Arquivo mensal: fevereiro 2014

‘Não conheço quem queira ver o retorno dos Smiths’, diz Morrissey

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A banda The Smiths, nos anos 80.

Morrissey parece não ter muito interesse em ver a sua ex-banda na atividade outra vez. Em entrevista à revista Billboard, o músico foi questionado sobre uma possível volta da banda e disse “que não conheço quem queira ver o retorno dos Smiths”.

“A nossa memória das bandas é de como elas eram no começo, no melhor ou no mais desesperado momento de suas carreiras. Você tem a expectativa de que elas sejam algo que já não são mais”, explica o músico.

Morrissey falou também sobre o período que passou no hospital no ano passado. Na época, sofreu com uma dupla pneumonia e com úlcera hemorrágica. “Foi um ano ruim. Eu estive em hospitais com tanta frequência que os médicos estavam cansados de mim. Não há nada que envelheça mais do que uma cama de hospital”.

Morrissey | Divulgação

Morrissey | Divulgação

O músico falou ainda sobre a declaração que fez comparando comer carne à pedofilia. “Quando você come um animal, você o submete a um estupro espiritual e físico. Você come seu peito, corta seus órgãos genitais. Comer animais é a violência em seu extremo”, encerrou Morrissey.

 

 

Fonte: Território Eldorado | LUCIANO BORBOREMA

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Fronteiras extremas

 

 

 

 

 

As divisas de alguns países são tão impressionantes que podem ser vistas até do espaço. De um lado há verde e água; do outro, tudo é seco. Se aqui há ordem, lá reina o caos. Conheça nove das fronteiras mais contrastantes do mundo

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ESTADOS UNIDOS / MÉXICO – A CERCA DE METAL

Deste lado, Tijuana é caótica, cinzenta, densamente povoada, com uma proliferação de casas feitas de pneus e materiais reciclados. Sua expansão só é impedida por uma cerca. Isso porque do outro lado está San Diego, Califórnia. O cenário é opressor. O cercado é feito de chapas de metal usadas em pistas de pouso nas guerras do Vietnã e do Golfo. A imagem não deixa dúvida. Enquanto o centro de Tijuana avança rumo à fronteira e ao dinheiro americano, o de San Diego se afasta da pobreza mexicana. “Atravessar a fronteira pode levar até cinco horas. A segurança para entrar no lado americano é muito mais rígida, especialmente por causa do tráfico de drogas”, diz o americano Adam Johnson, que já fez a travessia mais de dez vezes – em alguns casos, só para comer em um restaurante mexicano. Segundo ele, a volta é tumultuada também porque policiais de Tijuana costumam exigir propina para seguir viagem. “São geralmente US$ 20, mas eles não deixam você sequer entrar na fila para cruzar a fronteira caso não pague”. E, se o trajeto México-EUA é bagunçado, o oposto é tranquilo: leva só dez minutos em média.

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COREIA DO SUL / COREIA DO NORTE – PARALELO 38 N

Ao final da Guerra da Coreia, em 1953, os dois lados determinaram um cessar-fogo e estabeleceram uma zona de segurança na fronteira, no paralelo 38 graus ao norte do Equador. Sob a supervisão da ONU, a área é conhecida como “zona desmilitarizada” e acabou virando, sem querer, um dos maiores pontos turísticos da Coreia do Sul. Ninguém pode passar para o norte. E nem iria querer: placas avisam sobre as inúmeras minas terrestres que cercam as estradas. O fotógrafo brasileiro Ricardo Azoury esteve na fronteira. “Não é um turismo fácil. Você precisa se justificar o tempo todo. No meu caso, tive uma escolta”, diz. Estas casas são postos de fronteira e têm uma porta em cada lado para que soldados entrem sem invadir o país vizinho.

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HOLANDA / BÉLGICA – FRONTEIRAS BAIXAS

Baarle tem limites complicados. Parte dela é da Holanda e se chama Baarle-Nassau, enquanto a outra pertence à Bélgica e é Baarle-Hertog. Cada uma tem sua prefeitura, policiais etc. Mas a divisa não é marcada por uma linha contínua: é toda feita de estilhaços. Há vários pedaços de Baarle-Nassau dentro de Baarle-Hertog e vice-versa. Os únicos indicadores do país em que você se encontra são marcações na rua e minúsculas bandeiras nacionais na porta das casas. A origem está no século 12, quando dois senhores feudais não chegaram a um consenso para dividir a área de maneira simples. Hoje, as fronteiras não têm importância política, mas são defendidas pelos habitantes: eles dizem que, se não fosse isso, a(s) cidade(s) seria(m) um lugar qualquer.

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HAITI / REPÚBLICA DOMINICANA – ILHA RASGADA

A fronteira das duas nações que dividem a ilha de Hispaniola, no Caribe, tem contrastes extremos. “Em muitos lugares nessa área, podemos olhar para o leste [o lado dominicano] e ver florestas de pinheiros e, ao virar para o outro lado [o haitiano], vemos apenas campos quase desprovidos de árvores”, descreve o geógrafo Jared Diamond no livro Colapso. Originalmente, a ilha como um todo era conhecida pela exuberância de suas florestas. Hoje, 28% da cobertura vegetal está preservada na República Dominicana, contra apenas 1% no Haiti – e as poucas reservas haitianas estão ameaçadas por camponeses que derrubam árvores para fazer carvão vegetal. A razão é histórica. Apesar de ser hoje um dos países mais pobres do mundo, o Haiti desenvolveu uma pujante economia agrícola no século 18, chegando a ser a colônia mais rica da França. “Nessa época, o império francês decidiu investir em plantações intensivas baseadas em trabalho escravo, enquanto a Espanha não desenvolveu o seu lado da ilha [a República Dominicana]”, explica Diamond. Além disso, todos os navios que traziam escravos voltavam para a Europa com cargas de madeira. Isso contribuiu para o desmatamento mais rápido e a perda de fertilidade do solo – o que dá para ver do céu.

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BRASIL / FRANÇA – PARIS, AMAPÁ

Sim, o Brasil faz fronteira com a França – e é a maior que eles têm, com quase 700 quilômetros, na Guiana Francesa, um departamento ultramarino da França que faz divisa com o Amapá. Lá, a moeda corrente é o euro, o que há anos atrai amapaenses em busca de trabalho. Tanto que há muitos brasileiros francófonos na fronteira. Mesmo assim, a única ponte que liga o Brasil à Guiana Francesa, sobre o rio Oiapoque, ainda não foi inaugurada. Ela está pronta desde 2011.

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ISRAEL / EGITO / PALESTINA – TRÍPLICE REALIDADE

Desde a criação de Israel, em 1948, a terra do país ficou de cara nova, com áreas irrigadas e cultiváveis, afastando-se da secura do país vizinho, o Egito. Hoje, Israel tem áreas maiores de agricultura comercial irrigada. Enquanto isso, o solo egípcio tem uma cor bem mais clara por causa da destruição de crostas biológicas que o recobrem – o que pode ter sido provocado pelo pisoteamento da terra por homens e animais, com o pastoreio excessivo. Já a Faixa de Gaza, território palestino situado em uma estreita faixa costeira ao longo do mar Mediterrâneo, se destaca por outra característica: a enorme concentração de pessoas, a maioria refugiados, em um pequeno espaço. São 4 mil habitantes por quilômetro quadrado, dez vezes mais que Israel – e a densidade demográfica do Egito é menor ainda: apenas 74 pessoas por quilômetro quadrado. Com todo esse povo, apenas 13% da Faixa de Gaza tem terras cultiváveis. Até do ponto de vista da Nasa, os contrastes na região são gritantes.

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ÍNDIA / BANGLADESH – MISÉRIA, MISÉRIA

São mais de 200 enclaves (um território dentro dos limites de outro) e exclaves (território pertencente a outro, mas que não está fisicamente junto). Para se ter uma ideia, há um pedaço da Índia dentro de um pedaço de Bangladesh que, por sua vez, está dentro da Índia. E por aí vai. Mas não basta a complexidade das fronteiras, a disparidade também choca: o lado bengalês é devastado, enquanto o indiano tem florestas subtropicais. “De uma forma geral, a fronteira de Bangladesh é um reflexo do país como um todo”, afirma Moises Lopes de Souza, especialista em Ásia do Núcleo de Pesquisas em Relações Internacionais da USP. “Ele sofre com a superpopulação, e quase metade de seus 150 milhões de habitantes sobrevive em condições miseráveis”. O país é majoritariamente agrário. Quase toda a terra arável na região tem sido cultivada ou urbanizada, resultando na devastação de grande parte das florestas originais.

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LESOTO / ÁFRICA DO SUL – DESERTO E HIV

Praticamente todo o contorno do Lesoto, um reino do tamanho de Alagoas encravado no meio da África do Sul, pode ser visto do espaço. Na fronteira oeste, no lado sul-africano, a terra é densamente cultivada e irrigada, enquanto em Lesoto ela está devastada. Além da pobreza extrema e da Aids (uma em cada quatro pessoas tem o vírus HIV), a desertificação e a erosão do solo são um problema grave no país. A culpa, mais uma vez, é da exploração da madeira, usada como combustível, e do pastoreio desenfreado.

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ÍNDIA / PAQUISTÃO – A DANÇA DA DIVISA

Wagah é uma cidade dividida ao meio: metade indiana, metade paquistanesa. É ali que, todas as tardes, desde 1959, há uma cerimônia militar de fechamento dos portões da fronteira. Idealizada e coreografada pelas patrulhas dos dois lados em respeito à soberania mútua, ela atrai turistas de todo o mundo. “A coreografia, tentativa de demonstração de bravura e intimi-dação, muitas vezes foi um indicativo das relações entre os países durante as guerras pelo controle da região da Caxemira”, diz o pesquisador Moises de Souza. Em 2010, ambas as partes assinaram um acordo para amenizar o tom belicoso da cerimônia e evitar provocações por parte do público.

Fonte: Super Interessante | Ana Prad0

Festa “Chega Mais”, no Clube Flamingo, dia 1º de março (sábado de carnaval)

Já sabe o que fazer no sábado de Carnaval?!

Nossa sugestão é a festa “Chega Mais”, que acontecerá dia 1º (sábado), A partir das 20h, no Clube Flamingo.

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A festa é organizada por amigos e terá clima ‘avonts’, para as pessoas sentirem-se super à vontade, como se estivessem em uma casa de amigo. A festança será regada com sons tropicais, da Tropicália ao rock nacional, passando pelo Hip Hop, Funk e toda sonoridade animada brazuca, sem preconceito algum. O intuito é diversão!

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O Clube Flamingo

Com nome que faz referência ao Flamingo Club, que funcionou entre os anos 1950 e 1960 no Soho, em Londres, é uma arejada alternativa aos “inferninhos” da Rua Augusta: tem fumódromo com sacada no 2º andar (onde há poltronas e sofás aconchegantes) e um agradável terraço no 3º – em dias quentes, suba os três lances de escada para ficar bebendo por ali.

Trio de mini burguer com cheddar e maionese verde da casa

Trio de mini burguer com cheddar e maionese verde da casa

Com cerca de 32 rótulos, a carta de cervejas inclui a paulista Baden Baden Golden e a catarinense Göttlich, Divina!, esta com leve toque de guaraná na fórmula. Entre os drinques clássicos, o tom collins leva suco de limão-siciliano, gim, água tônica e raspas de limão.

Os hambúrgueres da casa são preparados com 220 gramas de patinho temperado (temperado um pouco além da conta, por sinal). O trio de cogumelos vem com queijo de minas e um mix de shiitake, shimeji e champignon refogados no shoyu.

O drink Tom Collins, delicioso e super refrescante!

O drink Tom Collins, delicioso e super refrescante!

A casa localiza-se à Rua Antonio Carlos, 395 (uma travessa da Rua Augusta).

Não fique de fora, pois a festa promete ser incrível! 🙂

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SERVIÇO

Chega Mais @ Clube Flamingo
1º de março
Sábado
20h

Djs
Pedro Lattari
Ricardo Chan
Sabrina Maekawa
Fezinho Araújo
Deborah Mattos

Entrada
R$25 de consumação
R$20 de consumação (com máscara ou fantasia)

Local
Rua Antonio Carlos, 395 (uma travessa da Rua Augusta).

1 picolé para os 30 primeiros pagantes!

Boa festa!!!

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Os diálogos mais bizarros do whatapp já registrados

 Bis

bisTais

taistragada

 Nachos

gato_respondeVanessa da Renner

serasa Orgulho

falta_credito Modo avião

aviao Ciúmes?

ciumes 50 reais

bolsa Number  Errado

aceitoEvolução

pokemon

 

 

Fonte: uphumor

 

 

 

 

Dirija com ar gelado e cuca fresca

Veja dicas de manutenção e quanto custa reparar o ar-condicionado

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Com a onda de calor das últimas semanas, poucas vezes foi tão necessário ter ar-condicionado no carro. Para garantir que a cabine fique sempre fresquinha, é importante não descuidar do sistema – e a principal maneira de fazer isso é muito simples: basta não deixar de ligá-lo, mesmo no inverno.

Acionar o dispositivo 15 minutos por dia, duas vezes por semana, é o suficiente para fazer com que o óleo do compressor circule e lubrifique as peças. “Se não for usado, o equipamento fica ressecado e sujeito a vazamentos, já que 35% de seus componentes são de borracha”, diz Luiz Evaristo, da oficina Porto Ar-Condicionado (2239-7423), da zona norte.

A falta de uso também compromete a eficiência do gás, que deixa de gelar a cabine de modo satisfatório. Nesse caso, a solução é a recarga. O serviço parte de R$ 135 na oficina Ar Car (3873-3324), na zona oeste.

Outro cuidado importante é substituir o filtro de pólen, que ajuda a barrar a entrada de fungos e bactérias no carro. A troca deve ser feita a cada seis meses ou 10 mil km. Na Prochaskar (3849-1766), na zona sul, o preço da peça pode variar de R$ 45 a R$ 200.

Para reduzir o risco de doenças respiratórias e mau cheiro, recomenda-se a higienização periódica do sistema. Em oficinas especializadas, a aplicação de spray bactericida ou ozônio custa cerca de R$ 120.

 

VAZAMENTOS

O principal sinal de vazamento é a necessidade constante de recargas. “O gás não se consome sozinho. Se teve de colocar mais, é porque vazou”, afirma Rogério Rovella, da Ar Car.

Uma das causas é o ressecamento das mangueiras, provocado pela falta de uso. Na Porto Ar-Condicionado, trocar essas peças varia de R$ 150 a R$ 300.

 

Fonte: Estadão | Thiago Lasco

22 fotos engraçadas de gatos após tomarem banho

Existem duas coisas quase todo mundo sabe sobre gatos, a primeira é que eles odeiam ratos e a segunda eles ODEIAM água.

Confira abaixo alguns gatinhos que não ficaram tão felizes assim em tomar um bainho …

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Fonte: Véinaboa | Léo Boese

 

Nasa descobre 715 planetas fora do sistema solar; 4 podem ser habitáveis

De acordo com cientista, a presença de vários planetas em torno de uma estrela, como ocorre com nosso sistema solar, é bastante comum

Observatório espacial Kepler conseguiu identificar ao menos 715 planetas

Observatório espacial Kepler conseguiu identificar ao menos 715 planetas | AP/Nasa

O observatório espacial Kepler conseguiu identificar ao menos 715 planetas, quatro deles com condições que poderiam torná-los habitáveis, localizados fora do sistema solar, anunciou hoje a agência espacial NASA.

Lançado em março de 2009, o observatório Kepler é a primeira missão da Nasa cujo propósito é identificar exoplanetas (planetas fora do sistema solar). Segundo Douglas Hudgins, da Divisão de Astrofísica da agência espacial, “o telescópio mudou totalmente a pesquisa”.

Observatório Kepler

Observatório Kepler

“Há apenas 20 anos só conhecíamos umas dezenas de possíveis candidatos a exoplanetas e agora temos cerca de 1 milhão, a maioria descoberta nos últimos cinco anos”, afirmou Hudgings em uma teleconferência.

Jason Rowe, cientista do instituto Seti, en Mountain View, na Califórnia, disse que “a presença de vários planetas em torno de uma estrela, como ocorre com nosso sistema solar, é bastante comum”.

“Eles são, em sua maioria, planetas pequenos, comparados com a escala dos planetas do sistema solar e, de fato, todos se encontram em sistemas multiplanetários e 95% são menores que Netuno”, acrescentou Rowe. “Encontramos poucos planetas do tamanho de Júpiter.”

Representação do Sistema Solar

Representação do Sistema Solar

“Os novos sistemas descobertos têm planetas com órbitas planas e circulares, como os planetas interiores de nosso sistema solar”, disse o pesquisador.

Sara Seager, professora de ciência e física planetária no Instituto Tecnológico de Massachusetts, assinalou que o novo sistema de identificação “permite comparar os candidatos em grupos e isso nos leva a analisá-los muito mais rápido”.

Fonte: Estadão | EFE

Esculturas hiperrealistas de Ron Mueck chegam ao Brasil em março de 2014

TRABALHO COM FORTE IMPACTO VISUAL E HUMANO TERÁ EXPOSIÇÃO NO RIO DE JANEIRO

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Impossível não se sensibilizar com as esculturas do artista Ron Mueck. Usando como base resina, fibra de vidro, silicone e diversos outros materiais, ele cria reproduções perfeitas de seres humanos em escalas maiores ou menores que a realidade, com uma riqueza de detalhes – fios de cabelos, rugas, marcas de expressão, veias – impressionante.

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Australiano de nascimento, Ron Mueck começou a carreira construíndo bonecos para programas de TV e filmes. A partir de 1996, fez a transição para o circuito de arte com esculturas completas que podem ser apreciadas de qualquer ângulo, reproduzindo situações que nos fazem pensar sobre a existência humana e a relação entre as pessoas.

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Sua última exposição estreou em 2013 em Paris, e nesse momento está em Buenos Aires – a primeira vez em que suas obras são exibidas na América do Sul. Entre os dias 19 de março e 01 de junho de 2014, ela estará no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, na região do Aterro do Flamengo. Há a expectativa de que a mostra chegue a São Paulo, mas ainda não há data nem local confirmados.

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A exposição atual inclui três novas esculturas, e exibe um documentário sobre o processo de trabalho de Ron Mueck. Para quem gosta de se sentir envolvido com arte de uma maneira profunda e quase assustadora, trata-se de um programa obrigatório na agenda do próximo ano.

 

Mais algumas obras de Ron Mueck

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Fonte: GQ

Pesquisadores descobrem que choques elétricos substituem o uso do café

Por enquanto a ideia é encontrar um jeito de cortar os efeitos colaterais da bebida em soldados do exército norte-americano

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Há dois dias nós falamos a respeito dos alimentos consumidos por soldados de todo o mundo, você lembra? Alguns kits continham sachês de café instantâneo e, se você também é do tipo que não vive sem um cafezinho pela manhã e depois do almoço, o item parece mesmo indispensável.

Conhecido por suas propriedades estimulantes e energéticas, a bebida preferida de muita gente pode ser substituída por choques elétricos, sabia? Parece estranho, mas é verdade. A Força Aérea dos EUA é a responsável por pesquisas totalmente pioneiras nesse sentido. A ideia é justamente encontrar um substituto para o café de cada dia.

Testes e comparações

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Para isso, alguns testes foram realizados em indivíduos divididos em três grupos: os que tomavam café, os que levavam choque e os que nem tomavam a bebida nem eram alvos de correntes elétricas. Os voluntários que se submeteram aos testes são totalmente saudáveis, e os estímulos elétricos são os mesmos utilizados em alguns casos de pacientes com depressão, por exemplo. Não é nada cruel, como você está acostumado a ver nos filmes. Os choques são considerados muito leves.

Os voluntários passaram 30 horas sem dormir e o que os pesquisadores perceberam foi que os sujeitos que receberam os estímulos elétricos tiveram um rendimento duas vezes melhor do que aqueles que não receberam nada – os que tomaram café tiveram o desempenho despencado ao final das 30 horas.

Substituto?

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Em outro estudo, publicado ano passado, voluntários foram testados de outras formas: dessa vez os pesquisadores queriam saber a velocidade com a qual os participantes conseguiriam encontrar determinados sinais escondidos em diferentes cenários. Os sujeitos que receberam choques elétricos se mostraram mais ágeis na hora de realizar as tarefas.

Lindsey McIntire, uma das pesquisadoras envolvidas com esses estudos, explicou que os choques elétricos não têm os mesmos efeitos colaterais do café, como a agitação e o nervosismo.

Os voluntários descreveram os choques como “um leve formigamento” ou, ainda, “uma sensação de queimadura”. Assim como quando usado para fins psiquiátricos, esses tipos de descargas elétricas não são recomendados por longos períodos e, no caso da substituição do café, apesar das evidências, nada está 100% comprovado. O uso, por enquanto, é voltado exclusivamente à classe militar. E aí, o que você acha dessa novidade? Num futuro – talvez mais próximo do que se imagina –, você trocaria sua xícara de café por um choquezinho?

 

Fonte: Megacurioso | Daiana Geremias

Nasa quer produzir água e oxigênio na Lua – Entenda

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Depois de uma série de missões de reconhecimento, em que foram encontrados hidrogênio e água na Lua, a Nasa está abrindo caminho para o lançamento de um robô lunar que identificará substâncias voláteis, que depois serão processadas. Ou seja, a ideia é fornecer água e oxigênio obtidos diretamente do satélite natural da Terra. A missão, da sigla em inglês RESOLVE (Regolith and Environment Science and Oxygen and Lunar Volatile Extraction), deverá chegar à Lua em 2018.

O objetivo, no entanto, não é o de instalar uma colônia humana na Lua. O satélite foi escolhido para “testes” porque é o local que a curto prazo poderia mostrar o quanto essa iniciativa seria viável. Em 2020, o experimento também deverá ser realizado em Marte, onde o robô extrairá dióxido de carbono, filtrando o pó para depois processar o CO2 em oxigênio.

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A questão é que para que uma missão humana possa ser enviada à Marte, é necessário encontrar uma maneira de gerar a impulsão para o lançamento da nave para o retorno à Terra. Até o momento, a agência espacial norte-americana já gastou US$ 20 milhões no projeto, mas o investimento poderá chegar até US$ 250 milhões.

 

Fonte: History

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