Arquivo mensal: janeiro 2014

Como surgiu o hábito oriental de comer com pauzinhos?

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Essa tradição milenar começou na China durante a dinastia Shang, entre 1766 e 1122 a.C. Os chineses – que antes disso usavam as mãos e a faca de caça para comer – passaram a adotar os pauzinhos como talher, pois acreditavam que era falta de educação submeter os convidados a qualquer tipo de esforço durante as refeições, como ter que cortar um alimento. Os chineses consideravam um ato bárbaro servir um frango assado ou peixe por inteiro durante as refeições, costume ilustrado por um velho provérbio: “Nós sentamos à mesa para comer, não para cortar carcaças”. Chamados kuai-tzu, os pauzinhos acabaram sendo levados por chineses também para o Japão, por volta do século VII, onde ganharam o nome de hashi. No início, os japoneses utilizavam o hashi somente para oferecer alimentos às divindades, pois as mãos eram consideradas impuras para tocar a comida dos deuses.

Mas não demorou para que, a exemplo dos chineses, também adotassem o hábito de comer com pauzinhos e hoje o hashi é um dos principais símbolos da cultura nipônica. Uma das razões para a preservação desse hábito tão antigo é o isolamento em relação ao resto do mundo ao qual os países orientais foram submetidos durante séculos. “Os talheres só se tornaram conhecidos no Oriente no mundo moderno”, afirma a economista Lumi Toyada, especializada em cultura e etiqueta social japonesa.

Fonte: Mundo Estranho

Santos em Miniatura

Uma cidade que parece ser de miniatura, mas cujas fotos foram feitas a uma distância de dezenas de metros! Na exposição GIGANTES EM MINIATURA, em cartaz no Teatro Municipal (Vila Mathias), você pode conferir o monumento das ondas no emissário submarino e outros pontos da cidade vistos sob essa técnica:

 

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Fonte: Prefeitura de Santos

Como surgiu o elevador?

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Acredita-se que as grandes pirâmides do Egito tenham sido erguidas com a ajuda de guindastes primitivos baseados em cordas e apoios. O grego Arquimedes desenvolveu vários sistemas de polias e roldanas para erguer cargas, que os romanos aperfeiçoaram. Mas foi só depois da Revolução Industrial, no século XIX, que a máquina a vapor possibilitou a construção de elevadores fixos para transportar materiais e, principalmente, pessoas. O primeiro sistema de segurança que impede a queda do elevador em caso de rompimento das cordas foi criado em 1852 pelo americano Elisha Grave Otis (1811-1861). Era baseado em trilhos serrilhados que prendiam a plataforma se ela perdesse sustentação.

“Isso permitiu o transporte de seres humanos e tornou possível a verticalização das cidades, pois sem elevadores não poderia haver grandes edifícios”, diz o engenheiro Antonio Thomazini, da Otis, empresa fundada por Elisha. De lá para cá, foram sendo inventados sucessivos sistemas de motores, controle e segurança que fizeram do elevador o meio de transporte mais seguro do mundo.

Marcha para o alto
Quatro momentos na evolução dos levadores

 
100 a.C. MOINHO HUMANO

Um alto-relevo encontrado em uma tumba romana traz a mais antiga imagem de um guindaste movido a “moinho humano” que se conhece. Ele tinha um sistema de polias operado por cinco trabalhadores

1853 SUBIDA A VAPOR

Os primeiros elevadores da era industrial eram movidos por máquinas a vapor e seus cabos se enrolavam em grandes tambores. A abertura e o fechamento das portas era manual e o controle por válvulas exigia um operador treinado

1932 ARRANHA-CÉUS

Os 67 elevadores instalados no Empire State Building, em Nova York – então o mais alto edifício do mundo -, empregavam basicamente o mesmo modelo usado até hoje. Um motor elétrico, situado numa casa de máquinas em cima ou embaixo do fosso, movimenta o elevador e um contrapeso. Todo o sistema é automatizado, bastando apertar um botão

2000 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Os mais modernos elevadores de hoje atingem velocidades de até 15 metros por segundo, com cintas flexíveis no lugar dos cabos de aço, empregando programas de inteligência artificial para lidar com grandes fluxos de pessoas. Os motores, além de serem menores e dispensarem a antiga casa de máquinas, aceleram e desaceleram gradativamente, sem solavancos

Em Nova York, no ano de 1854, o inventor Elisha Grave Otis manda cortar as cordas da plataforma para demonstrar o sistema de segurança que tornou possíveis os elevadores

 

Fonte: Mundo Estranho

Os prós e contras dos pagamentos com smartphone

Testamos os três apps disponíveis no mercado

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Para checar se funcionam mesmo os aplicativos que permitem pagar a conta em restaurantes, bares e até docerias apenas com o celular, a reportagem de VEJA SÃO PAULO avaliou as três plataformas disponíveis. A primeiro foi o KiiK, em testes nas unidades da Confeitaria Dama, em Pinheiros e Higienópolis, desde novembro de 2013. O processo levou menos de cinco minutos, do cadastro ao momento de digitar o código de segurança do cartão. O sistema deve agradar principalmente aos grupos de amigos, pois possibilita que cada cliente selecione e pague apenas o que consumiu, incluindo os 10% de taxa correspondente.

Na terça (14), experimentamos o PicPay que é também uma carteira virtual (mobile wallet). Na prática, essa função permite que, por meio de sua conta, o usuário transfira pequenas quantias para outras pessoas. Com isso, é possível, por exemplo, organizar um churrasco com os colegas e mandar via app o dinheiro da festa, ao invés de fazer a “vaquinha” durante o encontro ou usar serviços bancários. Da parte dos estabelecimentos, é possível premiar os frequentadores, numa espécie de programa de fidelidade. Foi assim que, ao acionar o software na doceria Le Jardin Secret, na Vila Madalena, ganhamos um desconto de 5 reais. Ponto para o PicPay. Por outro lado, ao contrário dos concorrentes, ele não exibe a conta na tela do telefone.

A experiência com o Snappin, por sua vez, não foi tão positiva. Na noite de quarta (22), no Boteco Ferraz, no Itaim Bibi, pedimos dois chopes. Um formulário de papel foi deixado sobre a mesa com a marcação dos copos solicitados. Quando tentamos pagar digitando o número da nota no app, ele abriu uma caixa de texto com a mensagem: “cliente sem comanda”. Depois de idas e vindas do garçom, encarregado de checar o que poderia ter ocorrido, informaram ser necessário pedir a conta antes, para que os funcionários lançassem a bebida no sistema. Só depois poderíamos efetuar o pagamento via mobile. Teria sido mais ágil pagar do modo tradicional. Talvez o aplicativo funcione melhor em baladas, meio para o qual ele foi desenhado.

Apps na balança

 

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Sinal verde
■ Permite ao usuário selecionar os itens que vai pagar
■ Mantém um histórico dos pagamentos
■ Envia recibos das compras por e-mail
■ Exige o código de segurança do cartão cadastrado para efetuar as transações

 
Sinal vermelho
■ É preciso pedir a conta impressa antes de dar início às transações no telefone
■ Ainda não permite visualizar o cardápio ou fazer o pedido via mobile

 

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Sinal verde
■ Permite transferir dinheiro para outras pessoas por meio do aplicativo
■ Possibilita que os estabelecimentos criem promoções e programas de fidelidade
■ Mantém um histórico dos pagamentos

 

Sinal vermelho
■ Não exibe a comanda com os itens consumidos
■ Ainda não permite visualizar o cardápio ou fazer o pedido via mobile

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Sinal verde
■ Pede uma senha para abrir o aplicativo
■ Permite pagar mais de uma comanda ao mesmo tempo

 
Sinal vermelho
■ Nem sempre é possível pagar a conta sem intermédio do garçom
■ Ainda não permite visualizar o cardápio ou fazer o pedido via mobile

Fonte: Veja SP

Alta dos serviços e calor mudam o pico de energia para meio da tarde

Desde o apagão do governo FHC que se diz que o horário de pico de consumo de energia no país ocorre das 18h às 20h, em razão, entre outros motivos, do aumento do uso de chuveiros elétricos nesse horário, com a chegada das pessoas as suas casas após o horário comercial tradicional.

Verões intensos e o novo perfil da economia, mais baseado no setor de serviços em detrimento do industrial, têm feito, contudo, com que esse pico de consumo de energia mude para o meio da tarde, entre as 14h30 e as 15h30.

Os oito últimos recordes de produção de energia no país ocorreram nesse intervalo, segundo o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). Os dois mais recentes, na quarta e na quinta-feira da semana passada, foram registrados às 15h21 e às 15h24, respectivamente.

Na quinta, o país demandou de suas usinas a produção de 83.307 megawatts (MW), volume nunca antes registrado.

O sistema funciona assim: as distribuidoras informam ao ONS sobre o aumento de demanda e o operador avisa às usinas para produzirem mais.

REFRESCO

Segundo especialistas ouvidos pela Folha, o ar-condicionado é quem puxa o consumo de energia para cima no meio da tarde.

Calor intenso e serviços a todo vapor têm feito o uso do ar-condicionado disparar no meio da tarde em todo o país, apontam especialistas.

A partir de 28ºC o corpo humano sente necessidade de se refrescar. Na última quarta-feira, a Folha mostrou que a média da temperatura de janeiro em São Paulo, de 31ºC, é a maior desde 1943.

Em dias de temperaturas mais baixas, o pico continua sendo no horário antigo.

“As pessoas não estão em casa, mas estão no shopping center, no restaurante, no escritório. E em todos esses locais o ar-condicionado está no máximo”, afirmou o professor Reinaldo Castro Souza, do departamento de Engenharia Elétrica do Centro Técnico Científico da PUC-Rio.

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O chuveiro elétrico, antigo “vilão” do consumo, deu lugar ao ar-condicionado, que, ainda que a uma potência menor, fica ligado, em média, oito horas por dia nas residências. No comércio, essa média sobe para dez.

Pelos cálculos de Souza, 80% do consumo de energia do setor são com refrigeração.

Os dados da EPE (Empresa de Pesquisa Energética) mostram que até novembro de 2013 o crescimento do consumo de energia do comércio e serviços ficou acima da média brasileira.
A estimativa da EPE é que o consumo comercial em 2014 supere o dos setores residencial, industrial e da média do país, com alta de 4,4%.

“Além do calor, há a mudança da participação dos serviços na economia. O padrão de consumo tem sido alterado também em razão disso”, afirmou a ex-diretora da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) Joísa Campanher Dutra.

De 2004 a 2012, o setor de serviços elevou sua participação relativa no PIB em 5,7 pontos percentuais, de 63% para 68,7%.

EFEITOS

Não há um consenso entre especialistas sobre os possíveis riscos do deslocamento do horário de pico.

Nivalde de Castro, coordenador do Gesel/UFRJ (Grupo de Estudos do Setor Elétrico), não vê risco de desabastecimento, pois a demanda por energia é suprida com o sistema atual.

Reinaldo Souza é menos otimista. Avalia que consumo elevado em um horário não convencional, poucas chuvas, reservatórios baixos e uso intensivo de energia térmica pode induzir o sistema a falhas maiores e mais regulares.

Para Joísa Dutra, ex-diretora da Aneel, pode surgir debate sobre elevar a tarifa no novo horário de pico.

 

Fonte: Folha

Tarantino desiste de faroeste depois de vazamento de roteiro

“Estou muito, muito deprimido”, revelou o cineasta que reclamou dos agentes de Hollywood

AP

Quentin Tarantino | AP

Durou pouco a expectativa de ver Quentin Tarantino no comando de novo faroeste. O diretor, que tinha revelado seus planos em novembro do ano passado, agora afirmou que o projeto foi cancelado depois que o roteiro de The Hateful Eight vazou. As informações são do site Deadline.

“Estou muito, muito deprimido”, disse o diretor. “Terminei o roteiro, uma primeira versão, e não queria gravar até o próximo inverno, daqui um ano. Dei para seis pessoas, e aparentemente vazou hoje”, explicou. Ele descobriu o vazamento depois que seu agente, Mike Simpson, começou a receber ligações de interessados em participar do faroeste.

“Eu dei o roteiro para um dos produtores de Django Livre, Reggie Hudlin, e ele deixou um agente ir ler na casa dele”, continuou Tarantino. “É uma traição, mas não muito grave porque o agente não levou o roteiro.” O cineasta revelou que ainda entregou o texto a três atores: Michael Madsen, Bruce Dern e Tim Roth. “Um que eu sei que não fez isso foi Tim Roth. Um dos outros dois deixou o agente ler, e este passou para todo mundo em Hollywood. Não sei como esses agentes trabalham, mas não vou fazer este. Vou publicar, e por ora é isso. Eu dei para seis pessoas, se não posso confiar isso a eles, então não tenho desejo de fazer.”

Leonardo DiCaprio em cena de "Django"

Leonardo DiCaprio em cena de “Django”

“Vou para a próxima. Tem outros dez de onde veio este”, gabou-se o cineasta, que, mesmo que tenha revelado desconfiança pelos agentes de Dern, afirmou que o ator que recentemente brilhou em Nebraska deverá ter papel em seu próximo filme.

 

Fonte: Rolling Stone

 

Uma boa selfie: como fazer?

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Você já deve saber que a expressão “selfie” foi escolhida como a palavra do ano em 2013 e também já deve saber que a gíria foi tão usada que já foi incluída nos mais importantes dicionários do mundo.

Selfie é a fotografia feita de si mesmo, como um autorretrato digital. Geralmente as imagens são bastante simples, mas algumas dicas podem ser valiosas para que você não pague nenhum mico na rede. Confira a lista abaixo:

Evite o flash

Ele geralmente é o inimigo das boas fotos. De perto então pode ser pior ainda: em um selfie, o flash é capaz de deixar qualquer rosto com um aspecto, no mínimo, estranho. Se você não quer que sua pele pareça mais oleosa do que ela realmente é, deixe o recurso de lado. Mesmo em ambientes escuros, o melhor é sempre procurar uma luz mais adequada do que apelar para o flash.

Não arrisque: use a câmera frontal

Um dos tipos mais legais de selfies são aquelas que incluem outras pessoas. O problema disso é que, seja na hora de fotografar com amigos ou com alguém famoso que você acabou de conhecer, você pode perder um momento legal ao tentar fazer a imagem com a câmera traseira do seu smartphone.

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Na hora da diversão, o melhor é não arriscar: mesmo que você perca em qualidade (as câmeras frontais sempre trazem menos resolução que as traseiras), você não vai deixar de registrar o momento da melhor maneira possível.

Descubra a melhor pose

Sabe quando um artista evita fotografar de certa maneira, pois aquele não é o seu “melhor ângulo”? Não precisa ser famoso para ter esse cuidado: todo mundo tem um ângulo em que se sai melhor. O ideal é, antes de publicar as fotos, encontrar qual é a melhor posição do rosto e do próprio celular para fazer as fotos.

Foto espontaneamente forjada

Na hora de fazer uma selfie, tente ser natural e descontraída. É importante encontrar um bom ângulo, mas não fique travada nele como se fosse um robô. Espontaneidade e descontração sempre caem bem em uma foto de si mesmo.

Pare de fazer bico

Essa é uma dica que serve para a maioria das meninas: o famoso “duck face” (gíria que compara bicos feitos com os lábios e bicos de patos) não é nada bonito de se ver. Portanto, deixe de fazer biquinho (ou ao menos faça o movimento menos exagerado) e evite pagar mico.

Saia do banheiro!

Nada mais tradicional do que uma selfie… no espelho do banheiro! As variações dela são ainda mais engraçadas, como fotos de óculos escuros, fotos com roupas de praia ou até o look para ir a um casamento. Nada disso combina com o fundo do banheiro da sua casa, certo? Então que tal procurar um lugar mais bonito para sair na foto?

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Aliás, de uma maneira geral, espelhos são péssimas alternativas para se fotografar. Geralmente reflexos atrapalham e o resultado pode ser ainda pior se você arriscar o uso do flash. Provavelmente o resultado vai se resumir a uma enorme luz que impede a visualização do resto da imagem.

Fonte: CanalTech | Caroline Hecke

Rapaz que estampou a capa do primeiro disco do Placebo quer processar a banda

David Fox afirmou que a foto “arruinou sua vida” e vai usar “todo dinheiro que conseguir juntar” para entrar na justiça contra o grupo

Reprodução

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David Fox é o nome do garoto que, aos 12 anos, estampou a capa do álbum Placebo, de 1996, disco de estreia da banda inglesa. Passados 16 anos, Fox agora decidiu processar o grupo pelo uso indevido de sua imagem que, segundo afirma, “arruinou sua vida”. As informações são do jornal The Times.

A foto, na qual ele aparece fazendo uma careta, foi tirada por um primo de Fox. Uma semana depois, estava nas lojas no disco que apresentou ao mundo o grupo de “Nancy Boy” e “36 Degrees”. Fox afirmou que foi alvo de bullying dos colegas e teve que sair da escola como consequência.

David Fox

David Fox

Após desistir da vida acadêmica, o rapaz se formou como chef, mas atualmente está desempregado. Garantiu, no entanto, que vai utilizar as economias da mãe e “todo dinheiro que conseguir juntar” para processar a banda, que ainda não se pronunciou sobre o caso.

Fonte: Rolling Stone

5 dicas da ciência para curar a ressaca

Conheça os alimentos que podem fazer suas dores irem embora e entenda as razões científicas para isso.

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1. Cisteína: os brócolis salvam

Quando você estiver querendo que o mundo acabe e o álcool deixe de existir, você também vai querer que seu fígado libere todo o etanal do seu corpo. Também conhecido com acetaldeído, o etanal é uma toxina gerada pela reação do álcool no corpo humano. Pode causar dores de cabeça, náuseas e tontura.

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Por isso, não há nada melhor do cisteína encontrada em ovos, brócolis, pimenta, cebolas e gérmen de trigo. Este aminoácido é responsável pela eliminação de boa parte do acetaldeído, sendo responsável pela aceleração no processo da cura da ressaca.

2. Potássio: bananas podem ajudar

Já reparou que quando você está no bar, é mais comum encontrar seus amigos no banheiro do que na mesa? Pois é, o álcool faz com que os seres humanos urinem muito mais do que o normal. Devido ao fato de as bebidas alcoólicas serem muito diuréticas, é comum que os nutrientes do corpo sejam eliminados junto com a urina.

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

O potássio é um dos que mais são eliminados no processo, por isso é de suma importância que as pessoas com ressaca comam alimentos ricos nesse nutriente – e não adianta fazer cara feia por causa do enjoo. A falta de potássio pode causar alguns problemas no sistema nervoso e muscular, por isso ingerir bananas, batatas chips e suco de laranja pode ser uma ótima ideia.

3. Frutose: o doce nunca é doce na ressaca

Você sabe o que é o glicogênio? Trata-se de uma reserva de energia vital para a sobrevivência dos animais, armazenada no fígado e nos músculos. Quando ingerimos álcool, o glicogênio é transformado em glicose e logo depois é eliminado do corpo pela urina. Por isso é muito comum a sensação de total cansaço nas manhãs “pós-bebedeira”.

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E uma das maneiras mais simples (e rápidas) de recuperar as reservas de energia é por meio da frutose (açúcar oriundo das frutas). Encontrado em frutas, a frutose acelera o processamento do álcool pelo corpo. Infelizmente, isso não significa que as frutas vão ser gostosas, pois é fato que o paladar em dias de ressaca fica bastante alterado.

4. Sódio: o isotônico de verdade

O sal em excesso faz mal à saúde, mas ele é muito necessário para que o corpo consiga realizar algumas das principais reações químicas necessárias para a manutenção dos estados normais. Isso acontece porque o sal é rico em sódio, eletrólito essencial para os seres humanos. Junto com o potássio, o sódio é eliminado em grandes quantidades pela urina.

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Acordou com ressaca? Está na hora de comer alguma coisa com sal. Mas há também outras formas de fazer o organismo recuperar o elemento químico. Ingestão de isotônicos é uma ótima alternativa, mas água de coco pode ser ainda melhor.

5. Água: recuperar o que foi perdido

Você sabe qual a relação entre desidratação e dores de cabeça na ressaca? Como o álcool faz com que as pessoas urinem mais do que o normal, existe uma grande perda de água. Por isso, o corpo tenta se reidratar roubando água do cérebro, que acaba ficando um pouco menor do que o normal. As membranas que ligam o cérebro ao crânio são esticadas e assim surge a dor.

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Para fazer com que isso seja amenizado: água, muita água. O líquido é capaz fazer com que seu corpo seja reidratado, além de permitir que o cérebro volte a trabalhar das maneiras corretas. Logicamente, um copo de água não fará a dor passar em dois minutos, mas a reidratação é essencial para a “revitalização”.

 

Fonte: TecMundo

 

Professor norueguês usa o jogo The Walking Dead para ensinar ética aos alunos

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Considerado um dos melhores jogos da geração passada, The Walking Dead da Telltale Games mostrou como um título, mesmo com mecânicas e gráficos simples, pode mexer com os jogadores. E a história dos sobreviventes em meio ao apocalipse zumbi foi tão impactante que agora está sendo usada nas salas de aula.

Usar jogos eletrônicos para melhorar o ensino não é algo novo, mas a ideia de utilizar o game da Telltale é diferente: em vez de estimular a atenção e capacidades motoras dos usuários, The Walking Dead pode ajudar a passar noções de ética aos estudantes. A proposta vem do professor Tobias Staaby, da escola Nordahl Grief, localizada na cidade de Bergen, na Noruega.

The Walking Dead: The Game conta a história de um grupo de pessoas comuns que tenta se adaptar, cada um à sua maneira, a um mundo dominado pelos mortos-vivos. O contexto principal descarta a ação frenética de outras produções com zumbis e se foca em como os personagens lidam com aquela situação. O protagonista deve fazer uma série de escolhas morais que mudam o decorrer da trama e daqueles que estão a seu redor.

Staaby colocou seus alunos para jogar o game por duas semanas, e afirmou que, ao final desse período, eles se sentiram muito mais motivados e comprometidos com a disciplina. De acordo com o professor, os estudantes conseguiram se engajar em discussões sobre dilemas éticos e ainda responderam enquetes anônimas sobre as decisões tomadas durante a aventura. Tudo com o objetivo de incentivar a turma a analisar quais dessas decisões os alunos consideram mais éticas e suas consequências (positivas e negativas).

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“O que eu queria era um bom método para gerar discussões que falem das teorias ou dilemas éticos”, explica Staaby a uma rede de TV norueguesa. “O jogo [The Walking Dead] oferece aos estudantes uma forma que os permite navegar e debater [suas decisões com base nas escolhas feitas no game]. Quando alguém está engajado em um assunto, ele irá aprender melhor”.

O professor admitiu que esperava uma reação contrária dos pais dos alunos, mas isso não aconteceu porque ele acredita que os responsáveis – e até a própria instituição – entenderam qual a proposta por trás das aulas. Para Staaby, as respostas dadas dentro do jogo podem servir como uma extensão do que a pessoa faria se realmente estivesse vivendo aqueles momentos.

O vídeo da entrevista pode ser visto logo abaixo, com legendas em inglês:

 

Fonte: CanalTech

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