rússia.

No Brasil
Foi em 1549 que surgiu a primeira escola do Brasil, em Salvador, fundada por grupo de jesuítas. Foi este mesmo grupo que fundou também a segunda escola brasileira, em 1554, em São Paulo –a data marca também a fundação da cidade. Na cartilha do professor constava ensinar a ler, escrever, fazer cálculos de matemática e aprender a doutrina católica.

No colégio de São Paulo, Padre Anchieta ensinou latim aos índios, aprendeu tupi-guarani com eles e (seguindo a tradição missionária, que mandava assimilar e registrar os idiomas) escreveu a “Arte da Gramática da Língua Mais Falada na Costa do Brasil”, publicada em Coimbra em 1595.

Joaquim Manuel de Macedo, autor de “A Moreninha”, foi professor dos filhos de Pedro II. Uma curiosidade: Pedro II manifestou diversas vezes sua vontade de ser professor em vez de imperador. Macedo foi convidado a dar aulas aos filhos da Princesa Isabel. Cargo que ocuparia até a morte, seu magistério foi exercido sem muito empenho. Consta que, enquanto fingia prestar atenção à lição que um aluno expunha, Macedo cuidava de escrever ou rever trechos de seus romances.

Paulo Freire continua sendo uma inspiração para gerações de professores. Você sabia que ele ensinou 300 cortadores de cana a ler e a escrever em apenas 45 dias? Ele desenvolveu um método inovador de alfabetização, vinculado ao nacionalismo desenvolvimentista do governo João Goulart.

Atenção especial
E já havia, em épocas remotas, professores que se preocupavam em ensinar aqueles que precisavam de um pouco mais de atenção. Graham Bell, inventor do telefone, foi professor de escola de surdos-mudos. Em 1871, o pai de Bell foi convidado a treinar professores de uma escola de surdos em Boston, mas preferiu enviar o filho em seu lugar.

Bell foi para os EUA ensinar o método de pronúncia desenvolvido por seu pai. No ano seguinte, abriu sua própria escola para surdos e depois se tornou professor da Universidade de Boston. Nessa época, começou a se interessar por telegrafia e a estudar modos de usar a eletricidade para transmitir sons.

Benjamin Constant, um dos pioneiros das idéias republicanas no Brasil, deu aulas para cegos e consolidou o instituto que dava apoio aos deficientes visuais como escola. Não à toa, o primeiro educandário para cegos na América Latina leva seu nome.

 

Fonte: UOL Educação

Especial ‘Dia das Crianças’: robôs caseiros e tintas de confete

Dicas para entreter a criançada em casa – ou para você, marmanjo, que não esqueceu a sua criança interior

QUE TAL UMA TINTA PEGAJOSA? (FOTO: REPRODUÇÃO/LEARNPLAYIMAGINE)

QUE TAL UMA TINTA PEGAJOSA? (FOTO: REPRODUÇÃO/LEARNPLAYIMAGINE)

No dia 12 de outubro os pequenos ficam loucos de ansiedade para ganhar presentes. E a gente, galera já ~mais velha~, fica louca de ciúmes por não ganhar mais nada.

Mas como sabemos que os brinquedos não estão lá muito baratos, decidimos reunir dicas bem legais para quem não quer deixar essa data especial passar em branco – até mesmo para os marmanjos crescidos.

E pensando em boas maneiras de economizar no próximo domingo, que tal deixar a criançada – e consequentemente você (vintão) – inventar um pouco?

Hoje, ensinaremos duas dicas bem fáceis e legais de fazer em casa: estação robótica caseira e potes de tintas de confete para a criançada se divertir – e sujar – nesse Dia das Crianças.

Estação Robótica

UMA BOA DICA PARA QUEM TEM AQUELA CRIANÇA BEM CRIATIVA EM CASA (FOTO: REPRODUÇÃO/BUZZFEED)

UMA BOA DICA PARA QUEM TEM AQUELA CRIANÇA BEM CRIATIVA EM CASA (FOTO: REPRODUÇÃO/BUZZFEED)

Essa é bem simples, basta você adquirir alguns cubos madeira (mas papelão também serve), muitas bugigangas (olhos doidos, botões, linhas coloridas, tampinhas de refrigerante, papel colorido, etc.) e exagerar na criatividade. Junte tudo isso com um pouco de cola quente (e coerência) e monte seus pequenos robôs pessoais “sustentáveis”. Sai barato e a diversão é garantida!

Tinta de confete

UMA BOA PARA QUEM GOSTA DE PINTAR (FOTO: REPRODUÇÃO/LEARNPLAYIMAGINE)

UMA BOA PARA QUEM GOSTA DE PINTAR (FOTO: REPRODUÇÃO/LEARNPLAYIMAGINE)

Uma tinta caseira cheia de lantejoulas para pintar com os dedos que as crianças vão adorar.

Para isso, você precisará de alguns ingredientes:

– Gel de cabelo
– Corante de comida
– Lantejoulas
– Papel Craft
– Pincéis

Depois de separar tudo isso, encha um recipiente com o gel de cabelo, o corante e as lantejoulas. Mexa bastante e depois é só brincar. Agora você tem uma tinta pegajosa cheia de “brilhantes” que só vão animar ainda mais seus pequenos.

TINTA DE FAZER! (FOTO: REPRODUÇÃO/LEARNPLAYIMAGINE)

TINTA DE FAZER! (FOTO: REPRODUÇÃO/LEARNPLAYIMAGINE)

 

Fonte: Galileu

Dia do Repórter Fotográfico | 02 de Setembro

reporter fotograficoNo dia 02 de setembro é comemorado o dia do repórter fotográfico, o profissional que consegue registrar fatos e acontecimentos marcantes, capturando as imagens no exato momento em que os mesmos acontecem.
As imagens podem ser de fatos políticos, históricos, sociais, esportivos, culturais, natureza, dentre outros, retratando alegria, sofrimento, dor, esperança, etc.
A história da fotografia surgiu através do físico francês Joseph Nicéphore Niépce, em 1816, através da “transformação de compostos químicos sob a ação da luz”.
A fotografia é importante para a atividade jornalística, pois serve para complementar a ideia do texto, bem como comprovar a veracidade dos fatos.
Ao longo dos anos, a fotojornalismo tornou-se um estilo de trabalho que se baseia no uso das imagens fotográficas para se veicular às notícias. O surgimento dessa área se deu através do britânico Roger Fenton, que fotografou a Guerra de Crimeia, no período de 1853 a 1856.
Mas a primeira publicação de uma imagem em um veículo de comunicação aconteceu em 1880, através do jornal Daily Herald, de Nova Iorque, com a finalidade de inovar seu estilo de publicação, buscando chamar mais a atenção dos leitores.
Porém, a genialidade da ideia somente se tornou popular com a chegada do século XX, sendo possível devido à invenção da primeira máquina fotográfica portátil, a Kodak, que podia ser facilmente carregada por todos os lados.
No tempo dos nossos bisavôs e avôs, as fotografias não eram comuns. Ao pesquisarmos a história de nossas famílias podemos perceber o quanto as imagens mudaram de lá para cá, tornando-se mais límpidas, com muito mais qualidade que antes, o que somente foi possível com os avanços tecnológicos.
As primeiras máquinas fotografavam em preto e branco. Mais adiante, o homem inventou o filme, que possibilitava a revelação em cores, chegando aos modelos da atualidade, os digitais, que capturam as imagens através da memorização das mesmas.
Um estilo jornalístico que tem chamado grande atenção do público nos últimos anos são os paparazzi (no singular, paparazzo).
Os mesmos fotografam celebridades do cinema e da televisão, expondo suas imagens em momentos mais descontraídos ou comprometedores. Essas matérias são alvo das revistas de fofoca, pois atingem grande sucesso nas vendas das mesmas.
A ideia desse trabalho fotográfico foi proposto no filme de Frederico Fellini, La Dolce Vita (1960), que teve o nome do fotógrafo Signore Paparazzo baseado no nome de um mosquito siciliano “paparaceo”. A atuação do fotógrafo era de Walter Santesso, que trabalhava com Marcello Mastroiani, interpretando o jornalista Marcello Rubini.
Mas independente da forma de atuação do repórter fotográfico, seu trabalho é muito importante para a população, pois registra os fatos como eles realmente acontecem, trazendo-nos a possibilidade de tomar conhecimento dos mesmos.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

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