Arquivo mensal: julho 2016

Conheça a história da polonesa que salvou mais de 2500 crianças judias do regime nazista

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Irena Sendler foi a mulher que ficou conhecida como “A mãe das crianças do Holocausto” ou “O Anjo do Gueto de Varsóvia”. Você talvez ainda não tenha ouvido falar dela e realmente sua história era bem desconhecida antes de 1999 onde um grupo de alunos norte americanos resolveram pesquisar sobre a vida dela para um trabalho de conclusão de curso. Na segunda guerra essa mulher salvou mais de 2.500 crianças judias.

Antes da guerra ela era uma assistente social para o Departamento de Bem Estar Social de Varsóvia onde já trabalhava com enfermeiras e ajudava pessoas necessitadas proporcionando alimento, roupas, medicamentos e até dinheiro a elas. Quando a segunda guerra estourou e ao ver as terríveis condições que as pessoas passavam para sobreviver no Gueto de Varsóvia, ela se uniu ao Conselho de Ajuda aos Judeus conseguindo para ela e uma amiga uma permissão para entrar no Gueto com o intuito de limpar os esgotos para prevenir doenças contagiosas.

 

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Uma vez dentro do gueto, Irena propunha aos pais levar seus filhos para fora, para então esconde-los em lares temporários. Ela chegou a utilizar vários meios para esconder e tirar as crianças de lá como cestos de lixo, caixas de ferramentas, sacos de batata e até caixões.

Nos novos lares as crianças recebiam novos nomes a fim de esconder suas identidades judias e para que um dia essas crianças pudessem recuperar suas identidades e histórias, Irena anotava seus dados em pedaços de papel e escondia em uma jarra que ela enterrava no quintal.

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Em um certo momento os nazis descobriram suas atividades e Irena foi presa e brutalmente torturada. Mas ainda assim, mesmo após lhe quebrarem vários ossos ela não entregou os nomes e moradas das crianças escondidas, até que foi condenada a morte. Porem no dia de sua execução um soldado alemão a ajudou a escapar e forjar sua execução.

Ao final da guerra entregou suas notas ao Dr. Adolfo Berman, primeiro presidente do comité de salvação dos judeus sobreviventes, que a ajudou a procurar as famílias das crianças, porém infelizmente a maior parte delas já haviam sido mortas nos campos de extermínio.

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Em 2007 essa incrível mulher foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz e em 2009 foi lançado um filme que conta sua história estrelado por Anna Paquin que foi indicada ao globo de ouro de 2010.

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Irena Sendler morreu em 12 de maio de 2008, aos 98 anos, e seu trabalho ainda continua através de uma organização chamada Life in a Jar.

“A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância. Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade.”

Encontramos o filme completo da vida dela no youtube, você pode ver aqui:

 

Fonte: Razões para Acreditar 

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Menina de 11 anos ficou milionária vendendo limonada e investindo na preservação das abelhas

Existem crianças no mundo todo que pensam e agem como gente adulta. Quer dizer, elas propõem soluções para problemas “complexos” para sua idade. Mas, a genialidade e a preocupação com o bem das pessoas, do meio ambiente e dos animais não tem idade certa.

É o caso da menina Mikaila Ulmer, de apenas 11 anos, que se tornou uma milionária vendendo limonada. Mas, diferente das crianças que vemos nos filmes vendendo limonadas, o seu objetivo não era somente ganhar dinheiro.

A história toda começou quando ela foi incentivada pelos pais a se inscrever em uma competição de negócios para crianças, em Austin, nos Estados Unidos. Nessa época, a avó de Mikaila emprestou para a menina um livro de receitas dos anos 40, que tinha uma receita especial de limonada com semente de linho.

Naquele ano, enquanto pensava no seu produto, ela foi picada por uma abelha – duas vezes! Foi quando Mikaila descobriu que estes pequenos animais estão desaparecendo e decidiu que precisava fazer algo para ajudá-los que ela deu um update na receita do livro de receitas da avó e criou a limonada com semente de linho adoçada com mel. A marca ganhou o nome de Bee Sweet Lemonade.

Desde então, ela passou a vender o produto em feiras de empreendedorismo para crianças e adolescentes, edoar parte dos lucros para instituições responsáveis pela preservação das abelhas. Só no ano passado o negócio misturado com ativismo rendeu 60 mil dólares à menina e, neste ano, Mikaila assinou um acordo de 1 milhão de dólares com a rede de supermercados Whole Foods, que vai vender seus produtos em 55 lojas nos Estados Unidos.

Confira o seu depoimento na época em que ela tinha nove anos (áudio em inglês):

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Fonte: Inquietaria

 

Esta mochila solar é capaz de armazenar luz para crianças da África estudarem a noite

Em comunidades de baixa renda na África do Sul, muitas crianças nem sequer têm o luxo de fontes confiáveis de luz. Além de ter que lidar com os efeitos negativos para a saúde de lâmpadas de querosene, muitos que vivem em bairros irregulares, muitas vezes tem que caminhar por estradas mal iluminadas para chegar em casa da escola.

Para combater ambas as questões, Rethaka, uma empresa com sede em Rustenberg somente de mulheres, que se concentra em soluções sustentáveis para as comunidades atingidas pela pobreza, criou a Repurpose Schoolbag, uma mochila com energia solar portátil.

A mochila pode fornecer até 12 horas de luz. Quando a criança volta da escola eles podem remover a luz solar da bolsa, que fica em um frasco de vidro padrão, criando uma lâmpada prática que pode ser levado a qualquer lugar. De acordo com a Design Indaba, “com luz solar, significa que as crianças podem fazer sua lição de casa, mesmo durante cortes de energia, sem respirar os fumos ou correr o risco de incêndios, muitas vezes causados por lâmpadas de querosene.”

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Cada mochila foi feita usando material impermeável eco-friendly composto de sacos de plástico reciclados. As mochilas também vêm com painéis de tecido refletivo, o que garante visibilidade durante a noite, algo importante uma vez que três crianças morrem nas estradas sul-africanas a cada dia por conta de acidentes no escuro.

Para saber mais sobre o projeto, e para apoiar, clique aqui.

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Fonte: Razões para Acreditar

 

CAÇADORES MATAM JACARÉ DE 360 QUILOS EM FAZENDA NOS EUA

Animal tinha 4,5 metros de comprimento e estava se alimentando do gado da propriedade.

EUA cacadores matam jacareImagem postada pela Outwest Farms, empresa de caça em Okeechobee, na Flórida (EUA), que afirma ter capturado este jacaré gigante de 4,5 metros pesando mais de 360 kg. (Foto: OutwestFarmsInc/Facebook)

Dois caçadores capturaram um monstruoso jacaré de mais de 360 quilos que estava se alimentando do gado em sua propriedade, na Flórida, Estados Unidos. Lee Lightsey, que é dono do negócio de caça Outwest Farms na cidade de Okeechobee e caçador há 18 anos, deu de cara com o animal de 4,5 metros em uma lagoa no último fim de semana, quando saiu com seu guia para caçar jacarés.

“O jacaré é enorme, mas não me surpreende que apareça por aqui. Encontramos muitos outros nos últimos 20 anos que eram só um pouco menores”, contou Lightsey à emissora BBC News. “O que realmente chamou nossa atenção foi o fato de que ele estava se alimentando do gado da minha fazenda, porque partes mutiladas do corpo dos animais foram encontradas na água. Ele era um monstro e precisávamos tirá-lo daqui.”

O guia que acompanhava a caça, Blake Godwin, contou a uma afiliada da emissora Fox News que quando encontrou o jacaré ele estava a apenas 6 metros de distância, na superfície do lago, e que logo em seguida Lightsey disparou contra ele. O animal era tão grande que os caçadores tiveram de usar um trator da fazenda para tirá-lo de dentro da água.

A empresa de Lightsey organiza caçadas de crocodilos, javalis e perus na sua propriedade, que é destinada a essa prática. Até então, o maior jacaré já caçado por eles tinha no máximo 4 metros de comprimento. Ele costuma cobrar entre 4.500 e 10.000 dólares (16.400 e 36.500 reais) para matar os animais. Os jacarés são, em geral, mortos com uma espingarda potente. “Mas sempre procuramos matá-los com o mínimo de sofrimento, sem deixar que eles fiquem feridos antes de morrer”, afirmou Lee.

Depois da caçada de domingo, os dois homens postaram uma foto do jacaré no Facebook, dizendo que era “o maior jacaré que já mataram”. A publicação chamou a atenção e recebeu críticas pela morte da espécie de jacaré. Logo foi apagada.

Fonte: Olhar Animal

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