Arquivo da categoria: Carros

Caminhão com painel na traseira mostra se a ultrapassagem é segura

Caminhões em pista unica são um grande problema, porque acabam tapando a visão do veículo atrás para a ultrapassagem e podem gerar diversos acidentes – o que já acontece nas pistas de todo o mundo. A Samsung pensou nisso ao criar grandes painéis na traseira do caminhão que mostram a situação à frente, ou seja, apesar daquele trambolho o motorista pode fazer uma ultrapassagem segura sem colocar vidas em risco. Na parte da frente é colocado uma câmera onde é transmitido para o painel toda movimentação, além de ter uma versão noturna do sistema.

O protótipo do caminhão já foi testado, mas não existem exemplares nas estradas. A empresa disse estar trabalhando em conjunto com os governos locais para otimizar o sistema para utilização. A Samsung tem sido capaz de mostrar e confirmar que a tecnologia funciona e pode salvar a vida de muitas pessoas.

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Mico: novo extintor de incêndio para carros é muito eficiente… Só que não

Já está valendo desde o começo do ano a nova regra do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) que determina que os extintores de incêndio de todos os automóveis circulando no país devem ser trocados por um novo modelo, com carga ABC. A medida pegou muita gente de surpresa e deu origem a uma escassez do equipamento, o que rapidamente atraiu a atenção da imprensa para o assunto.

Para explicar a importância do novo extintor, uma equipe da TV Anhanguera, de Goiás, entrevistou representantes do corpo de bombeiros local e realizou uma simulação de incêndio em um carro. Demonstrando que o equipamento anterior não consegue apagar o fogo no estofado do carro, a jornalista fala com o especialista enquanto as chamas se alastram.

Ao passarem para o novo equipamento, teoricamente capaz de apagar focos de fogo em líquidos inflamáveis, equipamentos elétricos e materiais sólidos – incluindo estofados –, a repórter e o bombeiro passam a ressaltar a eficiência da carga ABC. “A gente pode ver, olha como esse extintor apaga mais rápido”, diz a jornalista enquanto um dos homens da corporação tenta, sem sucesso, eliminar as chamas.

Chave de ouro

Tentando diminuir a gafe, o bombeiro ressalta que o extintor foi feito para combater somente um princípio de incêndio e que, caso o fogo se alastre, a população deve acionar os profissionais ligando para o número 193. Ao fazer a passagem de volta para o estúdio, o âncora do jornal coroa o mico avisando a repórter para que ela se afaste das chamas, que continuam fortes.

Como a capital da Finlândia pretende se ver livre dos carros até 2025

Moradores da capital da Finlândia não terão carro em 2025 (Foto: Reprodução)

MORADORES DA CAPITAL DA FINLÂNDIA NÃO TERÃO CARRO EM 2025 (FOTO: REPRODUÇÃO)

Em dez anos, a engenheira de transportes Sonja Heikkilä espera que os moradores de Helsinque, na Finlândia, aposentem os carros próprios e façam uso de um novo sistema de transporte público. Revolucionária e ampla, a proposta apresentada por Heikkilä almeja um modelo que reúna ônibus, metrô, trem, carro, bicicleta e táxi de maneira homogênea – sem que as pessoas sejam obrigadas a comprar seus próprios veículos.

“Já que tudo poderá ser dividido, poucas pessoas vão querer ter sua ‘posse’ no futuro”, conta o projeto. O governo de Helsinque apoia tanto a ideia inovadora que planeja aplicá-la – em formato de teste – na virada do ano. Com o aplicativo “route planner”, Heikkilä acredita que no ano de 2025 as pessoas já poderão realizar viagens mais inteligentes, por exemplo: com esse modelo, os cidadãos conseguirão saber qual trecho deverá ser feito com bicicletas; ou com carros, trens e afins.

A cidade acredita que essa plataforma será capaz de fazer com que os funcionários parem de comprar serviços de transporte com suas próprias economias. A engenheira de transporte responsável pela pesquisa afirma: “Os jovens moradores da cidade não enxergam os veículos como os seus pais faziam. Um carro não é mais símbolo de status entre as pessoas mais novas”. Na realidade, Heikkilä afirma que “transportes flexíveis, baratos e suficientes” são os fatores que mais interessam a essa camada da população.

Para a autora, “o transporte público atual é muito fraco para atender todas as necessidades da sociedade”. Ela entende que muitas pessoas optam pelo carro ao invés dos transportes públicos: “Uma vez que o carro está estacionado na garagem, ele é usado excessivamente”.

Sobre o modelo, Heikkilä acredita que sua aplicação não será simples, mas ela é possível: “Isso pode dar certo. Apesar das pessoas mais velhas não entenderem muito bem o conceito, a mudança vem gradualmente”.

 

Fonte: Galileu

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Quem definiu as cores do semáforo?

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O policial de trânsito William Potts, de Detroit (EUA). Lanternas verdes e vermelhas já organizavam o fluxo de carruagens na Inglaterra desde 1868. Mas foi em 1917 que Potts inventou um dispositivo auto- mático usando as luzes vermelha, amarela e verde. Segundo o pesquisador Michel Pastoureau, a relação entre as três cores é um antigo código social, usado desde a valorização do espectro cromático, criado por Newton no século 17. “A sinalização rodoviária é filha da marítima e da ferroviária, remontando, portanto, a códigos anteriores aos automóveis”, diz Pastoureau no livro Dicionário das Cores do Nosso Tempo. Assim, o vermelho, que desde a Idade Média é a cor da interdição, tornaria o verde (seu complementar no espectro) o símbolo da permissão. O amarelo, localizado no ponto médio entre as duas outras cores, serviria então para a transição.

 

Fonte: MUNDO ESTRANHO

Mulher é reprovada 110 vezes e gasta R$ 11 mil para tirar carteira de motorista

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Uma inglesa de 28 anos, que não teve o nome divulgado, conseguiu a ‘proeza’ de ser reprovada 110 vezes no exame teórico para tirar carteira de motorista.

O número impressionante já é considerado o recorde de tentativas no Reino Unido, e custou cerca de R$ 11 mil (3 mil libras) para a aluna.

A moradora de Southwark superou um homem de 38 anos, que reprovou 86 vezes no exame, e detinha o antigo recorde de fracassos nas provas teóricas do país.

O exame teórico de carteira de motorista no Reino Unido é considerado rigoroso e exibe uma média de reprovação de cerca de 65,4%.

No teste prático, o recorde é de um homem, que reprovou 37 vezes, até ser aprovado na 38% tentativa.

 

Fonte: R7

Dirija com ar gelado e cuca fresca

Veja dicas de manutenção e quanto custa reparar o ar-condicionado

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Com a onda de calor das últimas semanas, poucas vezes foi tão necessário ter ar-condicionado no carro. Para garantir que a cabine fique sempre fresquinha, é importante não descuidar do sistema – e a principal maneira de fazer isso é muito simples: basta não deixar de ligá-lo, mesmo no inverno.

Acionar o dispositivo 15 minutos por dia, duas vezes por semana, é o suficiente para fazer com que o óleo do compressor circule e lubrifique as peças. “Se não for usado, o equipamento fica ressecado e sujeito a vazamentos, já que 35% de seus componentes são de borracha”, diz Luiz Evaristo, da oficina Porto Ar-Condicionado (2239-7423), da zona norte.

A falta de uso também compromete a eficiência do gás, que deixa de gelar a cabine de modo satisfatório. Nesse caso, a solução é a recarga. O serviço parte de R$ 135 na oficina Ar Car (3873-3324), na zona oeste.

Outro cuidado importante é substituir o filtro de pólen, que ajuda a barrar a entrada de fungos e bactérias no carro. A troca deve ser feita a cada seis meses ou 10 mil km. Na Prochaskar (3849-1766), na zona sul, o preço da peça pode variar de R$ 45 a R$ 200.

Para reduzir o risco de doenças respiratórias e mau cheiro, recomenda-se a higienização periódica do sistema. Em oficinas especializadas, a aplicação de spray bactericida ou ozônio custa cerca de R$ 120.

 

VAZAMENTOS

O principal sinal de vazamento é a necessidade constante de recargas. “O gás não se consome sozinho. Se teve de colocar mais, é porque vazou”, afirma Rogério Rovella, da Ar Car.

Uma das causas é o ressecamento das mangueiras, provocado pela falta de uso. Na Porto Ar-Condicionado, trocar essas peças varia de R$ 150 a R$ 300.

 

Fonte: Estadão | Thiago Lasco

A volta do ESCORT

Novo Escort deve ser produzido na Argentina, para enfrentar VW Santana e outros rivais, como Nissan Versa e Chevrolet Cobalt

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FORD ESCORT CONCEPT APRESENTADO NO SALÃO DE XANGAI (FOTO: NEWSPRESS)

Os sedãs se multiplicaram no Brasil. Depois das categorias básicas (pequenos, médios e grandes), um novo filão apareceu: os sedãs menores que, de tão espaçosos, nem parecem compactos. É o caso de Renault Logan, Chevrolet Cobalt e Nissan Versa, que em breve ganharão um novo rival, o Volkswagen Santana. A boa nova é que a Ford, além de planejar sua entrada no segmento, deverá seguir a mesma filosofia da VW e recuperar um nome de sucesso: Escort.

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Apresentado como conceito no Salão de Xangai, na China, o sedã está em estudo para o mercado brasileiro, segundo afirmou uma fonte ligada à montadora no Brasil. Sua plataforma é a do novo Focus. A produção seria na fábrica de Pacheco, na Argentina, a partir de 2015, um ano depois do novo VW Santana nacional. Na fábrica argentina também são produzidos a nova geração do Focus, que será lançada em agosto no mercado brasileiro, além da nova Ranger, já à venda por aqui. No ano que vem, a base do Focus dará origem ao crossover Escape/Kuga, também previsto para o mercado brasileiro.

Detalhe do farol traseiro

Detalhe do farol traseiro

Na semana passada, em entrevista ao site Auto Express, uma fonte ligada à Ford afirmou que executivos discutem a possibilidade de levar o novo Escort também para a Europa e outros mercados. “Há um lugar no mercado para um carro de baixo custo, abaixo do Focus. A questão seria vendê-lo sem fazer com que a marca Ford torne-se mais atraente”, afirmou.

Detalhe do farol dianteiro

Detalhe do farol dianteiro

 

Assista ao vídeo sobre o novo Escort: http://www.youtube.com/watch?v=mv_IMiPSwVo

 

Fonte: Revista Auto Esporte

 

 

 

Variações do Fusca

Tradicional, original, tunado, rebaixado, conversível, estendido… criatividade não falta na hora de deixar o Fusca estilizado e de acordo com o gosto do dono!

Veja abaixo algumas versões de um dos carros (se não o mais) mais populares de todos os tempos!

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Fonte: Google Imagens

História do Fusca – A história de um símbolo

Käfer, Coccinelle, Escarabajo, Maggiolino, Fusca, Beetle, Bug, Huevito, Dak Dak. . .
O Volkswagen Sedan é um daqueles automóveis que dificilmente passam sem despertar uma emoção – seja paixão ou até ódio.

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Para alguns um projeto arcaico, para outros um projeto eterno, feito pra durar; o Fusca, feito a principio à pedido de Hitler a Ferdinand Porsche, o velho “beetle” foi nomeado Volkswagen, que como todos sabem, provem do idioma alemão e seu significado é “Carro do Povo”.
Depois foi nomeado “Volkswagen Sedan”, e partindo de um apelido nascido no Brasil, acabou sendo nomeado oficialmente aqui no Brasil como “FUSCA”.

Como bons fuscamaníacos, tentaremos relatar um pouco da história do FUSCA, embora não ter vivido brilhante época, época que fez do Fusca um candidato ao carro do século.
Inicio da década de 30. Ferdinand Porsche desenvolveu um projeto na sua própria garagem, em Stuttgard, Alemanha.

O primeiro projeto do Fusca, era equipado com um motor dois cilindros, refrigerado a ar, que tinha um rendimento absurdamente péssimo.
Criaram o motor quatro cilindros, opostos dois a dois , chamado de Boxter, também refrigerado a ar, com suspensão independente dianteira, que funcionavam através de barras de torção.

Foi um projeto ousadamente revolucionário, pois até então os carros da época eram feitos com motores refrigerados a água e suspensão que em sua maioria usavam feixe de molas (tipo suspensão de caminhões) ou molas helicoidais.

Lançado oficialmente em 1.935, pelo então projetista Ferdinand Porsche, o Volkswagen podia ser comprado por quase todos, ao preço de 990 marcos, e era equipado com motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts, câmbio seco de quatro marchas, que até então só se fabricavam carros com caixa de câmbio inferiores a 3 marchas.

Daí, as evoluções foram constantes.
Sistema de freios a tambor, caixa de direção tipo “rosca sem fim”, evoluções estéticas como quebra vento, lado abertura da porta (no início a porta abria do lado oposto), saída única de escapamento, estribo, entre outras.

Em 1936, já reformulado, com bastante semelhanças com o Fusca de hoje, o Volkswagen era equipado com duas pequenas janelas traseiras, em 1.937 existiam 30 outros modelos sendo testados na Alemanha. E a partir de 1.938, iniciou-se a construção, em Hanover de uma fábrica a qual o Volkswagen seria construído na forma de fabricação em série.

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Em 1.939, devido ao início da segunda guerra mundial, o Volkswagen acabou virando veículo militar. Derivados do fusca, como jipes e até um modelo anfíbio (Shwinwagen, atualmente existem 3 no mundo, e um no Brasil). A mecânica também haveria mudado. Virabrequim, pistões, válvulas , o motor de 995 cc.e 19cv passou a ser de 1.131 cc. e 26 cv. Mais de 70 mil unidades militares foram produzidas.

Término da segunda guerra mundial, a fábrica que estava sendo construída em Hanover, estava quase que inteiramente destruída.
Seus projetistas, ninguém sabia por onde andavam, e de suas versões militares ninguém mais precisara, por pouco não foi o fim do Volkswagen.
Até um major inglês redescobrir o Volkswagen. Ivan Hirst, resolveu “adotar” o velho Volkswagen, entre os escombros da antiga fábrica, a versão original do VW passou a ser reaproveitada.

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Retomada sua fabricação, o Volkswagen passou a ser utilizado em serviços de primeira necessidade, escassos naquela época, como correio, atendimento médico, etc.

Em 1.946, portanto um ano depois, já existia 10 mil volkswagens sedans em circulação.

Em 1.948 existiam 25 mil, sendo 4.400 para exportação. Em 1.949 o Fusca já teria seu próprio mercado nos EUA.

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Basicamente o fusca até então era um projeto que havia dado certo, até meados de 1.956, quase nada havia mecanicamente mudado de seu projeto original.

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Independente de seu projeto mecânico, a aparência do Fusca haveria mudado bastante.
Em 1.951, havia duas janelas repartidas na parte traseira, embora continuar sem os “quebra-ventos”. Mas em 1.953, o fusca surgia com “quebra-ventos” nas janelas laterais, e a partir da segunda série deste ano a janela traseira se resumia a uma única, em formato oval. Neste mesmo ano o fusca começou a ser montado no Brasil.
Em 1.959 o Fusca começou a ser fabricado no Brasil.

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Em 1.961 no segundo semestre, o sistema de sinaleiros (pisca-pisca) deixa de ser uma barra na coluna lateral central (também chamada de bananinha) para as lanternas traseiras, juntamente com as luzes de freio.

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E assim as mudanças foram surgindo. O câmbio deixa de “seco” para ter as quatro marchas sincronizadas, o mesmo que existe até hoje. Em 1.967 o Fusca passa por uma importante mudança: ele ganha motor 1.300 cc ao invés do 1.200 cc que o equipava até então.

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Os aros das rodas também receberam furos para melhor ventilação do sistema de freios. Já em 1968 foi provado que o sistema de 6 volts que o equipava não se mostrava eficiente, aí o Fusca ganhara um novo sistema elétrico 12 volts. E a caixa de direção passa a ser lubrificada com graxa.

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Em 1.970 o Fusca sofreu uma grande transformação. Continuando com a versão 1.300 cc, surgiram a versão 1.500 cc (2º. semestre) essa com 52 cv (SAE) de potência.
Carinhosamente apelidado de “Fuscão”. Para essa versão, o fusca também recebeu uma barra compensadora no eixo traseiro, para finalidade de maior estabilidade. Esteticamente o capô do motor ganhou aberturas para maior ventilação, novas lanternas, cintos de segurança. Como opcional o fusca tinha freios a disco na dianteira.

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Mais mudanças vieram em 1.973. O novo sistema de carburação com carburadores recalibrados para menor consumo, e novo distribuidor vácuo-centrífugo deram mais ênfase ao carro que sem dúvida era um sucesso total.
Nunca vendeu tanto fusca no Brasil como no ano de 1.974.

O fusca teve uma produção de 239.393 unidades somente em 1974. Comparado a produção de 1969 que era de 126.319, foi um impressionante salto nas vendas. Tudo provava o absoluto sucesso do Fusca. E também nessa época que surgiu o Fusca com motorização 1.600-S que rendia 65 cv(SAE)com dupla carburação.

As mudanças mecânicas para esse ano eram o eixo dianteiro com bitola mais larga e a mudança estética foi o maior pára-brisa para as versões 1.300 e 1.500.

Em 1.975, a linha VW foi ampliada com a chegada do novo motor 1.300, versão 1.300-L e o modelo 1.600 passou a ter a alavanca de câmbio mais curta e filtro de ar do carburador de papel. Outras alterações também vieram, como painel e outras (estéticas).

Em 1.978 o bocal do tanque de combustível passou a ser do lado externo do carro, e não dentro do porta-malas como mostrava-se até então.

Em 1.979 (2º. semestre) as lanternas traseiras ganharam nova forma, e pelo seu grande tamanho, esta versão do fusca, a partir desse ano foi apelidado de “Fuscão Fafá”. Após quatro anos sem mudanças, em 1983 o “Super-Fuscão” desaparece. Adotaram o nome oficial de “FUSCA”. Com algumas poucas inovações como caixa de câmbio “Life-Time”(dispensa troca periódica de lubrificante), ignição eletrônica nos modelos a álcool, bomba de combustível com proteção anti-corrosiva, válvulas termopneumáticas nas entradas dos filtros de ar (com a função de controlar a temperatura do ar aspirado para finalidade de melhorar a queima da mistura).

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Mas no ano seguinte, portanto em 1.984, muda tudo. A versão 1.300 do Fusca desaparece. Surge aí um novo 1.600. Com pistões, cilindros e cabeçotes redesenhados, além de novas câmaras de combustão, o novo motor rendia 46 cv a 4.000 RPM e torque máximo de 10,1 kgf/m a 2.000 RPM. Agora a medição foi feita no método DIN e não mais no SAE. Equipavam a versão também novos freios a disco na dianteira e barra estabilizadora traseira redesenhada para uma melhor performance aerodinâmica.

Mas foi no ano de 1.986 que (temporariamente) acaba-se a carreira do Fusca. Embora o México não parar de produzi-lo, no Brasil sua linha de montagem chegara ao fim. Até que em 1.993 por pedido do então presidente do Brasil, Itamar Franco, o Fusca volta novo de novo, como nesses seus 60 anos muito bem vividos.

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Na segunda fase de 1.993, sem mudanças na carroceria nem no motor o fusca ganhou pára-choques na cor do veículo, canalizador com uma única saída de escape no pára-lamas esquerdo, estofamentos novos, volante novo e muitos outros detalhes de acabamento, inclusive detalhes opcionais.

Quando todos não acreditavam no sucesso do relançamento do Fusca, as vendas foram mais que animadoras. Chegou a produzir mais de 40 mil novos Fuscas. Até sua oficial parada de fabricação anunciada em Julho de 1.996 o fusca deixou mais fãs por seu rastro.

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Para comemoração da sua última série de fabricação, foram fabricados os últimos 1.500 Fuscas carinhosamente dados numa versão “FUSCA SÉRIE OURO”, onde os últimos 1.500 proprietários de fuscas “novos” tem seus nomes guardados em um “Livro de ouro da VW.” Um Fusca Série Ouro é facilmente identificado, neste seu último modelo a VW super-equipou esteticamente a versão.

Com estofamentos do Pointer GTI, desembaçador traseiro, faróis de milha, painel com fundo branco, vidros verdes (75% transp.) esta foi a série de gala do querido carrinho. Mais uma vez nosso querido fusquinha cumpre seu papel, um sucesso de vendas e de mercado. Embora no México ainda foi fabricado até 30 de junho de 2.003.

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Outra novidade foi o sucesso de seu relançamento oficial, montado em chassis do VW Golf e com seu novo nome já definido, o BEETLE volta as ruas, mostrando sua nova cara e dando continuidade a essa inigualável carreira que o “querido carrinho” fez por merecer.

E assim temos um exemplo de um projeto que alcançou o completo sucesso, e por trás dele um gênio imortal, um Mito: Ferdinad Porsche.

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Fonte: Fusca Clube

Monza 1983 faz advogado reviver o passado

Impecável, versão hatch do Chevrolet tem motor 1.6 a álcool e foi comprada em 2001

Desejado. Modelo era símbolo de status nos anos 80 | HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO

Desejado. Modelo era símbolo de status nos anos 80 | HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO

Quem viveu os anos 80 provavelmente se lembra da adoração que o Monza despertava. O Chevrolet lançado em 1982 se transformou em símbolo de status e era um dos principais objetos de desejo da classe média da época. Um dos muitos fãs do carro é o advogado Rui Pacheco Bastos. Mas ele só colocou um exemplar na garagem em 2001.

“Eu tinha 22 anos quando o Monza estreou no mercado. Mas era estudante e não tinha condições de comprá-lo”, conta. A chance surgiu por meio de uma cliente do escritório de Bastos, dona de um hatch 1983 com motor 1.6, igual à configuração de estreia. “Quando vi o carro, lembrei da minha juventude na hora. Mas ela só concordou em vendê-lo depois de sete anos.”

O advogado pagou R$ 3.250 pelo Chevrolet, que havia rodado 46 mil km e estava todo original, com a lataria intacta e a mecânica conservada. De acordo com Bastos, foi preciso apenas trocar o disco da embreagem.

O advogado pagou R$ 3.250 pelo Chevrolet, que havia rodado 46 mil km e estava todo original, com a lataria intacta e a mecânica conservada. De acordo com Bastos, foi preciso apenas trocar o disco da embreagem.

Quem não gostou da novidade foi o filho do advogado. “Era esse o carro bom que você disse que iria comprar?! Quando for me levar à escola, quero descer uma quadra antes”, ele disse à época. Mas com o tempo, também passou a gostar do modelo.

Dedicação. Em 2008, Bastos desmontou o carro e o repintou da cor original, “vermelho bonanza”. Ele afirma que costuma rodar com o Monza uma vez por semana e adora lavá-lo no quintal de sua casa de praia. “Todos sabem que ele é o meu xodó. Meu filho estava com o carro e sofreu uma colisão leve. Ele ficou com tanto medo de me contar que minha esposa até passou mal.”

Dedicação. Em 2008, Bastos desmontou o carro e o repintou da cor original, “vermelho bonanza”. Ele afirma que costuma rodar com o Monza uma vez por semana e adora lavá-lo no quintal de sua casa de praia. “Todos sabem que ele é o meu xodó. Meu filho estava com o carro e sofreu uma colisão leve. Ele ficou com tanto medo de me contar que minha esposa até passou mal.”

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Bastos elogia o conforto e a estabilidade do hatch. O motor 1.6 a álcool gera 72 cv e tem um desempenho algo modesto para os 1.035 kg do carro, mas o dono não se queixa. “Dá para viajar bem, se você não tiver pretensões esportivas.”

O porta-malas de 330 litros é um dos pontos fortes do carro. O banco traseiro bipartido pode ser reclinado, ampliando a capacidade de carga para 1.047 litros, o que já ajudou Bastos a levar móveis para a praia. “Ele virou uma picape”, brinca.

Não é raro que outros fãs do Monza abordem o advogado na rua. “Muitos viajam no tempo quando veem o carro. Teve um senhor que se sentou no banco do motorista e ficou um tempão alisando o volante.”

O amor pelo Chevrolet acabou rendendo a Bastos um segundo Monza – de presente. O dono do exemplar, um sedã, teve uma fratura no braço e não pôde mais dirigi-lo. “O genro sugeriu que ele vendesse o carro, mas ele o doou para mim.”

 

Fonte: Estadão | Thiago Lasco

 

 

 

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