Estrela de Belém pode ter sido fenômeno parecido com o que ocorre nos céus hoje

ILUSTRAÇÃO RETRATA OS TRÊS REIS MAGOS SEGUINDO A ESTRELA RUMO A BELÉM (FOTO: INSPIRATIONAL | FLICKR)

ILUSTRAÇÃO RETRATA OS TRÊS REIS MAGOS SEGUINDO A ESTRELA RUMO A BELÉM (FOTO: INSPIRATIONAL | FLICKR)

Preste bastante atenção no que você vai ler a seguir – talvez seja a única vez que uma citação bíblica apareça aqui no blog da Vocare. Calma que já, já tudo vai fazer sentido. Mas é claro que isso vai ser tão raro quanto a aparente sobreposição dos planetas Vênus e Júpiter que ocorre nos céus hoje (30) à noite. Diz o evangelho de Mateus, capítulo 2, versículos 1 e 2:

“E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém,
Dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo.”

É esta passagem que, na tradição cristã, faz referência à Estrela de Belém, o objeto celestial que teria guiado os Três Reis Magos até a manjedoura em que estava o menino Jesus. Provavelmente sábios astrônomos ou astrólogos, Melquior, Baltasar e Gaspar teriam vindo do oriente guiados por uma estrela para prestar homenagem ao novo rei que nascia e cuja chegada já havia sido anunciada nas profecias.

Apesar de estar descrita em um livro sagrado, no qual as narrativas (naturalmente) não seguem nenhum tipo de rigor científico, bastante gente séria já se perguntou se a astronomia seria capaz de explicar a tal estrela. Muito já foi discutido a respeito da viabilidade prática do fenômeno, e algumas possibilidades foram levantadas – ela poderia ser, por exemplo, uma supernova, um cometa ou mesmo um planeta ressurgindo depois de um período “escondido” atrás do sol.

Nos últimos dias, um editor da Sky & Telescope, uma importante revista especializada em astronomia, trouxe à tona outra opção intrigante: a Estrela de Belém pode ter sido fruto de um trio de conjunções entre os planetas Vênus e Júpiter que aconteceu entre os anos 3 e 2 antes de Cristo. O fenômeno foi muito parecido com o evento que está ocorrendo atualmente. “Como tem sido o caso em 2014-15, as primeiras duas conjunções naquela época foram extremamente próximas, a última separada por cerca de 1º, todas as três não ocorreram longe de Régulo, e todas estavam similarmente altas no céu”, disse Fred Schaaf.

Fonte: Galileu

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Publicado em 30 de junho de 2015, em Uncategorized. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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