Arquivo mensal: janeiro 2015

Como é a “cidade anti-apocalipse”?

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São abrigos subterrâneos construídos para proteger até 200 pessoas de grandes catástrofes, como terremoto, guerra nuclear e até invasão alienígena. O “lançamento” do empreendimento está previsto para 21 de dezembro de 2012, data do calendário maia que é interpretada por muita gente como o início do fim do mundo. Lenda ou não, o fato é que a empresa Terra Vivos já está construindo 20 abrigos, só nos EUA, além de outros projetos similares e ultrarresistentes ao redor do mundo para proteger a população de eventos como a inversão dos polos magnéticos da Terra, tsunamis, impacto de cometas, erupções de vulcão etc. Para morar em um dos abrigos durante um ano, com direito a uma dieta de 2,5 mil calorias diárias, além de entretenimento, serviço médico e segurança, basta investir R$ 90 mil – crianças até 16 anos pagam meia e animais de estimação entram de graça.

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APOCALIPSE NOW

Se todas as vagas forem vendidas nos Estados Unidos, o faturamento superará
 360 milhões de reais

Entrada segura

Para livrar o ar de substâncias tóxicas vindas da superfície, os abrigos contam com um sistema especial de filtragem. Em caso de suspeita de contaminação, o indivíduo passa por uma superducha antes de se juntar aos outros habitantes.

Casa forte

O abrigo é construído abaixo do nível
do solo, entre 7,5 e 15 m de profundidade, para resistir a fortes impactos. As paredes, com camadas de concreto e de aço,
com cerca de 1,5 m de espessura, suportam até a radiação eletromagnética de uma tempestade solar.

Todos por todos

Não há funcionários: cada morador tem uma função específica. Cerca de 60% da população será de profissionais da saúde, seguranças e advogados. Os outros 40% seriam profissionais de setores variados: chefs, eletricistas, encanadores, personal trainers etc.

Tá ligado?

Tanques subterrâneos abastecidos 
com óleo diesel trabalham para manter
 os geradores elétricos em atividade,
 sem interrupções, durante os 365 dias
de confinamento. Há projetos para 
a instalação de captação de energia solar
 e eólica para alimentar o sistema de energia.

Bom apetite

Os moradores terão direito a três refeições por dia. Para a sorte deles, no cardápio há alimentos que vão desde o tradicional arroz com feijão até cogumelos e mirtilos. Para queimar as calorias consumidas, o abrigo oferece uma academia superequipada.

Viva a democracia

Para manter a ordem no confinamento, haverá um sistema político: um grupo de 12 pessoas é eleito para governar
a colônia a cada 30 dias. Tudo, claro, sempre seguindo os regulamentos e o código de conduta elaborados pela empresa Terra Vivos.

Por um fio

A construtora garante que a reserva
 de água é suficiente e reforça que será feita estocagem e reúso de água da chuva se necessário. Para distribuir o volume recomendado para o uso diário de cada habitante, o reservarório seria maior do que uma piscina olímpica.

Lixo pesado

A quantidade de lixo produzida por 200 pessoas não é brincadeira: um indivíduo gera cerca de 1 kg de detritos por dia. Durante um ano, portanto, um compartimento separado armazenará cerca de 73 toneladas do lixo produzidas no abrigo.

CONSULTORIA: Robert Vicino, diretor da Terra Vivos , Brian Camden, engenheiro civil da Hardened Structures, e Claudio Furukawa, físico da USP

 

Fonte: Mundo Estranho

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Nos EUA, casal recebe US$ 2,2 milhões para trocar asfalto por placas solares

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O casal norte-americano Julie e Scott Brusaw tem um sonho ambicioso: trocar todo o asfalto do mundo por placas solares, o que reduziria drasticamente as emissões de gases de efeito estufa e geraria energia limpa e renovável. A boa notícia é que o plano visionário está mais perto de se tornar realidade.

Batizado de Solar Roadways*, o projeto dos dois recebeu US$ 2,2 milhões via financiamento coletivo – aliás, mais que o dobro do valor que pediram inicialmente na plataforma de crowdfunding Indiegogo. O dinheiro veio de mais de 48 mil pessoas, de 42 países. Um sucesso! Especialmente, porque o vídeo de divulgação viralizou na web, com mais de 19 milhões de visualizações (assista no final deste post).

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Como colocar o projeto em prática? Para responder a essa pergunta, vou contar a história do começo. Quando tiveram a ideia de instalar painéis fotovoltaicos no chão, o casal passou a pesquisar uma forma de fazer as placas aguentarem muito peso. “Queríamos painéis solares em que você pudesse dirigir, estacionar e andar em cima”, conta Scott, que é engenheiro elétrico, no site da iniciativa. A pesquisa durou oito anos, mas foi bem sucedida!

Com financiamentos da Administração Federal de Rodovias dos EUA, o casal desenvolveu painéis que podem aguentar mais de 113 toneladas. Feitos de vidro (10% do material é reciclado!), cada módulo possui pequenos hexágonos que contém células solares.

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Agora, o dinheiro arrecadado com o crowdfunding será usado para viabilizar a tecnologia no mundo todo e contratar profissionais. “Esses painéis podem ser instalados em rodovias, estacionamentos, calçadas, ciclovias e playgrounds… Literalmente, em qualquer superfície abaixo do sol”, conta o casal em seu site.

A ideia é que a eletricidade gerada pelas placas abasteça casas e empresas. De acordo com os cálculos do casal, um sistema nacional de painéis pode produzir mais energia limpa do que os Estados Unidos usa como um todo.

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Além disso, o Solar Roadways também tenta convencer com outros benefícios, como:
– fazer crescer o mercado de carros elétricos, graças aos novos postos de abastecimento de energia;
– acabar com os postes de energia das ruas, já que os fios de transmissão de eletricidade seriam subterrâneos;
– descongelar neve que fica acumulada nas vias, e
– sinalizar com iluminação LED pessoas e animais atravessando a pista à noite.

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Convenceu?

Abaixo, assista ao vídeo do projeto:

*Solar Roadways

Fotos: Divulgação/Solar Roadways

 

Fonte: Superinteressante

Gatos entendem (e copiam) as expressões dos donos

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A fama de egoísta sempre pega para o lado dos gatos. Mas não é bem assim. Eles gostam tanto e prestam tamanha atenção nos donos que até imitam seus hábitos. E não só isso. É com base nas suas reações e expressões que eles percebem o mundo – e descobrem como devem reagir às novidades.

A conclusão é de um estudo italiano. Pesquisadores convidaram 24 gatos e seus donos para ver se os animais prestavam atenção às reações dos humanos. Cada dupla foi colocada em uma sala com um ventilador cheio de fitas plásticas verdes. A única saída de fuga da sala ficava em um ponto onde estavam uma tela e uma câmera. “A ideia era avaliar se os gatos usam a informação emocional fornecida pelos donos sobre um objeto desconhecido para guiar seu comportamento”, diz a pesquisa.

Para isso, ao entrar na sala, os donos observaram o ventilador de forma neutra. Em seguida, mostraram uma reação negativa (medo, afastamento do objeto) ou positiva (felicidade) – sempre olhando do gato para o ventilador e do ventilador para o gato.

Em 79% das vezes, os animais observavam o objeto e o dono, como se tentassem entender o que estava acontecendo. Quando a expressão era negativa, os bichinhos começavam a olhar mais para a tela, onde ficava a única saída. “Era a única saída possível. Então, olhar para a tela e depois para o ventilador sugere que os gatos estavam preocupados e queriam encontrar uma maneira de fugir”, conclui a pesquisa.

É por isso que você precisa prestar mais atenção às suas reações. Se você sente medo ou raiva, seu gato pode perceber. E copiar os mesmos sentimentos.

Crédito da foto: flickr.com/jamiejohn/

 

Fonte: Superinteressante

Cão de guarda virtual: app LogDog garante mais segurança nas suas contas na internet

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Uma função que deveria facilitar o uso de sites, como contas de e-mail e redes sociais, pode abrir uma bela porta para ataques virtuais. Deixar que o navegador memorize sua palavra-chave não é recomendado por 11 em cada 10 especialistas em segurança a internet. E, mesmo quando você se preocupa em não salvá-la, talvez, sua senha não seja assim tão difícil de descobrir quanto você imagina.

Então, como ficar tranquilo em relação às suas contas de usuário na internet? O aplicativo LogDog promete garantir uma navegação mais tranquila. Como o nome sugere, o software para smartphone funciona quase como um cão de guarda digital que monitora constantemente a atividade de contas do Gmail, Facebook, Dropbox, Yahoo! e Evernote.

Ao detectar uma nova atividade de login, o app uma notificação é enviada ao usuário com localização e até o IP de quem está efetuando o acesso. Caso aquele acesso não seja reconhecido, o LogDog oferece um atalho para a modificação da senha da conta em questão. A página oficial do aplicativo garante que as informações pessoais dos usuários não são retidas pelo software, os dados permaneceriam gravados apenas no smartphone.

Veja como o app funciona (em inglês):

Por enquanto, o aplicativo está disponível apenas na Google Play, para usuários de Android e é gratuito. Na página oficial, os logotimos de sites como Twitter, Linkedin e Instagram estão sinalizadas com a etiqueta “soon”, sugerindo a divulgação de novas opções de contas possíveis de se monitorar em breve.

 

Fonte: Superinteressante

10 coisas que os donos fazem e os cachorros odeiam

Que seu cachorro pudesse falar é um desejo de todo tutor de um amigão desses. Mas você já pensou o que poderia ouvir se ele pudesse se expressar verbalmente sobre o banho, ou sobre o perfume depois do banho, ou ainda sobre quando você o trata como criança? Listamos aqui algumas atitudes que a maioria dos tutores de cães têm e que uma boa parte dos bichos simplesmente o-dei-a. Depois dela, vamos ver se você ainda vai querer que seu cachorro falasse…

 

10. Conversar com seu cachorro

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Suponhamos que seu cão tenha feito xixi no sofá (maginaquêisso!). Você, bravo, tenta comunicar o erro a ele, mas sem agredi-lo – afinal, ele é seu amigo e você não quer magoá-lo. Então você começa um diálogo ponderado: “Rex, vamos conversar. Não gostei da sua atitude, cara. Esse sofá custou R$ 1.800, e isso é um salário inteiro”. Olha. Ele até vai te olhar com muito interesse, mas pode esquecer: a chance dele entender o papo reto é nenhuma. Cachorros não ligam a mínima para as palavras, o negócio deles são sons e linguagem corporal. Eles compreendem a intenção, mas jamais o português. Assim, a melhor forma de demonstrar o que você quer é com gestos e com uma boa postura. Falar com o cão sem demonstrar isso com o corpo pode confundir o animal – que depois vai levar uma bronca sem ter a menor ideia do que está acontecendo.

 

9. Gritar toda vez que ele late

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Outro dia, eu estava passeando com meu cão, o Otelo, que estava preso na coleira. Duas crianças passaram correndo e gritando perto de nós, e Otelo latiu. As crianças tomaram um susto, o avô (chato) delas disse que meu cachorro é “histérico” e eu fiquei morta de vergonha. Mas, ei! Otelo é um cachorro e, da mesma forma que as crianças gritam, ele late. É a forma que ele tem de expressar ao mundo algumas de suas vontades – nesse caso, se bem conheço meu cão, vontade de correr e brincar com as crianças choronas. Portanto, seja mais tolerante com os latidos do seu cão (basta lembrar quanto ele deve ficar de saco cheio de ouvir você e os demais humanos falarem, e ele não reclama disso).

 

8. Transmitir nervosismo

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Os cães sempre elegem um líder para o seu bando. O ideal é que esse líder seja você. Caso você se demonstre instável – nervoso, estressado, incapaz de exercer sua liderança -, ele sentirá que deve assumir esse papel. Por isso, sempre que estiver na companhia de seu cão, tente não demonstrar tensão nem nervosismo (lembrando que eles são mesmo muito bons na leitura corporal, então é legal você caprichar nisso), ou ele poderá ficar agitado e até agressivo.

 

7. Tratar o cão feito criança

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Coisa mais fácil é encontrar gente que trata o amigo de baba e pelos como um bebê – afinal, com tanta fofura, só pode ser um bebê! E aí o tutor dessa fofura coloca roupinhas, calça sapatinhos, enfeita o cão com joias (tudo pet friendly, viu?). Pois saiba que o cachorro provavelmente ODEIA isso. Cães são cães e gostam de ser tratados como tal. Assim, ele vai querer correr (sem sapatos), perseguir coisas e farejar. É claro que você pode mostrar afeto ao seu bicho. Mas o guru dos petlovers, o treinador Cesar Milan, não se cansa de repetir: primeiro vem o exercício, depois, a disciplina disciplina, e, então, carinho.

 

6. Achar que o cão é “gente como a gente”

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Nós, humanos, achamos a subserviência uma coisa muito ruim, até intolerável. Ser dominado por uma outra pessoa é o pior cenário de vida que se pode imaginar. Mas com os cães funciona exatamente do jeito oposto. Naturalmente, eles gostam de saber bem claramente quem é o líder do bando (no caso, você). Assim, ao adotar um amigo canino, você deve se preparar para assumir integralmente o papel de “cachorro alfa da matilha”. Só desse jeito seu cão vai se sentir seguro – do contrário, ele vai começar a se estressar por não saber bem como se comportar naquele bando.

Leia também:
Como os animais realmente enxergam o mundo
Cachorros – por que eles viraram gente?
Ciência Maluca: Por que cachorros fazem cara de dó?
Teste: que raça de cachorro combina mais com você?

5. Deixar seu cão morrer de tédio

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Pense em como seria a sua vida se você passasse o dia inteiro deitado em uma cama, ou perambulando sem destino pela casa, sem TV, sem smartphone, sem um livro, sem ninguém para conversar, sem nenhum tipo de jogo e nenhuma atividade. Pode até parecer divertido por um dia ou dois, mas imagine passar A VIDA desse jeito? Se você não der atividades para o seu cão, é assim que ele vai se sentir, no mais profundo e desesperançoso tédio. A falta de atividades pode levar o cão a ficar ansioso e começar a ter comportamentos ruins, como se coçar demais, até ter feridas, morder as próprias patas, roer coisas (inclusive móveis) e entrar em depressão.

 

4. Abraçar

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Mais uma diferença brutal entre o comportamento de cães e humanos. Você adora receber abraços das pessoas amadas. Essa é uma forma de nos sentirmos queridos, correto? No caso do seu amigo cão, o abraço é um sinal de ameaça. Significa que você está querendo dominá-lo à força. Alguns cães até toleram ser abraçados, enquanto outros ficam bastante agressivos. De toda forma, preste atenção no bicho. Alguns demonstram sinais claros de desconforto, como afastar a cabeça de você. Eu sei, é duro. Mas vamos trabalhar esse ponto, ok?

 

3. Ficar no celular/computador

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Você passa o dia inteiro fora de casa, trabalhando. Durante 9, 10 ou até 11 horas que você está fora de casa, seu cão fica sozinho em casa, muitas vezes, sem nada para distraí-lo nem fazê-lo gastar energia. Aí, vem o momento mais feliz do dia para ele: a hora em que você chega em casa. Você entra, faz um carinho na cabeça dele, troca a água, coloca a comida dele na tigela, senta no sofá e se perde entre as várias listas com coisas divertidas da SUPER. Aí não, né, pô! Seu cão passou o dia inteiro sozinho, só esperando você chegar. Ele merece, no mínimo, um pouco de atenção – o que inclui brincadeiras, desafios e, sempre que possível, passeios.

 

2. Ter pressa na hora do passeio

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Falando em passeios, como vai essa paciência, hein? Sair com um cachorro significa parar a cada meio metro para que ele possa cheirar as coisas, explorar o mundo, descobrir os novos vizinhos e se inteirar das novidades do bairro. E eles odeiam qualquer passeio que seja diferente disso. Dar aquela voltinha burocrática, sem xixi no hidrante (e na esquina, e no meio-fio, na roda do carro, na árvore, no arbusto, na moitinha, no jardim, no portão etc etc etc), sem poder cheirar o xixi do colega, para o seu cão, é como ir a Roma e não ver o Papa.

 

1. Deixá-lo cheiroso

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Já pensou que, se estivesse solto na natureza, um cão JAMAIS tomaria um banho? Ele poderia, sim, se molhar com a chuva, se melecar em uma poça de lama, atravessar um riacho e até entrar nele, mas tomar banho, tipo, xampu, esfrega-esfrega, condicionador e perfuminho no final, nunca! Ele sempre estaria sujinho e com aquele cheirinho característico de pano de chão molhadocachorro. Não é de se estranhar se seu amigão for aquele tipo meio Cascão, que foge da água que nem o diabo foge da cruz. Além disso, o olfato dos cães é muito, muito, muito apurado, e isso faz eles ficarem extremamente incomodados com o cheiro do perfume que você passa nele.

 

Lembre-se: assim como qualquer treinador vai dizer, cada cão é diferente. Além das peculiaridades de cada raça, há também as variações de personalidade de um bicho para o outro. Então, se o seu adora tomar banho ou detesta passeios longos, ele está mais para exceção do que para a regra.

 

Fonte: Superinteressante

Cerveja em lata completa 80 anos de história

Primeiras latinhas começaram a ser comercializadas em janeiro de 1935 na Virginia

Cerveja em lata começou a ser produzida em 1935 Márcio Garcez/Folhapress

Cerveja em lata começou a ser produzida em 1935 – Márcio Garcez/Folhapress

A cerveja de latinha completou 80 anos de idade neste mês de janeiro. Uma cervejaria de Newark, nos Estados Unidos, foi a pioneira na técnica.

Em 24 de janeiro de 1935, as marcas Krueger Finest Beer e Krueger Cream Ale começaram a comercializar as primeiras latinhas de cerveja em Richmond, Virginia. No começo, a invenção enfrentou problemas, já que a bebida não se adaptava ao novo invólucro e explodia a lata.

“Nunca conseguiremos substituir as garrafas de vidro”, diziam os cervejeiros da época. No entanto, com algumas modificações no revestimento das latas, a invenção se consolidou como a maneira mais prática, leve e fácil de consumir e transportar a bebida.

 

Fonte: Band

Nasa derruba transmissão do espaço após OVNI surgir

Agência Espacial Americana não explicou o que houve após conexão cair no momento em que objeto tornou-se visível

Logo após Óvni ficar visível, transmissão na web caiu Reprodução/YouTube

Logo após Óvni ficar visível, transmissão na web caiu Reprodução/YouTube

A Nasa teria derrubado uma transmissão em tempo real da Estação Espacial Internacional, no dia 15 de janeiro, após um OVNI (Objeto Voador Não Identificado) aparecer na tela.

Segundo o site “Inquisitr”, o video foi capturado por uma câmera montada do lado de fora da estação e transmitido em streaming pela internet, em um experimento para produzir imagens em alta definição do espaço.

Após o corte súbito das imagens, a Agência Espacial Americana, como de costume, não explicou o que causou o suposto problema com o vídeo nem mencionou o OVNI.

Veja abaixo o momento em que o objeto misterioso surge no vídeo:

 

Fonte: Band

WhiteAlbum traz para o seu iPhone a nostalgia da câmera de filme

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Serviço permite que você tire 24 fotos e só as vê quando recebê-las em casa

Uma das vantagens de terem inventado as câmeras digitais é que podemos tirar várias fotos sem se preocupar e refazer a foto se sair ruim, não é verdade? Bom, parece que não é isso o que os desenvolvedores do app WhiteAlbum pensam.

Apostando na nostalgia das câmeras descartáveis, o WhiteAlbum é um app de fotografia bem simples para iPhone. Os únicos controles que você tem é ligar ou desligar o flash e escolher entre uma moldura quadrada ou redonda. Assim que você tira a foto, não é possível mais vê-la, apagá-la ou alterá-la. Após tirar apenas 24 fotos, você pode pagar 20 dólares para o serviço e recebê-las em casa, com envio grátis para o mundo todo.

A ideia é relembrar os tempos da fotografia de filme, quando você tinha que pensar bem antes de bater a foto, pois só tinha uma chance de acertar. E só saberia se a foto ficou boa depois de revelar. Mas com esse preço, imagino que os desenvolvedores também estavam com saudades do tempo em que fotografia era um hobby caro e para poucos…

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Fonte: Brainstorm9

Vídeo faz piada de comportamentos absurdos que temos nas mídias sociais

Sério mesmo que você gostaria de ser avisado quando está sendo seguido? Ou de gritar publicamente os seus check-ins?

A pergunta que esse vídeo faz é bem simples, mas talvez seja difícil de responder. Será que as coisas que fazemos nas mídias sociais fazem algum sentido quando replicamos o comportamento na vida real?

Para mostrar o absurdo de alguns dos nossos comportamentos, Jena Kingsley, especialista em vídeo-pegadinhas no YouTube, foi convidada pelo app MINE a ir às ruas de Nova Iorque e imitar algumas das coisas que fazemos online – do tipo avisar completos estranhos que estamos os seguindo, pedir recomendações para pessoas que nunca vimos na vida, ou até mesmo usar um ‘contato em comum’ para nos ‘apresentar’ a uma terceira pessoa.

"Você poderia me apresentar ao cara do seu lado?"

"Sete pessoas viram você nesse metrô, sabia?"

Claro que parte desses comportamentos esquisitos fazem parte da dinâmica das mídias sociais, mas é difícil não rir sobre quão absurdo é gritar um check-in no meio da Grand Central Station, ou de ter ciência de quantas pessoas “viram” você em um determinado lugar.

 

Fonte: Brainstorm9

“Maconha é a cura do câncer”, afirmam cientistas em documentário revelador

No último dia 16 de dezembro, foi publicada no Diário Oficial da União uma resolução que autoriza médicos brasileiros a prescreverem o canabidiol para seus pacientes. A substância derivada da maconha pode ser receitada apenas para o tratamento de epilepsias em crianças e adolescentes. Mas há ainda mais restrições nessa permissão.

Além de não autorizar o tratamento com canabidiol (CBD) para adultos, a resolução do Conselho Federal de Medicina exige que os pacientes já tenham antes tentado usar medicamentos convencionais e não conseguido melhoras.

Outra restrição é que somente neurologistas, neurocirurgiões e psiquiatras podem receitar o CBD. E que fique claro: a resolução proíbe expressamente o uso medicinal da Cannabis in natura, assim como de qualquer outro derivado dela que não seja o canabidiol. Só daqui a dois anos essa norma será revista, quando os resultados de até então serão avaliados.

Por um lado, a permissão é um importante passo rumo ao fim do tabu que envolve a maconha no Brasil. Por outro, é ainda um avanço tímido. Porque, trocando em miúdos, a resolução é permitida apenas para um tipo de enfermidade, apenas para crianças e adolescentes, o CBD pode ser receitado apenas por alguns especialistas e apenas em último caso. Muito pouco quando comparamos à experiência internacional já acumulada no uso medicinal da erva, que envolve inclusive o tratamento para câncer com resultados excepcionais.

No YouTube é possível assistir a dois documentários que mostram isso. O primeiro se chama“Run From the Cure”, e conta a história de Rick Simpson.

Rick é um canadense nascido em 1949 que sempre trabalhou na área de saúde. No ano de 1997, ele sofreu um ferimento na cabeça e os médicos receitaram uma série de remédios, que Rick começou prontamente a tomar.

Passado algum tempo, ele não percebeu melhoras. Muito pelo contrário: sentia que os efeitos colaterais dos medicamentos estavam piorando sua situação. Já era 1999 quando Rick assistiu a um programa na TV sobre maconha medicinal e decidiu tentar a sorte. Um amigo conseguiu ilegalmente um baseado e o resultado foi que ele se sentiu muito melhor do que com as doses cavalares de comprimidos que vinha tomando. Mas, ao solicitar uma prescrição de maconha para seu médico, teve o pedido recusado.

Nos anos seguintes, o canadense vivenciou uma piora nos sintomas. Foi quando decidiu produzir o próprio remédio por sua conta e risco. Assim, Rick começou a plantar maconha, já com a ideia de produzir um óleo concentrado que potencializasse os efeitos medicinais da erva.

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O óleo é feito cozinhando as flores da planta misturadas a solvente. No processo, a mistura vai sendo reduzida até ficar bem concentrada e com uma cor semelhante à da gasolina. Em média, 500 gramas de Cannabis produzem 56 gramas de óleo.

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Consumindo pequenas doses diárias do remédio caseiro, logo Rick viu sua vida retornar à normalidade. A pressão sanguínea caiu, o sono voltou, as dores foram embora. Mas o mais incrível viria a acontecer no ano de 2003, quando ele teve que retirar um câncer de pele. Algumas semanas após a cirurgia, o tumor voltou. Rick aplicou o óleo de maconha medicinal direto na área afetada e cobriu apenas com um band-aid. Poucos dias depois, o câncer simplesmente tinha desaparecido.

Percebendo que tinha nas mãos um remédio poderoso, barato e sem efeitos colaterais que a maioria das pessoas desconhecia, Rick decidiu compartilhar gratuitamente sua descoberta com o mundo. No primeiro ano, foram tratadas cerca de 50 pessoas com problemas de pele diversos. No ano seguinte, o óleo produzido por Rick foi bem sucedido no tratamento de um homem com um melanoma inoperável. E, de 2003 até hoje, já foram mais de 5 mil pacientes medicados com o óleo da maconha, que sofriam de tipos diversos de câncer, diabetes, epilepsia, dores crônicas, glaucoma, úlceras, enxaqueca, ansiedade, depressão e outros males.

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A história de Rick Simpson se soma ao documentário “Maconha, a Cura do Câncer”, também encontrado no YouTube, para mostrar como a discussão lá fora já está uns tantos quilômetros à frente do cenário brasileiro.

O filme faz um apanhado geral sobre a história do uso da maconha pelo homem e de como a sua proibição foi uma invenção recente. Até então, remédios baseados na Cannabis faziam parte da maleta dos médicos, sendo usados para tratar dores do parto, reumatismo e transtornos nervosos. Eram inclusive receitados a bebês, para que parassem de chorar por conta das dores de dente.

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Foi no início do século XX que a maconha passou a ser perseguida. Com o surgimento das drogas criadas quimicamente, a indústria farmacêutica começou o lobby anti-cannabis para eliminar a concorrência. Em 1937, uma lei aprovada pelo congresso dos EUA proibiu médicos de receitar maconha. Em 1942, já não existia mais nenhum remédio baseado no cânhamo nas farmácias do país.

A guerra contra a maconha durou décadas. Até que a pressão popular fez com que alguns estados norte-americanos revertessem esse cenário, aprovando legislações próprias para oferecer tratamentos alternativos a seus habitantes. A Califórnia foi o primeiro, com sua lei sobre maconha medicinal que data de 1996. De lá para cá, mais de 20 outros estados aprovaram leis semelhantes.

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A sequência do filme foca nas várias descobertas científicas dos anos recentes envolvendo o uso terapêutico da erva. Entre elas está o trabalho do pneumologista Donald Tashkin, daUniversidade da Califórnia. Em um estudo realizado com 600 pessoas, o pesquisador demonstrou que a incidência de câncer pulmonar em quem fuma maconha diariamente é menor do que a que ocorre em quem não fuma nada.

A tese levantada pelo filme é a de que os canabinoides promovem a morte de células cancerígenas, deixando as saudáveis intocadas. Isso porque, ao longo da evolução, nosso sistema nervoso desenvolveu um processo interno que regula uma porção de funções fisiológicas (fome, sono, relaxamento, etc), de forma muito parecida à ação da maconha. Por conta da semelhança, a ele foi dado o nome de sistema endocanabinoide. O que a erva medicinal faz é estimular e reforçar esse sistema natural que já está lá no corpo humano.

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Algumas estatísticas apontam que uma em cada três pessoas pode vir a ter câncer durante a vida. E se a cura já existe, mas não está acessível por ser considerada crime? Que direito alguém tem de dizer a uma pessoa com câncer se ela pode ou não tentar determinado tratamento?

O CBD, que acaba de ser regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina, é apenas um entre os mais de 420 ativos químicos com propriedades medicinais encontrados na Cannabis. Será que cada paciente brasileiro que pode ser tratado com maconha terá de viver a mesma epopeia que o canadense Rick Simpson?

Contra o tabu e o preconceito, nós do Hypeness temos apenas uma coisa a dizer: pessoas estão sofrendo, pessoas estão morrendo. Já passou da hora de mudar o status da relação com a Cannabis. Assista aos documentários e tire suas conclusões.

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Fonte: Terra | Hypeness

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