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15 dicas e truques para o Google Maps

Google Maps é uma das ferramentas online que mais ajudam as pessoas no mundo todo: seja para encontrar um caminho, visualizar algum lugar, saber como está o trânsito ou conhecer alguma cidade virtualmente, a ferramenta é a opção certa. Porém, ela possui muitos recursos que podem ficar escondidos para o usuário comum.

Por isso, vamos lhe ensinar algumas dicas e truques para você virar um mestre dos mapas. Entre as possibilidades, vamos ensinar como definir as próprias direções e até revelar alguns easter eggs presentes no Maps. Acompanhe abaixo.

15. Viagem no tempo

Você sabia que é possível voltar no tempo dentro do Street View? Sim: basta entrar no modo de visualização de ruas, procurar um símbolo de relógio no canto esquerdo superior da tela e escolher a data anterior — calma, não há como voltar para 1970, pois você só vai ver as imagens gravadas pela Google anteriormente. 

14. Monte o seu mapa

Não tem nada pior que um amigo perdido. Você precisa ficar explicando várias vezes o caminho — pior ainda quando é uma longa viagem. Por isso, o My Maps permite que você monte o mapa da maneira que quiser. É possível adicionar pins, destacar lugares e “colorir” caminhos. Clique aqui para acessar.

13. Gerencie o histórico

Da mesma maneira que o Chrome, o Firefox, o IE e o Safari guardam o histórico de todos os sites pelos quais você passa, o Maps também armazena estes dados — principalmente as suas buscas.Clicando aqui, você vai poder gerenciar o que é armazenado sobre as suas atividades.

12. Busca precisa

Digamos que você está na rua e seu corpo está pedindo um belo lanche com um copo cheio de refrigerante. Basta abrir o Maps e buscar por “Burguer King” ou “McDonalds” — isso também serve para qualquer tipo de comércio ou serviço, como bancos. Assim que a busca terminar, o Maps vai mostrar os restaurantes de fast-food mais próximos de você e como chegar até eles.

11. Seja um colaborador

O Google Map Maker permite que você adicione, subtraia ou corrija informações nos mapas. Além disso, você aprende a mexer com outras ferramentas de customização. Acesse aqui para começar a mexer — é válido notar que o Maker está sendo atualizado e ficará indisponível até agosto de 2015.

10. Saia do modo Lite

Se você não consegue acessar a visualização 3D, o seu Maps provavelmente está travado no modo Lite. Veja se isso não é culpa do seu hardware. Caso não seja, clique aqui para voltar ao modo completo.

9. Acompanhe o trânsito

Para saber como estão as ruas antes de sair de casa, você pode clicar em “Trânsito” no menu para ver qual é o melhor caminho a se fazer.

8. Comandos

Caso você esteja no Street View, alguns comandos podem lhe ajudar na navegação. Veja:

  • +/-: zoom in e zoom out
  • Setas do teclado: virar para os lados, para cima e para baixo
  • A/D: virar para a esquerda/direita
  • W/S: ir para frente/trás

7. Faça o seu caminho

Quando você pede para o Maps traçar uma rota, pode ser que você já conheça parte do caminho — e ele seja diferente do já traçado. Se você arrastar parte do caminho pelo mapa, o trajeto pode ser alterado. Experimente.

6. Qual é a distância?

Se você quer saber qual é a distância entre um ponto e outro, basta clicar com o botão direito do mouse e escolher “Medir a distância”.

5.Dados para todos

Várias instituições em todo o mundo utilizam o Google Maps para criar infográficos e fornecer informações sobre um assunto em específico. Se você está interessado, clique aqui para ser redirecionado.

4. Perdido sob um teto?

O Google Maps também pode lhe ajudar a se localizar dentro de construções. Ou seja, é um mapa “interno”. Mesmo que o recurso ainda não compreenda todos os prédios públicos, no Brasil, você pode usar o Maps em locais como os aeroportos de Brasília e Guarulhos, os shoppings Cidade Mall e Estação BH, as arenas Pantanal e Castelão e o Theatro Municipal de São Paulo — para conferir a lista completa, clique aqui.

3. Boneco amarelo

Se você sempre se perguntou o que é aquele bonequinho amarelo no canto do Google Maps, arraste a figura até uma rua e saberá. Ele serve como ponto de entrada no Street View.

2. Lado selvagem do mundo

Se você sempre quis explorar o mundo, mas o seu sofá é bem mais confortável — ou a carteira não permite a viagem — o Google Treks é um Maps em lugares “ermos”. Por exemplo, você pode conhecer as montanhas do Nepal, as geleiras do Alasca ou o Taj Mahal, na Índia.

1. Easter Eggs

Como muitos produtos da Google, o Maps também tem uma parcela de easter eggs bem divertidos. Vamos listar alguns deles.

  • Na direção de “Fort Augustus” para “Urquhart Castle”, se você escolher as opções de viagem, vai descobrir que é possível pegar uma carona com o Monstro do Lago Ness.
  • Na direção de “Snowdon” para “Brecon Beacons”, quem te leva para viajar é um dragão.
  • Se você soltar o bonequinho amarelo na Área 51, em Nevada, ele se torna uma nave espacial.
  • Usando a função Time Travel, o boneco amarelo se torna no Dr. Brow, de “De Volta Para o Futuro”.

 

FONTE(S)

Os emojis são a linguagem universal?

  (Foto: reprodução)
Em janeiro, o julgamento do californiano Ross Ulbricht, de 30 anos, mal tinha começado na corte de Nova York quando foi interrompido pela defesa. Uma informação fundamental tinha sido omitida e precisava ser levada em conta pelo júri: um emoji. “É parte da prova do documento”, concordou a juíza responsável pelo caso. Ulbricht, acusado de comandar o mercado negro on-line Silk Road, tinha postado em um chat uma mensagem seguida de um emoji sorridente, que foi ignorado na transcrição oficial do texto.

Pouco tempo depois, também em Nova York, o jovem Osiris Aristy, de 17 anos, foi preso por ser considerado uma “ameaça terrorista”. Seu crime? Escrever mensagens de repúdio a policiais acompanhadas de emojis. Os dois casos provocam a reflexão sobre até que ponto os emoji se tornaram uma ferramenta legítima de comunicação também no mundo real. Mesmo a tradicional Biblioteca do Congresso, em Washington, incluiu em seu acervo em 2013 o primeiro livro escrito em emoji – Emoji Dick, uma tradução do clássico Moby Dick, publicado originalmente em 1851.

“Achei que seria um ótimo desafio”, diz  o autor, Fred Benenson, sobre seu curioso projeto coletivo realizado totalmente on-line. Benenson, que se autointitula um aficionado do emoji, reuniu ao todo 800 pessoas do mundo inteiro interessadas em traduzir as cerca de 10 mil frases de Moby Dick. Cada uma foi traduzida três vezes e colocada em votação. As versões mais populares seriam selecionadas. Foi Benenson o responsável por arrecadar dinheiro através do Kickstarter e reunir todo o conteúdo das 736 páginas. O processo levou um ano e meio.

 (Foto: Revista Galileu)

MEIO UNIVERSAL
Criado no Japão no final dos anos 1990, o emoji – palavra japonesa formada por e (“figura”, picture), mo (“escrita”, writing) e ji (“sinal”, character) – começou a se popularizar na cultura ocidental por volta de 2009, logo depois de ser incorporado aos iPhones pela Apple. De um dia para outro, a opção de teclado “emoji” ficou disponível junto de todos os outros idiomas, posicionada entre o dinamarquês e o eslovaco. “No começo, os emoji me atraí­ram porque não estavam facilmente disponíveis no iPhone: você tinha que baixar aplicativos especiais do Japão para conseguir usá-los”, diz Benenson. “Mas, quando meus amigos começaram a usá-los cada vez mais, percebi um grande potencial criativo na escrita emoji.”

  (Foto: reprodução)

Tanto a linguagem já foi incorporada por usuários do mundo todo que a palavra escrita mais popular de 2014 não foi uma palavra, mas sim o emoji de coração vermelho. Para elaborar a lista, a Global Language Monitor analisou blogs, redes sociais e 275 mil mídias de notícias no mundo todo, e pela primeira vez ela foi liderada por um símbolo. “Os emoji produzem sentido nas práticas discursivas no meio digital e são capazes de tornar a interação virtual mais afetiva e dinâmica, propiciando rapidez nas trocas de informações”, dizem as especialistas em ciências da linguagem Renata da Fonte e Roberta Caiado.

Como pictogramas, os emoji são usados para transmitir emoções, substituir um objeto ou sugerir ideias abstratas construídas de acordo com o contexto social e cultural. Mas, apesar do sucesso entre os usuários de smartphones, especialmente os da geração Z (jovens nascidos a partir da década de 1990), Renata e Roberta não acreditam nos emoji como uma linguagem:  “Eles podem substituir, complementar ou enfatizar o texto escrito, e ainda representar a gestualidade corporal e facial presente nas interações face a face, mas não vemos nenhum potencial no emoji para tornar-se um idioma, muito menos universal”. Benenson concorda: “Vejo o emoji mais como uma forma alternativa de expressão do que como mera substituição”.

Apesar de ser obviamente um usuário convicto de emoji, Benenson também acha que nem sempre eles nos representam bem. “Como você expressaria a frase ‘isso depende’ em emoji? Não seria tão preciso quanto o idioma normal”, diz ele. “Mas a linguagem está em constante evolução, e não sabemos como seremos influenciados agora que temos um conjunto internacional de ícones utilizado por muitas pessoas. As regras de uso estão evoluindo, e não é difícil imaginar uma gramática emoji em desenvolvimento.”

 (Foto: Revista Galileu)

VÁRIOS TONS DE EMOJI
Existem hoje cerca de mil emoji oficialmente reconhecidos pela Unicode Consortium, organização que funciona como uma espécie de guardiã da codificação na qual se baseia a internet. No ano passado, a entidade anunciou que lançaria em meados de 2015 uma atualização, o Unicode 8.0, que adicionaria vários desenhos inéditos e – antes tarde do que nunca – uma escala com diferentes tonalidades de pele para personalizá-los.

A decisão veio depois de uma grande polêmica em torno da ausência de representações de outras raças que não a branca. Os tons de pele serão baseados no padrão Fitzpatrick, reconhecido pela dermatologia internacional.

ALFABETIZAÇÃO: Sabe tudo de emoji? GALILEU te desafia a desvendar quais são os três clássicos da literatura abaixo. A resposta está logo abaixo
 (Foto: Revista Galileu)

1: Um casal de jovens se apaixona numa festa, mas os pais da moça proíbem o namoro e obrigam-na a se casar com outro. Ela não gosta da ideia e ingere uma substância que fará que pareça morta por tempo suficiente para que os pais desistam do casamento. O jovem por quem ela se apaixonou não é avisado e, ao encontrá-la desacordada, assume que ela está morta e resolve tomar uma substância letal. Quando ela acorda, vê o corpo dele ao seu lado e se mata com um punhal. Ou seja: no fim todo mundo morre. R.: Romeu e Julieta

2: Conhecido pelas festas em sua mansão, um homem ainda está apaixonado por uma moça do passado – mas ela está casada com outro homem. Eles começam a ter um caso, mas o marido descobre e, furioso, parte para cima do rival. Depois da briga, o casal de amantes vai embora de carro, mas a moça, transtornada, atropela e mata uma mulher. O viúvo se pergunta quem estava dirigindo o carro e chega ao nome do marido da motorista. Em vez de entregá-la, ele diz que quem dirigia era o amante. O homem, então, vai até a casa do amante e o mata. R.: O Grande Gatsby

3: Um homem muda de cidade e aluga um quarto na casa de uma mulher que mora com a filha. Ele se interessa pela menina, ainda com traços e modos infantis, e concorda em pagar o que a mãe pede. Já morando lá, ele escreve sobre suas fantasias com a menina, até que a mãe descobre, horrorizada. Felizmente para o sujeito, ela morre atropelada. Ele começa a se relacionar com a menina e viaja com ela. Um dia ela foge e se casa com outro. O homem, já sem esperanças de recuperá-la, comete uma infração de trânsito e se deixa prender pela polícia. R.: Lolita

Fonte: Galileu

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