Arquivo mensal: agosto 2015

O que uma banda de rock tem a oferecer depois de 37 anos?

Duran Duran PG 2 1 1024x576 O que uma banda de rock tem a oferecer depois de 37 anos?

Ouvi muito e ouço sempre o último disco do Duran Duran, “All You Need Is Now”, de 2010 – já? Foi o primeiro trabalho em duas décadas com o espírito da banda: pop urgente e glamuroso, dançável e existencial, quente e glacial. Obra do produtor Mark Ronson, fã deles desde criancinha. Como eu, que sou desde 1981.

Em setembro finalmente chega o próximo, Paper Gods. O primeiro single está na rua, “Pressure Off”. Traz a voz de Janelle Monáe e a guitarra fina de Nile Rodgers, que produziu o álbum “Notorious”, lá nos anos 80.

Veja abaixo “Pressure Off” ao vivo com a participação de Nile Rodgers (nas guitarras) e Janelle Monáe, nos vocais junto com o Simon Le Bon. Em seguida tem a versão de estúdio.

O Duran Duran ao vivo é maravilhoso. Nos estúdios, o histórico é irregular. Todo disco tem umas boas, às vezes inesquecíveis, e quase todo disco é cheio de tropeços. Essa não é divina, mas funciona. Nile honra seus riffs mais deliciosos no Chic. É um dos produtores do álbum, com Mark Ronson e Mr. Hudson, produtor de Kanye West.

O baixista John Taylor fundou o Duran Duran em 1978 com o objetivo de ser “uma mistura de Chic e Sex Pistols”. Não conseguiu, mas fez bonito, e continuam fazendo – 37 anos depois.

 

Fonte: R7

MasterChef Brasil: nove coisas que você não sabia

Por que cada participante faz dois pratos, se apresenta apenas um aos jurados? Por que Ana Paula Padrão vai desaparecer em um episódio? Ainda é possível mudar o vencedor?

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Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin: o trio de jurados da atração (Foto: Divulgação/Band)

Com 6,5 pontos de média na segunda temporada, o MasterChef, da Band, está fazendo ainda mais sucesso que a primeira. Na terça-feira (4), liderou a audiência por meia hora. Com cenas engraçadas, tensas, heróis e, vá lá, “vilões”, o programa estrelado por Ana Paula Padrão, Paola Carosella, Erick Jacquin e Henrique Fogaça é o mais comentado do Twitter (são 300 000 mensagens a cada episódio) e conquista milhões de fãs.

Os bastidores, porém, podem ser tão interessantes quanto o que vai ao ar. Confira abaixo nove informações que você provavelmente não sabia sobre a atração.

1 – A AVALIAÇÃO DOS PRATOS É FEITO COM NOTAS NUMÉRICAS

Isso não vai ao ar, mas os jurados atribuem uma nota objetiva a cada prato. A média de avaliação define o melhor e o pior do dia. Às vezes, o resultado se dá por uma questão de décimos. E isso tem a ver com o próximo tópico, que vai deixar os fãs de cabelo em pé.

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Receita preparada em dose dupla. Você já se perguntou por quê? (Foto: Reprodução)

2 – POR QUE TODOS PREPARAM DOIS PRATOS, SE APRESENTAM APENAS UM PARA O JÚRI?

Já reparou que isso acontece em várias das provas feitas em estúdio? A justificativa vai deixar os fãs de cabelo em pé. Quando os competidores terminam suas receitas e Ana Paula Padrão grita “Para tudo!”, as luzes se apagam e a equipe técnica vai almoçar. Enquanto isso, os três jurados se reúnem em uma sala, provam o que foi apresentado e  conferem uma nota para cada concorrente. Ou seja, quando experimentam a comida na frente de quem cozinhou, já sabem que sabor terá e se aquela pessoa vai sair ou não.

3 – “PARA TUDO!”

Na cartilha internacional do MasterChef, a orientação era dizer “mãos ao alto!”. Ana Paula Padrão convenceu a equipe que a expressão pegaria mal no Brasil.

4 – AS COMIDAS QUE VOCÊ NÃO VÊ

O telespectador não vê nem a cara dos pratos mais saborosos que chegam ao estúdio: os que vêm do restaurante dos próprios chefs. Jurados costumam pedir comida para todos provarem. Os pães do Arturito, de Paola Carosella, fazem o maior sucesso.

5 – O DESMAIO QUE NÃO FOI AO AR

Na primeira temporada, a participante Cecília desmaiou durante uma prova, na frente dos jurados, quando apresentaria um prato. Seria um prato cheio para qualquer reality show. Mas o diretor Patricio Diaz preferiu descartar o drama.

6 – VISITA DELETADA

As gravações que o MasterChef faz na casa dos participantes incluiu o participante Estéfano, um dos mais queridos da primeira temporada. Mas a direção decidiu não exibir a visita. Ele vive em uma favela, no Jardim Cristiane, em Santo André. Avaliou-se que mostrar que a história simples tiraria o foco de uma questão mais importante para o rapaz: seus dotes culinários. Ou seja, ele atrairia a torcida pela história de superação, e não pelo talento. (Nossa reportagem o visitou no ano passado. Leia aqui).

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Ana Paula Padrão: internação inesperada durante as gravações (Foto: Reprodução)

7 – O SUMIÇO DE ANA PAULA PADRÃO

Em um dos próximos episódios, haverá uma prova sem a apresentadora do show. O motivo tem a ver com o episódio exibido na terça-feira (4), passado em Manaus. Ela começou a se sentir mal e médicos suspeitaram que havia contraído algum vírus amazônico. Após dois dias de internação no Hospital Israelita Albert-Einstein, chegaram a conclusão de que se tratou de uma infecção respiratória causada por baixa de imunidade.

8 – A ESCALAÇÃO DE ARITANA

Aritana foi considerada pelo público uma figura quase famosa, por ser filha de Oscar Maroni, dono da boate Bahamas. Mas não algo proposital. A equipe da Band só descobriu o parentesco quando a seleção estava no top 100.

9 – A FINAL JÁ ESTÁ SACRAMENTADA

Sim, o fã do programa sabe que a final já foi gravada, os jurados provaram os pratos do desafio derradeiro, mas o vencedor só será anunciado na grande final, em 15 de setembro. Mas o que garante que os jurados não mudarão de ideia sobre o vencedor, com base em critérios como audiência e favoritismo do público? Resposta: o cartório. O campeão não está apenas escolhido, mas registrado oficialmente. Quem tem o nome: apenas os três jurados e o diretor.

 

 

Aritana

Aritana Maroni (Foto: Reprodução)

Fonte: Veja SP

Dinossauros invadindo o mundo? Diretor adianta o que pode vir por aí na sequência de Jurassic World

Colin Trevorrow revelou alguns dos planos para a sequência estrelada por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

Após alcançar a terceira maior bilheteria de todos os tempos, não foi surpresa nenhuma a confirmação de uma sequência de Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros. Mas qual será o próximo passo da franquia comandada por Steven Spielberg?

Apesar de não assumir a cadeira de direção desta continuação, Colin Trevorrow será produtor executivo e vai escrever o novo longa, ao lado de Derek Connolly. E, para alegria geral dos fãs, ele decidiu adiantar um pouquinho do que pode ser abordado no filme, durante uma entrevista ao Wired. E uma coisa é garantida: nada de dinossauros perseguindo todo mundo dentro de uma ilha!

“Eu sinto que a ideia não pode ficar sempre limitada a temática do parque e existem aplicações para esta ciência que vão além do entretenimento. […] E se outras 15 diferentes instituições ao redor do mundo tivessem a capacidade de criar dinossauros? Essa foi uma ideia interessante que não pudemos explorar totalmente neste filme, mas tem muito espaço para ser expandido.”, declarou Trevorrow.

Já imaginou? Vários dinossauros espalhados pelo mundo e fora de controle? Ou seja, uma das ideias para o novo longa pode ser, justamente, descobrir quais são os limites da ciência, principalmente quando suas consequências podem ser catastróficas.

Por enquanto, confirmado mesmo só as presenças de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard no longa, assim como Spielberg assumindo novamente o papel de produtor executivo. A estreia para Jurassic World 2 está prevista para 22 de junho de 2018.

 

Fonte: Adoro Cinema

Veja cinco motivos para tomar água com limão em jejum

Água com limão é recomendada como detox por nutricionistas.

Água com limão é recomendada como detox por nutricionistas.

O detox virou moda! Tomar um copo de água com meio limão espremido todo dia de manhã, ainda em jejum, é o mais fácil deles. A nutricionista Thaianna Velasco indica cinco motivos para aderir este hábito,

1) Desintoxica o fígado

A principal função desta mistura é atuar sobre este órgão, tão sobrecarregado pelas toxinas que adquirimos diariamente. Essas substâncias vêm dos alimentos, remédios, adoçantes, poluição, tabagismo e alguns cosméticos.

2) Melhora da imunidade

O limão é altamente ácido. Ao entrar no organismo ele torna o sangue mais alcalino e por isso mais resistente à doenças. O açúcar tem o efeito oposto. Por isso, não é recomendado adoçar esta mistura.

3) Ajuda na digestão

O limão limpa o intestino e aumenta os movimentos do órgão, ajudando no processo de desintoxicação e digestão. Caso você tenha problemas digestivos, queimação quando come, dificuldades de digestão e sono após comer, o limão ajudará o seu organismo a se equilibrar e você verá que após alguns dias terá uma baixa nestes sintomas de má digestão.

4) Esta mistura é adstringente

Isso significa que ele ajuda a eliminar gorduras. Não quer dizer que emagreça, mas que ajuda a desintoxicar o sangue do excesso de gordura.

5) Controla a pressão

O limão funciona como um ciurético natural, que ajuda na redução da pressão arterial. Hidrate-se!

Atenção:

Pessoas com problemas de gastrite, acidez e irritação de mucosa não devem aderir ao hábito. O limão é muito ácido e vai piorar os sintomas.

Fonte: Extra

Fóssil descoberto no Brasil revela cobra de quatro patas

Quem foi que disse que a cobra não tem pé? E quem falou que ela não tem mão? Bem, pode ser que as espécies de cobras conhecidas hoje, mesmo as mais bizarras, realmente não possuam membros. Porém, de acordo com uma pesquisa publicada no jornal Science, uma descoberta está mostrando que antigamente (bem antigamente mesmo, na época dos dinossauros) as cobras pareciam ter uma maneira mais fácil para “subir no pezinho de limão”.

Um fóssil encontrado na Formação Crato, região de calcário do Ceará, mostra um formato de serpente com patas dianteiras e traseiras, o que pode ajudar a revelar mais detalhes sobre a história das cobras. A espécie “Quatro Pés” Tetrapodophis aka está sendo conhecida como a primeira cobra com quatro patas. Ela era predadora carnívora e, estima-se, pode ter vivido entre 146 e 100 milhões de anos atrás, na primeira metade do período Cretáceo. Sua possível origem era na Gondwana, o antigo continente formado pela América do Sul e pela África.

Fóssil de cobra com quatro patas encontrado no Ceará – Imagem: Dave Martill, University of Portsmouth

O estudo acerca do fóssil encontrado foi conduzido por três pesquisadores, os ingleses Nicholas Longrich e David Martill, além do coautor alemão Helmut Tischlinger. Eles acreditam que os membros apresentados pelo réptil foram evoluindo aos poucos, ao longo das gerações, sempre diminuindo de tamanho. Dessa forma, o exemplar encontrado no calcário é de uma fase em que os antecessores passaram a ser subterrâneos.

Martill, da Universidade de Portsmouth, explicou em entrevista ao site Discovery News que as patas mais avantajadas provavelmente atrapalhavam a locomoção no solo. “Para deslizar na serapilheira ou na areia (com membros pequenos), é muito melhor. Na medida em que as patas são menores, a locomoção é mais eficiente”, completou.

Patas traseiras da cobra “Quatro Patas” – Imagem: Dave Martill, University of Portsmouth

Martill e os outros dois cientistas também acreditam que os movimentos ondulados que as espécies aquáticas realizam atualmente para se locomoverem foram pré-adaptados na época do espécime fossilizado. Isso fortalece a já difundida tese de que as cobras não são originárias das espécies aquáticas, mas sim dos lagartos terrestres. Durante algum tempo se acreditou na origem aquática, mas agora ela está totalmente descartada, conforme explicou o autor sênior da pesquisa, Nicholas Longrich.

“A hipótese aquática está morta. Na verdade, já morreu há algum tempo, mas, com essa descoberta, os pregos estão sendo colocados no caixão. Cobras aquáticas evoluíram de cobras terrestres”, completou o pesquisador.

Há uma diferença notável entre os membros dianteiros e traseiros da espécie encontrada. As patas da frente são bem pequenas, o que sugere melhor desempenho em outras funções importantes, como as de acasalamento e captura das presas. Diferentemente dos lagartos, as cobras com quatro patas provavelmente utilizavam os membros dianteiros durante os rituais de reprodução e também para agarrar a presa.

Pernas dianteiras aparentam ser menores que as traseiras, o que indica especialidade em outras funções, como caça e acasalamento – Imagem: Dave Martill, University of Portsmouth

Chamou atenção dos cientistas a boa preservação do fóssil no calcário. No estudo, eles afirmam que até alguns tecidos mais delicados permaneceram bem conservados.  As boas condições permitiram aos pesquisadores chegar a outras conclusões sobre o animal.

A cabeça e o corpo

Conforme aparenta o fóssil, o crânio da “cobra quadrúpede” era fino e levemente pontiagudo, e a aparência geral é como a de algumas espécies de cobra. “Este espécime possuía um longo e fino corpo de serpente, provavelmente com uma língua bifurcada. As amplas escamas da barriga são uma característica exclusiva das cobras, e, incrivelmente, elas permanecem preservadas no fóssil”, explicou Nicholas Longrich.

Cabeça da cobra de quatro patas fossilizada – Imagem: Helmut Tischlinger

Não é possível dizer que tamanho possuíam os exemplares adultos dessa espécie – o fóssil encontrado é de um animal com pouco mais de 20 centímetros. Entretanto, os cientistas acreditam que o exemplar fossilizado morreu ainda jovem e que, na fase adulta, poderia atingir quase 1 metro de comprimento.

Alimentação

Não é só o esqueleto com forma incomum que ficou preservado nesse fóssil de cobra do tempo dos dinossauros. Ao longo do corpo, uma forma estranha chamou atenção dos cientistas, que, pela estrutura do animal, constataram se tratar de parte de seu intestino preservada com restos de uma criatura da qual se alimentou.

Não é possível identificar qual é o animal que serviu de presa, mas, de acordo com os cientistas, provavelmente é uma lagartixa ou lagarto pequeno que foi mordido e apertado antes de ser engolido. A investida inicial resultou no corte de circulação da vítima, causando a morte por falência dos órgãos. O conteúdo presente no esqueleto fossilizado também demonstra um formato de alimentação semelhante ao das jiboias dos tempos atuais, que engolem presas grandes inteiras.

Boa conservação preservou tecidos macios e até um animal que serviu como alimento da cobra de quatro patas – Imagem: Helmut Tischlinger

Os cientista ainda estimam que essa cobra jovem encontrada se alimentava de ovos de dinossauros, na medida em que viviam em um mesmo ecossistema dos antigos habitantes do planeta. Dessa forma, os pesquisadores também acreditam que, na fase adulta, essas cobras poderiam se alimentar de filhotes de dinossauros, entre outros animais de pequeno porte.

Sobrevivência

A capacidade de escavação e locomoção subterrânea das primeiras cobras pode ser uma explicação para a sobrevivência da espécie durante o período de maior extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos. Porém, nem todas as cobras que conhecemos hoje podem ter origem nos ancestrais dessa época.

As cobras venenosas, por exemplo,  não estavam presentes no mesmo ambiente dos grandes répteis. Estudos revelaram que essas espécies só começaram a se espalhar muito tempo depois da extinção dos dinossauros, há aproximadamente 34 milhões de anos.

Vive la Fête volta ao Brasil!

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A dupla belga Vive la Fête, que foi apadrinha por Karl Lagerfeld, da Chanel, volta ao Brasil para apresentação em São Paulo. O show faz parte de uma mini turnê pela América do Sul, incluindo Lima (Peru), Santiago (Chile) e Buenos Aires (Argentina).

A apresentação deles ao vivo é poderosa e suas músicas tendem mais ao rock’n’roll do que à sonoridade mais eletrônica das versões originais de estúdio.

Ainda não há muitos detalhes sobre onde será o show. Mas em breve a assessoria da dupla divulgará locais e valores.

Confira alguns dos grandes sucessos do Vive la Fête:

Chia: a semente que emagrece e reduz gordura

Ela manda a fome embora e é capaz de controlar a glicemia e baixar o colesterol

Grãos de chia - Foto: Getty Images

Grãos de chia

A chia (Salvia hispanica L.) é uma planta herbácea da família das lamiáceas, da qual também fazem parte o linho e a sálvia, tanto que é conhecida com “salvia hispânica”. Originária do México, suas sementes já eram utilizadas como alimento pelos povos das civilizações da América Central há muitos séculos. A importância do consumo desta semente tem sido reforçada por especialistas em nutrição humana, uma vez que nela são encontrados ácidos graxos poli-insaturados essenciais, fibras, proteínas e outros nutrientes. Mas a fama notória da chia foi conquistada graças aos seus efeitos sobre a dieta, pois a semente é capaz de favorecer o emagrecimento. Consumi-la significa colher uma lista de benefícios, que incluem desde regular as taxas de colesterol sanguíneo até fortalecer o sistema imunológico.

Semente de chia – Por 25 g (uma porção)
Calorias 122 kcal
Carboidratos 10,53 g
Proteínas 4,14 g
Gorduras 7,69 g
Gorduras saturadas 0,833 g
Gorduras monoinsaturadas 0,577 g
Gorduras poli-insaturadas 5,917 g
Fibras 8,6 g
Cálcio 158 mg
Fósforo 215 mg
Magnésio 84 mg
Potássio 112 mg
Ferro 1,93 mg
Zinco 1,15 mg
Vitamina A 14 UI
Vitamina B1 (Tiamina) 0,155 mg
Vitamina B2 (Riboflavina) 0,043 mg
Vitamina B3 (Niacina) 2,208 mg

Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos

A chia pode ser facilmente consumida junto a saladas ou na mistura de sucos e vitaminas, além de outras receitas, na quantidade de duas colheres de sopa, que equivale a 25 gramas. Ela contém alto teor de ácidos graxos poli-insaturados essenciais, tipos de gorduras consideradas benéficas ao organismo, sendo rica em ácido graxo alfa-linolênico, também conhecido como ômega 3.

Ela também contém carboidratos considerados de baixo índice glicêmico, pois aproximadamente 34,4% da porção de 100 g da semente é composta por fibras alimentares. Por fim, a semente ainda contém compostos fenólicos sendo considerada uma fonte natural de antioxidantes. Entre eles estão o ácido cafeico e ácido clorogênico.

Sua semente é considerada como uma boa fonte proteica por possuir um alto teor de proteínas, sendo em sua maior parte aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não são produzidos pelo nosso organismo (isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e histidina). Para se ter uma ideia, precisamos consumir cerca de 50 gramas de proteínas todos os dias de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), considerando uma dieta de 2 mil calorias diárias. Isso significa que 25 gramas de chia contém 8% da proteína que precisamos em um único dia.

Mas a chia transborda mesmo em quantidade de fibras, duas colheres de chia contêm 8,6 g delas. Como temos que consumir 25 gramas dessas substâncias ao dia, isso quer dizer que uma porção tem 34% das fibras de que precisamos diariamente! Veja qual porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes ela também carrega:

  • 32% de magnésio
  • 16% de zinco
  • 15% de cálcio
  • 13% do ferro
  • 13% de vitamina B3 (niacina)
  • 12% de vitamina B1 (tiamina)
  • 3% de vitamina B2 (riboflavina).

* Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Benefícios da chia

Ajuda a emagrecer: um dos motivos que fazem da chia uma grande aliada na perda de peso está na sensação de saciedade que a semente proporciona. Suas fibras têm a capacidade de absorver muita água, transformando-se em uma espécie de gel. É só fazer o teste, deixando uma porção de molho num copo para perceber a semente inchando em pouco tempo. Quando é ingerida, a reação é semelhante. Em contato com os sucos gástricos, suas fibras se transformam nesse gel, que aumentam a dilatação do estômago. É esse mecanismo um dos fatores que favorecem a saciedade e, consequentemente, acarreta um menor consumo de alimentos.

Além disso, o consumo regular de chia pode ser benéfico para evitar a formação de gordura localizada, outra grande inimiga de quem luta contra os ponteiros da balança. Um estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition validou uma pesquisa em que onze indivíduos saudáveis consumiram a semente por 12 semanas e obtiveram redução na glicemia após a refeição, ou seja, não houve picos de insulina no sangue, sendo assim, a glicose foi liberada lentamente no organismo. Tal processo evita que a gordura seja acumulada e, por consequência, afasta o excesso de peso. Os participantes do estudo também relataram diminuição do apetite até 120 minutos após o consumo da refeição, diferentemente dos indivíduos que não consumiram a chia, mostrando assim seu efeito no aumento da saciedade.

Previne e controla o diabetes: por conter fibras e aumentar o tempo de liberação da glicose, a chia pode ser relacionada com a prevenção do diabetes tipo 2. Funciona da seguinte forma: a digestão dos carboidratos começa na boca e termina no intestino, onde partes maiores de carboidrato são transformadas em tipos diferentes de açúcar (glicose, frutose, galactose) para serem absorvidos. Quando consumida com fontes de carboidratos (frutas, massas, pães), as fibras da chia têm como efeito a diminuição da velocidade com que o carboidrato sai do estômago e chega ao intestino, para terminar de ser digerido e absorvido, justamente por se transforarem em um gel. Dessa forma, a glicose é liberada lentamente na corrente sanguínea, fazendo com que o hormônio insulina, necessário para transportá-la até as células, também seja liberado em pequenas doses. A vantagem de tudo isso é que com menos doses desse hormônio circulando no organismo, evita-se assim uma condição chamada resistência à insulina. O quadro ocorre quando é preciso uma quantidade maior do composto para que a mesma quantidade de glicose seja armazenada, e em longo prazo favorece o aparecimento do diabetes tipo 2.

Previne doenças cardiovasculares: o consumo regular de chia é capaz de evitar doenças como infarto, derrame e hipertensão graças as suas grandes quantidades de ômega 3. Esse ácido graxo reduz a formação de coágulos sanguíneos e arritmias, além de diminuir o colesterol circulante no sangue. Além disso, o ômega-3 ajuda na regulação da pressão dos vasos sanguíneos, uma vez que aumenta a fluidez sanguínea, evitando assim, o aumento da pressão arterial.

Regula o colesterol: de toda gordura que compõe a chia, aproximadamente 77% são formados por ácidos graxos ômega 3 e ômega 6. Essas gorduras têm como uma de suas principais propriedades reduzir o colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol bom (HDL), além de baixar os triglicérides na corrente sanguínea. Além disso, as fibras da semente também têm efeito benéfico na diminuição da concentração dos lipídios no sangue, que é o caso do colesterol.

Efeito desintoxicante: os antioxidantes, como o ácido cafeico, de sua composição, são responsáveis por auxiliar na desintoxicação do fígado, além de impedir a formação de radicais livres que agem destruindo as membranas celulares e desencadeando o processo de envelhecimento.

Fonte de cálcio: por ter bastante cálcio, a chia é uma alternativa para indivíduos que têm intolerância à lactose, necessitando de fontes alternativas desse mineral. Porém, alimentos como tofu e gergelim contêm maiores quantidades de cálcio, e vale consumi-los também.

Protege o cérebro: ela também pode favorecer as ligações cognitivas no cérebro. Muitos estudos relacionam os ácidos linoleico e alfa-linolênico presentes na semente com a formação das membranas celulares, as funções cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos.

Pele e cabelos mais bonitos: em sua composição nutricional, a chia também apresenta vitamina A, nutriente que age como antioxidante contra os radicais livres e também auxilia na redução da acne e prevenção do ressecamento da pele. A semente também leva vitamina B2, importante na saúde da pele, unhas e cabelos.

Efeito anticelulite: já se sabe que a chia contém quantidades significativas de ômega 3 e muitos estudos têm relacionado o consumo desse ácido graxo com a diminuição da inflamação, o que seria interessante para diminuir e evitar celulite, um processo inflamatório do organismo.

Fortalece a imunidade: por conter minerais como o selênio e zinco, que auxiliam o sistema imunológico, a chia é importante para reforçar as defesas, afastando de perto doenças como gripes, resfriados e processos infecciosos. Além disso, por ter nutrientes como fósforo, manganês, cálcio, potássio e sódio, a semente é indispensável para a manutenção da integridade e saúde das células.

Boa fonte de ferro: o mineral, presente em grande quantidade na chia, é muito bem absorvido nesse alimento. Ele é o principal nutriente na formação dos glóbulos vermelhos, que transportam o oxigênio pelo nosso corpo. A redução desses glóbulos e da oxigenação levam à anemia, fadiga e cansaço, aumenta os riscos de infecções e também se relaciona a uma queda na imunidade.

Quantidade recomendada de chia

Os especialistas dizem que não há uma quantidade diária estabelecida para o consumo da chia. No entanto, estudos conduzidos em humanos que obtiveram resultados positivos utilizaram 25 g da semente, aproximadamente duas colheres de sopa, uma vez ao dia. Cabe salientar que alguns usaram mais. Mas como ela é calórica, o mais recomendado é manter os 25 g diários.

Como consumir a chia

Ela pode ser consumida crua, triturada ou em forma de gel ou na forma de óleo. A semente mantém suas propriedades em todas estas formas de consumo. Veja como usá-la:

Salada de chia e quinua - Foto: Getty Images

Salada de chia e quinua

Em forma de gel: deixe uma colher de sopa da semente de molho em 60 ml de água durante aproximadamente 30 minutos. O ideal é consumir o gel assim que ele estiver formado, não sendo recomendado guardar a mistura para comer depois. Depois que a goma é formada, você pode consumi-la na forma pura sem acompanhamentos (ainda que seja pouco comum) ou usá-la no preparo de mingau, sopas, batida em sucos ou em receitas de bolo e até adicionando à molhos de massas, por exemplo.

Substitua os ovos das receitas: o gel formado pela chia pode ser um ótimo substituto do ovo em receitas. Misturando uma colher de sopa da farinha de chia com 60 ml de água, você obtém uma quantidade de gel suficiente para substituir um ovo em qualquer preparação.

Semente seca: em vez de produzir o gel, você pode fazer diferente e adicionar a semente a líquidos como sucos, iogurtes e vitaminas. Uma sugestão é comer a porção no lanche entre as refeições, pois um pote de iogurte desnatado (160 ml) com uma colher de sopa de chia contém apenas 70 calorias.

Óleo da chia: ele pode ser usado para temperar saladas ou para regar a refeição quando já estiver no prato. O aquecimento do óleo de chia não é recomendado, pois o ômega 3 é facilmente oxidado com o calor, perdendo assim suas propriedades.

Na forma de farinha: a farinha pode ser misturada a frutas, sopas, mingaus e sucos de forma mais prática. Esta versão também pode substituir a farinha de trigo no preparo de receitas de pães e bolos. Outra boa pedida é comprar o grão, liquidificar, acondicionar a farinha em um pote e armazenar em geladeira para depois consumir junto da salada.

Chia sozinha ou com outros grãos? Normalmente as pessoas misturam grãos fontes de nutrientes diferentes, para atingir um benefício específico, nem sempre promovido por todos os grãos do mix. Com benefícios à saúde próximos ao da chia, temos a linhaça, o gergelim e o girassol. Mas não é recomendado consumir uma porção de cada uma deles por dia, devido à alta quantidade de calorias que essas sementes possuem. Sendo assim, uma solução pode ser fazer um mix destes grãos e consumir até 25g do mix ao dia.

Compare a chia com outros alimentos

  • Em relação à gordura, ela só perde da linhaça que contém 32,3 g em 100 g de alimento enquanto a chia tem em sua composição 30,74 g em 100 g. Mas vale lembrar que grande parte dessa gordura é proveniente de ômega-3 e omêga-6, benéficos para saúde e que equilibram as taxas de colesterol.
  • Se compararmos, porém os ácidos graxos dos peixes de águas profundas, como o salmão, e dos vegetais, existem diferenças. O ômega-3 de origem animal contém mais componentes EPA (ácido eicosapentaenoico) e DHA (ácido docosahexaenóico) do que os de origem vegetal, que não produzidos por nosso organismo e trazem mais benefícios à saúde cardiovascular.
  • A chia contém 631 mg de cálcio em 100 g. Mas vale lembrar que apesar de 100 gramas da semente terem mais cálcio do que um copo de leite integral (234 mg), é contraindicado consumir toda essa quantidade do grão, e o mineral do leite é mais facilmente absorvido pelo nosso organismo. Uma porção diária de chia (ou seja, 25 g) tem 158 gramas de cálcio, perdendo para o leite. E seria preciso mastigar muito bem o grão para dispor de todo o mineral que ele contém. Isso torna a semente uma boa opção para quem não pode consumir lactose e precisa de cálcio.
  • A semente também contém 112 mg de potássio e 84 mg de magnésio em 25 g enquanto o farelo de trigo (obtido como sobra do processo de refino do trigo, que dá origem à farinha de trigo) não apresenta nenhum dos dois micronutrientes. O magnésio é um mineral que não faz falta em pessoas que consomem as cinco porções recomendadas de vegetais, pois é abundante nesses alimentos. Porém, como a maior parte dos brasileiros não consome os 400 gramas de vegetais e frutas diários indicados pelo Ministério da Saúde (cerca de 90% de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE), ela é uma boa alternativa para não perder o mineral.
  • A chia é considerada uma boa fonte de ferro, pois além de ter o mineral em alta quantidade, ele é mais fácil de ser absorvido na semente do que em alguns vegetais, pois eles acabam presos em uma substância chamada fitato. 25 g de chia contêm 1,93 g de ferro, 65 g de espinafre (o que equivale à quantidade recomendada de folhas verdes escuras para um dia) têm 1,77 g do mineral.

Na tabela abaixo você compara a semente com a quinoa, o trigo, a aveia, a linhaça e o amaranto – cinco outros grãos consumidos pelos brasileiros:

Nutrientes (100 g do grão) Aveia Farelo de Trigo Quinoa Amaranto Chia Linhaça
Calorias 394 kcal 360 kcal 380 kcal 373 kcal 485 kcal 495 cal
Carboidratos 67 g 76 g 68,8 g 64 g 42,12 g 43,3 g
Proteínas 14 g 10 g 13,11 g 13,5 g 16,54 g 14,1 g
Gorduras 8 g 2 g 5,77 g 6,89 g 30,74 g 32,3 g
Fibras 9,1 g 2 g 6 g 6,67 g 34,4 g 33,5 g
Cálcio 48 mg 18 mg 129 mg 160 mg 631 mg 211 mg
Potássio 336 mg 740 mg 509 mg 407 mg 869 mg
Fósforo 153 mg 411 mg 558 mg 860 mg 615 mg
Magnésio 119 mg 211 mg 249 mg 335 mg 347 mg
Ferro 4,4 mg 4,2 mg 9,33 mg 7,5 mg 7,72 mg 4,7 mg

Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos (TACO) – versão 2, UNICAMP.
Fonte sobre dados nutricionais da chia: Departamento de Agricultura dos Estados Unidos

Contraindicações

Não há contraindicação ao consumo da chia, porém suplementos devem ser utilizados somente com prescrição médica ou nutricional.

Riscos

A chia é um carboidrato, apesar de conter fibras, em excesso, pode levar ao aumento de peso, constipação intestinal (principalmente se o indivíduo não tomar quantidade suficiente de água) e pode levar a desconfortos gástricos uma vez que retarda a saída dos alimentos do estômago.

O consumo excessivo de fibras pode interferir negativamente na absorção de minerais como cálcio e zinco.

Fonte: Minha Vida

18 curiosidades que você provavelmente não sabe sobre a missão Apollo 11

Em 20 de julho de 1969, Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin representavam a humanidade em uma ação histórica: pela primeira vez, o homem pisava à Lua. Na época, o mundo inteiro parou pra assistir o momento em que os dois astronautas desceram da nave Apollo 11 para conquistar de vez o nosso satélite natural (veja o vídeo no topo da matéria).

Os quase 400 mil quilômetros que separam a Terra da Lua não foram problema para os atronautas. A viagem de ida durou pouco mais de três dias e, desde então, muito se fala sobre a missão, entre curiosidades sobre a passagem dos astronautas até as famigeradas teorias da conspiração.

Aqui no Mega Curioso você já viu muitas curiosidades sobre a viagem Apollo 11 e as missões lunares posteriores, como alguns objetos intrigantes levados para o satélite, o destino das bandeiras que foram deixadas por lá e até a recuperação de um dos motores da primeira nave a posar na lua, achado no meio do Oceano Atlântico, no ano passado. Agora ainda sobre a missão,com 46 anos recém completados, o site All That Is Interesting listou 18 fatos que provavelmente a maioria das pessoas não sabia sobre a visita de Armstrong e Aldrin à Lua. Confira:

1- Buzz Aldrin, muito religioso, entre outras coisas que fez na Lua, leu uma passagem bíblica do livro de João e tomou a comunhão uma hóstia e um cálice de vinho de sua igreja.

2- Aldrin estava querendo ser o primeiro a fazer muitas coisas na Lua. Pois bem, ele foi o primeiro homem a urinar na Lua. O conteúdo foi guardado para ser descartado posteriormente.

Buzz Aldrin a bordo da Apollo11

3- O módulo lunar da Apollo 11 foi pousado manualmente. A medida precisou ser tomada porque o território onde a nave seria estacionada se demonstrou mais rochoso do que se esperava. O responsável por “encostar” na Lua em segurança foi Neil Armstrong.

4- O terceiro astronauta da missão, Michael Collins, que ficou na nave na órbita da Lua enquanto os companheiros exploravam o astro, foi o autor do símbolo da missão. O emblema continha uma águia carregando um ramo de oliva nas garras.

Controladores de voo comemoram o sucesso da missão Apollo 11 na Sala de Controle de Operações da Nasa. Ao fundo, o símbolo criado por Michael Collins

5- No retorno à Terra, o trio de astronautas da missão Apollo 11 foi colocado em quarentena. A medida foi tomada por questões de segurança e levou três semanas.

O trio de astronautas (da esq. p/ dir.) Michael Collins, Edwin Buzz Aldrin e Neil Armstrong relaxam na quarentena após sucesso da missão Apollo 11

6- A missão Apollo 11 foi a primeira que alcançou o objetivo de pousar na Lua, mas foi apenas a quinta missão tripulada do programa Apollo.

7- Neil Armstrong e Edwin Aldrin passaram, ao todo, um período de 21 horas na Lua.

Buzz Aldrin em sua visita à Lua

8- O programa Apollo contou com aproximadamente 400 mil profissionais entre engenheiros, técnicos e cientistas.

9- Os três astronautas tripulantes da Apollo 11 autografaram centenas de cartões com suas imagens para serem leiloados. Essa ação foi tomada para subsidiar a família de Neil Armstrong, caso algum imprevisto ocorresse, ou algo saísse errado durante a missão. Ele não tinha condições de pagar por um seguro de vida para astronautas.

O trio de astronautas Armstrong, Collins e Aldrin em retrato assinado pelos 3

10- Por pouco, a missão não precisou ser abortada. Quando Amstrong e Aldrin posaram na Lua a bordo do módulo espacial lunar, havia menos de um minuto de combustível restante no tanque. Se tivessem demorado mais um pouco, o objetivo de pousar na superfície lunar seria cancelado.

A equipe da Apollo 11 caiu no mar em seu retorno à Terra e foi resgatada por homens em trajes isolantes biológicos a fim de evitar qualquer risco de possível contaminação a partir do contato com os astronautas

11- O acontecimento teve uma audiência a altura de sua dimensão histórica: estima-se que cerca de 600 milhões de pessoas assistiram a Apollo 11 pousar na Lua, ao vivo, pela televisão.

12- Os “quase” problemas não aconteceram apenas na chegada da Apollo 11 à Lua. Quando foram decolar para sair do satélite, Edwin Aldrin precisou ter uma ideia inusitada que evitou o fracasso da missão inteira. Ele usou uma caneta com ponta de feltro para ativar um disjuntor quebrado que era essencial para que os astronautas conseguissem partir da Lua.

O módulo Eagle em deslocamento para a Lua

13- O módulo de comando da nave Apollo 11 era chamado de Columbia. Este item foi o responsável por abrigar a equipe de astronautas e carregar os suprimentos durante a missão.

14- Já o módulo lunar levava o nome de Eagle (águia). A escolha foi baseada no pássaro símbolo dos Estados Unidos.

15- “Aqui, homens do Planeta Terra colocaram os pés pela primeira vez na Lua. Julho de 1969, A.D. Por toda a humanidade, nós viemos em paz”. Esta era a frase presente em uma placa deixada na lua junto com a bandeira dos Estados Unidos e mais de 100 outros objetos.

O famoso retrato da pegada na Lua, símbolo da primeira vez em que o homem pôs os pés no satélite

16- Havia um discurso alternativo preparado pelo presidente Richard Nixon para o caso de falha na missão Apollo 11.

17- Michael Collins resolveu deixar a carreira como astronauta assim que retornou da missão na Lua. O tripulante da Apollo 11 passou a tentar a vida no mundo dos negócios.

Presidente Nixon saúda os, ainda em quarentena pós-retorno, astronautas pelo sucesso na missão Apollo 11

18- O cheiro na Lua lembra “cinzas molhadas em uma lareira”, segundo Aldrin e Armstrong. A descrição causa estranheza, pois qualquer cheiro no espaço é apenas aparente, já que nunca poderá ser sentido diretamente.

 

12 imagens que mostram o poder que a pontuação tem em uma frase

1 — O garoto que queria apenas um beijo, mas foi mal compreendido

2 — Que blasfêmia, gente!

3 — Diga não ao tráfico humano

4 — Como é que alguém poderia querer vender o próprio filho?

5 — A sede é tanta que tem gente que tem uns desejos meio estranhos

6 — Não mesmo?

7 — Tem gente que faz umas combinações um tanto esquisitas

8 — Aaah, safadjenha!

9 — Já que você pediu!

 10 — Que desnecessária esta colocação…

11 — Primeiro, você vai precisar de um pano, clorofórmio….

12 — Então abre uma camisinha, digo, um guarda-chuva

Azeite, milho ou canola? Pesquisa identifica óleos mais saudáveis para cozinhar

Qual é o melhor óleo para cozinhar? Pesquisadores de uma universidade britânica analisaram cinco tipos para determinar qual seria o mais saudável

Escolher o óleo certo para cozinhar não é fácil.

Quando o assunto é gorduras e óleos, temos dezenas de opções disponíveis e é complicado saber qual delas será a “mais saudável”. As prateleiras dos supermercados têm de tudo. E, nos dias de hoje, apesar de termos mais informações, elas muitas vezes se confundem, porque há muito debate sobre os benefícios e os danos que podem vir do consumo de diferentes tipos de gordura.

Na série da BBC Trust Me, I’m a Doctor perguntamos: “Quais tipos de gordura e óleo são os melhores para cozinhar?”

Você pode pensar que é óbvio que frituras feitas com óleo vegetal são mais saudáveis do que se fosse feitas com óleo animal, como banha ou manteiga.

Mas será?

Para descobrir isso, demos a alguns moradores de Leicester, na Inglaterra, uma variedade de gorduras e óleos e pedimos aos voluntários para usarem todos eles. Também pedimos aos voluntários que guardassem o que sobrasse do óleo para podermos analisar.

As gorduras e óleos usados foram: óleo de girassol, óleo vegetal, óleo de milho, óleo de canola, azeite, manteiga e banha animal.

Depois de usadas para cozinhar, foram coletadas amostras dos óleos e das gorduras e enviadas para a Leicester School of Pharmacy na Universidade de Leicester, onde o professor Martin Grootveld e sua equipe fizeram um experimento paralelo onde eles aqueceram de novo os mesmos óleos a temperaturas altas para fazer frituras.

Quando você está fritando ou cozinhando em uma alta temperatura (próximo de 180°C), as estruturas moleculares de gorduras e óleos mudam. Acontece o que chamamos de oxidação – elas reagem com o oxigênio do ar formando aldeídos e peróxidos de lipídio. Na temperatura ambiente, algo semelhante acontece, mas de maneira muito mais lenta. Quando lipídios se decompõem, eles se tornam oxidados.

O consumo de aldeídos, mesmo que em pequenas quantidades, tem sido relacionado a um risco de doenças do coração e câncer. Então o que Grootveld e sua equipe descobriram?

“Descobrimos que os óleos que eram ricos em poliinssaturados – o de milho e o de girassol – geravam altos níveis de aldeídos.”

O resultado foi surpreendente, já que muita gente pensava que o óleo de girassol era o mais “saudável”.

Manteiga e banha animal são melhores que óleos de girassol ou de milho para frituras

“Óleo de girassol e de milho são bons”, diz o professor Grootveld, “desde que você não submeta eles ao calor, como ao fritar alimentos ou ao cozinhar algo. É um fator químico simples faz com que algo que é visto como saudável para nós se converta em algo que faz mal quando é submetido a temperaturas mais altas.”

O azeite e o óleo de canola produziram muito menos aldeídos, assim como a manteiga e a banha animal. O motivo é que esses óleos são ricos em ácidos graxos monoinsaturados e saturados, que são muito mais estáveis quando submetidos ao calor. Na verdade, gorduras saturadas raramente passam pelo processo de oxidação.

Segundo Grootveld, o melhor óleo para fritar e cozinhar é o azeite. “Primeiro porque esses compostos tóxicos são gerados em baixa quantidade e segundo porque os compostos que são formados são menos maléficos para o corpo humano.”

A pesquisa dele também sugere que, quando o assunto é cozinhar ou fritar, manteiga ou banha animal são mais indicadas do que óleo de girassol e de milho.

“Se eu tivesse escolha entre banha e polinsaturados, eu optaria pela banha sempre.”

A banha animal, apesar de ter uma reputação de “não saudável”, é, na verdade, rica em gorduras monoinsaturadas.

O estudo também revela outros aldeídos identificado na análise das amostras enviadas para a universidade que ainda não haviam aparecido em outros experimentos com óleos.

“Nós descobrimos algo novo para a ciência aqui. Nunca tínhamos visto isso, estou impressionado.”

Os voluntários provavelmente não ficariam muito felizes ao descobrir que o óleo que usaram para cozinhar gerou tantos compostos tóxicos.

O conselho final de Grootveld é, primeiramente, evitar frituras, especialmente aquelas em temperaturas muito altas. Se você estiver fritando algo, tente usar o mínimo possível de óleo e tente remover todo o óleo do alimento após a fritura usando uma toalha de papel, por exemplo.

Para reduzir a produção de aldeídos, opte por um óleo ou gordura que sejam ricos em lipídios monoinsaturados ou saturados (preferencialmente 60% para um ou outro) e mais de 80% para os dois juntos), e que sejam pobres em polinsaturados (menos de 20%).

O professor acredita que o “óleo ideal” para cozinhar seja o azeite, porque “tem 76% de lipídios monoinsaturados, 14% saturados e apenas 10% polinsaturados”.

E, nesse caso, o azeite não importa se o azeite é “extra virgem” ou não. “Os níveis antioxidantes presentes em produtos extra virgem são insuficientes para proteger contra a oxidação induzida pelo calor.”

O último conselho é manter sempre o óleo guardado longe da luz e não reutilizá-lo, já que isso também leva ao acúmulo de substâncias ruins.

Escolher o óleo certo para cozinhar os alimentos pode evitar riscos de doenças coronárias

  • Sobre gorduras:
  • Gorduras polinsaturadas: contêm duas ou mais ligações carbono-carbono. Em alimentos como sementes, peixes, folhas verdes e nozes, podem trazer vários benefícios para a saúde. No entanto, os benefícios advindos do consumo de óleo de girassol e de milho, apesar de ricos em poliinstaturados, ainda não estão tão claros.
  • Óleos monoinsaturados: contêm apenas uma ligação dupla carbono-carbono. São encontrados em abacates, azeitonas, azeite, amêndoas e avelãs e também em banha animal. O azeite, que tem aproximadamente 76% de monoinsaturados, é um dos principais elementos da dieta mediterrânea, que tem se mostrado muito efetiva para reduzir o risco de doenças do coração.
  • Gorduras saturadas: não têm ligação dupla de átomos de carbono. Apesar de especialistas indicarem o consumo desse tipo de gordura, recentemente os benefícios dela e de outras gorduras derivadas de animais têm sido questionados.

Fonte: BBC

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